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Peru, Myanmar e Bangladesh interessados no MiG-35

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MiG-35

KUBINKA, 22 de agosto / TASS /. Peru, Myanmar e Bangladesh estão interessados no avião MiG-35, e as negociações com representantes desses países serão realizadas no fórum militar Army 2017, disse o presidente da corporação de aeronaves MiG, Ilya Tarasenko, na terça-feira no Parque Patriota, região de Moscou.

“Planejamos discutir entregas de aviões MiG-35. Temos muitas negociações na agenda. Estas são as nossas regiões usuais: CIS, países do Sudeste Asiático, Myanmar, Bangladesh e Peru”, afirmou.

Tarasenko observou que as negociações estão em andamento e a corporação espera que elas sejam bem-sucedidas.

O MiG-35 é um caça multifunção de geração 4++ que foi projetado com base nas aeronaves MiG-29K/KUB e MiG-29M/M2. Testes de voo do MiG-35 começaram em 26 de janeiro e uma apresentação internacional do avião foi realizada no dia 27 de janeiro na região de Moscou.

Radar Zhuk AE AESA do MiG-35

FONTE: TASS

65 COMMENTS

  1. Já já aparece algum ministro argentino dizendo que estão analisando uma possível aquisição….

    Kfir, JF-17, F.1, J-10, Gripen…. da até sono

  2. Tamandaré 23 de agosto de 2017 at 14:57
    kkkkk eu ia dizer isso!
    Argentina já mandou uma comitiva para analisar a possível aquisição kkkk

  3. Roberto Santana.
    É isso aí.
    Os Sukhoi são mais confiáveis, mais conhecidos.
    Talvez um SU 35 logo, não é?
    Só que os Sukhois são grandes e os Mig de tamanho pequeno a médio, creio eu.
    Talvez mais baratos…

  4. Seriam Su-35 e Mig-35 respostas russas aos caças Ralale e Eurofighter Typhoon, no cenário europeu? Por que desviar tanto dinheiro para esses caças de 4º geração que poderia ter sido canalizado para o Su-57? O Su-57 poderia estar bem mais adiantado, já em cadência de produção industrial.
    .
    O Mig-35 é o mais belo caça russo.

  5. Considerando que são países pequenos, o MiG-35 encaixa em suas necessidades.
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    PS alguém poderia me explicar pq o Peru prioriza armas russas sem ter sido um país de esquerda ?

  6. Pois é Nonato.
    A Mikoyan está para a UAC assim como a McDonnell Aircraft está para a Boeing, já acabou.
    Seria melhor concentrar os esforços no melhor produto, a linha Sukhoi.
    .
    P.S. É verdade que o Peru comprou o C-130J?

  7. Mig-35 é mais barato de operar que o Su-35, ambos são ótimos, mas um é mais realista para o cenário do Peru que o outro.

  8. Ministros argentinos ou meios que publicam boatos…
    Aposto um café que o Peru nao compra. O olhar peruano esta na Coreia e em USA, onde podem ser feitos acordos de livre comércio.

  9. Aqueles dois Su-22 abatidos pelo Equador se não estiverem atravessados na garganta foram parar na consciência.

  10. Meu Deus… enfim… Sim, a Sukhoi, de vinte anos para cá alçou fama e confiabilidade, mas por que a MiG deveria simplesmente parar? Não faz qualquer sentido. A MiG foi o bicho papão desde o final da Segunda Guerra Mundial, produzindo aeronaves de combate sem parar, utilizadas um sem número de países, enquanto que na mesma época, as duas aeronaves de maior sucesso da Sukhoi foram os Su-24 e Su-25, sendo que a família dos Su-7 (Su-7/20/22) era bem conhecida, e amplamente utilizada, mas obteram má fama por onde quer que passaram. A MiG produziu o avião à jato mais produzido do Mundo, com diversos ainda em serviço e com designs herdados diretamente dele que também continuam em serviço.
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    Não faz sentido o questionamento ou mesmo o pensamento sobre se limitar projetos de aeronaves à um só tipo ou família de caças pesados. O MiG-35 vai ser mais barato de operar do que um Sukhoi qualquer e se assemelha em peso à um F/A-18, por exemplo ao invés de um F-15. Gosto do MiG-35 muito por causa da estética, mas é uma alternativa tecnologicamente avançada, multi-role e mais barata ante aos Su-27/30/35.
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    O que o Gustavo falou acerta na veia. O MiG-35 pode simplesmente ser a proposta mais realista para os países. Seja por motivos econômicos ou de infra-estrutura, seja lá como for, esses países listados estarão muito bem com qualquer das opções.

