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EUA aprovam venda de A-29 Super Tucano para a Nigéria

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A-29 Super Tucano

WASHINGTON – O Departamento de Estado dos EUA aprovou uma venda militar estrangeira (FMS) de US$ 593 milhões para a Nigéria, incluindo 12 aviões de ataque leve Super Tucano A-29, para promover a campanha da nação contra o grupo militante Boko Haram.

A Nigéria tem buscado a permissão do governo dos EUA para comprar A-29 desde 2015; no entanto, a administração Obama colocou a venda em espera devido a preocupações com os direitos humanos no país.

Em fevereiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou seu apoio à venda durante um telefonema com o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari. Em abril, o acordo parecia estar avançando, quando funcionários não identificados dos EUA disseram à Associated Press que o Congresso seria notificado da venda nas próximas semanas.

A Agência de Cooperação de Segurança da Defesa notificou o Congresso em 2 de agosto.

Cockpit do A-29 Super Tucano

Um funcionário do governo dos Estados Unidos, que não estava autorizado a falar oficialmente, chamou a venda da A-29 apenas de uma parte dos esforços dos Estados Unidos para combater o terrorismo e proteger civis na Nigéria e em outras áreas da África Ocidental.

“Essas aeronaves oferecem capacidades de localização de alvos aprimoradas, permitindo que a Nigéria lidere mais eficazmente a luta contra o Boko Haram e o ramo ISIS West Africa, além de potencialmente reduzir os riscos de danos colaterais a vítimas civis”, disse a fonte, usando um acrônimo para o grupo Estado islâmico.

“O treinamento incluído neste pacote abrangente ajudará a construir as habilidades e procedimentos para operar de forma eficaz e responsável a aeronave de acordo com o direito internacional dos direitos humanos e a lei do conflito armado”, acrescentou o funcionário do governo.

FONTE: Defense News

90 COMMENTS

  1. Mas a Nigéria sempre foi alinhada com o ocidente, não?

    Estranho ter que pedir autorização pra vender pra eles. Não é no caso do Irã que a Embraer esta tendo de esperar pra vender aviões comerciais a linhas aéreas Iranianas.

  2. Senhores,
    Solicitar autorização para vendas para o congresso americano é padrão (não sei se esta é a dúvida).
    Os aviões TEM que ser montados nos EUA pois a grosso modo, o governo americano vai encomendar, e pagar pelos aviões (ou seja tem que ser made USA). O risco de um tombo (no caso da Nigeria não pagar) é dos Estado americano e não da empresa ou de bancos.

  3. Ele tem componentes e patentes made in usa.
    Com o globalizado Gripen então a situação piora pela quantidade de nações fornecedoras.
    Acho correta a escolha do Gripen pra FAB, porém não boto fé no potencial de exportação dele.

  4. Se não estou enganado, essa permissão é padrão para todo tipo de equipamento de defesa que tenha tecnologia americana. Dificilmente vc verá a Embraer vendendo Tucanos para a Russia… Não por calote, mas por…

  5. Quem diria que o Super Tucano se tornaria o Super Toucan Made in America

    Por causa de 20 aviões vendidos para o Afeganistão, nos praticamente perdemos a produção do avião no Brasil.

  6. Se a venda foi feita via FMS tem que ter dois requisitos principais: Equipamento militar de origem e/ou fabricação norte-americana; Aprovação do contrato pelo congresso americano.
    O sistema FMS assim exige pois é um sistema no qual o Departemento de Defesa é o adquirente real dos bens e serviços contidos no contrato, o qual, posteriormente, repassa ao pais destino estes meios com pesados subsídios para nações amigas, levando sempre em conta as normas autorizadas pelo congresso e o interesse norte-americano.

  7. Pois é, não se trata de autorização para a Embraer vender. Mas para a Nigéria comprar por meio desse programa.
    Que parece oferecer benefícios, tipo financiamentos especiais, etc.
    Por falar nisso, se a Nigéria quisesse, poderia ter comprado diretamente da Embraer, não?

  8. se toda venda de um produto militar norte americano depende deles aprovarem ,,, como o st e mais americano do que brasileiro em seus componentes de produçao ,,, e agora tem ate a fabrica/montadora la, entao todo aviao que a embraerr vender tera que passar pela liberaçao deles,, assim sendo vai ser montado la,, assim sendo os empregos daqui foram pro lixo,,, eu sabia ; americano (do norte) nao da no cego nao ,, qdo compraram os st sabiam do potencial dele e acabaram levando ele pra la,,, nao me lembro de uma venda do st apos esta negociaçao com os eua, que foram montados aqui,, ou seja , na minha humilde e ignorante percepçao , o st agora da mais lucro pros eua do que pro seu real criador .

  9. Vanicio,
    Vira e mexe aparecem esses questionamentos aqui. Se der uma olhada em matérias anteriores eu e outros comentaristas já explicamos várias coisas que você pensou e que estão erradas.
    1 – teve a venda para Gana de ST montados aqui;
    2 – a venda continua dando lucro para a Embraer;
    3 – a fuselagem e as asas continuam sendo fabricadas no Brasil;
    4 – muitas vendas poderiam não sair sem o FMS;
    5 – toda venda de ST poderia ser embargada pelos EUA, desde o início da produtção do ST;
    6 – milhares de empresas multinacionais fabricam produtos em países que não o de sua origem.

