Home Aviação de Caça Um caça Su-35 pode ‘jammear’ mísseis AMRAAM?

Um caça Su-35 pode ‘jammear’ mísseis AMRAAM?

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Pod de ECM Khibiny na ponta da asa de um caça Su-35

Segundo oficiais da reserva da Força Aérea dos EUA, os caças ocidentais têm um potencial calcanhar de Aquiles: os mísseis ar-ar de longo alcance AIM-120 AMRAAM podem não ser capazes de atingir uma aeronave inimiga, graças a novas técnicas de interferência de radar.

A questão veio à tona, pois as tensões continuam a aumentar com a Rússia e um potencial conflito entre as grandes potências é mais uma vez uma possibilidade — mesmo que seja remota.

“Nós —, o Departamento de Defesa dos EUA — não conseguimos métodos adequados para combater o ataque eletrônico por anos”, disse um oficial sênior da Força Aérea com ampla experiência no caça F-22 ao The Daily Beast. “Então, enquanto somos furtivos, temos dificuldade em avançar no Ataque Eletrônico para atingir uma aeronave inimiga, como um Sukhoi de fabricação russa, e nossos mísseis terão dificuldade em acertá-la”.

O problema é que muitos adversários potenciais, como os chineses e os russos, desenvolveram sistemas avançados de memória de radiofrequência digital (DRFM – digital radio frequency memory). Estes “jammers” (bloqueadores de radar), que efetivamente memorizam um sinal de radar de entrada e o repetem de volta para o remetente, prejudicam seriamente o desempenho de radares.

A ECM DRFM produz alvos falsos ao redor do caça protegido

Pior, esses novos bloqueadores essencialmente cegam os radares pequenos encontrados a bordo de mísseis ar-ar como o Raytheon AIM-120 AMRAAM, que é a principal arma de longo alcance para todos os aviões de combate dos EUA e da maioria dos aliados.

Isso significa que poderá ser necessário lançar vários mísseis para matar um caça inimigo, mesmo para um avião furtivo avançado como o Raptor. “Enquanto os números exatos de Pk [probabilidade de matar] são classificados, digamos que não vou conseguir matar esses caras um por um”, disse o alto oficial da Força Aérea. É o “mesmo problema” para caças americanos anteriores, como F-15, F-16 ou F/A-18.

Outro oficial da Força Aérea com experiência no novo caça furtivo F-35 Joint Strike Fighter concordou. “O AMRAAM teve algumas excelentes atualizações ao longo dos anos, mas no final, é uma tecnologia antiga e não foi realmente projetada contra o Ataque Eletrônico significativo de hoje em mente”, disse o oficial.

F-35 lança um AIM-120

O principal míssil ar-ar BVR do Ocidente, o AIM-120 AMRAAM, tem um buscador terminal de radar de banda X ativo usando um transmissor de estado sólido e um processador de freqüência de rádio incorporado. Os únicos comprimentos de onda em que o AMRAAM opera é a faixa de freqüência de banda X de 8-10 GHz, que é fácil de ser bloqueada pelos sistemas de ECM russos Sorbitsya com capacidade DRFM e os novos pods de bloqueio KNIRTI Khibiny carregados pelas variantes do Flanker.

O sistema de interferência KNIRTI L175M Khibiny M usa múltiplas técnicas, incluindo DRFM e spot-jamming, com as quais o AMRAAM é particularmente suscetível.

O bloqueio de DRFM (memória de radiofrequência digital) ou o bloqueio de repetição é uma técnica de repetição que manipula energia de radar recebida e retransmite-a para alterar o eco que o radar vê. Esta técnica pode mudar o alcance que o radar detecta, alterando o atraso na transmissão de pulsos, a velocidade que o radar detecta, alterando a mudança doppler do sinal transmitido ou o ângulo para o avião usando técnicas AM para transmitir nos lóbulos laterais do radar.

O recurso home-on-jam (HOJ) do AIM-120B/C/D funciona quando o receptor do míssil detecta sinais que não vieram do seu transmissor, e trava na fonte que os transmitem.

Buscador do AIM-120 AMRAAM

Mas o recurso HOJ não funciona contra o DRFM.

O DRFM usado no KNIRTI é mais avançado; o DRFM digitaliza o sinal recebido e armazena uma cópia coerente na memória digital. Quando necessário, o sinal é replicado e retransmitido. Sendo uma representação coerente do sinal original, o radar transmissor não será capaz de distingui-lo de outros sinais legítimos que ele recebe e processa como alvos.

À medida que o sinal é armazenado na memória, ele pode ser usado para criar alvos falsos por trás (bloqueio reativo) e à frente (bloqueio preditivo) do alvo destinado à proteção. O KNIRTI vai um passo adiante, gerando sinais que indicam uma distância falsa e localização para a orientação passiva no HOJ.

O bloqueio de ponto (spot jamming) ocorre quando um jammer foca toda a sua energia em uma única freqüência. Embora isso reduza severamente a capacidade de rastrear a freqüência bloqueada, um radar de agilidade de freqüência dificilmente seria afetado porque o jammer só pode bloquear uma freqüência por vez. No entanto, o AIM-120D só pode operar na faixa de freqüência da banda X.