  11. Leandro Costa,
    Seu primeiro parágrafo só tem valor histórico, é passado, comercialmente não tem valor.
    Seu terceiro parágrafo é gosto pessoal seu.
    Já seu segundo parágrafo foi o que propus debater. O quanto ele é mais barato?

  12. Esses MIG-35 são os caças mais BBB da atualidades na sua categoria. Se o Peru comprar, vão estar muito bem servidos em termos de caças aqui na América do Sul.
    Bom
    Bonitos
    Baratos.

  13. Roberto, partindo da sua lógica, como a Sukhoi não produzia nada de excepcionalmente bom, ou ‘comercialmente’ bem sucedido nos anos imediatamente posteriores à Segunda Guerra Mundial, ela deveria deixar de existir para que os soviéticos se concentrassem no melhor produto, que na época era o MiG? Se fosse pela sua lógica absurda, a Sukhoi teria deixado de existir e hoje não existiriam a família baseada no Su-27. Não faria sentido algum perder a flexibilidade que mais design bureaus dão à um determinado país. Simplesmente não faz sentido.
    .
    O meu terceiro parágrafo não tem absolutamente NADA à ver com meu gosto pessoal (embora eu realmente ache o MiG-35 lindo, eu jamais recomendaria para o Brasil, por exemplo, adquiri-lo), mas sim com análise. Concordando com o Gustavo, em relação ao Peru, que já conta com experiência com aeronaves de origem Soviética/Russa, e já tendo experiência com o MiG-29, considerando ainda o orçamento apertado e já tendo boa noção de seu custo operacional, pensando ainda que o MiG-35 é uma aeronave mais leve, menor do que os Sukhois, o MiG-35 passa à ser a escolha mais lógica para o Peru, na minha análise. E não porque eu gosto ou desgosto de qualquer coisa.

  14. Leandro,
    A Sukhoi não produziu e nem podia produzir algo de notável após a guerra por conta da antipatia que Stalin sentia por Pavel Sukhoi. Somente para você ter uma ideia, Stalin chegou até mesmo dar a desculpa que um de seus projetos o Su-9 (não o interceptador, mas sim o jato de 1946) não podia ser aceito por ser parecido com o Me-262.
    Minha argumentação ou questão foi simples, o quanto mais barato é um MiG que não se possa talvez algo supostamente um pouco mais caro, o Sukhoi?

  15. E vejam um detalhe.
    Só por conta de determinda versão do Sukhoi ser monoplace, arrisco- me em dizer que talvez só isso o torne mais barato ou próximo do preço do MiG biplace.

  16. Logo estarão questionando a existência do F-16 caça de maior número na USAF, olha como ele convive bem com o F-15 e etc.

  17. Acho que é mais fácil os Peruanos optarem por FA-50 antes que uma compra de MiG-35 se torne realidade por aqueles lados.

  18. Os peruanos tradicionalmente buscam seus caças na Rússia ou na França. Com o elevado preço do Rafale, nada mais coerente que buscar a versão atual do Mig que já operam… Acho muito provável essa compra.