  10. Meu caro vanicio 3 de agosto de 2017 at 21:37,
    .
    seja bem vindo a dura e crua realidade. É isso mesmo, infelizmente! Não adianta fazer piruetas, manobras, marolas com a linguística…é isso aí sem tirar nem por. Botaram a Coleira na Embraer…
    .
    Grato

  11. Lentamente, o A29 vai construindo a fama de aeronave ideal para a guerra assimétrica, tarefas COIN, etc…
    Foi efetivo na Colômbia, aqui no Brasil atacando pistas e interceptando aviões do tráfico, se o avião provar efetividade no Afeganistão e na Nigéria, mais vendas virão.

  12. ST ainda terá seus componentes fabricados aqui. Não importa se a venda seja via FMS ou não, a Embraer não “perdeu” o ST para os Americanos nem nada do tipo. A Embraer e a FAB ainda receberão royalties por cada aeronave vendida.

    Quase toda aeronave militar no mundo usa componentes americanos ou de outro país, isso não é novidade e já cansaram de repetir isso aqui há anos. Maldita seja a ignorância do Brasileiro.

  13. Só sei de uma coisa: A Embraer segue fortalecendo seu nome com a parceria americana e se ganhar o O-AX, ofusca diversos concorrentes do seguimento do Super Tucano.
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    Isso ai serve de marketing para KC-390 e outras aeronaves militares que surgirem. Agora, cabe ao Brasil saber aproveitar o momento e as capacidades desta empresa de forma inteligente e não o contrário, onde o Brasil é apenas um explorado, coisa que ocorre atualmente.

  14. Fernando “Nunão” De Martini 3 de agosto de 2017 at 22:51

    Kkkkkkkk….é isso aí, Nunão! Oh gente mais preguiçosa em procurar se informar e assim, evitar de falar bobagem!! Já falei oitras inúmeras vezes, mas vou repetir: os empregos na Embraer continuam, a linha de montagem do ST na Embraef continua funcionando, as fuselagens, asas, etc continuam sendo feitas aqui…..mas o povo gosta de reclamar! Não adianta explicar!

  15. Tenho observado em muitas discussões aqui nos comentários, vários tipos de polarizações, entre elas a concepção de um choque civilizatório entre ocidente x não ocidente. Num mundo globalizado, com uma economia, produção e mercados cada vez mais conectados e interdependentes, tenho muitas dúvidas se essa dicotomia se sustenta na prática. Empresas são pragmáticas, tomam decisões visando expandir seu mercado e ganhos.
    Nesse sentido, quantas empresas “ocidentais” não tem fornecedores ou clientes “não ocidentais”?
    Da mesma forma, a retórica nacionalista não se sustenta. A Embraer, como toda empresa, estrategicamente, toma as suas decisões. A parceria com os EUA só traz benefícios à empresa. Aumenta a inserção em novos mercados, facilita a logística, impulsiona vendas. Projeta a Embraer como parceira viável em outros projetos. E os “empregos diretos” perdidos agora, serão gerados em projetos futuros. Sem falar dos royalties.

  16. Caramba, o pessoal reclama até quando a notícia é boa. A Embraer, empresa brasileira, faz venda no exterior e o pessoal fica bravo com o Brasil, pior, com a empresa??? Seria como os franceses ficarem doidos com a venda de submarinos e helicópteros simplesmente pelo fato de alguns serem feitos aqui no Brasil!
    Milhões de bebidas da Ambev não são feitos aqui no Brasil, isso é ruim para a Ambev e o Brasil? Óbvio que não!
    A parceira Embraer e empresas/governo americano é excelente!
    Bardini 3 de agosto de 2017 at 23:02
    Concordo!

  17. Pessoal, mesmo que muitos componentes do Super Tucano sejam mesmo fabricados nos EUA, não são necessariamente fabricados por empresas de origem americana, a Elbit por exemplo é de Israel, mas tem unidades nos EUA, e os componentes do A-29 para estes vendidos via FMS, saem dessas fábricas de lá, é provável que existam outras empresas fornecedoras na mesma situação, dada a quantidade de componentes, sem falar, que uma única empresa, pode ter vários países como “dono”.
    ________
    A Elbit fabrica o painel de tela única do F-35 nos EUA, é a mesma empresa que fabrica o painel do Gripen, mas como sempre, ainda tem neguinho que reclama do caça.
    E para quem é contra usamericanu metendo a mão no A-29: vai pra Cuba.
    Espero que o KC-390 tome o mesmo destino.

  18. Esse tipo de Nacionalismo barato(“A Embraer n é mais brasileira”, “tiraram empregos daqui”, …), nada mais é do que um patriotismo fajuto e sem argumentos de sustentação, nem ontem e nem no mercado global de hoje. Na maioria das vezes esse bairrismo de alguns vem acompanhado de TONELADAS de desinformação, e digo mais, é tanta ignorância e desinformação sobre os projetos da Embraer, que é necessário 28(+2) KC-390 para transportar. Aos saudosos amigos que querem uma Embraer Estatal, bairrista e acorrentada em políticos e politicas brasileiras, favor se contentarem com a Petrobras e Correios.
    Quando uma multinacional vem para o BR com o discurso de “produzir” empregos aqui, os hipócritas comemoram, mas la no fundo todos eles sabem bem que com exceção dos impostos, o lucro daquela produção não vai ficar no BR. Aproposito, se eliminar o Custo Brasil é o necessário para continuar desenvolvendo a área de Defesa da Embraer e até mesmo do Brasil, então é bom que perguntem-se quem é que esta “tirando emprego do Brasil”.