Diz-se que o jammer KNIRTI L175M é um ECM efetivo contra os radares AESA mais avançados, portanto ele pode facilmente confundir a cabeça de detecção do radar do AMRAAM.

A Rússia também produz outros sistemas de ECM, um deles é o SAP 518, usado no Su-30 e no Su-34. O SAP 518 é da classe DRFM também e é produzido pelo KNIRTI (Kaluga Research Radio Engineering Institute).

O fabricante diz que ele opera na faixa de 2-18 GHz e também é feito para jammear mísseis ar-ar guiados por radar como o AIM-120.

Veja no vídeo abaixo um vídeo do fabricante, mostrando como jammer desvia o míssil guiado por radar, devolvendo ecos que fazem o míssil seguir um alvo falso.

Su-35S com pods de ECM Khibiny
Su-34 com pods de ECM Khibiny nas pontas das asas

Por dentro do ECM KNIRTI L175M Khibiny na MAKS 2017

123 COMMENTS

  1. Essa matéria é igual aquela do “Su-24 que paralisou um Destroyer dos EUA”….rs!

    Daqui a pouco aparece algum fanático a afirmar que os caças russos são imunes aos mísseis ocidentais, especialmente o AIM-120 AMRAAM. Ou então para afirmar que os pilotos ocidentais devem “aprender a se esgueirar de seis famílias de mísseis BVR e quatro de mísseis IR”

  2. Tireless, a notícia do Su-24 bloqueando Aegis certamente é fake, mas o DRFM é real e funciona.

    O AIM-120, mesmo com as novas versões, avançou pouco em termos de Electronic counter-countermeasures (ECCM), até pelas próprias limitações do tamanho do míssil.

    As ECM avançaram muito mais nesse período.

  3. Galante, A chance do AIM-120 acertar o alvo é a mesma do ECM russo em jammeá-lo. É 50/50. Achar que o AMRAAM tornou-se simplesmente inefetivo da noite para o dia, como aduz o texto, é sandice. Ademais não custa lembrar que apesar de ser o principal o AMRAAM não é o único míssil BVR do ocidente. Temos também o Meteor.

  4. Engraçado, acreditar num caça que vive dando problemas e que está com um bocado de limitações muitos fazem, mas acreditar num sistema que vem sendo aprimorado para contrapor as ameaças ocidentais não é certo, é fake news…
    Os EUA com toda certeza já devem estar desenvolvendo um novo meio para lidar com esse tipo de ameaça, pois não é de hoje que a Rússia trabalha sua estratégia bélica na reação (esperar as ações americanas no que cerne a armamentos e reagir criando o contraponto, ou contra medida) a questão é que na minha opinião está no que foi citado no texto, o momento é de tensão, desde a Guerra Fria 1.0 EUA e Rússia nunca estiveram perto de um conflito direto como hoje estão na Sìria, ou mesmo em Malorussia (novo estado que nasce no leste ucraniano) e isso sim é preocupante…mas, como dificilmente haverá confronto direto entre os titãs, aguardo a contra contra medida estadunidense rs.

  5. HMS Tireless, sua torcida vai adiantar tanto quanto a torcida dos americanos contra os SAM no Vietnã. É preciso ser racional e não tentar se enganar.

    As ECM russas são efetivas, tanto é que oficiais da USAF reclamaram do problema em 2014.

    O Meteor vai ser vulnerável a contramedidas assim como o AIM-120. Míssil erra e com ECM erra mais ainda. Por isso não dá para confiar 100% em míssil ar-ar.

  6. E se o missil for guiado até o SU por meio de outra fonte que nao o seu proprio radar ? Uma fonte maior, mais poderosa contra o jammer?

  7. Isso aí é um jogo de gato e rato mesmo. Os russos estão correndo atrás do tempo perdido (dentro do possível) e os americanos estão cientes disso.
    .
    Mas me parece mesmo que estão pedindo dinheiro para desenvolver um novo míssil

  8. O jogo de gato e rato continua, mas o mesmo deve valer para os Russos, afinal o ocidente não parou no tempo quando o assunto é ECM. Cabe dizer que vários vetores ocidentais possuem ainda iscas rebocadas que aumentam a capacidade de sobrevivência do vetor.

    Os Russos devem ter tido muito feedback dos seus clientes Árabes e Asiáticos mas décadas da guerra-fria. Seus clientes sofreram muito nas mãos das forças aéreas equipadas com vetores ocidentais com ECM no estado da arte.

    Os Mig-21 e 23 não possuíam interferidores internos e nem casulos compactos úteis em operações Ar-Ar. Esse aprendizado foi levado ao Mig-29S e Su-27 e afins.

    As informações sobre a eficiência dos mísseis R-27 SARH e R-77ARH são, no mínimo, nebulosas. Como funciona o engajamento múltiplo dos vetores russos usando o R-27? É possível mesmo sob interferência pesada?

    É necessário certo ceticismo. Não é da noite para o dia que o tabuleiro muda.

