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Portugal confirma a compra do KC-390 ao Presidente Temer

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Embraer KC-390

Segundo o Estadão, o presidente Michel Temer anunciou, na madrugada desta quinta-feira, 31, que o governo de Portugal confirmou a compra de seis aviões da Embraer. Em vídeo publicado no Twitter, enquanto viaja à China, Temer disse ter recebido a confirmação do presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa.

O encontro entre os dois presidentes aconteceu nesta quarta, 30, durante escala da comitiva brasileira antes da chegada à Ásia para encontro do Brics (grupo formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul). Segundo o relato no vídeo, as aeronaves compradas são do modelo cargueiro da Embraer, o KC-390. “Mesmo durante a viagem, já tivemos um resultado muito positivo”, disse o presidente.

Em 27 de julho o governo de Portugal tinha autorizado o início de negociações com a Embraer para a compra de cinco cargueiros militares KC-390, que poderão ser usadas também para combate a incêndios florestais, e pediu uma avaliação da suspensão da modernização das atuais aeronaves C-130H.

Sobre a aquisição dos aviões, uma resolução do Conselho de Ministros publicada no Diário da República disse que “até cinco aeronaves KC-390, com opção de mais uma”, e ainda a respetiva sustentação logística e um simulador de voo (fullflight simulator CAT D), para instalação e operação em território nacional.

A resolução do Conselho de Ministros determinou ainda a elaboração, até finais de outubro, ou no prazo máximo de três meses, de um relatório detalhado que “identifique todos os aspetos relevantes e necessários à introdução do novo sistema de armas KC-390 na Força Aérea, com as possíveis opções para decisão final, incluindo as decorrentes da negociação com a Embraer, respetivos cronogramas, custos associados e com o objetivo de se atingir a Capacidade Operacional Inicial (Initial Operational Capability – IOC) até ao final de 2021”.

Embraer KC-390

64 COMMENTS

  1. ” …atingir a Capacidade Operacional Inicial (Initial Operational Capability – IOC) até ao final de 2021.”
    .
    Seguindo o cronograma, teremos Gripen E e KC-390 com IOC no mesmo ano. Tomara que de tudo certo até lá.

  2. Notícia já era esperada, mas veio antes do previsto.
    Na próxima década, teremos o KC-390 operando em exercícios e missões da OTAN.
    Parabéns à Embraer e à FAB pela conquista. A primeira exportação de muitas.

  3. NATO.
    Jornal português fala em seis aviões.
    Tem um detalhe, o KC-390 é capaz de transportar cargas que pelo seu volume ou peso, são impossíveis para o C130J-30.
    Ao operar na OTAN, esse detalhe vai fazer a diferença e chamar atenção de outros países.
    Não sei se foi um ato falho, mas Jackson Schneider declarou em entrevista que o KC-390 é capaz de transportar dois M-113B. Teoricamente pelo peso é possível.

  4. Excelente noticia.
    No aguardo dos Tchecos, argentinos e chilenos para a próxima aquisição externa.
    Ele só não vira o best seller na Europa por causa da entubação do A-400M. Pode ser “de outra categoria”, mas para muitos não há tanta diferença operacional, salvo a etiqueta do modelo da Airbus.

    Sds

  5. Cadê o contrato ?
    _________________________________

    Antonio de Sampaio 31 de agosto de 2017 at 13:17
    NATO.
    Tem um detalhe, o KC-390 é capaz de transportar cargas que pelo seu volume ou peso, são impossíveis para o C130J-30.
    _________________________________

    Dentro dos padrões da NATO, quais como exemplo ?

  6. Com esta noticia sera que os japoneses estão metendo o pau no C-2 da Kawasaki Heavy Industries, como fizeram aqui com o KC-390/Embraer no caso da venda para os Emirados Arabes .. certeza que não !!

  7. Carlos Alberto Soares 31 de agosto de 2017 at 14:12

    Cadê o contrato ?
    _________________________________

    Pensei exatamente a mesma coisa ao ler a reportagem. Confio nos portugueses mas não no Temer. Acredito que a compra irá se concretizar mas não será assim tão rápido. Enquanto a tinta não estiver no papel, nada feito.