    E convenhamos, o ST apenas é montado la, todo o resto é fabricado aqui, e se a síndrome de vira lata bater forte, então se controlem, lembrem-se que Gavião Peixoto(Umas das fabricas da Embraer no BR) esta ocupada demais com a produção do KC-390.

  19. Alias creio que não há uma única nação no mundo que fabrique o ciclo de manufatura completo em anv’s, cívil e militar.

  20. Deixa eu ver se entendi: o governo americano vai bancar a operação por este lote para a Nigéria e tem gente reclamando que vai ser montado na Sierra Nevada?! E queriam que fosse à revelia do financiador?!

    Já são 32 aeronaves vendidas pelo programa FMS. Uma tacada excelente da Embraer, que certamente vai contar mais alguns pontinhos no O-AX. Que os EUA continuem espalhando ST’s aos seus aliados pelo mundo! Só vai favorecer vendas diretas da Embraer, tanto do ST como de outras aeronaves.

  21. Off
    Croácia abriu “requests for proposals to acquire “multi-purpose combat aircraft””
    Até Israel está na lista.

  22. Excelente notícia para o marketing não só da EMBRAER, mas brasileiro também no exterior.
    É indiscutível a capacidade de patrulhamento a baixo custo, e com amplo poder de fogo e alta tecnologia situacional do Super Tucano. É a plataforma de combate aéreo Tucano cada vez mostrando mais seu retorno CustoXBenifício, efetividade e confiabilidade.
    Será que um helicóptero de ataque teria sua hora de voo mais barata?
    De um caça a jato nem se fala.
    .
    Departamento de Defesa dos EUA e seu quartel general Pentágono dando aval para um produto militar de outro país tem enorme valor comercial para quem o fabrica. Muitos pontos para a EMBRAER.
    .
    Quanto ao Capeta ISIS e suas ramificações na Nigéria e por parte da África, que o Tucanão ajude cada vez mais a acabar com esses abestados pelo mundo.
    Ainda faz falta Super Tucanos patrulhando na Líbia, Iraque e Síria.

  23. Realmente as pessoas não param pra analisar certas colocações. Olha o caso do Gripen. Além de ser montado aqui, haverá total transferência de tecnologia. A SAAB se submeteu a condições muito mais severas do que a EMBRAER pra vender seus produtos. Em negociação você perde algo para ganhar algo e se ela perdendo ou o Brasil, com certeza está mais que ganhando. É até pouquíssimo usual um país de primeiro mundo abrir mão de fabricar um produto de alto valor tecnológico agregado, ainda mais com Trump e seus discurso nacionalista e optar por um de terceiro mundo. Isso só mostra o quanto nossa máquina está à frente dos concorrentes nos quesitos a que se propôs. Por esses e outros motivos posso apostar em 90% de chance de o Tucano ganhar o OAX pois os parâmetros são bem parecidos se não os mesmos (tenho pouco conhecimento dos detalhes). Placar 2×0 para o Tucano. Abrçs

  24. Eu penso assim, dane-se nada é nosso. Avião,EMBRAER,soberania e não temos nada se os EUA quiserem, nada voa ou se movimenta por aqui.Então é só se conformar pois nossos Presidentes só usam o cargo para enriquecer e passam a maioria do mandato, tentando se safar da justiça pela rapinagem e governar quê é bom nada.Então como se diz por aí, “é o quê temos para hoje”.Mas dinheiro para comprar base aliada,almoços,jantares,mensalão isso tem de sobra.Se fossemos um país com soberania teríamos o avião com o motor quê o cliente quisesse,se os EUA vetassem montaria com motor e aviônica dos russos por exemplo.E antes que alguém venha falar quê o quê é russo o chines não presta fica na frente das armas deles quando são disparadas,para ver.

  25. Essa notícia é muito boa, ao que parece a Embraer já estava perto de entregar a última aeronave para o Líbano, e como as entregas para o Afeganistão já tinham todas sido efetivadas a fábrica aonde a Embraer e a SNC montam os A-29 na Flórida perigava de ficar ociosa, isso seria muito ruim, justo agora que a Embraer entrou de cabeça nos testes para uma possível concorrência para o OA-X da USAF

  26. vanicio, os super tucano do Mali estão sendo montados no Brasil, se não me engano os da Filipinas assim que o contrato for assinado, também serão montados no Brasil, os de Gana muito provavelmente serão montados no Brasil, isso acontece porque esses três países vieram direto comprar a aeronave da Embraer e não via FMS, até agora de todos os super Tucanos exportados só os do Afeganistão, Líbano e agora os da Nigéria serão montados nos EUA, isso acontece porque em um primeiro momento quem paga a montagem dessas aeronaves para a Embraer são os EUA, ou seja, a Embraer recebe o dinheiro e esses países que se virem depois para pagar aos EUA (o risco da Embraer levar um calote é zero). Mesmo as aeronaves desses três países terem sido vendidos via FMS muita coisa deles foram/serão feitas aqui e exportadas para serem montadas lá

  27. Globalização… aeronave projetada aqui, fabricada aqui. Chamou a atenção, provou sua eficiência. Deram um jeito de fabricá-la por lá e também tirar um lucro em cima, pois esta é recheada de componentes ” Made in USA”. O que temos que fazer é tirar um lucro na história toda, direta ou indiretamente.

