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Vídeo: KC-135 reabastecendo AMX

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Vídeo da Força Aérea dos EUA (USAF) mostrando um reabastecedor KC-135 do 340th EARS realizando REVO com um F/A-18D dos Marines (VMFA-224) e um jato de ataque AMX da Força Aérea Italiana sobre a Ásia Oriental.

29 COMMENTS

  1. Rara ocasião que fico em dúvida sobre a mais bonita camuflagem,,o nosso ou o italiano, até acho a nosso padrão bonito, mas no F-5 ficou horrível.

  2. Uma coisa interessante nesse vídeo é o F/A-18D NA dos Marines. Além da carenagem sob o nariz com sensores, a posição do casulo designador é o pilone central, ao contrário dos Hornet da USN, que por algum motivo que eu não consigo entender até hoje, usam o lugar de um dos mísseis na lateral da fuselagem..

  3. Clésio, só pra avisar: lá na matéria das fotos dos aviões do OAX, passei um link pra você relacionado à capacidade dos pilones do Super Tucano.

  4. Esse avião é daqueles que você olha e pensa: “poderiam ter sido um pouco mais ousados nesse projeto. Se fosse uma aeronave apta a regime de voos supersônicos, por exemplo, poderia ter tido outra sorte – pelo menos no Brasil”.

  5. Foi mal, li errado mesmo hehehehe. Enfim, existe sempre a possibilidade de existir uma situação em que seja necessário autodefesa ou quem sabe abater algum drone entrão…

  6. Nunca entendi o AMX. Não é caça pra sup aerea, carrega pouco armamento ar-solo, subsônico, ainda não existe uma versão de fato antinavio……e tudo isso desenvolvido do zero!! Tudo que ele faz, tem aeronaves no mercado que fazem melhor. Perderam a chance de fazer um caça-bombardeiro mais eficiente

  7. Sim, tenho ciência desse conceito, me lembro das razoes, assim como me lembro que as substituições de Mirage3 e F-5 foram comprometidas pelo desenvolvimento do AMX. Eu nao entendo é que a tecnologia poderia ser adquirida com outro projeto, que atendesse as funções multimissao com mais desempenho.
    Mas isso é opinião de leigo, com certeza souberam o que fizeram

  8. Se, tão somente se, o prjeto de modernização dos nossos fosse a frente com o devido suporte logístico, não haveria uma anv na AL coma capacidade ataque dele, a exceção dos F 16 block 52 da FACH.

    g abraço

  9. Guizmo, o único país naquela época da Guerra Fria que deu oportunidade ao Brasil de participar de um projeto aeronáutico avançado foi a Itália, por causa da experiência na montagem do Xavante da Macchi. E mesmo assim, quando chegou o momento da transferência de tecnologia, houve contratempos e resistências dos italianos. O Ozires Silva trata disso no livro dele “A decolagem de um sonho”.

  10. Legal Galante, vou ler! Talvez como Juarez mencionou, as modernizações poderiam tê-lo deixado mais efetivo. O desempenho de vendas internacionais do A-1 e do A-29 demonstram um pouco o que estou tentando dizer: o projeto ser assertivo, ter um propósito comercial estrategico, ou ainda uma real necessidade operacional, fazem a diferença.

    Um abraço à todos e em especial aos, como eu, papais!

  11. Juarez 12 de agosto de 2017 at 18:18
    Onde assino ?
    O tempo, sempre ele ….. implacável.
    O caldo poderá “esquentar” pro lado da Venefavela, portanto um esquadrão de A 1M na BABV
    ou na BAMN pela ordem iria bem.
    Cadê os IAI 767-300ER MRTT ? O gato comeu …..
    á quem diga que cancelar o MRO dos A 1 foi “jogada” para encostar para frente o GF na parede, tenderam ? Vão quebrar a cara, basta ver os números.
    Outra, comprou os Ex Jordaní para quê ? Iriam virar F 5BR – M ou não ?

  12. Juarez, concordo com o que disse, so me permita ser detalhista(chato) com uma coisa, o Chile usa os F-16C/D block 50 por usar as General Eletric F110-GE-129.
    Os block 52 usam as Pratt & Whitney F100-PW-229.

  13. Walfrido Strobel & Juárez
    Por favor,
    fiz uma pergunta no tema do A 29 recente, se puderem responder agradeço.

  14. Obrigado pela correção Strobel, troquei as bolas, peço desculpas.

    Carlos, KC 67 está no “Ministério do Ar”, com fortes tendências de ir para o beleléu. Até onde eu sei, o A 1 M parou porque não tem dinheiro e porque não se conseguiu acertar com os fornecedores italianos a manutenção das linhas de suporte fornecidas por eles. Dos Jordanianos, somente os Fox vão ser modernizados, um já foi.

    G abraço

    G abraço

  15. Ministério do ar e com fortes tendências à ir para o Ministério do Espaço heheheheh. É rir para não chorar mesmo. Afinal de contas, quantos A-1M foram completados?

  16. Juarez,
    Valeu e acrescento, os 767 IAI já eram, morte já decretada.
    Quanto a questão da descontinuidade na Itália pergunto ?
    E os AMX deles serão “aposentados” quando ?

  17. Juarez, a poucos dias pesquisei sobre os F-5F e vi que a FAB só tem dois hoje.
    Os ex-Jordânia segundo artigo publicado aqui estavam próximos de serem entregues em 2016, pelo menos duas unidades, o FAB 4810 e 4811, mas ainda não foram.
    Podem até ja estar prontos, mas não foram entregues.
    Seria interessante o Poder Aéreo que tem melhores fontes verificar junto a Embraer a situação dos F-5E.

  18. Strobel, se eu não estou enganado, um foi entregue e outros dois acho que só 2018 porque não tem dinheiro.

    G abraço

  19. Leandro Costa 13 de agosto de 2017 at 10:41

    Leandro, foram entregues 3 A-1M (5506, 5520 e 5525), todos opersndo nos esquadrões de SM. Existem ao menos mais 3 nodernizados, que foram os protótipos do programa, e permanecem na Embraer: 5526, 5530 e 1 buplace (não sei a matrícula). Os 3 entregues tem operado normalmente, voando diariamente à partir de SM, junto com os A-1A e B do terceiro lote.

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