  9. Galante, não é torcida mas sim a realidade. O sensacionalismo está em achar que os Pod ECM russos serão 100% efetivos o tempo todo tal como o texto leva a crer. A mesma chance que o Pod russo tem de Jammear um AMRAAM é a mesma que o míssil, assim como o Meteor, têm de acertar o alvo. Mísseis erram o alvo assim como as ECMs falham em jammeá-los. E os oficiais da USAF estão corretos em reclamar afinal se uma ameaça aumenta de potencial nada mais justo que respondam à mesma não é!?

    E outra: Se o AMRAAM e o Meteor vão invariavelmente falhar contra a ECM russa a recíproca, ou seja os R-77 russos falhando contra a ECM ocidental, é verdadeira?

  10. Nos conflitos recentes, IIG para frente, sempre que armamentos/equipamentos ocidentais enfrentaram armamentos/equipamentos russos (soviéticos antigamente) levaram vantagem, com raras e pontuais exceções.

    Não sou eu que estou dizendo, é a história.

    Mas não deixa de ser divertido que de tempos em tempos apareça uma noticia que algo extraordinário inventado pelos russos (agora também pelos chineses), capaz de suplantar o protagonismo americano no mundo.

  11. HMS Tireless, ninguém disse que as ECM russos são 100% efetivos.

    A questão é que se o AIM-120, que já não tinha uma PK muito boa contra alvos indefesos, imagine contra alvos protegidos por jammer.

    Os mísseis russos devem ser tão vulneráveis a ECM quanto os ocidentais.

  12. Gabriel 24 de julho de 2017 at 11:51
    .
    Russia e China são parceiros no desenvolvimento de tecnologias militares atualmente.

  13. Mesmo sendo repetitivo já que vou dizer o mesmo que disse quando saiu um post no Aéreo fazendo referência à tecnologia DRFM russa, se os mísseis BVR ocidentais são inúteis contra os caças russos pra que eles precisam ser supermanobráveis?
    E como se saem os mísseis russos contra a ECM ocidental que já opera ECM baseado na tecnologia DRFM há 20 anos? Até o pod Sky Shield da FAB opera por esse princípio que agora os russos alardeiam serem o “o” do borogodo?
    Sistemas de ECM baseado em interferência ativa precisa emitir na mesma frequência que o caça e mesmo sendo DRFM ele só é ligado de forma reativa e não de forma preventiva. Só se a ameaça for detectada a tempo é que ele é acionado senão ele estará irradiando e sendo detectado pelos sistemas passivos do inimigo. Será que todo míssil BVR lançado pelos caças ocidentais serão detectados com tempo para que o Khibiny seja acionado? Então porque os desenvolvedores de mísseis tentam desenvolver mísseis que não emitem fumaça ou que não emitem chamas visíveis? Por que os mísseis voam 90% da sua trajetória com o radar desligado e só o ativam próximo do alvo? Por que os mísseis são desenvolvidos para serem mais discretos possíveis se isso não faz diferença e todos, todos, todos, serão detectados a tempo das medidas defensivas serem implementadas?
    E mesmo um pod de ECM tendo muito mais energia que um míssil com seu pequeno radar do míssil, o míssil só liga seu radar próximo ao alvo e não precisaria mesmo ser grande e nem muito potente. Na verdade nem é interessante que isso seja diferente! O que importa muito mais que a potência ou a faixa de frequência é o software do sistema que oferece uma capacidade de ECCM convincente a ponto de todas as forças aéreas do mundo não terem aposentado seus mísseis guiados por radar. Muito pelo contrário. Até onde eu sei os últimos desenvolvimentos de mísseis ar-ar se dão nessa seara, como comprovam o AIM-120D, o Meteor, o Derby ER, o K77, o PL15, etc. Ou seja, parece que os projetistas de mísseis não concordam com os projetistas de sistemas ECM.

  14. Ramon Grigio,
    Sobre classe SARH R-27, por muitos anos se afirmou/afirma que os russos ainda o utiliza, por serem menos suscetíveis ao ECM, vide fraca capacidade do R-77 original frente contra medidas eletronicas e não aceitação. O que levou também a demora do aparecimento do *R-77-1 (izdeliye 170-1) nas forças russas e sua aceitação.

    * Praticamente mesmo corpo do R-77 original… mas recheio novo.
    Um Su-27SM3 com L175M Khibiny R-27EP nas asas e R-77-1 no central line na Syria

    Abraço

  15. Os projetistas de mísseis podem até não concordar com os projetistas de ECM, mas a grande realidade é que os mísseis BVR tem um desempenho muito abaixo do esperado mesmo quando usado contra adversários sem ECM, é só procurar saber quantos abates BVR verdadeiros houve já história, muito pouco e invariavelmente contra caças obsoletos em ambientes pouco defendidos. A grande realidade é que esses mísseis BVR tem sido de pouca utilidade para abates além de 20km.

  16. HMS TIRELESS 24 de julho de 2017 at 11:22
    Galante, A chance do AIM-120 acertar o alvo é a mesma do ECM russo em jammeá-lo. É 50/50

    Se for 50/50, então o missil já perdeu seu valor militar, concorda?