  28. O objetivo de concorrer ao fornecimento de aeronaves para o Afeganistão era, posteriormente, vender às forças dos EUA e não usar este como trampolim de vendas para o exterior, especialmente à países fora da OTAN, criando assim um concorrente direto da própria Embraer no Brasil. A empresa não perde, apenas deixa de ganhar mais, mas o Brasil perde em representatividade geopolítica, pois esta mísera venda, de apenas 12 aeronaves, poderia ter sido via Gavião Peixoto. Para os EUA não é nada, para o Brasil é muita coisa.
    .
    O O-AX ainda está na esfera das possibilidades, mas nada indica que será a Sierra Nevada a felizarda, não que eu não torça por isto, mas depois da Embraer já ter ganhado duas concorrências (JPATS e ACS) e não ter levado nada, especialmente por conta do forte lobby de produtos by USA (existem outros históricos recentes de outros produtos de outros fabricantes de fora dos EUA, como o AW-101 e o A330MRTT), então não sou daqueles de contar com o ovo no fiofó da galinha. Já diz o ditado “cachorro mordido por cobra, tem medo de linguiça”.
    .
    Quanto ao FMS, sou partidário de adortarmos um mecanismo de compras governamentais à países
    amigos no mesmo estilo. Isto teria por função facilitar a produtividade da Base Industrial de Defesa, mantendo-a sempre em funcionamento, bem como mudarmos a cultura de se usar os produtos até o osso (outro mal costume – do ponto de vista industrial)
    .
    Uma coisa é usar os EUA como meio de venda a países no entorno geopolítico dos EUA, como os países membros da OTAN, ou do Pacífico, outra coisa é os EUA serem concorrentes do Brasil no entorno e interesses brasileiros, caso dos países da costa atlântica africana. Então menos, bem menos. É o que eu penso.
    .
    Até mais!!! 😉

  29. Tinguem reclama das montadoras de veículos quando elas implantam suas montadoras aqui… Menos hipocrisia, menos estado, menos bairrismo, mais patriotismo, mais competência, mais competição. Por favor.

  30. Ótima notícia para a Embraer e o ST. Espero que o KC-390 siga o mesmo caminho com a Boeing como parceira, com os gringos abrindo mercados, ou deixando de fechá-los. Vida longa a esta parceria.
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    Fred 3 de agosto de 2017 at 23:21
    Fred, não confunda comércio com cultura. A divisão Ocidente x Oriente (eurasiano e islã) continua existindo, e mais forte que nunca. E continuam em guerra cultural total, que vem desde a Antiguidade.

  31. Embraer S.A. (BM&F Bovespa / NYSE Euronext) é um conglomerado transnacional brasileiro fabricante de aviões comerciais, executivos, agrícolas e militares. A empresa tem sede na cidade de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo, e possui diversas unidades no Brasil e no exterior, inclusive joint ventures na China e em Portugal.

    Em 20 de janeiro de 2006, a Embraer anunciou um plano de reestruturação societária, segundo a qual o poder decisório seria pulverizado entre todos os acionistas, pois todos os portadores de ações da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo teriam direito a voto. Além disso, seria desfeito o esquema, em vigor desde a privatização, no qual os fundos de pensão Previ, Sistel e a Cia. Bozano controlavam 60% das ações.

    Em 16 de setembro de 2010, o Conselho de Administração aprovou a sugestão da diretoria para que o nome empresarial fosse alterado de Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. para simplesmente Embraer S.A., decisão que foi ratificada pela Assembleia Geral dos acionistas em 19 de novembro de 2010. Nesta mesma assembleia foi também aprovada a ampliação da área de atuação da empresa, que passou a ser não apenas a área aeroespacial, mas também a de sistemas de energia e a área de sistemas de defesa e segurança.

    Em dezembro de 2012, a Embraer contava com 740,5 milhões de ações no mercado, negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA), cerca de 50% em cada. Suas ações estavam distribuídas entre fundos de pensão PREVI, Oppenheimer Fund’s, Thornburg Investment, Blackrock Inc. BNDESPAR e outros BM&FBOVESPA.

  32. Lembram que a Embraer não pode vender o ST para a Venezuela? Além do AMX-T tb, pois utilizava componentes “made in USA”?

    Existem contratos de salvaguardas para estes componentes, não tem nada a ver com soberania e sim , comércio, patentes, política, etc. Se não tivemos cacife e vontade de criar e fazer no passado, hj temos que pedir licença, the world is bad!!!

    No mais, é o ST comendo pelas beiradas e se transformando num best seller mundial!!!

    Aguardem que haverá vendas do KC-390 via FMS tb, a Boeing é a parceira da Embraer e tem lobby pra isso!

  33. Nossa quanto mimimi… Por isso, por causa desta gente tacanha, que este país está na b. que está…
    E vai continuar por muito tempo ainda…

  34. Galante, uma coisa é Embraer, empresa privada, a qual define seus rumos, de acordo com a sua visão de mercado. Outra coisa é o Super Tucano, produto desenvolvido pela empresa, usando dinheiro público para financiá-lo o qual o governo brasileiro, através da FAB, tem direito a royalties. No meu entendimento, são coisas distintas. O mesmo valerá para o KC-390, por exemplo.
    .
    Outra coisa, da minha parte, não é questão de patriotada ou ufanismo tosco, mas de raciocínio sobre geopolítica e influência comercial no mundo (pelo menos na parte que nos interessa diretamente).
    .
    Até mais!!! 😉

  35. Wellington Góes 4 de agosto de 2017 at 12:22
    Você está sugerindo que o governo brasileiro intervenha na Embraer e proíba a montagem final e venda do A-29 nos e a partir dos Estados Unidos?? é isso mesmo?
    Você rasga dinheiro, também?