  19. A MIG tem o mesmo valor histórico da McDonell Douglas. Ambas fizeram aeronaves espetaculares na guerra fria e hoje são coadjuvantes na área militar.
    Desde o Foxhound, a MIG não trouxe nenhuma novidade.
    Da mesma forma, desde a fusão com a Boeing, a MD sumiu diante da Lockheed Martin que lidera a produção do F-22 e do F-35.
    No caso dos custos, não concordo com o raciocínio. O Flanker não é uma aeronave absurdamente cara de operar, tanto que a Venezuela e alguns países africanos bem mais modestos que o Brasil operam a aeronave.
    Se voa muito ou não é outra história, afinal até o “barato” Gripen foi enterrado pelos Sul africanos.
    Hoje em dia a MIG vive de modernização e a sombra da Sukhoi.
    O tempo do Mig-29/35 já passou e hoje em dia compensa mais levar o Su-30 bem recheado a investir numa plataforma datada.
    Mas tudo depende do preço e da oportunidade.

  20. No fim das contas, o Peru deve levar o Rafale em algum momento, substituindo toda a sua frota.
    Precisa de algo mais avançado pra fazer frente aos F-16 chilenos.

  21. Paulo Jorge,
    Do ponto de vista histórico, a McDonnell tem importância semelhante ou inferior à importância da MiG, porém, se compararmos a importância da Douglas e toda sua história, creio que só isso já alcança um patamar ao nível de toda a história da aviação russa.
    Sobre os custos, o Sukhoi é sim uma aeronave absurdamente cara, mas partindo do ponto de vista de quem não tem nada. A análise deve ser feita na diferença de preços das aeronaves e no comparativo de outras características. Sem dúvida que o carro chefe do custo da operação é o consumo de querosene, entretanto, creio o Sukhoi supere o “custo benefício”, uma expressão que uso forçosamente, pois acredito que não encontre uso em assuntos militares.

  22. Ou seja,
    Vale a pena pagar um “pouco”mais e gastar um “pouco” mais na operação da aeronave e ter o Sukhoi, um dos melhores aviões de combate no mundo atualmente.

  23. O único birreator “barato”de operar é o F-5.
    Todos os outros estão num patamar mais Salgado ou que beira a irracionalidade.
    Não faz sentido bancar bimotor com performance limitada. Talvez essa seja a razão de o Mig-29 não ter sido um best seller após a ruína soviética.
    O Mig-35 é só um 29 recheado.
    Continuo achando injustificável o investimento.
    Melhor ir direto ao Flanker.

  24. Paulo Jorge,
    Nessa sua lógica então um Gripen NG também é só um Gripen C “recheado”?
    Um Super Tucano é só um Tucano recheado?
    Um Super Hornet também é só um Hornet recheado?
    .
    Você tem acesso a informações militares confidenciais? Ou é só mais um “especialista de internet” que afirma baseado no seu “achometro”?

  25. Se o Perú de fato comprar, podemos dizer que fomos ultrapassados na America Latina em air power mais uma vez, considerando a comparação Mig-35 x Gripen NG ?

  26. Na verdade o Mig 35 não é apenas um Mig 29 recheado, se fosse, não teriam diminuído, por exemplo o RCS da aeronave, sem discutir nova motorização e eletrônica. É um baita avião. Faz frente a todos os caças atuais da América Latina e até aqueles que deverão chegar no futuro próximo por aqui. A questão é orçamentária.
    Estima-se que o custo da hora de voo do Mig 35 seja de 15.600 dólares e do Su-35 de 35.000 dólares.
    O SU-35 é um avião muito superior ao Mig-35 e isso tem seu preço, não só no preço de aquisição de 40 milhões MIG-35 contra no minimo 70 milhões do SU-35.

  27. Pois é Gustavo, mas se fala desses custos como se fosse algo astronômico e suficiente para quebrar o país..
    Me pergunto quanto custa por exemplo só para manter o congresso nacional e todos seus parasitas afins.
    Sem falar em outros tantos ralos de dinheiro público, que a gente tá cansado de ver..
    Acredito que o custo de todas as horas de voo juntas não chegam nem a um milésimo disso.
    Dinheiro não é problema, o problema é a falta de boa vontade politica, esse assunto não dá voto.
    Essa estórinha de falta de dinheiro é só uma desculpa conveniente inventada pelos sangue-sugas engravatados de Brasília.

