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Dança com Raptores: Su-35 versus F-22

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Sukhoi Su-35

Os caças russos Su-35 estão sendo considerados como a maior ameaça para os aviões americanos F-22 Raptor e F-35 Lightning II. O colunista da Sputnik Andrei Kots comentou as razões por que o avião russo atrai a atenção e causa preocupação dos analistas estrangeiros

A “rivalidade à distância” entre os Su-35 russos e os caças de 4ª geração ocidentais é um tema popular nos debates e artigos nas mídias especializadas americanas e russas — a própria Sputnik compartilhou em mais de uma ocasião a opinião de vários autores sobre o tema.

O “consenso geral” atual, expresso pelo analista militar Sebastien Roblin em um artigo para a edição The National Interest, consiste em que, embora os Su-35 russos representem o auge da tecnologia da 4ª geração e superem os outros aviões da sua classe e da sua época, não dá para saber se suas capacidades são suficientes para se defrontarem com os caças furtivos americanos, especialistas em ataques furtivos a partir de grandes distâncias.

O colunista da Sputnik Andrei Kots deu forma ao tema e estudou como se comparam as vantagens dos dois “rivais” ou, mais amplamente, pôs em foco as duas abordagens muito diferentes para com o combate aéreo.

Deste modo, a questão é a seguinte: qual é a estratégia mais adequada no moderno combate aéreo — o combate de proximidade ou de distância?

‘Franco-atiradores’ contra ‘esgrimistas’

O foco central do debate é a elevada capacidade de manobra dos caças Su-30 e Su-35 em comparação com a aposta dos F-22 nas tecnologias furtivas (“stealth” em inglês) e nas armas de longo alcance.

“Em linguagem metafórica, o F-22 americano é um ‘franco-atirador’ que deve se aproximar da zona do inimigo sem que este o detecte e atacá-lo à distância sem que se estabeleça um contato visual”, explica o jornalista.

As aeronaves russas, por sua vez, são “esgrimistas” capazes de evitar os mísseis do oponente, encurtar rapidamente a distância e entrar em combate aéreo de proximidade, no qual “sua alta capacidade de manobra permite derrotar qualquer inimigo”, esclareceu Kots.

As elogiadas capacidades furtivas dos F-22 e F-35 não garantem que seja “indetectável” no confronto a curta distância, sublinham tanto Kots como Roblin, dado que o Su-35 pode utilizar não só os seus próprios radares, mas também usar os dados fornecidos por radares muito mais potentes, sejam aéreos ou terrestres.

“O combate aéreo moderno consiste em duas etapas”, explicou à Sputnik Vladimir Popov, condecorado piloto militar russo e general de brigada.
“Na primeira fase, a aeronave detecta o inimigo a longa distância e lança um ataque com um míssil ar-ar de longo alcance. [Estes projéteis] são potentes, mas sem garantias de derrubar o adversário, sobretudo se este é dotado de equipamentos radioeletrônicos modernos de interferências deliberadas”, pormenorizou.

Na segunda fase, os dois caças se aproximam um do outro e aí começa um combate de proximidade com o uso de mísseis de curto alcance e de canhões aéreos. Neste sentido, as vantagens da alta capacidade de manobra se demonstram na sua plenitude, comentou o piloto.

F-22 Raptor

Para que servem os truques acrobáticos no céu?

Os motores russos com impulso vetorial omnidirecional são reconhecidos entre os melhores no mundo, permitindo aos pilotos manejar o avião como querem e realizar as manobras de pilotagem mais complexas com uma sensatez surpreendente, afirma Kots.

“A pilotagem demonstrada nas feiras aeronáuticas não é apenas ‘show’. Na realidade, são manobras de combate aéreo próximo ou ‘dogfight”, sublinha.

Por exemplo, a espetacular circulação “em suspensão”, de fato, permite escanear rapidamente o espaço próximo com o radar localizado na parte frontal da aeronave, enquanto a conhecida cobra de Pugachev pode ser usada para confundir o perseguidor a curtas distâncias ou “desaparecer” dos radares baseados no efeito Doppler.

Felizmente, nunca houve uma ocasião que permitisse comparar as duas abordagens em um combate real, escreve Kots.

Não obstante, nas manobras conjuntas, os caças Su-30MKI exportados para a Índia, dotados de motores que permitem grande manobrabilidade, ultrapassaram os F-16 e F-15 americanos em 2005 e os aviões Eurofighter Typhoon britânicos em 2015.
De acordo com Popov, as vitórias dos pilotos indianos se devem ao fato dos seus oponentes não esperarem táticas de combate pouco convencionais oferecidas pela alta capacidade de manobra dos caças russos. É uma coisa perante a qual, de fato, não sabem como reagir.

Todos os caças russos modernos possuem elevada capacidade de manobra: o Su-30SM, o Su-35 e o MiG-35, assim como os protótipos do caça de 5ª geração, o T-50, que atualmente está dotado do mesmo motor que os Su-35.

Sukhoi Su-35

FONTE: Sputnik

95 COMMENTS

  1. Interessante fazer a comparação colocando o Su-35 dentro da doutrina russa frente ao F-22 ao invés de colocar os caças destacados em confronto. O problema ao meu ver é o Su-35 ficar na dependência de um disparo para descobrir a localização do F-22, ou então depender dos radares em terra para receber a sua posição, isso torna o combate arriscado.

  2. Ambos tem vantagens, mas custo beneficio somente o Russo é viável, pois é mais barato para comprar e operar.
    Logo acaba se tornando a melhor escolha para um país como o nosso.
    Pois vejo o Gripen como a espinha dorsal, umas 100 unidades operando ae daria para ter alguma sereja do bolo para outras aplicações.
    Como uns 12 SU 34 e uns 24 SU 35. É de impor respeito.
    Abraços

  3. Vindo da Sputniknews até o MIG-21 é a maior ameaça dos F-22!
    É a velha história da propaganda, assim como os americanos fazem com suas “mega-power-armas-futurísticas” do tamanho de um trem.
    Só num cenário de guerra real dá pra saber realmente a extensão de danos de uma nova arma. O que dá medo é que parece que todos estão ansiosos para testar tais armas.

  4. Muito legal, quanto ao F-35 eu até concordo, porém o f-22 também entra na categoria super manobrável…

    Se fosse Formula 1 diria que o F-22 e o SU-35 e Pak-fa então na primeira linha com a habilidade do piloto tendo uma enorme influência na decisão de um combate a curta distância. Já o F-35 e demais ficam no segundo pelotão, se chover ou o piloto cometer um erro muito grande eles entram na briga…
    Não me arrisco dizer se os russos conseguiriam ou não se aproximar…

  5. Claro que interessa aos EUA conhecer o Su-35 de perto, não é a toa que deslocam seus melhores aviões do Alaska para a Malásia a cada dois anos para fazer combates simulados no exercício Cope Taufan com os Su-30 malaios.
    A Malásia tambem usa os seus F/A-18 modernizados, os Mig-29 e Hawk com radar AN/APG-66 do F-16A.
    Vídeo de 2014 onde deslocaram os F-15 e os F-22, engraçado que não podemos fazer uma Cruzex por falta de $$$ e mundo afora continuam os exercícios, é a crise…
    . https://m.youtube.com/watch?v=2NJRgdSNbQI

  6. O que dizer? A matéria é absolutamente risível, bem ao padrão Sputnik de propaganda russa histérica. E como de costume tenta empurrar goela abaixo do incauto leitor que as piruetas de show aéreo seriam úteis em DF. A afirmação de que o “cobra de pugachev” engana os radares Doppler é igual você fazer menção à um aparelho de fax nos dias de hoje pois praticamente todos os caças ocidentais hoje em dia saem de fábrica com radares AESA. E o que dizer dos “12×0” dos indianos sobre a RAF. E no que diz respeito ao Cope Índia sugiro a leitura da palestra do Cel. Fornhoff aqui mesmo no Poder Aéreo, que simplesmente desfaz o mito da superioridade dos Sukhois.