  36. Vader 4 de agosto de 2017 at 11:53. Concordo com você! Ademais, para a Embraer é uma importante vitória e como muitos comentários disseram, irar abrir espaço para o KC-390.

  37. Salvo engano, com o lucro dessa venda, mesmo através de FMS, os royalties continuarão à fluir para os cofres públicos.

  38. Os que querem que todo mundo monte uma linha de montagem aqui de Gripen, submarinos, caracal, etc, são os mesmos que não admitem quando outro país quer o mesmo da Embraer rs

  39. Leandro Costa 4 de agosto de 2017 at 13:18
    Não é só isso, tudo aquilo que a Embraer fabrica em Gavião Peixoto, exceto a montagem final, continua a ser fabricado em Gavião Peixoto, até as pás do motor que são feitas por uma empresa brasileira, continua tudo sendo feito aqui e enviado em caixas para Sierra Nevada, onde fazem a montagem final, eles ganham, geram empregos e renda, e nós também.

  40. Juliano,

    Não acredito nessa polarização entre oriente e ocidente. E nem em guerra cultural. Tal corrente explicativa não é acadêmica, nem é endossada por antropólogos, cientistas geopolíticos ou historiadores reconhecidos. Ao meu ver, essa versão apresenta reducionismos, e cria um discurso aproveitável politicamente para alguns setores mais conservadores das sociedades europeias e americanas. O lançador dessa moda foi Huntington, seguindo o sucesso de Fukuyama (o fim da história). A ideia era apontar tendências geopolíticas no mundo pós guerra fria. Mas a obra de Huntington foi muito discutida e rebatida academicamente. Tida mais como ideológica que científica. A mesma coisa acontece com essa versão mais recente do choque civilizacional. Da minha parte, a principal crítica é o reducionismo, ressaltando que há vários momentos desde a antiguidade que contrariam essa guerra cultural. Como o helenismo pós Alexandre Magno. Como a intensa atividade acadêmica e cultural em Granada ou na península Ibérica sob domínio muçulmano. Enfim, tantos momentos em que não há oposição clara entre ocidente e oriente, e outros que há inclusive trocas culturais…

  41. Essa notícia é ótima, porque quanto mais aeronaves do modelo estiverem em operação, menor o seu custo e maior sua vida útil. Todos os operadores dela ganham quando mais aeronaves estão em uso. Melhor ainda: estimava-se que a Nigéria queria 3 aeronaves, agora, já se fala em até 12.

  42. Aliás, vocês que são muito mais bem informados que eu, me digam: é verdade que a FAB vendeu 3 super-tucanos para a Nigéria?

  43. Prezados, acho que não custa explicar um pouquinho.
    Primeiro, não é o diabólico governo americano que fala para a Embraer, vocês não podem vender o ST para a Coreia do Norte (por exemplo).
    Segundo, os coisas ruins dos gringos nem se dão a este trabalho de bloquear a venda, obviamente por canais indiretos (tipo alguém ligar para o embaixador do Brasil informar que uma venda não agrada a eles) pode rolar algo, mas não é de praxe.
    Terceiro, se uma exportação do ST não é possível, não é porque os imperialistas americanos querem ferrar com as exportações brasileiras.
    Dito isto:
    O que acontece é que o Governo Americano possuem listas do que as empresas americanas não podem vender para uma lista de países, simples assim. A Embraer é uma “montadora” de aviões, não produz os componentes (e nem teria como faze-lo a preços competitivos) do avião. Se um componente (seja ela um parafuso, rolamento, equipamentos eletrônicos, hélice etc) é americano e se o mesmo é proibido de ser vendido para o pais X, a própria empresa que fabrica o componente comunica a Embraer (que já possivelmente já sabe pois isto é transparente) que não poderá utilizar este componente caso a Embraer tente vender o ST para o pais X.
    A Embraer quando decidiu usar peças americanas sabia destas possíveis restrições? Claro que sim, então por que continuar com os gringos safados? O desenvolvimento de um avião é uma aposta caríssimo, normalmente existem parcerias de risco entre as empresas para “dividir” os riscos e prejuízos, mais do que isto, quem compra (no caso a Embraer) quer o melhor, com o menor custo de aquisição e manutenção, com um rápido suporte mundial e obviamente uma empresa confiável.
    É importante salientar que o bloqueio não é algo voltado para o Brasil, as empresas americanas também ficam sem vender.
    PS acho que as hélices são gringas.. Hartzell Propeller

  44. O fato é que não estava vendendo tanto. Com a vitória na concorrência já foram 20 para o Afeganistão, mais 12 para a Nigéria.
    Daqui a pouco podem ser 100, 200, 300.
    Que não sairiam sem o empurrão dos EUA…