    Só uma obs: Na reportagem do Estadão não colocaram uma foto do KC-390. Imagine se fosse na globo.com….

  8. Turma da urucubaca entra em pânico e vai a loucura, sem nada poder fazer, um linha da frente da galera do contra, tem o desplante de perguntar “cadê o contrato”.
    Dá pena.

  9. Não enxergo isso como sendo a galera do contra. Vejo isso como sendo a galera cautelosa, já calejados de cancelamentos de boas notícias e decepções eternas com os sucessivos governantes que já desfilaram por Brasília…

  10. Creio que são seis unidades, jornal de Portugal fala em seis…desde o começo se fala em cinco mais uma sexta unidade, eu acho que eles têm um C-130H30 relativamente “novo”, creio que este será o último a ser descomissionado, por isso os cinco para substituir os modelo H, e o sexto, para quando o H30 já estiver no fim da vida útil.
    Jornal de Portugal fala em 70 milhões de dólares por unidade… mamão com mel…

  11. Mas o contrato ainda não existe. Tirando o Correio da Manha que é um jornal sensacionalista mais nenhum jornal em Portugal dos que tenho visto deu destaque a essa informação. O Diario de Noticias colocou a noticia online e retirou.a no minuto seguinte.
    Acredito que a compra vai ser feita, mas se vai ser 4 ou 5 ou mesmo 6, vamos ter de esperar que uma fonte oficial em Portugal o diga.

  12. Gente… muita calma nessa hora.
    Mas até agora não foi noticiado que o contrato tenha sido assinado. Então podemos assumir que não o foi ainda. Mas será (é o que acredito).
    Então não vamos ficar nos segregando em turma dos prós e dos contra.
    E um contrato também não quer dizer que a coisa vá ocorrer. Muitos contratos são assinados mas não realizados, e isso pode ocorrer por inúmeras causas.
    Então menos animosidade.
    Sou otimista e acho que vai sair e se concretizar. Mas ainda não saiu.

  13. Muito oba oba em meio a tanta desinformação.
    Essa intenção de compra já foi objeto de menção desde o ano passado. O passo atual é fase de negociação pra contrato. Foi onde o MRCA empacou e desandou.
    Seis unidades pra exportação nessa categoria não é nada. Ao todo, são 32 intenções de compras externas. Outro número ridiculamente pequeno, principalmente se comparado ao rival C-130 que vendeu mais de 2.500 unidades. Tudo bem que em cinquenta anos, mas dividindo o total ano a ano, foram 50 Hercules negociados por ano, em média.
    Esse projeto vai acabar virando local e iremos pagar custo total de C-5 Galaxy em cada KC-390.
    Pelo visto a lição do AMX não foi aprendida. Que pena.

  14. Caros colegas, se analisarmos mais profundamente o ambiente geopolitico, concorrencia, qualidade do produto e, excelencia no pos venda, o KC será um sucesso, nao tenho duvida disso.
    SRN

  15. Jonas Siva, que comparação tosca e sem sentido, pegaste as vendas de uma aeronave que esta a 50 anos no mercado e compara com as vendas de uma aeronave que sequer esta certificada. E mais, quantas dessas 2.500 aeronaves foram para a própria USAF?????? Lembrando que a última versão do C-130J 30 nem vendeu tanto assim, esta longe de ser um sucesso de venda se comprada com as versões anteriores. Outra comparação absurda é essa do C-5 Galaxy, uma aeronave absurdamente maior e complexa comparada com o KC-390 que tem o máximo de itens possíveis de partes de aeronaves civis justamente para baratear tanto a operação quanto a manutenção da aeronave. É por isso que o motor é o mesmo da família A-320, é por isso que os aviônicos são o pro line fusion da rockwell que é utilizado tanto em aeronaves de passageiros como jatos privados

  16. A pesar das urucubacas desejo muito que o kc390 passe de 100 encomendas. Para se tornar uma realidade de sucesso.
    //
    Gostaria da opinião de todos!
    Qual é a chance de o Brasil realizar um projeto partindo da plataforma do AMX?
    Pois não vejo outro similar no mercado de baixo custo e com estas características.
    Voltado a mercado pequenos.
    Desenvolver um novo e moderno modelo de bombardeiro que seja barato.