  7. O su-35 é tão bom, mas tão bom que o russos ainda estão tentando deixar seu primeiro caça stealth operacional. Já houve combate entre o su-27 (e/ou seus filhos) e algum avião ocidental?

  8. Esse negócio de superioridade é relativo demais, creio que dentro do territorioterritório russo ou em suas fronteiras, o Su-35 teria todo o aparato militar russo linkados a ele, ampliando exponencialmente suas capacidades, mas isso não garante vitória, apenas aumenta as chances de vitória. A situação do F-22 é mais confortável pois o mesmo poderá disparar mísseis de longa distância para evitar os numerosos e poderosos radares russos, que poderiam fornecer uma solução de tiro ou mesmo condenar sua posição se o mesmo se aproximasse muito, isso deixa as coisas mais agradáveis pro Raptor.

  9. Alexandre Galante …

    O REI MASTER ULTRA POWER MEGA BLASTER das TRETAS !!!

    Este homem só tem um propósito com essa semana de matérias.

    CRIAR TRETAS !!!
    kkkkkkkkkkkkkkkk … morrendo de rir aqui !!! 🙂 🙂 🙂 🙂

  10. Tireless, procurei no PA a palestra e até pelo nome do Cel e não achei, podes enviar o link por gentileza?

  11. Enfim, são tantas variáveis que tudo pode acontecer… é o que eu sempre digo, o F-22 e F-35 podem ser super letais em tese, mas dependem dos mísseis BVR cumprirem sua função e dependem também de que superem as contra medidas eletrônicas dos rivais… ou seja, se o míssil não acerta, não tem abate… se for utilizar algum tipo de canhão orgânico vai precisar se aproximar, dai fica em tese tudo igual… *Espero que nossos Gripens venham “completos” com todo recheio eletrônico possível, com todas ECMS, decoys rebocados e o que der mais para equipar, e claro, que venha o Meteor e Iris-T também, visto que o A-Darter parece ter ficado só na boa vontade mesmo…
    *Estava pensando, será que o F-22 tem algum dispositivo de auto destruição, caso o piloto tenha que ejetar sobre território inimigo?

  12. OMG! Só podia ter vindo do Sputnik.
    É pecado comparar um Su-35 a um F-22 ou F-35!
    F-22 e F-35 são aeronaves muito superiores ao Su-35.
    O Su-35 nem superior ao Eurofighter Typhoon, Rafale e Gripen,etc…, é!

    Até mesmo em manobrabilidade:
    É verdade que os Flankers com TVC são aeronaves bem ágeis, principalmente tendo em conta as suas dimensões.
    Mas ainda assim, todos os Flankers, incluindo o Su-35, são claramente inferiores ao F-22, Typhoon, Rafale e Gripen, etc…, em agilidade e manobrabilidade.
    (É importante notar que estes caças ocidentais foram desenvolvidos e criados com objetivo de basicamente dizimar qualquer variante avançada do Flanker, INCLUINDO no dogfight! Requisitos de Guerra Fria basicamente…)

    A verdade é que F-22, Typhoon, Rafale e Gripen…, tem bem melhor aceleração, maiores taxas de curva instantanea, maiores taxas de curva sustentada e bem maiores taxas de giro que o Su-35, em todas as velocidades e altitudes, e em condições de combustível e armamento equivalentes.

    Isso foi provado num estudo da britânica DERA (Defence Evaluation and Research Agency), agora separada em QinetiQ and DSTL:
    “OpEval
    The Eurofighter project has been subject to several operational evaluations. These have been carried out, independently from the Eurofighter consortium, primarily by Britain’s DERA, the Defence Evaluation and Research Agency (now split into QinetiQ and DSTL). Unlike many previous theoretical operational capability studies, the Eurofighter analysis utilised a true simulation approach. This was achieved through a number of networked battle simulation computers, termed JOUST, each of which can be flown by human pilots.

    This system was used to comprehensively evaluate the BVR (Beyond Visual Range) performance of the Eurofighter and other aircraft against an upgraded Su-27 Flanker (comparable to an Su-35 Super Flanker and its equivalents). The studies investigated all aspect best performances from the major systems on each aircraft; avionics, structure (including RCS data), engine performance (including fuel usage), defences and man-machine interfaces. In these tests the French Rafale utilised the Matra-BAe MICA air to air missile (which is the primary AA weapon of the French airforce) while the other aircraft used the Raytheon-Hughes AMRAAM.

    These simulations concluded that Eurofighter has a win rating of 82% (100% equals always win, 0% equals always lose, 50% equals parity) against the target aircraft. A more typical way to present this data is as a combat exchange ratio, for the Typhoon this equals 4.5:1. In other words statistically one Eurofighter would be lost for every 4.5 Su-35 fighters shot down. This compares extremely favourably to the other aircraft (see also the BVR Combat Rating table); F-16C Falcon (0.3:1), F-15C Eagle (0.8:1), F-18C Hornet (0.3:1), F-18+ (0.4:1, NB this is not the current F-18E/F which is apparently a downgraded version of the F-18+ used in the studies) and Dassault Rafale (1:1). Only the LM/Boeing F-22 Raptor bettered the Eurofighter’s performance with a combat exchange ratio of 10.1:1.

    In addition to these overall combat performance results a number of individual comparisons have been made available. Of enormous importance for BVR combat is acceleration at medium altitudes and here the Eurofighter’s acceleration at Mach 0.9 and 22,000ft equals that of the F-22. At supersonic velocities (Mach 1.6 and 36,000ft) the sustained turn rate of the Eurofighter betters all but the F-22, while its instantaneous turn rate is superior to the F-22. At low altitudes, Eurofighter can accelerate from 200kts to Mach 1.0 in under 30 seconds. In a similar vain to its supersonic performance, the sustained and instantaneous subsonic turn rates of the Eurofighter are bettered only by the F-22. Only the Rafale comes close to the matching the Eurofighter’s capabilities in these comparisons.”

  13. “Por exemplo, a espetacular circulação “em suspensão”, de fato, permite escanear rapidamente o espaço próximo com o radar localizado na parte frontal da aeronave” .
    .
    Ele está se referindo à manobra aos 7 min do vídeo?