  45. Fred, essa explicação é sim conservadora, e creio que o conservadorismo continua sendo corrente que sustenta a cultura ocidental. Já que falou em academia, esta hoje é dominada pela esquerda, que prega dia e noite o fim do Ocidente. E fora da academia, cito Olavo de Carvalho, que é tão irrelevante e pouco reconhecido que lhe foi consedido o “Green Card for foreigners with extraordinary abilities.”
    Fukuyama e seu “fim da história” são embustes, só descerebrados poderiam crer que a história teria um fim. Aliás quem prega isso são exatamente os socialistas, que afirmam (de forma estúpida) que quando o comunismo for implantado chegaremos à perfeição e estação final da história. Parece que a Venezuela está no bom caminho.
    Helenismo, ocupação e retomada da Ibéria e dos Bálcans pelos muçulmanos foram invasões militares, e não trocas culturais pacíficas, foram altamente traumáticas e violentas, e contra a vontade daqueles povos. O resultado são os conflitos que vemos hoje entre Sérvios e vizinhos, o ódio é mortal, e isso não existia quando essa região fazia parte do Império Romano, ou do Bizantino. Já a Penísula Ibérica se livrou desse mal, devido ao advento da Espanha Católica, e de um Portugal igualmente Católico, que unificou o povo.
    Mas isso são excessões, a regra é sim o choque de civilizações, com momentos de maior ou menor conflito, ora um lado empurra, ora é empurrado pelo outro, e isso dura milênios. E o Oriente Médio está justamente na intercessão entre estes mundos, é o ponto de atrito, por isso tantos e tão permanentes conflitos. Não acabarão nunca.

  46. As filipinas ja dão como certa a compra dos 6 ST, mas foi por conhecer de perto os ST da Indonésia que conheceram e gostaram.
    Na Indonésia compraram para substituir os Bronco e as Filipinas tambem estão comprando para substituir os Bronco.
    As Filipinas tinham chegano no fundo do poço com a desativação do unico caça, o Siai Marchetti S211 só sobraram alguns Bronco voando, mas decidiram fazer uma reviravolta, encomendaram os KAI FA-50, reativaram alguns S211 para formar novos pilotos de caça enquanto esperavam os FA-50 e agora vão aposentar os Bronco trocando por Super Tucano.
    Sua intrução ainda precisa ser melhorada, usam Cessna 172(T-41) doados pela Coreia do Sul na fase primária e básica e o Aermacchi SF260 novos comprados em 2012 na instrução avançada, por enquanto ainda usam o S211 para os caçadores voarem antes do FA-50, mas devem comprar um avião como o KAI KT-1 para os alunos voarem entre o SF-260 e o FA-50 pois os S211 estão no fim da vida útil.
    A Coreia do Sul oferece o KT-1, pois é o que usam antes do T-50 e a Itália oferece o M345 que é a nova versão do S211, mas primeiro devem concretizar a compra e recebimento dos ST e depois vem como substituir os S211.

  47. Muito bom para o Brasil, para a Embraer e até para a FAB. Todos terão os benefícios tangíveis e intangíveis desta operação. No médio e longo prazo.

  48. Os franceses zombaram do então projeto ALX ao questionar se a Embraer havia parado na Segunda Guerra Mundial…. a resposta veio com o enorme sucesso após a encomenda de 99 unidades da FAB.
    Depois veio a zueira do KC-390, vulgo “carrinho de mão” para o infeliz Ministro gaulês. Outra baboseira pra ridicularizar o produto Embraer junto ao abacaxi A-400M.
    No fim das contas, o ST tem se demonstrado uma aeronave extremamente eficaz e versátil. Cumpre aquilo que promete, sem sustos ou devaneios de leigos no assunto.
    Só faltava uma parceria de peso para ele deslanchar comercialmente. Produzi-lo em Sierra Nevada foi a melhor sacada que teve a Embraer para se tornar mais agressiva e livre da cumpanheirada bolivariana que só fazia mimimi quando algum camarada bolivariano sonhava em tê-lo para utilizar contra civis e us americanu mauvadu o vetava por razões político-estratégicas. Ao invés de mergulhar na lamúria ideológica, acertaram em cheio ao abrir as portas do FMS.
    Compra via FMS quem quer. Caso contrário, vá de governo a governo.
    O resto é presepada de quem divaga e pouco ou nada sabe a respeito.

  49. Essa dependência é humilhante. Isso é o resultado lamentável de uma política rastejante e sem ambições.

  50. Juliano, você tem o direito de acreditar nisso tudo. Pra mim, que tenho os mesmos direitos e liberdades que você, cabe discordar dessas teorias todas. Por força de minha profissão e compromissos com o saber acadêmico-científico, não posso acreditar nessas teorias. Sigo achando que carece de compromisso metodológico, de verificação, da provação de bancas, e não passa de mero reducionismo. Mas, viva a democracia.

  51. José Carlos David, eu concordo. Maldita Coca-Cola que tem fábrica aqui. Certamente não gera lucro para a matriz nos EUA, né?

  52. Fred 4 de agosto de 2017 at 13:56 “A mesma coisa acontece com essa versão mais recente do choque civilizacional. Da minha parte, a principal crítica é o reducionismo, ressaltando que há vários momentos desde a antiguidade que contrariam essa guerra cultural. Como o helenismo pós Alexandre Magno. Como a intensa atividade acadêmica e cultural em Granada ou na península Ibérica sob domínio muçulmano. Enfim, tantos momentos em que não há oposição clara entre ocidente e oriente, e outros que há inclusive trocas culturais…”
    Quanto a esta frase: “Enfim, tantos momentos em que não há oposição clara entre ocidente e oriente, e outros que há inclusive trocas culturais…” Ok. Mas em contraposição, e de forma alguma reducionista, também tivemos inúmeros momentos de Choques de Civilizações bem claros. Ou então a História que está registrada nos livros é fantasiosa e não vale como prova documental perfeitamente acadêmica:
    Constatemos alguns choques de civilizações:
    Um choque de civilizações clarísssimo: A civilização Inca e Asteca sendo varrida pela chegada violenta da civilização europeia cristã.
    Mas outros choques também bem claros e alguns deles carregados de intensa violência também:
    A civilização romana em choque com a grega, bretã e germânica.
    A civilização mongol em choque com as chinesa, russa e persa.
    A civilização europeia em choque com a chinesa e japonesa.
    A civilização inglesa em choque com a hindu (durante todo o domínio inglês na Índia).
    E aqui acima estamos apenas citando choques de civilizações, ou grupos sociais com organizações bem diferentes em confronto. Pois temos ainda perifericamente: Os choques de religiões também bem claros que aconteceram e ainda acontecem. E os choques de sistemas políticos, com o mais claro de todos: O NazismoXDemocracia

