Home Concorrências Internacionais Vídeo: experimento OA-X da USAF – Scorpion, AT-6, A-29

Vídeo: experimento OA-X da USAF – Scorpion, AT-6, A-29

5650
63

Vídeo das aeronaves que estão participando do experimento OA-X da Força Aérea dos Estados, para missões de ataque leve e apoio aéreo aproximado.

Aparecem o Textron Scorpion, Beechcraft AT-6 Wolverine e o Sierra Nevada/Embraer A-29 Super Tucano que estão sendo testados em cenários de missão de combate no Light Attack Aircraft Experiment, na Holloman Air Force Base, no Novo México.

A avaliação OA-X visa testar as propostas disponíveis no mercado que poderão suprir uma necessidade de até 300 aeronaves no futuro, para treinamento, reconhecimento e ataque leve de forma econômica.

63 COMMENTS

  1. Existe alguma chance para o AT-6? Não vejo como ele poderia levar essa competição com duas aeronaves que estão num patamar superior em todos os quesitos, o Scorpion ainda é protótipo e não tem canhão interno, mas é a jato, o A-29 eu sou suspeito pra falar porque só tenho elogios a fazer kkkk, tomara que o A-29 leve mais essa, vai ser muito legal ver ele nas cores da USAF! Baita marketing sem comparação, eu fico travado quando vejo uns energumenos reclamando porque o A-29 vai ser construído nos USA, será que os mesmos são a favor dos franceses fecharem a Helibras e só montar os helicópteros na França? Será que os mesmo também acham que os suecos não deveriam permitir que os Gripen da FAB fossem montados na Embraer? Mentalidade anticapitalista gruda na mente dos idiotas como chiclete gruda na sola no tênis.
    GO A-29 GO!

  2. Observem que, por causa da posição da torreta do AT-6 não é possível ter cabide ventral. Já no A-29 é possível usar a torreta e o cabide central. Além disso o AT-6 possui seis cabides subalares e precisa levar o canhão/metralhadora em casulo. Já o A-29 possui a .50 embutida nas asas (menos arrasto).

    Em resumo. O AT-6 é uma aeronave adaptada para a missão de ataque e o A-29 foi construído para isso.

  3. Falou TUDO Poggio.
    E o Scorpion parece um alvo gigante sobrevoando o TO. Com aquela asa enorme, aí volta pro conceito do A-10, só quem sem ser o A-10 com sua blindagem.

  4. Algumas considerações :
    1-O Scorpion não levou nenhum armamento.
    2-O AT-6 tinha 2 casulos de metralhadoras ou canhões ( não sei ) 2 de foguetes e 2 bombinhas de treinamento.
    3-O ST tinha 2 casulos de foguetes, 2 metralhadoras .50 ( internas nas asas ) e uma bomba ( me parece Paveway ) em cada asa no início, mas depois fica só em uma das asas e na outra aparece um tanque extra. Outra hora aparece um casulo no ponto central da fuselagem e em voo ainda aparece ele soltando a bomba e c/ 2 tanques extras.
    Sem querer ser bairrista, mas – pelo menos nesse video – quem parece ser mais versátil é o ST, não ?

  5. Poxa achei o Scorpion bonitão, acho que daria um belo treinador avançado, mas concordo uma sinueta um pouco grande. Fica claro no vídeo a diferença do tamanho do at-6 para o super tucano o que deixa o super tucano mais versátil.

  6. Não tem comparação, A-29 leva mais armas e vai mais longe. Ridículo levar .50 em casulos pendurados nas asas.

  7. LucianoSR71 9 de agosto de 2017 at 20:23
    Isso mais parece video promo. Não creio que já seja a competição em si. Opino que são tomadas diferentes de cada momento dos aviões.

  8. Acho que esse programa vai ser mais uma lida de currículo do que algo novo em testes…
    No final vai aquela perguntinha: “O que você ja fez por onde passou?”

  9. corrigindo… “O que você ja fez por onde passou? E… por quanto($$$) você fez?”
    Afinal… Um avião testado em diferentes forças aéreas, com diferentes pilotos, oriundos de diferentes escolas…E em diferentes condições,… Um avião como o ST só não seria escolhido se houvesse uma novidade TÃO especial em seus concorrentes, o que não é o caso.
    – Vamos plantar uma semente….