  17. Jonas Silva,
    Não dá para comparar números dos anos de Guerra Fria com agora, né? Ou o C-130 vende 50 aeronaves por ano?
    A meta da Embraer não é vender 2500 aeronaves. Se fosse, seria irreal.
    É apenas abocanhar parte do mercado. O C-130 deve continuar vendendo mais unidades. O importante é o KC-390 ser vendido em quantidade suficiente para manter a linha de produção em funcionamento.
    Qualquer compra é relevante e poucos países comprarão mais de 4 unidades. O parametro não deve ser o AMX, mas sim o ST. O ST vai vendendo de pouco em pouco, continuamente, e o dinheiro pingando na conta da Embraer e da FAB.
    Veja que aviões de transporte geralmente são vendidos aos poucos, exceto quanto envolvem grandes potências ou os próprios países fabricantes. Veja o caso C-295 do A-400M, com muito mais tempo de vida e com menos de 200 aeronaves vendidas – no caso do A-400M, quase todas para os parceiros do projeto.
    Esse mercado é duríssimo.
    No mais, não vejo razão para o contrato não ser assinado, dado que Portugal é parceiro no projeto. É só questão de tempo para vermos o KC-390 nas cores da FAP. E se nos próximos 5 anos fecharem a venda de “apenas” 32 aeronaves, não será nenhum demérito.

  18. Renan 31 de agosto de 2017 at 17:34
    Qual é a chance de o Brasil realizar um projeto partindo da plataforma do AMX?
    Respondendo sua pergunta com muita franqueza, ‘ZERO’!… Não vejo como possa haver mercados — pequenos (?) — para um ‘novo e moderno modelo de bombardeiro que seja barato’… Se estivéssemos falando de aeronaves para combate a contrainsurgência, esse produto já existe e vai muito bem obrigado!, é o A-29 Super Tucano. Mas paramos por aí.
    Acho que os demais comentaristas, muito mais conhecedores do assunto que eu, não vão divergir de minha opinião.
    Abraços!

  19. É sério que tem gente reclamando de poucas vendas externas de um avião que nem operacional está? Que povo mais apressado!

    Aliás acharia super normal a Embraer não conseguir vender o avião nos primeiros anos de operação, pois atende a um mercado especifico e que o investimento de compra é alto. E por exemplo se fosse o presidente de um país só autorizaria a compra de algo comprovadamente bom (não estou falando que o KC390 é ruim, mas pensando na visão de alguém de fora). Mas se já conseguiram vender tão rápido quer dizer que o KC390 tem tudo para ser um sucesso de vendas, ainda maior no futuro! Vida longa ao novo avião!

  20. e o +1 decolando para o desespero de alguns…..

    Renan 31 de agosto de 2017 at 17:34
    Qual é a chance de o Brasil realizar um projeto partindo da plataforma do AMX?
    na minha opinião Renan, a chance é nula, pois o AMX apesar de ser uma boa aeronave ficou obsoleta, pois ninguém fabrica mais um avião dedicado a ataque a solo, sem falar que o Gripen faz esse trabalho e ainda é um caça, por isso é dito que é multi-role.

  21. Não escolher o C-130 foi péssima decisão.
    Tomara que isso não se concretize e a escolha seja favorável ao nosso tão querido Hercules.
    Vamos aguadar

  22. Roberto 31 de agosto de 2017 at 17:56
    Não escolher o C-130 foi péssima decisão.
    Tomara que isso não se concretize e a escolha seja favorável ao nosso tão querido Hercules.

    mais uma viuvinha??

  23. Pois é. Não deu nem tempo de parar com as gargalhadas sobre o C-2 no Oriente Médio.
    Aí o Poder Aéreo me vem com uma notícia dessas.
    Não gostei.