  14. Sobre a matéria, o que eu interpretei é que os próprios analistas e militares russos afirmam que, contra um 5ªg, o Su-35 é apenas reativo, ele sempre será atacado primeiro por uma salva de BVR, na primeira etapa do combate o F-22 ou F-35 leva vantagem.
    .
    Se seu RWR, ECM e capacidade de manobra ou a própria deficiência do BVR adversário possibilitar que ele sobreviva ao primeiro ataque, aí sim, segundo os russos, ele poderia contra-atacar, primeiro com seus próprios BVR, enquanto reduziriam rapidamente a distância para um combate visual, e como tem uma persistência de combate maior, inclusive para perseguir o inimigo, eles poderiam levar vantagem na segunda etapa do combate.

  15. Segundo a SAAB, o Gripen NG será o avião de combate mais avançado da quarta geração e o Brasil ao meu ver fez sim a escolha mais sensata para a nossa realidade orçamentária, além do repasse de tecnologia e aprendizado para o país nessa área que não dominamos ainda. Mas como a Rússia, para poder equilibrar a balança comercial com o Brasil, só nos tem a oferecer armamento em troca, não seria nada mal vir algo entre 18 e 24 SU-35 para a Força Aérea ou então virem ao menos uns 24 MI-28 para o Exército Brasileiro. Até onde sei, a Força Aérea não tem tido problemas operacionais com os 12 MI-35 adquiridos da Rússia.

  16. Essa ladainha de aquisição de aeronaves russas já deu o que tinha que dar. Não estou dizendo que são aviões ruins, mas que são CAROS PARA O BRASIL OPERAR. As pessoas só pensam nas especificações técnicas do fabricante e esquecem o quanto essas aeronaves gastam de combustível, o quanto a infra-estrutura terá que ser aumentada para o uso dessas aeronaves, o quanto de equipamento diferente terá que ser instalado para que ela possa ‘conversar’ com todas as outras aeronaves no nosso inventário, o quanto vai custar abrir novas linhas logísticas, o quanto teremos que gastar de armamentos exclusivos para essas aeronaves, já que o pouco que já temos não poderão ser utilizados por elas, e o quanto de combustível esses ENORMES motores consomem e o quanto de energia gastaremos iluminando os hangares aonde ficarão estocadas por não termos grana para combustível para voarmos com elas.
    .
    Sinceramente, entendam e botem uma coisa na cabeça: Deu Gripen. Vai ser Gripen. Espero que nós tenhamos recursos para comprar mais e mais Gripens e padronizarmos a força de modo que os poucos recursos disponíveis para Defesa possam ser bem utilizados em uma aeronave de alto nível, padronizada e com bom custo operacional. Gripen não era a minha primeira escolha, mas foi a que se tornou realidade e me parece que será uma excelente aquisição. Contentem-se com isso e parem com devaneios.

  17. Leandro.

    É que tem gente que acha que o Estado é uma espécie de vaca que pasta no céu e dá leite na terra.

    Então, obviamente, estes pequenos detalhes são irrelevantes.

  18. “Por exemplo, a espetacular circulação “em suspensão”, de fato, permite escanear rapidamente o espaço próximo com o radar localizado na parte frontal da aeronave”
    Enquanto isso a energia cinética fica em suspensão também… Claro que os caças e mísseis do inimigo agradecem demais esse alvo em suspensão.
    E, não esquecendo que com essa incrível manobra os AWACS perdem sua importância e necessidade na arena da guerra aérea moderna, assim os russos já podem abrir mão de seus awacs. Já que os caças Sukhois em pleno combate aéreo podem se dar ao luxo de ficarem girando em queda livre controlada no ar para acharem seus oponentes, enquanto estes pacientemente ficam omissos de o atacarem. Show é show e combate é combate.
    Só rsrsrs dessa bonita mas comprometedora manobra!!!!
    Algum piloto de caça, não sou, poderia dar seu parecer sobre essa alegada utilidade da manobra do Sukhoi, para mim é até suicida executar ela em combate.

  19. Ai meu Deus…
    Primeiro, que não existe nenhum tipo de evidência concreta de que todos os mísseis BVR (ou a maioria deles) seriam derrotados por ataque eletrônico. Qual tipo de ataque, despistamento ou interferência bruta ? Usando técnicas via DRFM ? Mesmo com uma defesa automatizada pelo caça, haveria tempo hábil para interferir na cabeça de guiagem do míssil ?
    Segundo, se a premissa for verdadeira, esse Pterossauro russo seria a última opção para um combate WVR. Sua gigantesca assinatura visual seria fatal.
    Ainda: após HMD e mísseis de quarta/quinta geração, manobras WVR continuam com a mesma importância de antes ? Se sim, quais manobras são realmente importantes ? Ainda, qual a importância da consciência situacional no WVR – saber entrar na arena visual – sobretudo considerando que uma das aeronaves é stealth e poderia “vir de qualquer lado”, inclusive pegar a traquitana russa por trás, às 12 horas ? Então, menos.
    Abraços

  20. Comparar um su-35 com um f-22 ou qualquer caça de 5 gen é como compara um f-15 com um mig-21 ou com um f-4 kkkkkk que idiotice, é claro que um avião de 4,5 gen reduz muito a vantagem que um de 5 gen tem de um de 4° mas continua sendo de uma geração inferior f-22 >> su-35 e todos de geração abaixo sendo russo,europeu ou marciano

  21. J. Silva:
    “Sobre a matéria, o que eu interpretei é que os próprios analistas e militares russos afirmam que, contra um 5ªg, o Su-35 é apenas reativo, ele sempre será atacado primeiro por uma salva de BVR, na primeira etapa do combate o F-22 ou F-35 leva vantagem.”

    Concordo meu caro!! Tem gente aqui enxergando caroço em todo angu que pega. Eu, particularmente, acredito que uma força aérea deva ser dimensionada de forma equilibrada, entre aeronaves como Su-30/35 e F-22/35. É muito bom dispor de aviões furtivos e tecnológicos como o Raptor, mas são caros demais e tem seus “defeitos”, tanto é que nem a USAF pretende ficar só com furtivos. Uma proporção como 65% de 4+g e 35% 5g furtivos seria mais proximo do sensato!

    Abraço a todos!

  22. não constatei nenhum menosprezo pelo F22, pelo contrário as aeronaves em si possuem especificações definidas. falando em realidade financeira, tudo é caro. Peças, manutenção, conhecimento. se quisermos algo bom temos de pagar, s seguir doutrina. infelizmente sempre a xaropada dizendo que tem que economizar(contigenciamento). Faz-se na Educação, Saúde, Segurança Pública, Saneamento Básico, Forças Armadas, porém os tributos cada vez mais altos e o dinheiro usado para trambicagens, corrupção, compra de refinarias ultrapassadas, doação de refinarias(Bolívia nacionalizou=roubo) e outras tantas mazelas dos últimos 25 anos. quer Sukoy 30 tem de comprar, quer F 16, tem de comprar, quer F18, tem de comprar. nada sai de graça, tudo tem de ser pago. manutenção, ídem. comprar aeronave de 2ª ou 3ª gerações e achar que está bom. Pida ou achar que nosso dinheiro cresce igual capim. mentalidade terceiro mundista, de pobre miserável, cansei de ouvir, ler, e ver há mais de 40 anos. Sukoy é uma excelente aeronave. tem dinheiro, sim compre. F18 super honet excelente aeronave. tem dinheiro , sim compre. F 22 os estadunidenses ainda não descontinuaram para exportação. Poloiticagem que não dá a mínima par o básico vai se importar com defesa e soberania. Para terminar. Nossa CF proíbe Guerra de intervenção. então temos de ter uma boa Força de dissuasão para impedir qualquer investida internacionalista aos recurso hídricos, agricultáveis e minerais. Grande Abraço. OBs: quem não tem dinheiro sou eu que depende do governo do rio de janeiro para compra remédios e pagar o que devo, pois nossos governantes são larápios e nosso Judiciário omisso e politiqueiro.