  17. Caros amigos, este fanatismo de ambos os lados não leva a nada. Embora nunca saibamos o que aconteceu no caso do Burke, assim como a História é permanentemente manipulada, imagino que as melhores fontes são o Assange e o Snowden.
    Já vimos muitas versões sobre o desfecho da Guerra do Vietnã. Eu sou propenso a não acreditar nas versões do Pentágono, reforçadas pelos ethos sobre as lendas das armas de destruição em massa do Saddan, do Kim, de Kadhaffi, assim, eu menino nos anos setenta, ouvia entusiasmado durante seis anos a fio sempre no Natal, o Secretário de Defesa anunciar pelo rádio a ofensiva final do Tet que iria lançar mais de quatrocentos B52 estratosféricos, com pods ECM contra os falíveis SAM-3 dos guerrilheiros famintos e mal equipados, que a guerra estava no fim, seis vezes durante seis anos finais da guerra nunca assumida, que nunca houve, contra um exército de rebeldes que nunca existiu, numa retirada que não foi um derrota, e ter que explicar mais de duzentos mil americanos feridos, 56 mil americanos mortos, mais de mil pilotos americanos abatidos, sem que nunca fosse declarada a guerra pois para isso o congresso deveria autorizar, então o macete foi enviar os militares americanos com o nome de conselheiros militares num total de 500 mil militares conselheiros para fingirem que davam treinamento para os vietnamitas lutarem contra os vietcongs, os custos de ECM da IBM-Honeywell para evitar os ataques dos Divina 750 abaatessem os B52 custaram mais caro do que o B52, a eletrônica era mais cara do que ele deveria proteger.
    Assim seria exigir demais de um velho como eu continuar fechando os olhos para a guerra de propaganda e desinformação do Pentágono, sabendo que depois dos conflitos nos Bálcãs e da guerra do Iraque Peter Arnett foi o último jornalista livre do mundo na guerra a trabalhar sem a censura de Washington, depois do Iraque nenhum correspondente de guerra teve acesso livre nas forças armadas dos EUA, porque a opinião pública e a ação da sociedade civil com protestos, passeatas contra a guerra do Vietnã dividiram o país desde a guerra do Vietnã e o Pentágono culpou a imprensa livre de confundir o patriotismo americano.

  18. Engraçado é que míssil BVR americano pra acerta caça russo a 80 km é uma panaceia, mas é natural um S-400 russo acertar um EA-18G a 400 km. Entendi!!!!

  19. Dentro da NEz de um míssil BVR, ou seja, dentro de um alcance em torno de 20/30km , dependendo se o inimigo está se aproximando ou fugindo, a manobrabilidade não faz muita diferença, mas quando a distância de disparo é maior que a NEZ, penso que é importante ter um caça ágil, pois cada vez que um míssil tem que mudar sua trajetória , ocorrer uma grande perda de energia. Além de que, os caças da família flanker já nasceram com manobrabilidade alta, numa época em que a tecnologia BVR não era tão desenvolvida, então por que mudar algo que já está na genética dele.

  20. Na Ultima vez que os especialistas do ocidente falaram, que os russos estava 20 anos atrás em mísseis ar-ar e depois botou a mão sabemos o resultado. Não so isso, como os aviões do ocidente só chegarão ter um sistema de Rede/link superior aos Russo lá pro início dos anos 2000.
    Esse papo que os russos estão atrasados sem prova…
    E como se os russo tivessem entrado hoje no ECM, EW

    Faltou a foto http://alert5.com/wp-content/uploads/2017/06/4413372_original1.jpg
    Abraço

  21. Bosco, vale para os Russos tb, outro dia tive um debate com um peruano que dizia que a FAP tem misseis BVR com 140 km de alcance, disse a ele que alcance não significa abate e que contra um inimigo com ECM, os mísseis russos não teriam sucesso acima de 20/30km. Então não estou defendendo nem um , nem outro, estou somente argumentando com a realidade dos mísseis BVR, sejam ocidentais ou russos.

  22. Flamenguista, o tireless é só mais um torcedor do tio Sam, o desempenho histórico dos Aim 120 já é menor que 50 por cento, isso contra alvos sem ECM, imagine contra alvos com ECM, vai ser bem pior que os 50/50 .

  23. A fragilidade dos misseis guiados por radar ativo é conhecida desde sempre. É uma consequência da miniaturização necessária para fazer um míssil AA ter um tamanho compatível com um caça, miniaturização esta que se tornou ainda mais importante com o desenvolvimento das “baias internas” do F22 e do F35. Uma das solução para isso é o AESA que, em tese, tem mais resistência ao ECM do que radares ativos convencionais. Os japoneses já têm um míssil com seeker AESA em funcionamento (AAM-4B), mas que é grande demais para os padrões dos EUA (baias internas).