  24. Espero que o KC venda bastante e acredito piamente que vai vender, mas o que o pessoal que agoura as vendas externas se esquece é que KC é uma encomenda da FAB, seguindo as especificações ditadas pela FAB para atender aos interesses da FAB. E por isso mesmo foi (ou vai ser pago pela FAB). Então o custo de desenvolvimento, seja de um teco-teco ou de um Galaxy, vai ser mesmo nosso. Os parceiros devem ajudar com isso, obviamente e se o avião for bem aceito no mundo e vender muito, ótimo (inclusive pra FAB que é dona da idéia e vai receber royaties por isso e vai baratear a manutenção), mas se não vender nenhuma unidade também, a Embraer já recebeu (ou vai receber) da FAB pelos seus serviços.

  25. Argumentos pró-Embraer calcados no capitalismo de estado. Nenhuma empresa investe bilhões num projeto, leva calote parcial do governo que a subsidia e reputa irrelevante vendas externas pingadas.
    Tem algo muito errado aí.
    A Embraer pode ter muita expertise na aviação civil, mas na militar ela patina a ponto de bater cabeça na modernização do famigerado AMX que ela mesma ajudou a conceber.
    Parem de ufanismo e caiam na real. A ideia original era o KC390 levar dez toneladas a menos de carga. Veio da Embraer…
    esse avião tem tudo pra repetir o fiasco militar do AMX, só que diferente deste, agregou pouco know how.

  26. Os outros dois parceiros do programa KC-390 ( Argentina e Rep Tcheca), não deveriam ter a obrigação de compra-lo também? Como assim vc produz mas não compra o próprio produto que fabricou?

  27. Jonas Silva 31 de agosto de 2017 at 20:42
    “mas na militar ela patina a ponto de bater cabeça na modernização do famigerado AMX”

    Jonas, fala sério! quem patina é a FAB para pagar essa modernização!

  28. Jonas Silva,
    A Embraer da época do AMX era uma. Hoje é outra muito maior, mais capitalizada e mais competente.
    Dependendo do ponto de vista, exportar 32 aeronaves é um fiasco. 100 também. 500, idem. 1000, claro que também é, o C-130 vendeu 2500, mil não é nem a metade.
    Para mim, 100 unidades exportadas já será um número significativo e não poderá considerar o programa um fiasco. Mas torço que venda muito mais.
    Para mim, o KC-390 deve ser comparado ao ST e não ao AMX.
    O ST que foi chamado de avião da época da 2ª GM, nasceu para atender a FAB e já tem mais exportações do que unidades vendidas para a própria FAB.
    Acho que o KC-390 seguirá essa linha e venderá mais lá fora do que aqui. Aliás, acho que venderá bem mais mais unidades do que o ST. Mas isso leva tempo. A primeira exportação do ST também demorou, mas ele vende até hoje, quase 20 anos após seu 1º voo e venderá por muitos anos ainda.
    Mas respeito seus argumentos. Outros frequentadores do fórum também acham que a aeronave é muito inferior ao Hércules e não venderá nada, causando enormes prejuízos ao país e à FAB.

  29. Não adianta argumentar com base em achismos. Só poderemos descobrir quem realmente estava certo no futuro. Então, a única coisa concreta em que podemos nos basear são os fatos do passado e do presente. E esses fatos mostram que a Embraer é extremamente competente no que faz, mesmo estando baseada num país subdesenvolvido e habitado por acéfalos. Já os detratores da empresa, que fatos tem a mostrar? Quem são e o que fizeram que os autorizem a prever (ou desejar?) fracassos, que até hoje a Embraer nunca experimentou?
    Interessante que eles ressaltam um programa que julgam de pouco exito, o AMX. Para começar, muitos consideram que o AMX foi um fracasso porque tinham a expectativa equivocada de que o avião seria um caça. O AMX foi projetado para ser um avião de ataque mais econômico de operar que o Tornado. Nisso ele teve pleno exito. Além do mais, a Embraer foi uma das três empresas que participaram do programa, e a que menos influencia teve no resultado final, por ter feito o menor investimento e entrado por último no projeto. Mas é inútil rebater racionalmente os ataques raivosos desses indivíduos, porque é óbvio que eles não tem motivação racional. Só isso pode explicar, por exemplo, a crítica feita acima de que o motor do KC390 seria “velho”, ao contrário do motor do cargueiro japonês. Ora, o motor CF6 é muito mais antigo que o IAE2500, Vê-se que são pessoas ignorantes, que se dão ao trabalho de criticar sistematicamente a empresa provavelmente por motivos pessoais, talvez alguma demissão por incompetência, ao que parece plenamente justificada. Enfim, eu não gosto de dar atenção a esse tipo de gente, porque é isso mesmo que eles querem. Portanto, espero que esse seja meu último comentário sobre esse assunto.