    Enfim, independente da Academia, e suas bancadas, dizerem amém apenas ao que lhes convém, Huntington, com Acadêmicos a favor ou não de sua tese, produziu reflexões sobre fatos históricos palpáveis e não sobre irrealidades não observáveis.

  53. nossa ,, levei xingos e elogios(menos) por expor minha opniao la em cima ,,,, mas com sou legal e democratico tive uma ideia ,,, li tudo ai em cima e concordei /discordei com todos em cada ponto, peço perdao por participar do forum aos que me chamaram de ignorante e atrasado (nao usando estas palavras ) , mas percebi isso de alguns , entao me perdoe por pensar diferente de vcs ,,, mas como eu ia dizendo , tive uma ideia , : o brasil e o maior produtor de corruptos do mundo , e nossa tecnologia nesta area e infinitamente superior ,,, sera que os euas nao queriam entrar conosco nesta e produzir por la nossos corruptos de primeirissima linha ?? kkkkkk so pra descontrair gente , porque confesso que me assusto com alguns que veem ao forum pra xingar e esbravejar . sabe la porque .

  54. Rapaz
    Tem gente que parou em 1960 e ainda Zaida o Celso Furtado e as baboseiras ultranacionalistas.
    A turma precisa sair da caverna e encarar o competitivo mercado do século 21.

  55. Não interessa se montado aqui ou lá. É Embraer. A Airbus começou a produzir a família do A-320 nos Estados Unidos e nem por isso vi os franceses, alemães e espanhóis gritarem. Isso é comércio. A fábrica da Embraer nos EUA foi criada com o intuito de vender para o governo americano, pois a lei americana não permite a compra de equipamentos militares não produzidos nos EUA. Os americanos financiam nações de seu interesse e fornecem equipamentos militares fabricados nos EUA e não em outros países.

  56. Antônio Sampaio e Galante, desculpe, mas vocês entenderam totalmente errado, pois em nenhum momento escrevi algo do tipo. É estupidez propor algo do tipo (reestatizar a Embraer).
    .
    O que eu estou dizendo é que, não vejo como a maior de todas as sacadas essas vendas via EUA, especialmente quando temos interesses geopolíticos brasileiro em jogo. Uma coisa é coisa, outra coisa é outra. Entende quem consegue ter uma visão maior e de longo prazo.
    .
    Ah tá, só para destacar, pois até onde eu me lembro, após o LAS (que gerou apenas uma duas ou três dezenas de aeronaves para o Afeganistão e sequer é operado pela USAF como aeronave operacional), por conta deste “feito”, só o Líbano e agora a Nigéria usaram o mecanismo do FMS. Outros países ou já haviam comprado o Super Tucano diretamente do Brasil (caso dos aviões operados pelos países latino-americanos como Chile, Equador, Colômbia e República Dominicana), ou devido a outras transações sem sequer passar por qualquer negócio via EUA, caso da Indonésia e Filipinas então, senhores, dizer que o sucesso do Super Tucano está relacionado com a vitória no LAS (que foi mais por influência política do que técnica, pois os EUA estavam doidos para emplacar o Super Honet por aqui e não, necessariamente, devido as qualidades da aeronave brasileira), é muito querer tapar o sol com a peneira e achar que todos aqui possuem memória e/ou capacidade de raciocínio.
    .
    Vale lembrar, também, que o que é produzido no Brasil é apenas as células, o trem de pouso e, talvez, os aviônicos via AEL/Elbit (isto é, se não forem produzidos e montados via Elbit American). Então, senhores, menos, bem menos. Eu sou um fiel defensor de ampliarmos nossa manufatura de produtos de Defesa, bem como uma maior inserção no mercado internacional, mas sei também que existe mercado e mercado, negócios e negócios, de que soluções de compromisso é algo comum nestas transações e que a interação e integração entre parceiros comerciais, às vezes abrindo mão aqui ou ali de um possível contrato, é mais vantajoso para o Brasil, como nação, do que querer bancar o doido do discurso de fazer do parafuso ao foguete. Então, senhores, mais uma vez, não me meçam com a régua que estão acostumados a medir a outros participantes do blog, por favor.
    .
    Grande abraço e até mais!!! 😉

  57. Brasil eh uma vergonha, precisa de permissao americana para vender seu proprio produto, qdo eu falo que pais de terceiro mundo nunca vai progredir, eh disso que falo…..eita paisinho de quinta categoria..

  58. Jean-Marc, as vezes é melhor pensar um pouco antes de brigar com o país que é o maior cliente e fornecedor de componentes. Restricoes e problemas todos tem. Saber jogar com inteligência para superar os obstáculos é o que nos levará adiante. O seu pensamento, que tem muitos adeptos, se insere dentre os problemas do Brasil.