  24. Acho que tudo depende dos cenários nos quais os componentes estão inseridos, é óbvio que tal “desvantagem” – ou se preferirem maior probabilidade de erro – ocorre no mano a mano, ou seja, quando um caça terá de enfrentar outro sem um auxílio maior, como de naves AWACS e afins, que obviamente mudariam o cenário (pra ambos os lados). Creio que a reclamação dos pilotos é devido a alguns fatores como baixa probabilidade de acerto para um único disparo e talvez a pior derrota em tal possibilidade, que é de “perder” a furividade devido ao disparo, que se ocorrer sem sucesso coloca praticamente as aeronaves em confronto direto, mas msm assim é uma variável. O que não podemos fazer/pensar é que os americanos estão em posição de fraqueza como tbm cair no desvario de achar que os sistemas de jammer russos são ineficazes, assim, resta entender que tais comentários dos pilotos visa obviamente pedir uma atualização pro meio capaz de lidar com esse tipo de problema.

  25. Bosco, tempo de reação quem tem que ter é o sistema de ECM, não o piloto. Até onde eu sei processadores atuais trabalham a bilhões de operações por segundo. O radar de um AMRAAM tem que ser ligado a mais de uma dezena de quilômetros de onde supostamente estará o alvo (se tiver operando sem datalink), caso contrário ele não terá tempo de corrigir a trajetória até o abate, até porque na velocidade terminal (Mach 2 ou 3) ele tem que ter tempo de fazer a manobra.

  26. Alexandre, você está fazendo o mesmo tipo de lambança que fazia ( e ainda deve fazer) lá no blog do Konner. Não tem argumentos então passa a xingar o interlocutor. Então a julgar pela sua brilhante “lógica” o AIM-120 seria absolutamente inefetivo contra a ECM russa certo? E o inverso, está valendo também?
    .
    Ps1: Já superou sua birra com o Chile ou você ainda acredita piamente que a Argentina mesmo sem força aérea é capaz de derrotar militarmente os chilenos?
    .
    Ps2: você melhorou seu português, parabéns…😉

  27. Nikiti,
    São os russos que festejaram o DRFM em 2014 sendo que já existe no Ocidente pelo menos desde o início do Século XXI. Só o Brasil já utiliza os pods Sky Shields há pelo menos uns 10 anos.
    Quanto ao míssil russo que “assombrou” o Ocidente, realmente assombrou, mas mais genialidade e simplicidade e não por utilizar alguma tecnologia intergalática. O Ocidente já utilizava HMS há muito tempo e o seeker do R-73 era considerado primitivo (menos sensível e mais susceptível de sedução por flares) apesar dele ser apontado por capacete e ter supermanobrabilidade (essa sim eu concordo que é necessária), o que permitia trancamentos OBS muito mais amplos que os possíveis com o AIM-9L.

  28. “Tem gente que digita com uma mão e com a outra segura pom pom de líder de torcida.”
    .
    Cambada russófila que saiu lá do PlanoBarril (A.K.A Blog do Konner) que o diga! 😉

  29. HMS Неутомимый 24 июля 2017 в 13:31
    ___

    Leo se acalmar, eu entendo que você está passando – mas vezes menyayutsya, aqueles contos de fadas que você rasskazvali no Brasil de US-made super armas e coisas que eles fazem na Rússia acabou, como se você não queria

    Você novamente para recordar a história com o seu vice-presidente que estava na planta de Sukhoi em 2004 – não é interessante))

    Empresa Exército russo na Síria mostrou o poder, eo poder de armas russas – Rosoboronexport e, portanto, simplesmente inundados com pedidos de exportação

    Sobre pod (Hibino), é uma realidade, tecnologia russa, então depois de desgraça em mísseis Síria AIM-9X – a crença na arma milagrosa americano não é o mesmo que era antes

    Não se preocupe, esta é uma nova era, uma nova realidade!
    __

    Leo you calm down, I understand what you’re going through – but times change, those tales that you told in Brazil about super weapons of the US production and shit that do in Russia are over, no matter how you like

    You again remind the story with your vice-president who was at the Sukhoi plant in 2004 – it’s no longer interesting))

    The company of the Russian Army in Syria showed all the power, and all the strength of Russian weapons – and therefore Rosoboronexport is simply littered with export orders

    On the pod (Hibin) is a reality, Russian technology, just after the shame in Syria of the Aim-9X missile – the belief in the American miracle is no longer the weapon as it was before

    Do not worry, these are new times, new reality!

  30. O Phanton já utilizava HMS para lançar o Sidewinder na década de 60 e 70. O sistema HMS soviético e o míssil R73 causou surpresa no Ocidente mas longe de causar pânico, como deve ter escrito o Spuniknews da época. rsrsss Tanto não causou que o desenvolvimento de um míssil de curto alcance com características semelhantes foi colocado no último lugar na lista de prioridades e só veio aparecer em 2005, salvo engano.
    Mas vale salientar que se formos colocar aqui o que foi feito no Ocidente e copiado mundo afora vai faltar tinta na máquina. A tecnologia DRFM que o diga.
    O pessoal tem mania de generalizar a exceção e excepcionalizar o geral. rsrsss

  31. Tá legal. Que existe informação e contra informação de ambos os lados existe sim e não tem como sabermos o que é verdade e o que não é verdade! Mas tb tem muita gente aqui que defende os equipamentos dos EUA no dente e nada mais presta nesse mundo! Devemos sim ver com cuidado e discernimento as notícias que vem dizendo que equipamentos de outras nações invalidam de outras, principalmente envolvendo Rússia x EUA. Mas tb acho e somente acho que os russos tem sim seus equipamentos equivalentes aos norte-americanos e que podem sim, encher o saco num conflito que se deseje terminar logo! Vietnam que o diga!