    VIVA PRIVATIZAÇÃO!!!

  10. Gonçalo Jr 9 de agosto de 2017 at 21:05
    Info no Youtube :
    “Video footage of Textron Scorpion, Beechcraft AT-6 Wolverine, and Sierra Nevada/Embraer A-29 Super Tucano aircraft participating in combat mission scenarios in the Light Attack Aircraft Experiment at Holloman Air Force Base, New Mexico.”
    As cenas foram tomadas nessa base e há inclusive imagens do ST e do AT-6 juntos.

  11. LucianoSR71 9 de agosto de 2017 at 21:27
    Sim. Mas é um shot video. Não é todo ele. Muito curto. Por isso, disse que opino que é mais um video promo a respeito.

  12. Eu achei o TX da BOING mas aerodinâmico que esse SCORPION . Se o AIR TRACTOR for bem avaliado a EMBRAER vai lançar o ” SUPER IPANEMA DOIS CARBURADORES A ALCOOL “.

  13. algum comentarista poderia me explicar qual seria(hipoteticamente) se a FAB adquirisse o melhor caça LIFT de ataque aéreo aproximado, incluindo melhor custo benefício e dentro da realidade orçamentária a médio prazo. Quanto ao ST, torço por ele em todos os sentidos. Vai dar certo e estará proporcionando uma boa aquisição para a USAF naquilo que se propõe à aeronave.

  14. Dá um um orgulho danado ver um produto nacional sendo avaliado, e tendo grandes chances de ser usado pela maior Força Aérea do mundo.

  15. Adoraria ver o tucano levar essa, mas minhas fichas estão no Scorpion. Combina com a “filosofia expedicionária” dos EUA, principalmente se adaptarem uma sonda de reabastecimento. Também me parece um pouco exagerado para a missão, um típico americano.

  16. Concordo, galante, o at-6 é muito feio!!!
    Se olhar pra ele de frente até passa, mas olhando de lado mano!!! Que coisa mais horrenda, parece um trambolho do mais mal projetado!!! O super tucano, visualmente é lindo!!! Equilibrado.. Dá-lhe tucanão….

  17. Não foi muito animador ver o logotipo da Lockheed no AT-6. A Embraer não tem bolsos fundos o suficiente para ficar oferecendo cargo bem pago na empresa em troca de lobby nas licitações…

  18. “Clésio Luiz 10 de agosto de 2017 at 7:41

    Não foi muito animador ver o logotipo da Lockheed no AT-6. A Embraer não tem bolsos fundos o suficiente para ficar oferecendo cargo bem pago na empresa em troca de lobby nas licitações…”

    Exatamente o que pensei….

  19. Amigos eu não tenho duvida que o A-29 é a melhor opção… agora o Lobby da Lockheed realmente preocupa , na história sabemos que em mais de uma ocasião bons aviões foram preteridos em relação a outros por questões não relativas a suas capacidades. Espero que isso não acorra com esta seleção…. Porque ai eu digo: _Embora no jogo do bicho não tenha o pássaro tucano, eu jogo “Tucanão na cabeça”

  20. O bolo é grande e precisa ser dividido. A Lockheed já tem mordido demais o orçamento dos EUA com o F35. Não creio que neste caso ela vai se dar bem por isso.

    A Boeing fará pressão pelo Super Tucano porque pode sobrar algum para suas subsidiárias.

    Além disso, pesa contra o Scorpion:
    – custa uns 60% mais que o ST (aquisição, hora de vôo deve ser ainda mais cara)
    – concorre com o programa TX. Não compensa para USAF manter 2 jatos leves. Se fosse para isso seria melhor pedir ao TX que especificasse capacidade de ataque
    – Não tem experiência em combate
    – Tem perfis de operação parecido com outros jatos em operação.

    Já o At-6 se ganhar é lobby mesmo.

    Obs.: lembrando que um ST fabricado nos EUA de ‘brasileiro’ só teria mesmo o projeto. Fabricação e hardware seriam todos feitos lá mesmo, o que tira o problema de ser uma ‘empresa estrangeira’

  21. Seja lá como for, se esse video for promocional, promoveu o ST pois é quem apareceu melhor principalmente soltando a bomba. Tô achando até que foi proposital, afinal tem que convencer muitos dentro do território e ao mesmo tempo de forma sutil. E ninguém queira me convencer que é trabalho da Sieva.