  28. Vou de Paulo Jorge,

    O Mig-35 é uma Mig-29 atualizado , e só!! Não vendeu nem dentro da Rússia!!!

    Não sei porque mas, tirando os SU-34, 30 e 35, os outros caças russos não são páreo para os caças ocidentais G4++ e G5

    Falo do custo de manutenção e do TBO apertado dos seus motores!!!

    Não me emociono, sei lá, deve ser a nossa cultura!!! Pode ser que um dia eu acorde!!!

  29. Rodrigo M,

    Não sou “especialista de internet”, mas também não posso dizer que desconheço a aeronave em questão.
    Ele tem seu valor, mas a questão é que chegou vinte anos atrasado e hoje não justifica o investimento.
    Nem os próprios russos compraram a ideia.
    Ele é uma opção de exportação pra aliados.

    O Gripen E e o SH são situações distintas.
    Houve aumento de tamanho, motorização renovada, radares idem, datalinks e toda suite aviônica redesenhada.
    O SH ainda teve que substituir o Tomcat na USN.
    Agora me diz o que mudou no MIG 35 pra justificar o codinome de “nova aeronave”.
    Já se passaram 10 anos desde a apresentação dele lá na Índia…
    O porte é o mesmo e o RD-33 tá lá, um pouco mais econômico e menos fumacento, nem de longe o salto do F404 para o 414.
    Pintura nova e atualização na suíte. O resto é o de sempre.

    Sds

  30. É, a Rússia não comprou a idéia do MiG-35, e por isso planeja comprar apenas 170 aeronaves. Isso fora aquelas versões navais do MiG-29 que serão baseadas na eletrônica do MiG-35, claro. Mas isso é simplesmente relegar a areonave à papéis secundários, né? Quantos Su-57 estão previstos mesmo?
    .
    Não significa que uma aeronave seja simplesmente melhor do que a outra. Isso é jogar super trunfo, mas o MiG-35 pode, simplesmente, ter características e capacidades distintas dos Sukhois, que o tornam atraente para determinados envelopes, ou mesmo ambientes operacionais, fora o fator custo de operação. Não lembro quem disse aí em cima que se a aeronave voa ou não voa, não significa que não operam. Significa sim. E muito! O capacidade de um país tem de conseguir operar as aeronaves com o mínimo de PROFICIÊNCIA pode ser sim um indicador de sua EFICIÊNCIA. Portanto, quanto maior o custo de operação, vai ser um fator que vai influenciar no processo decisório de qualquer país sério acerca de aeronaves militares.
    .
    Portanto, para um país com recursos limitados como o Peru, se ocorrer uma escolha por aeronave Russa, não vejo por que o MiG-35 teria que ser, obrigatoriamente, carta fora do baralho. Até porque o histórico Peruano com a operação de MiG-29’s por si só já seria um fator positivo para a escolha do “35.”
    .
    E ainda teve alguém que disse que a McDonnel Douglas hoje em dia é uma coadjuvante na fabricação de aeronaves. Bem, a McDonnel Douglas (produto da fusão entre McDonnel Aircraft e Douglas Aircraft), foi simplesmente absorvida pela Boeing. Não existe mais. Ao passo que a Mikoyan, mesmo fazendo parte da UAC, é apenas mais um ramo, assim como a Sukhoi. Sua equipe continua basicamente intacta e produzindo projetos aeronáuticos ao passo que a McDonnel Douglas não faz nada. A Boeing é que assumiu tudo. Agora, comparar o valor histórico entre McDonnel Douglas é doidera.

  31. Paulo Jorge
    .
    “Agora me diz o que mudou no MIG 35 pra justificar o codinome de “nova aeronave”.”
    .
    Paulo, e o radar AESA?
    .
    O problema de custo do Mig-35 depende muito da Rússia adquiri-lo em quantidades expressivas, o que tenho lá minhas dúvidas. Se só venderem meia dúzia de aeronaves para países como Myanmar, Bangladesh e Peru, em 15 anos o custo irá para as alturas pela falta de escala.
    Enquanto a família Sukhoi Su-27/30/34/35 está espalhada por todo o mundo, principalmente na Ásia, isso garantirá uma escala de peças de manutenção e um preço justo por elas.
    .
    Para o Peru seria interessante o Gripen NG no lugar do Mirage 2000, o problema é o custo de aquisição. Neste quesito o Mig-35 é infalível.