  32. Bosco, são as famosas tecnologias plug and play russas, sempre imbatíveis, pelo menos na propaganda. Daqui um tempo Israel dismistifica isto a moda antiga.

    G abraco

  33. A suíte de interferência Khibiny-M é formada por uma seção de reconhecimento e outra de contramedidas. Os componentes do sistema Khibiny-M ao longo da fuselagem do Su-35S cobrem as bandas X e Ku, esta é a principal banda de atuação de radares e mísseis utilizados por caças. Os pods opcionais na ponta das asas cobrem as bandas S e C utilizada por radares de busca e aquisição em solo ou AWACS. A utilização de uma suíte de EW banda X e Ku diretamente na fuselagem do Su-35S permite a atuação contra aeronaves de caça e mísseis sem a necessidade do pod de EW, mas possui a desvantagem de entregar um poder de bloqueio inferior a pods e radares AESA com capacidade de jamming. O Khibiny-M provavelmente está interligado ao RWR L150-35 para permitir várias técnicas comuns de guerra eletrônica (EW) como interferência por ruído e interferência enganosa.

    interferência enganosa – A interferência enganosa atua após a aeronave ser detectada e estar sendo rastreado, a suíte de ECM irá gradualmente amplificar o sinal de retorno forçando o radar alvo a diminuir sua sensibilidade para não sofrer uma sobrecarga, o radar alvo começa assim a acompanhar um sinal falso, o retorno da fuselagem passa a se misturar ao ruído de fundo tendo em vista a diminuição da sensibilidade do radar alvo enquanto o falso alvo é acompanhado, esse procedimento ocorre até o momento que a suíte de ECM deixa de interferir e quebra o engajamento desaparecendo com o falso alvo ao mesmo tempo em que a aeronave ficou escondido no ruído de fundo, o radar terá que iniciar uma nova detecção e rastreamento. Esse tipo de interferência necessita uma rápida e eficiente análise do sinal a ser bloqueado e pouca energia, pode não ser eficiente contra os modernos radares AESA atuais que possuem elevada capacidade LPI e salto em frequência.

    O fator chave da eficácia do Su-35S contra os caças ocidentais será a capacidade do Khibiny-M em degradar a probabilidade de morte (PK) do AIM-120D e Meteor. O AIM-120D apresenta um seeker terminal monopulso de banda-X e uma elevada capacidade de contra-contramedidas eletrônicas (ECCM). O Khibiny-M terá um papel mais importante contra os mísseis BVR do que contra os modernos radares AESA embarcados nos caças ocidentais, o Su-35S deve atuar principalmente na quebra do engajamento dos mísseis BVR após estes ativarem o próprio radar na fase terminal do engajamento. O AIM-120 tem um histórico com um PK de 46% contra aeronaves iraquianas e sérvias com baixa capacidade de EW, mas a tecnologia de orientação e ECCM do míssil progrediram significativamente desde a década de 1990.

  34. O mundo é complicado rs… se gasta muito dinheiro para fazer uma maquina tão complexa, com componentes e construção complexa, para simplesmente explodir.

  35. Essa técnica alardeada já é utilizada há anos. Vale tanto para o Su-35S vs AIM-120 quanto para o F/A-18E vs R-77. Nem mais, nem menos.

  36. Galante, parabéns por ir ao ponto central. A capacidade de interferir na cabeça de guiagem dos mísseis é a discussão que atualmente importa.
    Por que ? Porque o radar AESA é e continuará sendo muito difícil de interferir. É uma das suas grandes vantagens. LPI, mudanças de parâmetros a cada pulso, e uma facilidade para enxergar no ruído, separar 0 de 1…
    Agora, quanto aos mísseis, a primeira questão é que, para interferir, devemos antes saber as frequências em que operam esses mísseis BVR. E estamos falando de poucos segundos, do tempo em que o míssil se torna pitbul até o momento do impacto. De qualquer forma, esse é sim o ponto mais frágil.
    Agora, quanto a manobrabilidade, alguém avise ao Mortadelov “russo” (ou whatever) que precisamos antes saber quais as manobras que realmente importam para prevalecer num regime de manobras contra um inimigo. Um conceito prestigiado pela OTAN envolve energia sustentada (sustained turn rate), por exemplo, e não manobras de baixa velocidade usadas para causar “wow” em shows aéreos.
    Outra coisa: há relatos dos próprios operadores indianos de que o SU-30MKI tinha sua capacidade de curva bastante reduzida com o aumento da carga interna de combustível. A capacidade plena de manobra era conseguida apenas com 25% da carga de combustível. Um F-15 manobra full, a 9G, com carga total de armas e combustível. Então, menos…
    Aos especialistas (aos que efetivamente tem algum conhecimento real, prático, na questão), o que acaba prevalecendo em se tratando de regime de manobras ? Taxa de giro sustentado ? Curvas de raio mínimo ? Qual é o conceito mais importante, já que o que vale mesmo é o maior deslocamento no espaço ?

    ps: Galante, peço que, por gentileza, não permita que esse clima de “nós contra eles”, de birrinha, de “torcidas”, prevaleça por aqui, um dos poucos lugares livres dessas pragas na internet brasileira.