  23. Boas aeronaves, Concordo com todos. Minha revolta é profunda em termos ainda que usar aeronaves de 2ª e 3ª gerações, porém o Gripen se for realmente colocado em prática à construção(sem atrasos e contingenciamentos) dará uma respiração para a FAB. Torço.

  24. Muito achismo russo. Acredito que o Su-35 não seja páreo para os stealths americanos. Ainda creio que fique atrás dos rivais europeus.

  25. Errata: Não…Quer SUKOY…Nada sai de graça…Manutenção…Comprar aeronaves…Piada…Mentalidade terceiro mundista…Tem dinheiro…Politicagem que não dá o mínimo para o básico…então temos de ter…Obs:..Governo do Estado do Rio de Janeiro…mais Prefeitura do interior…Vergonha!

  26. Tem gente viajando em alguns comentários, ngm falou nada de comprar Su-35 pro nosso país, esse hipotético comflito levantadona matéria é para comparar o Su-35 e o F-22, não tem nada a ver com Brasil.
    Outro aspecto que alguns deixam de lado (por favoritismo ou por mero ausência de vontade em retratar) é que existe sempre uma logística ao redor dos caças num hipotético conflito, e que tanto o Su-35 quanto o F-22 não voam as cegas por suas próprias capacidades, mas são apoiados por diversos meios, desde radares em terra até satélites, assim, quem estaria na vantagem num eventual conflito dependeria do cenário no qual se instalaria o combate, pois um Su-35 sozinho é uma coisa, outra coisa é o Su-35 apoiado por AWACS, sistemas anti aéreos de todas as camadas, radares de todo tipo e inclusive os de baixa frequência (ditos mais capazes de enxergar objetos menos visíveis aos outros radares) sistemas EW, etc, etc, idem ao F-22 se estivesse apoiado pelo AEGIS, aviões de guerra eletrônica, etc, resumindo minha opinião, é muit mais complexo tentar adinhar ganhadores quando todo o aparato bélico destas potências está na mesa, tem muita variável a ser considerada nessa função, e não existe essa de vantagem absoluta na furtividade – vide caso F-117.

  27. O autor faz comentários relativizando a capacidade do F-22:
    -“As elogiadas capacidades furtivas dos F-22 e F-35 não garantem que seja “indetectável” ”
    -“a aeronave detecta o inimigo a longa distância e lança um ataque com um míssil ar-ar de longo alcance mas sem garantias de derrubar o adversário, sobretudo se este é dotado de equipamentos radioeletrônicos modernos de interferências deliberadas”

    De outro modo sobre o Su-35 seus comentários são altamente afirmativos:
    -“As aeronaves russas são “esgrimistas” capazes de evitar os mísseis do oponente”
    -“sua alta capacidade de manobra permite derrotar qualquer inimigo”
    -“O combate aéreo moderno consiste em duas etapas”

    Eu passo! Não há o que falar! É enxugar gelo.

  28. Bosco 29 de julho de 2017 at 20:17.
    .
    Belo informativo.
    ………………………………………………………..
    Eu creio que na arena de combate a capacidade furtiva seria a melhor tática, porém não pode-se errar o primeiro disparo, em tese. E por aí vai…
    Mesmo gostando dos Flankers, a capacidade de invisibilidade é real do Raptor. Tudo é suposição, baseado em dados.

  29. Se algum comentário for no sentido de dizer que os sistemas ECMs russos ou sua manobrabilidade não vão funcionar 100% das vezes logo logo chega alguém e diz: por que vocês odeiam tanto os russos?
    Ou: por que vocês acham que os russos não são capazes de fazer pods ECM capazes de desviar os mísseis americanos? E invariavelmente vão citar o F-117 derrubado.
    Ou: por que vocês acham que os amraams são mísseis infalíveis? E vão citar o R-73
    Ou seja, simplesmente não dá!!

  30. Ivanmc,
    Em tese um caça furtivo pode errar o primeiro míssil, lançar o segundo e se errar ainda dá tempo de se evadir sem ser obrigado a partir para a “fatídica” segunda fase.

  31. Bosco 29 de julho de 2017 at20:54.

    É isso mesmo. Se o Raptor errar os disparos, em tese, a longa distância ele vai evadir-se não vai colocar tudo em risco em um dogfight com o Su-35. Por outro lado o Su-35 tem alguma capacidade BVR mais extraordinária que os caças de 4g++, até para cobrir o território Russo. Sempre em tese, em minha opinião é claro. A realidade é muito mais complexa que a minha vã filosofia.

  32. Suposições em análises sobre quem é o melhor raptor vai dar muito pano pra manga!
    Mas se houver um confronto entre Rússia e EUA vcs acham que eles vão ficar duelando com caças?
    Comecem a ler sobre o poder de destruição mútua garantida do Minuteman e Satan 2 !!

  33. Leandro Costa,
    Desculpe, não concordo. Quer saber o custo disso tudo? Seria um troco de bala, perto dos cerca de 200 bilhões de reais que o país perde todos os anos com a corrupção. Sem falar nos impostos absurdos. Pagamos impostos de uma Suíça e recebemos de volta o equivalente de uma Etiópia. Esse papo de que o Brasil não tem dinheiro só cola com o povão ignorante e desinformado. Só no rombo da Petrobras, os procuradores da Lava Jato estimam desvios entre 30 e 40 bilhões. Com todo o dinheiro do “orçamento” anual da corrupção, seria mais do que o suficiente para o Brasil ter saúde e educação dignos, comprar equipamentos de ponta para as Forças Armadas e sobraria dinheiro. Pensamento mais do que de terceiro mundo, achar que o Brasil não conseguiria operar duas ou três dúzias de SU-35 ou mesmo, por que não, esquadrões de F-35. Fico me perguntando, quantos países do mundo possuem poder econômico e quais povos do planeta aceitariam pagar pacificamente uma conta anual de R$ 200 Bi de corrupção? Para mim o Brasil é o melhor país do mundo, pois tem todos os recursos da natureza a sua disposição, porém não tem um povo digno e merecedor de viver neste solo. Os políticos pilham o país porque todos nós pagadores de impostos não fazemos absolutamente nada, baixamos a cabeça e aceitamos arcar com as consequências de nossa omissão. Dinheiro, tenha a certeza que o país tem e muito, para colocar em prática qualquer grande projeto de interesse público, para o crescimento, desenvolvimento e soberania nacional.