  32. “Para o Peru seria interessante o Gripen NG no lugar do Mirage 2000, o problema é o custo de aquisição. Neste quesito o Mig-35 é infalível.”
    .
    Comprar é uma coisa, e para manter e operar?
    Comprar, lá no final, na conta do mundo real é só uma singela porcentagem de todo o gasto feito com o equipamento.

  33. J.Silva 24 de agosto de 2017 at 16:39
    Bardini 24 de agosto de 2017 at 16:51

    Exato, Bardini disse tudo.
    Comprar todo mundo compra! Pediu empréstimo, chove banco querendo financiar uma compra destas…
    O preço do Gripen NG pode ser quase o dobro do Mig-35, mas o custo de operação do NG é 3,5 vezes menor que o custo Mig-35!
    O preço de aquisição não é quase (veja bem, QUASE) nada nos custos da vida de um caça.

  34. A FAP deveria aposentar/vender seus caças atuais (Su-25 e Mig-29), mantendo os M-2000 e comprando os M-2000-9 dos Emirados Árabes Unidos, que são uma das variantes mais modernas dos 2000 e estão a venda… Diversas forças aéreas devem vender seus mirage em alguns anos e peças não irão faltar para mante-los voando.

  35. Gustavo 24 de agosto de 2017 at 17:22
    .
    G., como foi que chegou a conclusão de que o custo da manutenção do Gripen NG é 3,5 vezes menor do que o do Mig-35, são versões novas ainda dando seus primeiros passos.

  36. Leandro,

    A USAF PRETENDIA comprar mais que 180 F-22 e PRETENTE reabrir (segundo rumores) a linha do Raptor.
    De boas intenções aquele lugar está cheio, mas meu comentário se refere a algo de concreto.
    De 2007 pra cá o interesse no Mig-35 continua pouco ou nenhum.
    Não quer dizer que a aeronave seja ruim.
    Mas convenhamos que os russos comeram mosca e demoraram muito pra oferecer o produto.
    Sobre o Mig-29 peruano, há uma peculiaridade que você não se atentou. O governo peruano quer um multirole pra substituir tudo ou pretende continuar com diversidade de fornecedores?
    Ah, e antes que você cogite a relevância, quase ninguém voa atualmente SOMENTE com equipamento de procedência russa. Há um mix com aeronaves ocidentais ou projetos locais.
    No mais, a tendência segue para o Rafale ser o provável eleito para a FAP. Não gosto da aeronave (Rafale), mas pra eles que já operam o caro Mirage 2000 e precisam de algo pra fazer frente aos F-16 chilenos ou ao Flanker venezuelano, faz todo o sentido.

    Sds.

  37. Walfrido Strobel 24 de agosto de 2017 at 17:32
    Estes dados são do MiG-29KUB, extremamente semelhante ao Mig-35, que recebe a mesma motorização. Custo da hora de voo em 2010 era 15.600 dólares, mas cometi um equivoco, a comparação que eu fiz era com o Gripen C/D e não NG. A NG não chegará a 3,5 vezes menor, e sim 2,1 vezes menor.

  38. Bardini 24 de agosto de 2017 at 16:51
    Gustavo 24 de agosto de 2017 at 17:22
    .
    Sim, eu concordo com vocês, apenas citei o ponto em que o Mig-35 levaria vantagem, que seria seu custo de aquisição.
    .
    Embora eu tenha a impressão que o fator operacionalidade tem um peso maior para FAs operacionais e profissionais. De repente para quem não voa muito, ter um Mig-35 ou um Su-30, mesmo que no chão, gere mais dissuasão do que ter um caça de 3ª g modernizado, como o F-5M.
    .
    É muito difícil para qualquer país sul-americano, com exceção de Brasil e Chile, gastar 1 bilhão de dólares em um esquadrão de caças (supondo que um Gripen E de prateleira custe 60% do valor fechado com o Brasil, ou seja, 90 milhões), mas a possibilidade de ter 12 caças, com radar AESA, por 500 a 600 milhões de dólares deve ser muito tentadora.