  37. “Juarez 24 de julho de 2017 at 14:04
    Bosco, são as famosas tecnologias plug and play russas, sempre imbatíveis, pelo menos na propaganda. Daqui um tempo Israel dismistifica isto a moda antiga.
    G abraco”
    .
    Matou a pau Juarez! Simples e direto…rs!

  38. Eu sou absolutamente leigo nesse assunto, então vou fazer pipoca e ficar lendo os comentários dos amigos! Abraço!

  39. não creio q um missil com ligação datalink seja vulneravel ao ecm pelo q sei a ligação existe até o alvo ser atingido…neste caso o radar do caça não sofreria interferência do ecm…mais acredito q o ecm seja eficaz contra misseis “dispare e esqueça“

  40. Bosco, não vi onde os russos festejaram DRFM!
    Em todos blogs ou Forums sérios ou em reportagem até vinculados aos militares americanos é explorado e reconhecido a evolução e certa vantagem russa no ECM! Tem umas matérias excelente sobre a Crimeia e Síria.
    Vamos supor que a Russia só veio a ter DRFM em 2014, porque é impossível garantir o momento que eles passaram a estuda-la e dominar ela. Então falando de forma simples… Ela correu 14anos atras e superou agora.
    Possuir uma tecnologia antes, não é certeza de estar na frente sempre… vide R-73/aim-9X.
    Exemplo o AIM-9X só conseguir superar o R-73 nos anos 2000. Levou tempo para alcançar um seeker “primitivo” se é e HMS mas foi feito.
    E sobre o Seeker do R-73,AIM ou Magic da pano pra muita conversa
    Abraço

  41. tecnologia existente no ocidente desde a decada de 80. O fato é que muitos agem apenas pelo impulso da torcida, como ja dito, para eles é impensável míssil BVR americano abater flanker a 80km, mas é normal um S-400 conseguir abater f-15 a 400 km de distancia.

  42. Nikiti 24 de julho de 2017 at 14:17

    Podem até ter obtido uma certa paridade, mas certa vantagem não…..

  43. Guilherme Lins 24 de julho de 2017 at 14:20

    Essas são as tietes russas movidas a sputnices. As mesmas que acreditam que um Su-24 paralisou um destroyer no Mar Negro e que a ECM russa deixou os AWACS da OTAN e da USAF cegos na Síria…

  44. resumindo: ecm não é eficaz contra o derby no meu ponto de vista, caso alcance seja o problema recentemente israel confirmou q existe o i-derby-er tornando o missil mais eficaz do mundo.

  45. HMS TIRELESS 24 de julho de 2017 at 13:38
    “Tem gente que digita com uma mão e com a outra segura pom pom de líder de torcida.”
    Você mesmo se descreve né? HAHAHAHA…
    Tu fala dos outros…mas é o primeiro a atacar ou querer desmerecer os outros com apelidos ou comentários infantis.

    Pom pom, Sputnik, torcedor Etc…
    É tu é o cara!
    Abraço

  46. Para com isso! So não concorda ou não tem como provar 100% fica de boa
    Tu só se prejudica! E cria ambiente ruim pra todos

    Forte abraço

  47. Nikiti 24 de julho de 2017 at 14:35
    .
    Quem tem de ficar de boa é você! A despeito da brincadeira que fiz acima não entendo como você pode ter levado para si a provocação que fiz, que na verdade é direcionada para outras pessoas.

  48. O assunto fica chato quando percebemos claramente um ou outro lado desmerecendo sempre o oposto.

    Sério…fica chato mesmo.

    Ficam em um eterno Grenal(sim, sou gaúcho). Todos permanecem intransigentes com seus conceitos concebidos previamente(maneira doce de dizer pré-conceitos) independente do argumento apresentado ou qualquer fato novo.

    Define perfeitamente o momento atual do país….com a diferença que 90% das pessoas fica espremida entre os outros 10%.

  49. André Gomide 24 de julho de 2017 at 14:41
    .
    Certa categoria de comentaristas, depois de transformar outro blog de defesa e geopolítica em um verdadeiro pandemônio (diga-se de passagem com a conivência de um dos editores) lamentavelmente está querendo invadir aqui também.

  50. Por essas e outras que gosto das boas e antigas bocas de fogo.
    .
    Quero ver ECM, ECCM ou ‘ECCCM’ contra uma ‘rajada’ de projéteis 20mm de um Vulcan, ou de 27mm ou 30mm dos canhões aeronáuticos atuais.
    Pode ser até um velho DEFA ou ADEN de 30mm.
    .
    Quando tudo mais falhar, ‘manda bala’.
    Não há alvo que resista à uma ‘indigestão por chumbo’.
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo… 🙂

  51. HMS TIRELESS,

    Sei que não foi pra mim…
    Carapuça serviu não! Não tenho Pom Pom e nem leio Sputnik… HAHAHA

    Mas você não entendeu, no memento que você chama alguém disso ” provocação/pejorativo, abre precedente para outros seguirem essa linha e o nivel cai. E você fica tido como torcedor de Pom Pom também!
    Nada melhor que argumento bem fundamentado!