  22. Um excerto do link acima:

    “Although there is no real winner of the light attack demo, the A-29 Super Tucano and AT-6 Wolverine already seem to be a step ahead of the other options in terms of moving on to the next phase. Both aircraft have been categorized as “tier one” by the service for the purpose of the experiment, meaning that they meet all of the Air Force’s objectives, which include the ability to take off from unimproved fields and having an ejection seat.”

    “Embora não haja um vencedor para a demonstração de ataque leve, o A-29 Super Tucano e o AT-6 Wolverine parecem estar um passo adiante das outras opções em relação a passar para a próxima fase. Ambos são categorizados como “tier one” para os propósitos do teste, significando que ele alcançam todos os requisitos da Força Aérea, que incluem a capacidade de decolar de pistas não preparadas e possuir assento ejetável”.

  23. O principal critério que a USAF busca no programa O AX, além é claro da tecnologia embarcada e de comprovada capacidade de apoio as tropas em terra é o baixo custo de operação e manutenção. Nisto o A-29 é até agora imbatível. Usa largamente tecnologias americanas, é fabricado (OU montado) nos EUA em consórcio com uma empresa americana, empregando mão-de-obra estadunidense ao longo de toda a sua cadeia de produção, sendo exportado de lá para vários países via FNS, já foi selecionado pelos yanks para ser operados pelo Afeganistão, onde é muito bem avaliado. Na lógica, só pode dar Super Tucano, mas, (…) Vamos torcer e esperar!

  24. Com certeza, em relação às aeronaves COIN turboprop, o Super Tucano é o benchmarking, mas a questão aqui é como será definido (montado) esse OA-X, se só uma aeronave será escolhida, ou se uma dupla (turboélice e turbojato) . Não devemos, também, ignorar o forte lobby industrial de alguns desses concorrentes (alguém prestou atenção sobre o nome escrito na barbatana, entre o canopi e a empenagem vertical/leme do AT-6?!) . Uma coisa é ser produzido/montado nos EUA, outro coisa é ser desenvolvido por uma empresa estadunidense.
    .
    Torço para que o Super Tucano leve essa, mas depois do que aconteceu no JPTAS e ACS, dentre outras concorrências nestas últimas duas décadas nos EUA, só começo a festejar quando houver contrato assinada, nem mesmo a decisão e divulgação de um vencedor é certeza de nada.
    .
    Até mais!!! 😉
    .
    Obs: Sei muito bem que o AT-6 é um derivado do suíço Pilatus PC-9, mas é que hoje essa aeronave, a duas décadas é montada por uma empresa americana e que já desenvolveu soluções próprias sobre plataforma, então já podemos considerá-la uma aeronave by in USA.

  25. Ainda acho que vai dar Scorpion, o ST e AT-6 parecem opção para países com orçamento mais curto. Quem pode vai de Scorpion.
    Para países com orçamento mais curto ainda e pouca infra estrutura ainda tem o AT-802L e o Iomax Archangel.
    Mas como tem pressão de todo o lado ainda pode dar de tudo nesta concorrencia.

  26. OS EUA precisam de um avião que, assinado o contrato, já saia voando e atirando. Coisa que o ST já faz.

  27. Já falei pra vocês aqui que mesmo o ST sendo “made USA” corremos risco de não emplacar essa, mesmo com o melhor produto disparado. Parece que não conhecem a força do protecionismo americano.
    Em tempo: Aquele cortador de grama blindado e alado não está no vídeo, desistiram de participar 😀

  28. Como já disse, Scorpion é arremedo de Frogfoot. O AT 6 nao melhorou depois do nome Volverine, como se isso bastasse. ST vai vencer porque os americanos sao, acima de tudo, pragmáticos!!
    SRN

  29. Por lógica, se os EUA compraram o ST para o Afeganistão, devem comprar o ST para si mesmos também. Mas não havia a opção do Scorpion naquela ocasião, e isso pode mudar tudo, porque o nosso conceito de operação barata, não é o mesmo deles…

  30. Só uma coisa me preocupa nessa avaliação OA-X,o lobby da Lockheed Martin,que é fortíssimo nos E.U.A., acredito que o A-29 leve grande vantagem , como foi lembrado pelo pessoal acima, por ser projeto dedicado à essa missão, não adaptado, o Scorpion não me parece maduro ainda, o At-802 Air Tractor não acredito levar vantagem sobre o At-6 que junto com o querido Tucanão são disparados os melhores, mas aquele logo da Lockheed Martin não estava lá perto da cauda do At-6 por acaso, se vier treta não é de estranhar, a Beechcraft não engoliu a derrota até agora.