  39. Roberto Santana 23 de agosto de 2017 at 15:01
    Olha a fonte Bob (rs).
    Peru, mal mantem os MI 29
    Banga o quê mesmo …. rsrs
    My my my deixa pra lá vai ….
    Ter não significa operar.
    Acredito mais no Vietnã.

  40. Paulo…
    .
    http://quwa.org/2017/04/02/first-egyptian-mig-29m2-mig-35-spotted/
    .
    http://defence-blog.com/news/egypt-to-soon-receive-first-multi-role-russian-mig-35-fighters.html
    .
    http://www.businessinsider.com/russia-new-mig-35-fighter-jet-airraft-military-defense-jets-2017-6
    .
    http://aviationweek.com/combat-aircraft/russian-armament-plan-boosts-mig-35-and-mi-38
    .
    Pelo jeito os russos estão tentando manter a linha de produção da MiG aberta. Não se sabe ao certo ainda se o Egito adquiriu versões avançadas do MiG-29 ou se foram versões do MiG-35. A linha parece meio tênue entre os dois nesse caso, mas o fato é que aparentemente já foram ‘pré-pagos’ com as entregas começando esse ano e terminando até 2020, mas 46 aeronaves foram compradas.
    .
    Também não acredito que o Peru vá de Rafale. É simplesmente caro demais para se adquirir e operar.

  41. O MIG sería boa opção até para países continentais como o Brasil.
    Mas, embora com entrega morosa, estando a gente na fronteira da Venezuela [possível futuro Vietnam da A.S., entendo que o Brasil ainda fez melhor escolhendo o Gripen NG.

    Só teríamos que ter no mínimo 157 Gripens, e uns PAK FA-50, ora SU-57 .

    Sem esquecer de muitos bons submarinos nucleares e uma frota invejável de submarinos suecos convencionais, silenciosos e eficazes.

    E umas 30 Baterias Pantsir e 10 Sistemas 400 da Rússia blindando o País.

  42. Aposto que o Peru vai de JF17 ou de J10. São mais condizentes com o orçamento militar deles.
    Enquanto os russos flertarem com Maduro, melhor evitar negócio com eles.

  43. Uma pergunta ainda precisa ser feita.

    Por que o senhor Carlos Alberto Soares precisa comentar, em todo tópico, com uma escrita cheia de “malabarismos”, abreviações, jargões?

    Não é possível comentar no Português-BR não?

    Talvez seja estrangeiro, como o Rustam, e o texto venha cheio de bugs do google tradutor.

    Enfim, eis a questão.

  44. O governo do Peru esta muito preocupado com os comentários aqui no PA e os Russos também pois dependendo da torcida a favor ou contra aqui no PA o negócio pode dar certo ou não
    Arma é negócio e segue a lógica da oferta da procura e da capacidade financeira do comprador.

  45. MiG – O maior erro da mig (e da Dassault também) foi encerrar a família de caças mono motores, mais baratos de comprar e manter, como o MiG-21, com mais possibilidades de venda para países mais pobres e/ou sem ameaças iminente.

  46. A defasagem tecnológica russa e a precária assistência pós venda é latente, veja por exemplo o preço e tecnologia de um miissíl MBDA Meteor cerca de U$ 3 milhões a unidade, porém com o potencial de abate na No-Escape Zone de mais de 90%, algo insuperável mesmo para os k77me e AMRAAM-D. A tecnologia superou a robustez dos produtos russos, um F35 ou F22 pode detectar um SU35 ou MIG35 sem ser percebido, disparar BVR e quando as aeronaves russas perceberem já estarão na No-Escape Zone dos missieis bvr norte-americanos.

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