  34. Bosco 29 de julho de 2017 at 20:14
    Pois é. E teve gente que não viu nada demais. Eu iria até colacionar partes do texto, mas não tive estômago.
    Abraços

  35. Existe uma tendencia de certos autores de sempre esquecer a aviacao naval.
    Eu queria ver uma analise Super Hornet X Su-35.

  36. O cara eh um especialista em contar lorotas , kkkkk, na verdade ele ganha pra promover este caça que nasce com vinte anos de atraso , ele deveria ser comparado ao F15 e Rafale , mas nao causa estranheza esta sputnice , certamente perceberam que nao poderao comparar o pak fa ao F22 pois o pak fa ainda vai demorar ! #esperarrussosehruim

  37. Depois que inventaram misseis IR com capacidade all aspect não há manobra que salve alguém, a não ser um bom sistema de autodefesa (chaff, flare, DIRCM etc.). Tiro canhão? Desde o Vietnan não se usa mais.

  38. Se aquela “paradinha” que o Su-35 dá no ar, nos shows aéreos, fot de fato uma manobra de dogfight, é um alvo perfeito! Imagina, um avião daquele tamanho, parado por uns segundinhos…..aí até de canhão, Cel. Nery!!
    O caça russo é fantástico, com certeza. Mas a matéria é uma propaganda…..mais uma da sputnik. Normal, vindo dela.

  39. Eita pessoal que chora, o giro em torno do próprio eixo em vôo sustentado é ainda quando o caça inimigo está muito longe e aí o SU35 nesta manobra tem a capacidade de escanear quantos adversários são e quais capacidades eles tem.

    Mísseis BVR tem um falha, a manobra da cobra citada explora essa falha, oque consiste a falha ? Alguém lembra oque os britânicos usavam para confundir os radares alemães na WWII ? Pois é, tratasse de quebras no espectro, a cabeça do míssil ia começar a ver coisas que no deveria or até perder por instantes o alvo de suas visão, isso acontece porque as ondas começam a se dispersar em volta da aeronave em vez do famoso “bate e volta”.

    Mísseis guiados por calor, aí nem vamos entrar nessa discussão, só ver oque aconteceu na Síria, as empresas confiam demais em seu desenvolvimento e na hora dá merda.

    Enquanto a manobra de combate a curta distância com giros em queda, devo lembrar que caças voam em velocidades muito constantes e altas, se um SU 35 tiver com seu inimigo em suas “6” e resolver fazer a manobra do “escorpião” e deixar seu adversário momentaneamente em cima de você e um pouco a frente, nesse momento ele já teria a vantagem de poder disparar seu canhão or travar um míssil.

  40. toda a matéria vai contra a logica. Se os su-35 são plenamente capazes perante a quinta geração, por que o PAK FA então? lembrando que os russos não nadam em dinheiro para se dar ao luxo de apostarem fixas em um projeto cujo outro caça seria capaz de fazer. Eles sabem da necessidade do desenvolvimento da quinta geração porque nunca antes estiveram tão atrasados em relação ao ocidente, que ja começou testes de caças não tripulados ( 6° geração ) EMBARCADOS!
    E isso de ser uma verdade absoluta que o su-35 é “o caça da quarta geração” não passa de opinião! na minha mesmo, tal posto é do F-15, o caça contemporâneo mais vitorioso em ação.

  41. A histeria tomou conta, vocês realmente leram a matéria?
    Alguém coloca o comentário do J.Silva no final pra ver se ajuda a parar com a choradeira…

    DSC 29 de julho de 2017 at 15:12
    Você tem a fonte para estes dados porque me parece meio forçado dizer que é melhor em qualquer situação….
    vou te ajudar, você precisa de um gráfico destes pra fazer apenas uma de suas afirmações a respeito de taxa de curva sustentada:
    http://forumimage.ru/uploads/20110308/129958719351004937.jpg

  42. O míssil bvr ou de curto alcance disparado ao seu linear de alcance máximo pode ser desviado por uma aeronave com um bom sistema de alerta aérea antecipado,alerta de mísseis e manobrabilidade. O míssil quando chega no seu alcance final perde energia.

  43. Flanker,
    Também não entendo nada de cirílico. Mas posso explicar o gráfico a partir dos comentários…
    Seguinte.:
    Eixo Y = Força G
    Eixo x = Velocidade km/h
    Linha contínuo Su-27
    Linha tracejada F-16
    As curvas são representações do desempenho das aeronaves para determinada altitude.
    Para achar a taxa de curva aproximada basta usar a fórmula:
    Taxa de giro (º) = [(36*força G)/Velocidade (km/h)]*180

  44. Forçação de barra, esses dois aviões não competem entre si.
    Primeira lei da técnica de camuflagem: “Ver sem ser visto”, ou seja, o F-22 pode ver, mas não pode ser visto.
    Sem chances para o caça russo neste caso. Não existe essa competição.

  45. Antonio de Sampaio, o F-22 é invisível?
    Aprendi mais uma.
    Enquanto o Su-35 e o F-22 estiverem na ativa competirão entre si com possibilidade pelo menos teórica de ter um confronto real algum dia.

  46. Senhores, acredito que a cultura do super trunfo esta muito difundida entre alguns comentarios. Detalhe, faltam conhecimentos minimos de fisica para quem acredita que essa manobra de segurar o avião no ar em combate aereo seja altamente produtiva.
    As proporcoes de aceleracao, velocidade, distancia e tempo em um combate aereo a quase 2000Km/h ou 550m/s NINGUEM pode se dar o luxo de ficar 20 segundos girando no ceu ! Eh pura fisica e matematica.

  47. Leva aquele que primeiro atirar sem ser detectado.
    Nesse caso a furtividade é essencial. Não fosse assim, a Rússia não precisaria do T-50.

  48. Alguém sabe se o Gripen E será capaz de, via datalink, utilizar a antena dos radares AESA dos demais Gripens da esquadrilha (do ala, por exemplo) não apenas para “enxergar” o que o outro enxerga, mas sim para efetivamente usar e combinar seus módulos T/R, de modo a aumentar a área de antena e, portanto, conseguir aumentar o alcance de detecção além daquele que conseguiria sozinho?
    Não sei se isso é possível…

  49. Meus caros,
    .
    a despeito de tudo que se possa dizer sobre tecnologia, a capacidade humana de lutar para sobreviver diante de tudo e todos tem que ser levada em consideração…
    .
    Prova disso é o que ocorreu quando do abate do SU-22 sírio por um caça F/A 18-E americano de 4ª geração naquele teatro de operações. O caça americano muito mais moderno teve de fazer duas salvas de mísseis para poder abater o “enferrujado” SU-22 sírio.
    .
    Primeiro lançou um modernoso Sidewinder AIM-9X, e o desesperado piloto do SU efetuando manobras de escape imediatamente disparou suas iscas incandescentes logrando exito em escapar, ato continuo o piloto do F/A 18 disparou seu míssil AIM-120 AMRAAM guiado por radar que acabou por impactar a aeronave síria.
    .
    Pois é meu caros, na hora do desespero, por vezes, piloto de “lata velha” vira Barão vermelho…
    .
    O AIM-9X é a versão mais recente de uma família de mísseis bem comprovada e não se espera que seja enganado por “iscas” ou falhe contra aeronaves tão obsoletas…
    .
    Grato