  30. Apenas complementando o raciocínio acima: a afirmação de que o KC390 usa “moteres de ponte aérea” é de rolar de rir. O irmão mais velho do C-2, o C-1, usava motores do Boeing 737-200, motor esse que também foi usado pelo caça supersônico sueco Viggen (o Pratt&Whitney JT8D, na Suécia fabricado sob licença como Volvo RM8). Aliás, também o C-2 usa um motor da aviação civil, o CF6, empregado no DC-10 e em vários aviões da Airbus.

  31. JT8D,
    ” Enfim, eu não gosto de dar atenção a esse tipo de gente, porque é isso mesmo que eles querem.”
    .
    Não é o que parece, meu caro.
    Aliás, eu suspeito que você lê todos comentários que faço.

  32. JT&D – Materiais de Construção

    Deixarei de ler as suas bobagens. Finja que o KC 390 é da Dassault e tente manter o otimismo diante da realidade. Ufanismo cega a pessoa, melhor tomar cuidado.
    Reitero o que havia dito. O KC é a repetição do AMX. Será fiasco de vendas.

  33. Diante da atual situação fiscal, duvido que a FAB leve 28 unidades. Acho que a eventual compra portuguesa vai sair dessa cota da FAB. E outras eventuais vendas também reduzirão o total a ser adquirido pela FAB.

  34. Antônio de Sampaio,
    “Tomô?”
    .
    Eu suponho que você esteja tentando conjugar o verbo tomar na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito, não?
    Sim, eu tomei. Não tomei ainda providências, tomei algumas precauções sobre nossa última conversa, ou melhor, sobre seus últimos comentários dirigidos a minha pessoa.
    Para que fique registrado, faço um último apelo a você.
    Pare.
    Pare enquanto há tempo.
    Pare, porque ainda existe paciência.
    Portanto, meu caro, tome você também.
    Tome cuidado.

  35. Prezados senhores editores,
    Tenho tentado entrar em contato com os senhores através de pelo menos quatro dos e-mails sugeridos nas páginas do Forças de Defesa, porém não obtive nenhuma resposta, tendo em vista a pouca importância dos assuntos, compreendo que talvez não fosse preciso nem mesmo um aviso de recebimento.
    Entretanto, caso futuramente eu necessite entrar em contato com a edição, gostaria de solicitar e confirmar o endereço próprio para contato.

  36. Eu peço desculpa, mas vocês misturam muito certos projectos com a noticia em si e que no fim vem uma confusão grande.
    A confirmação vem só do vosso presidente mas não quer dizer que não seja verdade. Em Julho o o conselho de ministros aprovou a negociação para compra do KC-390 e mandou também que se avalia.se a necessidade de fazer ou não um upgrade nos C130, ou se podia ser cancelado o upgrade.
    Foram aprovados 350 milhões de Euros para a compra e para o upgrade cerca de 29 milhões de Euros.
    Calculo que o sexto KC-390 possa vir se a verba para a manutenção for recolocada na compra e se as entregas forem mais cedo que a manutenção dos C-130.

    Tudo isto é especulação mas neste momento as FAP e o MD estão em negociações para que se obtenha o melhor negocio. Não nos se esqueçam que neste negocio já houve milhões investidos no projecto que também terá que ter retorno….

  37. Jonas Silva 1 de setembro de 2017 at 0:59
    Reitero o que havia dito. O KC é a repetição do AMX. Será fiasco de vendas.

    não mesmo meu amigo, você se esquece que na época do AMX o momento politico do mundo era outro, e agora o momento é muito mais favorável ao reaparelhamento militar.

  38. O momento pode até ser favorável ao reaparelhamento militar, mas não quer dizer que o “+ um” faça parte desse momento.
    Não serão os motivos da Embraer que farão isto acontecer.