  59. Wellington Góes 4 de agosto de 2017 at 23:19
    Essa tua do LAS ter relação com o Super Hornet é pior que a piada do fazendeiro dando chute no noivo da filha.
    Vai te tratar, cara.

  60. Sérgio 4 de agosto de 2017 at 22:15
    “Não interessa se montado aqui ou lá. É Embraer. A Airbus começou a produzir a família do A-320 nos Estados Unidos e nem por isso vi os franceses, alemães e espanhóis gritarem. …..”
    .
    Sérgio, para os acionistas da Embraer tanto faz, mas para o Brasil faz uma grande diferença se é fabricado aqui ou fora.
    A Embraer como empresa privada tem todo o direito de fabricar seus produtos onde bem entender, mas não consigo ver como positivo para o Brasil a Embraer montar uma fábrica de poltronas para aviões comerciais nos EUA.
    Quanto aos alemães e franceses, não estão nada felizes com a abertura da linha de produção da família A320 nos EUA e China, pesquise na internet que vai encontrar reclamação de parlamentares e sindicatos europeus.
    A Airbus está explicando que estas linhas de produção no exterior usam muitos componentes europeus, e vão aumentar a produção mundial, no final da conta não vão causar demissão na Europa. Se for mantido um bom indice de uso de componentes europeus esta justificativa é válida.
    O mesmo vale para os Embraer fabricados/montados nos EUA, enquanto usarem uma boa parte do avião fabricado no Brasil nestas linhas de montagem do ST e executivos não prejudica o Brasil, até beneficia se as vendas aumentarem com isso, na mesma linha de justificativa da Airbus.

  61. A concorrência do OA-X será duríssima com o lobby da Textron. Cada pequena vitoria é importante para consolidar a imagem de produto líder. O fato da Textron apresentar um jato bimotor é um grande problema porque os EUA tem uma queda por produtos de de defesa maiores e mais complexos.

  62. WASHINGTON – “O Departamento de Estado dos EUA aprovou uma venda militar estrangeira (FMS) de US$ 593 milhões para a Nigéria, incluindo 12 aviões de ataque leve Super Tucano A-29, para promover a campanha da nação contra o grupo militante Boko Haram.”
    .
    Pelo que eu entendi o pacote (FMS) é de US$ 593 milhões e este pacote INCLUI também 12 A-29 Super Tucanos.

  63. Li todos os comentários e achei o debate interessante,sabemos a posição de cada um sobre o assunto, e isso é bom.Sinceramente não vejo diferença da EMBRAER estatal,para atual até o ufanismo de alguns parece como antes.Tomara quê mais a Frente não tenha gente mudando sua posição.Apostar em EMBRAER,políticos,militares,EUA é a mesma coisa de brincar de roleta russa.

  64. A turma dos embutidos queria eh que na realidade a EMBRAER se f***** , assim vingariam a privatizaçao , tecem comentarios com uma pseudoneutralidade que tem um cheiro de ranço estatalparasitario e anti -meritocratico !

  65. Trabalhei para o governo durante 15 anos na forma de contrato,e odeio tudo quê é estatal.Nunca me conformei em como as coisas são feita.Mas quem sabe um dia, um embargo dos americanos venha cair como uma luva para termos realmente uma meritocracia não em só saber fazer aviões mas em todas as áreas da sociedade civil,e da parte militar.Mas é mais fácil receber comida na boquinha a vida toda e ver méritos nisso,porem dar um passo e sair do lugar de sempre realmente faria nosso país ter méritos em sua conquista.

  66. Antônio de Sampaio, dá pra perceber teu nível de capacidade de raciocínio e noção de realidade política. Rsrsrs
    .
    É perca de tempo tentar explicar.
    .
    Sem mais!!! 😉

  67. Gonçalo Jr, este pacote aprovado de quase 600 milhoes de dólares é só para os 12 ST, cursos, ferremental para manutenção e sua infra estrutura, inclui até construção de hangar.
    “twelve (12) A-29 Super Tucano aircraft and weapons, including all associated training, spare parts, aviation and ground support equipment, and hangar, facilities, and infrastructure required to support the program. ” DCSA
    Este é o documento oficial informando a aprovação.
    . http://www.dsca.mil/major-arms-sales/government-nigeria-29-super-tucano-aircraft-weapons-and-associated-support

  68. Complementando o post acima, por estes pacotes envolverem tanta coisa relacionada a infra estrutura e facilidades é que geram suspeitas de super faturamento, como o do Kenya onde até congressistas americanos denunciaram dizendo que era impossível 12 AT-802L e dois AT-502 de treinamento custarem 418 milhoes de dólares e pediram a divulgação dos detalhes e uma investigação.
    .
    Para quem quiser ver estas aprovações, esta é a página com os resumos mês a mês. Saiu até upgrade para os F/A-18 da Suiça, demoraram tanto a decidir que agora o jeito é ir melhorando o que tem.
    . http://www.dsca.mil/major-arms-sales

  69. Interessante
    Todos que Aman os Americanos nesse blog metem o pau no Nacionalismo…

    “pois a lei americana não permite a compra de equipamentos militares não produzidos nos EUA”

    Mas os Amis podem ser Nacionalistas e os Brasileiros não!! tem que lamber as botas Americana ou aceitar o lixo comunista.

    É realmente esse pais não tem jeito não!!!

  70. Mais que nacionalistas, temos que ser inteligentes. O programa de álcool combustível tem um viés nacionalista, mas possui mérito a ponto de durar 40 anos. Insistir em soluções ideológicas que ignorem fatos e dados é algo bem diverso.

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