  50. “Antonio de Sampaio 30 de julho de 2017 at 13:11
    Forçação de barra, esses dois aviões não competem entre si.
    Primeira lei da técnica de camuflagem: “Ver sem ser visto”, ou seja, o F-22 pode ver, mas não pode ser visto.
    Sem chances para o caça russo neste caso. Não existe essa competição.”

    errado, aeronaves furtivas no foram feitas com proposito de combater outras aeronaves, a furtividade foi desenvolvida para que as aeronaves pudessem entrar em espaço aéreo inimigo e lançar ataques contra áreas importantes inimigas, só que depois de um tempo foi visto que os russos tinha tecnologia para detectar essas aeronaves e ai os norte americanos alteraram suas tácticas e nasceu o F-22, porque o F-22 é frágil por causa de sua furtividade ? alguém sabe responder ?
    porque se ele disparar qualquer míssil ele perde sua vantagem em campo e sabemos que ele no é tão manobrável para um combate de proximidade com misseis guiados por calor.
    acham mesmo que os nortes americanos iriam confiar um combate contra um SU-35 a um míssil BVR ? só lembrar quanto custa um F-22 e vai ver que eles nunca vão voar sozinhos oque já condenada sua furtividade, provável que eles vão andar com F-18 or F-15.

    Henrique de Freitas 30 de julho de 2017 at 17:57
    ‘Senhores, acredito que a cultura do super trunfo esta muito difundida entre alguns comentarios. Detalhe, faltam conhecimentos minimos de fisica para quem acredita que essa manobra de segurar o avião no ar em combate aereo seja altamente produtiva.
    As proporcoes de aceleracao, velocidade, distancia e tempo em um combate aereo a quase 2000Km/h ou 550m/s NINGUEM pode se dar o luxo de ficar 20 segundos girando no ceu ! Eh pura fisica e matematica.”

    a manobra pode durar no máximo 10 segundos em combate, e sim ela é produtiva, porque o avião começaria a usar todos os seus radares direcionados a todos os lados “menos para o solo”, significa que a chance de um caça furtivo escapar é um pouco menor, quer um exemplo ? é a mesma táctica que usam para captar submarinos utilizando sonares com vários ângulos de visão, a furtividade do F-22 por exemplo só funciona em alguns ângulos, em outros é acusado a sua presença “significa que de frente ele parece um beijar flor. de lado e de costas ele é um F-22”.

    “Adriano R.A. 30 de julho de 2017 at 18:09
    Leva aquele que primeiro atirar sem ser detectado.
    Nesse caso a furtividade é essencial. Não fosse assim, a Rússia não precisaria do T-50.”

    errado, se um piloto se preocupar em atirar primeiro, ele já perde o combate neste exato momento.
    O PAK FA T-50 está sendo desenvolvido para ter a possibilidade de entrar em áreas sem ser detectado, mas o Russos no se preocuparam tanto com furtividade, sabe porque ? porque se eles tivessem preocupado com isso teriam mudados os aspectos dos vectores do motor, mas eles no alteraram, porque a furtividade que eles querem é apenas por pouco e curto espaço de tempo, o suficiente para aproximar o caça a um combate de proximidade.
    o SU-35 no tem essa furtividade e fica a espera de um primeiro disparo para se aproximar, o PAK FA T-50 no necessita deste disparo e ele pode se aproximar indo de frente ao F-22, ai está o verdadeiro motivo dos Russos ter o PAK FA.

  51. “Alguém sabe se o Gripen E será capaz de, via datalink, utilizar a antena dos radares AESA dos demais Gripens da esquadrilha (do ala, por exemplo) não apenas para “enxergar” o que o outro enxerga, mas sim para efetivamente usar e combinar seus módulos T/R, de modo a aumentar a área de antena e, portanto, conseguir aumentar o alcance de detecção além daquele que conseguiria sozinho?
    Não sei se isso é possível…”

    o Gripen foi a pior escolha que o brasil teve, e porque escolheram eles ? todos sabem que os generais brasileiros e o ministro da defesa são fantoches e se guiam pelo fanatismo americano, sabe porque foi a pior escolha ?
    o famoso Gripen tem um data link que só pode conversar com outros Gripen. eles no podem se comunicar com nenhum Helicóptero existente em nosso arsenal e nenhuma outra aeronave, só o KC-390 tem um data link que pode ser compatível com algumas alterações de software.

    me lembro que muitos gritaram e demonstraram felicidades pelo Brasil ter rejeitado o convite para adquirir SU-35 e ter parte da tecnologia repassada, mas se o Brasil tivesse feito aquela aquisição, eles teriam em suas mãos um dos melhores radares e ainda poderia utilizar os Helicópteros Russos adquiridos para ter um data link mais amplos, como também poderia fazer um Radar baseado em cima do Radar Russo e ter ampliado as capacidades das aeronaves que tem no arsenal.

  52. Praefectus,
    Pois é! Tudo está sujeito a falhas, até pods de ECM.

    Clésio,
    Interessante é o piloto optar por usar um “amraam” depois do AIM-9X errar. O mais certo seria utilizar outro 9X.
    E engraçado é que o 9X trancou no alvo antes de ser lançado e mesmo assim errou. O fabricante tem que dar algumas explicações.

  53. Vi um AIM-9X de perto, é pequeno, muito compacto.
    Dois AIM-9X e dois AIM-120 representam o armamento ideal para um caca leve.

  54. Roberto,
    Se for possível fazer a triangulação (utilizando um segundo caça, por exemplo) para determinar a distância do alvo, até pode, caso contrário não, a menos que o caça se aproxime do alvo e tranque o Amraam no modo LOBL. O caça não utilizaria seu radar mas o míssil sim. rsrsss

  55. Gostei das discussões, finalmente as discussões aqui realizadas pararam de dizer que o Gripen é a melhor aeronave do universo e colocaram ele como melhor alternativa face ao custo benefício, onde entra, preço por unidade, armamentos, hipóteses de emprego, realidade político orçamentária do país…

  56. Italo, bom saber que alguém além da USAF tem as informações mais precisas sobre o RCS do F-22. Tendo essas informações, o que você escreveu parece até plausível… só que não hehehehe

  57. Italo,
    Fico admirado como alguns aqui, como você, fazem colocações, como as que você fez, sem usar os famosos e apropriados “eu acho” ou “na minha opinião “. Você fez uma série de colocações em tom afirmativo, como sendo a mais inquestionável das verdades.
    Aeronaves de combate, assim como sistemas de armas que elas carregam, podem ser passíveis de falhas e os pilotos passíveis de erros. E isso independe da nacionalidade decquem fabrica e de quem pilota.
    Partindo do seu princípio, os EUA podem aposentar os F-22 e abortar o desenvolvimento dos F-35. De nada adiantam suas qualidades furtivas. São inócuas frente às capacidades dos vetores, sistemas e armas russos.
    Nada é definitivo. Tudo está em constante mudança. Por isso, tudo que se afirma hoje pode não ser mais válido amanhã.
    Por isso, não tenho tanta certeza como você das capacidades dos equipamentos russos. Assim como não acho que os equipamentos americanos são invencíveis.
    Mas, como citei no início, essa é apenas minha opinião!