  31. Guilherme Poggio 10 de agosto de 2017 at 14:22
    Pra mim não aparece link nenhum dos seus últimos comentários.

  32. Walfrido Strobel
    .
    Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O LAS era uma concorrência para aeronave de ataque leve para exportação via FMS. O OA-X é uma demonstração/avaliação para a própria USAF. Não há o menor compromisso de compra das aeronaves por parte da USAF. Nem recursos foram alocados para isso.

  33. Nao ha a menor duvida quanto ao A-29 ser muito superior aos concorrentes. Sua relação beneficio/custo, para o TO ao qual se destina, é indubitavelmente mais atrativa do que aquela do AT-6 (vejam o link que o Poggio tao bem recuperou, comparando as duas aeronaves no LAS).
    Ja quanto ao Scorpion, me desculpem, nao é ainda um avião. Talvez daqui a uns dois ou tres anos ja tenha sido testado completamente e ajustados todos os parametros como necessario. Me chamou a atenção o comentario do post do Defensenews em que ressalta, por exemplo, a estabilidade requerida na decolagem em pistas rusticas. Agira revejam o filme e, apesar de ser muito rapido etc, notem que a decolagem do Scorpion nao é tao limpa assim; quem escolheu esse video quis mostrar essa “rateada”? Avcho que sim!

  34. vamos ao problema:

    A USAF apostou que suas aeronaves de combate para os anos 2020 em diante seriam F35 + drones + F22, com as demais aeronaves progressivamente sendo desativadas.

    Mas…

    1) 90% das missões reais não são de superioridade aérea. São de ataque a alvos de baixo valor agregado. A trinca em que a USAF apostou não tem a eficiência necessária (drones para apoio aproximado) ou são caros demais (F35 + F22 para atacar uma camioneta?). Tá difícil para qualquer orçamento justificar investimento num trio desses e não deixar dinheiro para dar suporte à turma que está no chão precisando de apoio. Os inimigos reais estão lá no chão, e não no ar.

    2) Mesmo este trio só estará pronta para fazer tudo que se espera dela em uns 10 anos, pelo menos (quantitativo de aeronaves, tecnologias disponíveis). Vai se esperar? Porque mesmo usando F16 e A10 para estas missões eles ainda são bem caros e estão custando mesmo em reforço das células.

    assim, fica a questão: o que temos de opção para os próximos 10 anos para este tipo de missão?

  35. Walfrido,

    Uma coisa é comprar de prateleira, outra é fazer um programa de aquisição como o que foi feito no caso do Super Tucano. No caso dos helis russos, a questão era somente custo operacional baixo, no caso dos super tucanos, era custo e capacidade para certas missões.

    E se o ST fosse apenas prateleira, nem precisava de tanto teste e licitação… não é?

  36. Fábio Mayer, o Mi-17 não foi testado porque ja era conhecido dos Iraquianos, Paquistaneses e Afegãos .
    O AT-6 e ST eram aviões pouco conhecidos na USAF, mas a compra foi para uso de terceiros, o que não desmerece o ST, mas não pode ser comparada uma aquisição para um país pobre onde o ST vai ser seu melhor avião com a situação atual onde está sendo demonstrado um avião para complementar o A-10.
    Agora é uma demonstração para conhecer melhor o desempenho para uso próprio, com o novo Scorpion participando e o AT-802L correndo por fora para aparecer na mídia. É outra coisa.
    Você propos que por lógica se compraram o ST para o Afeganistão então deveriam usar na USAF.

  37. Nonato (23:18), não foi na década de 80: foi em 1992. Há uma Revista Força Aérea (não me lembro exatamente, 2001, ou 2002) que conta a história toda. Ano que vem será lançado um livro sobre o A-29 (não tenho autorização pra fornecer detalhes), e lá vocês conhecerão todos os personagens do projeto.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here