  39. Você é doida demais
    Você é doida demais
    E você é doida demais
    Doida, muito doida
    Você é doida demais.

  40. JT8D, ignora esse Jonas Silva, ele só fala bobagem, primeiro ele fez uma comparação absurda entre a quantidade de unidades de um vetor que esta certificado e no mercado a 50 anos com um que sequer esta certificado, isso por si só já desqualifica o comentário dele, não se contentando com isso faz uma comparação tosca e nada que ver com o C-5 Galaxy para tentar justificar os futuros possíveis custos da aeronave e para finalizar com chave de ouro a pérola do comentário dele, mete o AMX no meio

  41. A-400M: das 174 aeronaves encomendadas, 170 são para os parceiros do projeto. Apenas 4 aeronavaes exportadas para a Malásia, único país que não integra o grupo que resolveu comprar o avião.
    Itália e África do Sul desistiram de comprar o Atlas.
    Reino Unido e Alemanha reduziram os pedidos.
    E é uma aeronave que já voa desde 2009. O KC-390 voou pela primeira vez em 2015. Em 2023 será possível comparar melhor os números, principalmente de aeronaves exportadas para países que não são do consórcio.
    Mas esse nem era meu ponto. Meu ponto é que nenhuma aeronave de transporte atual irá igualar o número de vendas do C-130.

  42. KC-390: 2 protótipos e 28 células de série, todas encomendadas pela FAB, do Brasil…
    KC-390: Portugal está negociando a compra de 5 células, mais 1 opção.
    A-400M: A Indonésia encomendou 5 células.
    A-400M: A Itália a bem da verdade, trocou o “Atlas” pelo “Super Hércules”.
    A-400M: A África do Sul pode ter cancelado a encomenda, mas não deixou de fabricar as peças.
    A-400M: O Reino Unido cortou 3 células de sua encomenda original de 25 células.
    A-400M: A Alemanha bem que tentou cortar 13 células de sua encomenda, exagerada de 60 células mas não conseguiu; as 13 células redundantes vão para a ala de transporte européia.
    Qual C-130, a família toda ou somente as 350 células do -130J????

  43. Na conta de padaria já são 28 (Brasil) + 6 (Portugal) = 34. Nada mau! Temos boas possibilidades neste momento, Suécia, Chile, Argentina, República Tcheca. 👍. Manda alguém ir até Índia fazer uma oferta. Eles adoram diversidade aeronáutica, eles tem lá uma versão do EMB 145 AEW&C que parece que se adaptou bem ao eclético plantel indiano, provavelmente dirão. Porque não? Rs.

  44. Gripen, o Brasil comprou 30, pois os protótipos serão entregues à FAB.
    Maurício, não vi notícia confirmando a compra pela Indonésia (contrato assinado), mas posso não ter pesquisado o suficiente. Além dessas 13 aeronaves repassadas, Alemanha não cortou 7 aviões (converteu para opção de compra)?
    A família toda. 350 unidades é um número que pode ser superado por qualquer um dos modelos que citei (C-295, A-400M e KC-390). Mas é claro que não será no curto prazo. O Jotinha tem mais de 20 anos desde que voou pela primeira vez.

  45. A encomenda da Indonésia é de janeiro de 2017, as 7 células alemãs de A-400M agora são “opções”.
    Quanto ao -145AEW&C na Índia, ele é justamente o motivo dos hindus não estarem interessados no “+ um” pelos menos nos próximos 10 anos.
    Não coloquem esses 2 juntos, no mesmo hangar!!!!

  46. Diante da data que citou, a “encomenda” da Indonésia está no mesmo pé (ou até mais atrasada) do que a de Portugal. Por ora são intenções e negociações, nada fechado.

  47. Interessante notar que alguns que criticam a falta de vendas externas do KC-390, que ainda não está certificado, são os mesmos que criticaram o Brasil por ter escolhido o Grippen, tachando compra de prematura por ainda não ter a performance comprovada como o Hornet/Rafale. Vai entender.

    Pensando bem é melhor mesmo que gente estúpida não seja coerente, porque fica ainda a chance de fazer o certo, mesmo que seja por acaso.

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