  58. Sim eu posso afirmar os dados sobre o F-22, são informações contidas em documentações de exportação que a otan tem, sobre as capacidades de Russas de manobras serem ou não boas contra misseis BVR, bom ai para argumentarem precisam de no mínimo um pouco de experiência com esse radares e um pouco de estudo na área.

    É bem simples de entender e eu no preciso usar “eu acho”
    As informações do RCS do F-22 está disponível a otan a bastante tempo
    Enquanto as afirmações de que uma manobra pode tirar o míssil BVR de seu trilho “isso é o básico da física”

  59. Italo,
    O F-22 pode detectar o Su-35 de uma distância umas 6 x maior do que pode ser detectado por este. É dito que no mo TWS o Su-35 pode ser detectado pelo radar do F-22 a mais de 250 km enquanto o caça americano só seria detectado a menos de 35 km pelo PESA do rival. Se o IRST do Su-35 for colocado na equação é indiferente.
    Ambos os caças têm mísseis BRRAAMs de igual alcance, na faixa de 100 km. O F-22 ainda não tem o AIM-120D e o K-77 ainda não está operacional. De qualquer forma o caça russo não tem como fazer uso de seu míssil BVR contra o caça americano enquanto que este tem muito tempo para melhor se posicionar para atacar o caça russo.
    O Su-35 pode lançar chaffs e ser dotado de pods de ECM de autoproteção. O F-22 é especialmente furtivo justamente na faixa do radar do míssil R-77 e igualmente pode lançar chaffs.
    Muito provavelmente o F-22 não tem um sistema ativo de interferência para autoproteção mas seu radar AESA APG-77 pode funcionar como potente interferidor na banda X que é a banda típica dos radares dos caças. Sem falar que o radar do F-22 opera no modo LPI, sendo difícil de ser detectado pelo RWR inimigo quando de longa distância.
    Um par de Amraams lançados de 100 km de distância pelo Raptor não é notado pelo caça alvo. Está muito longe e desliga seu motor nos primeiros 10 segundos da trajetória (que pode ser de mais de 70 segundos) além de subir para 30 km de altura, onde o ar é mais rarefeito e muito frio. O IRST teria dificuldades de detectar tanto o lançamento quanto o míssil em si. O radar do Su-35 idem. O RCS de um amraam é de cerca de 0,01 m² e não é normal um radar de caça estar procurando coisas a 30 km de altura, principalmente se movendo a Mach 4 e de tamanho reduzido. Ah! O motor do amraam não emite fumaça, o que dificultaria sua localização de dia se o disparo fosse feito na distância visual, que não é o caso.
    Somente quando o míssil ligasse seu radar miniaturizado é que o caça russo seria alertado que está sob ataque e aí faltaria apenas alguns segundos para o impacto. O caça russo tentaria manobrar, lançar chaffs e flares e acionaria o interferidor ativo. Os mísseis amraam’s mergulhariam sobre o alvo em alta velocidade e com alta capacidade de manobra e sua cabeça de busca com capacidade ECCM avançada, incluindo capacidade HOJ, tentaria achar o alvo no meio da interferência e dos despistadores.
    Até aí o Su-35 não teria feito nada além de tentar sobreviver.

    Um caça stealth pode se dar ao luxo de ir combater na arena visual ou não. Ele tem opção de não aceitar a “dança” e simplesmente se evadir, mas supondo que o piloto americano já tenha lançado 4 amraams contra o inimigo (sobrariam ainda 2 para serem lançados na NEZ imediata e até no modo LOBL) e ainda assim resolva ir lutar com facas, ele tem “quase” os mesmo recursos para o combate aproximado que o caça russo.
    Uma hipotética maior manobrabilidade do caça russo (eu considero um F-22 limpo mais manobrável que um Su-27 com penduricalhos) é irrelevante tendo em vista que por melhor que seja em comparação com o caça americano seria insuficiente para escapar de um míssil de 5ª Geração. Ambos se forem pegos na NEZ do míssil inimigo estarão fritos se dependerem só da manobrabilidade para escaparem. Também essa hipotética maior manobrabilidade não garante que o caça russo posicione seu caça de forma mais apropriada para entrar no campo de visão do míssil de curto alcance. Até onde se sabe isso é irrelevante tendo em vista mísseis all-aspect e com HOBS.
    O caça russo tem sim uma singular vantagem sobre o caça americano no combate aproximado que é a utilização de um HMS. O caça americano já utiliza o AIM-9X mas ainda não tem integrado um capacete com mira para o dito cujo.
    Essa é a única vantagem do caça russo sobre seu rival americano. Uma ligeira vantagem na arena visual que deve ser corrigida provavelmente lá pelo ano 2020 quando o F-22 deverá integrar um HMD. Mas de qualquer forma o míssil AIM-9X tem um HOBS bem amplo e um bom piloto pode ir confiante para o combate visual principalmente se sentado no cockpit de um Raptor.
    Ambos os caças têm mísseis de 5ªG, MWS, lançadores de flares, manobrabilidade adequada para lançarem seus mísseis (e insuficiente para fugir deles). Não há o que se falar em grande vantagem do Su-35 na arena visual em relação ao F-22. Há uma vantagem sim, pelo que citei, mas é uma vantagem relativa. Muito diferente da “imensa” vantagem que o caça americano tem na arena BVR.

  60. Italo, vou convidar vc pra ministrar uma palestra sobre data link pros “fantoches” na COPAC. Nossa, vc manja mto! Imagino que deve ter se formado no ITA. Ah, aproveita e fala alguma coisa sobre o Gripen que ninguém conhece ainda.

  61. Eu ainda vou patentear minhas plaquinhas metálicas com desenho de caças nelas… Já bolei até o nome: EM = Engana Míssil.

  62. Amigos,
    .
    não vamos esquecer(e isso altera tremendamende os fatores…) que os russos tem na manga a carta chamada radar de banda-L.
    .
    O bichao existe, e obviamente como nao poderia deixar de ser este sistema é tratado com o maior sigilo.
    .
    Já comentei sobre isso em outro post. Os russos desde a década de 90 trabalharam na pesquisa, e a posteriori inicio desta década, no aprimoramento e planejamento de produçao deste equipamento…
    .
    As informaçoes sobre as reais capacidades, e uso em que serie….sao classificadas, óbvio.
    .
    A meu ver, o apice desta tecnologia se dará quando da introduçao do T-50 no inventario operacional da VKS.
    .
    Grato

  63. Italo 30 de julho de 2017 at 19:00
    .
    Olha Italo, eu não sou especialista, e não quero corrigir ninguém, porém o Gripen pode sim comunicar-se com outros caças e seus sistemas de armamentos são abertos, não seria uma tecnologia fechada para o país que vai utilizar, que compra-lo melhor dizendo. Você pode pesquisar aqui mesmo no PA ou no site da SAAB. Embora, eu gostaria que o Brasil adquire-se os Flankers ou Hornets, mas acho que se o Gripen NG entregar o que promete será uma bela alternativa para as pretensões da FAB. Nesse viés, a FAB teria que ter uns 110 NG para uma dissuasão de defesa satisfatória, na minha opinião de entusiasta.

  64. “Os motores russos com impulso vetorial omnidirecional são reconhecidos entre os melhores no mundo…”
    *
    Que eu me lembre, o F-22 também possui motores com impulso vetorial.
    Só a omissão desta informação no texto já lhe tira credibilidade na argumentação.
    Sds.

  65. A turma que reza no templo de Onan com a foto do Putin sem camisa está apostando demais no Radar de banda L. Será que esse aludido radar quando pronto irá trazer a pessoa amada em 3 dias também?

  66. Wellington
    As outras variáveis ( o nível de treinamento ou a doutrina ou as condições meteorológicas ou o nível de apoio externo, etc.), muitas delas subjetivas (ex: a sorte), não têm como serem expostas para análise. Há de se partir de dados técnicos objetivos disponíveis.
    Se quiser chamar de super trunfo, ok, mas é nisso que os projetistas se baseiam para formular os requisitos operacionais dos seus caças.

  67. Acho que dificilmente veremos combates entre o F-22 e o SU-35, primeiro pois apenas os EUA operam o F-22, segundo que em caso de combates entre os EUA e algum comprador do SU-35, este combate se daria com o inimigo dos EUA com suas defesas bastante degradadas, pois a doutrina norte americana é baseada numa saraivada descomunal de mísseis de cruzeiro na fase inicial,vindo na sequencia os B2, B1, etc… Me parece que não mudou muito desde 1991 ( a doutrina). Neste caso, imagino esquadrilhas de F-22 com amplo apoio AWACS, lutando contra um ou outro SU-35 “renegado” .

    Em relação ao F35 x SU-35, temos mais chances, pois Israel vai operar o primeiro e provavelmente o Irã o segundo, tendo este talvez a companhia do PAK-FA. Ainda neste cenário, Israel não deve ter o poder de um ataque tão eficaz com misseis de cruzeiro contra alvos persas, então possivelmente teríamos a oportunidade de vermos escaramuças por alguns dias. Minha aposta (e torcida descarada) ficam com os “Adir”.

  68. Não haverá combates entre essas duas aeronaves, exceto claro nos exemplos em que o forista Rodrigo citou, em outro cenário é improvável, se esses titãs se digladiarem não serão com caças.

  69. Muitas análises tecnicas que deixaram esse debate bem interessante.

    Graças a Deus até hoje não pudemos comparar na vida real quem seria vencedor desse duelo (pois se tivesse acontecido, muitos de nós talvez nem estivessem mais aqui rsrsrsrsrs…..). O fato é que americanos se baseiam em uma estratégia e russos em outra…… Ninguém aqui pode dizer qual é a melhor pois simplesmente estamos comparando os dados dos aviões apenas. Para poder dar uma resposta mais clara e aproximada, precisariamos colocar tantas questões em pauta que talvez tivessemos que fazer um blog so para essa análise.

    Então por favor, não importa sua torcida, parem com esse negocio que um é melhor e que vence o outro…..vamos nos ater as capacidades de cada avião e qual a melhor estratégia para que cada um poderia usar para atingir seu oponente, mas sem aquela tão carimbada falação que aqui tem de JÁ GANHOU……..

  70. Eu pelo menos evito essa do “já ganhou”. O que digo é que no caso do F-22 x Su-35 há vantagens de hardware do caça americano em relação ao caça russo no que concerne ao combate BVR. Já na arena WVR há uma relativa vantagem do caça russo.
    Essa pequena vantagem do caça russo no combate WVR irá desaparecer quando o F-22 for dotado de HMS/D.
    Em relação ao F-35 e o Su-35 também vejo uma vantagem de hardware do caça americano em relação ao caça russo relativo ao combate BVR e supondo que o F-35 esteja dotado de um par de mísseis SRAAMs também vejo vantagem para o caça americano no combate WVR.
    Vale salientar que um F-35 dotado só de mísseis Amraam não está totalmente desarmado no combate visual tendo em vista que o míssil AIM-120 tem boa capacidade contra ameaças no alcance visual, inclusive puxando 40 g dentro da NEZ.
    O F-35 deverá ser capaz de levar internamente 6 amraams a partir de 2020 e há informações que o CUDA está sendo levado adiante no seu desenvolvimento. Até 12 poderão ser levados nas baias internas do F-35 e do F-22.
    Se os operadores irão aproveitar essas vantagens objetivas (de equipamento), aí não entro no mérito porque não dá pra saber, mesmo porque cada combate é particular.

  71. Tenho uma dúvida sincera…
    Estava assistindo alguns vídeos dos sensores do aim-9x ao ser disparados contra alvos e me deparei com um questionamento sobre a formação de imagem.
    Seguinte, no inicio do disparo o alvo aparece como um objeto pontual na imagem a medida que o míssil se aproxima conseguimos detalhar a aeronave, será que o mesmo fenômeno ocorre em relação ao processamento do míssil para seleção de alvo e guiagem? Se for este o caro, então seria possível enganar o míssil com Flares justamente neste momento em que a resolução do alvo no sensor não é suficiente para identificação. Também levanta dúvida se o sensor possui algum tipo de zoom óptico que o ajudaria muito na identificação (ainda assim existiriam limites).
    .
    Agora assumindo que de fato seja possível enganar o míssil devido a falta de resolução do sensor em longas distâncias temos um implicação extremamente interessante.
    Uma simples mudança no tempo de queima dos flares pode fazer a diferença entre o míssil ignorar uma isca ou não e:
    ->As aeronaves precisam está realmente próximas para os mísseis “all-aspecte” serem de fato “quase imunes” a contra-medidas.
    .
    Pra terminar gostaria de lembrar que não é porque o míssil **pode** ser disparado de qualquer posição que ele **deva**, certamente os parâmetros de letalidade variam muito em relação ao posicionamento mais favorável. Então não joguem a manobrabilidade fora ainda senhores, como
    um comentarista disse, daqui a pouco vão falar que o negócio mesmo é awacs com mísseis bvr kkk.

  72. Comparação super trunfo e também torcida apaixonada, a comparação é meramente empírica, são aeronaves com propósitos diferente para objetivos a serem executados em possíveis cenários, e existe uma equação que não tem como refutar tanto míssil como munição não são infinitos, e pelo cometários de alguns mais afoitos, parece que se houver algum combate vai ser 1×1, é claro que o sputick e oficial estaduniense vão falar o oposto, e sobre o míssil que não derrubou o Su-22 da Síria vai ver que faltou dolar para comprar as contra medidas padrão Russia.

  73. Melhor que os especialistas militares são os da internet. São os melhores de todos, me divirto demais com esses comentários baseados no puro e simples achismo. Graças, a Deus, que o mundo acadêmico passa bem longe de chutômetro!

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