    Abraço

  52. É pertinente lembrar (para ilustrar capacidades cibernéticas) que era naquela época que os EUA e Israel introduziram o Stuxnet em sistemas de controle não relacionados à Internet na indústria nuclear no Irã. Como conseqüência, os medidores de processo nuclear mostraram velocidades aceitáveis, mesmo quando os comandos remotos aumentaram a velocidade de certos processos para níveis inseguros, levando a um desligamento nas operações.

    Claro, eles acrescentam que é “quase impossível” que os EUA ou Israel estavam atrás da falha de energia da Northern Grid, embora ambos tenham a capacidade de infligir tais danos na infra-estrutura civil essencial e que o exemplo Stuxnet foi dado apenas como Uma ilustração da letalidade do armamento cibernético.

    O impacto da guerra cibernética em máquinas complexas pode ser julgado pelo aleijamento do USS Donald Cook em abril de 2014 por interferência eletrônica proveniente de um Sukhoi-24 de alto vôo. Exatamente um ano depois, outro Sukhoi desativou o USS Theodore Roosevelt (um porta-aviões armado com múltiplos mecanismos de defesa e segurança) no Mar Báltico. Ambos os navios tinham que ser rebocados para a segurança, já que seus sistemas de propulsão a bordo foram prejudicados por interferências eletrônicas.

  53. Ivan Ivanovich, bom ver você de novo por aqui!
    .
    De fato as boas e velhas bocas de fogo ainda são a melhor coisa, especialmente as seis bocas infernais do M-61 Vulcan, seguramente a melhor arma de cano já montada em um caça.

  54. Mestre Bosco,
    .
    Você escreveu:
    “O sistema HMS soviético e o míssil R73 causou surpresa no Ocidente mas longe de causar pânico, como deve ter escrito o Spuniknews da época. rsrsss Tanto não causou que o desenvolvimento de um míssil de curto alcance com características semelhantes foi colocado no último lugar na lista de prioridades e só veio aparecer em 2005, salvo engano.”
    .
    Vamos com calma.
    Os americanos acreditavam – com razão – que sua superioridade aérea derivada de uma superior consciência situacional era tamanha que seria melhor investir em mísseis BVR de radar ativo, o AIM-120 AMRAAM que substituiu o AIM-7Sparrow.
    .
    Para os Ianques tudo bem.
    .
    Mas Israel, que está sempre na linha de frente da guerra aérea, assimétrica ou simétrica, não perdeu tempo em esperar as
    prioridades norte-americanas. Tratou de desenvolver seu Python com mira no capacete, pois eles sabiam que por lá a briga é próxima e sem tempo para disparar de longe.
    .
    Na minha conta, Israel faz parte do ocidente.
    Assim sendo, os americanos relaxaram o HMS ou HDMS, mas a parte do ocidente que leva a guerra a sério não.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, seu indisciplinado aprendiz.

  55. “O impacto da guerra cibernética em máquinas complexas pode ser julgado pelo aleijamento do USS Donald Cook em abril de 2014 por interferência eletrônica proveniente de um Sukhoi-24 de alto vôo. Exatamente um ano depois, outro Sukhoi desativou o USS Theodore Roosevelt (um porta-aviões armado com múltiplos mecanismos de defesa e segurança) no Mar Báltico. Ambos os navios tinham que ser rebocados para a segurança, já que seus sistemas de propulsão a bordo foram prejudicados por interferências eletrônicas.”
    .
    Nikiti, é contra esse tipo de baboseira que eu me insurjo! E é o típico comentário de uma patotinha que depois de emporcalhar um certo site vem fazer o mesmo aqui.

  56. Roberto,
    .
    Você escreveu:
    “…outro Sukhoi desativou o USS Theodore Roosevelt (um porta-aviões armado com múltiplos mecanismos de defesa e segurança) no Mar Báltico.”
    .
    Sério?
    Porta aviões no Mar Báltico.
    É o mesmo que um tubarão branco adulto em um piscina olímpica.
    Nem mesmo os ‘americanusfeioboboarroganti’ seriam capazes de tamanha tolice…
    .
    Sds.,
    Ivan.

  57. “Certa categoria de comentaristas, depois de transformar outro blog de defesa e geopolítica em um verdadeiro pandemônio (diga-se de passagem com a conivência de um dos editores) lamentavelmente está querendo invadir aqui também.”

    E você como súdito da rainha e vassalo dos EUA quer censurar os comentários é? Tsc tsc tsc… Era só o que faltava! Abra um blogue para você e coloque seus sonhos de um novo império britânico e larga de passar vergonha em público!

  58. De onde diabos tiraram que isso é propaganda russa?

    Tirando os comentários explicativos do texto, todas as declarações vieram de oficiais americanos e são por si só explicativas sobre a opinião deles.

    Supondo que o articulista estivesse fazendo propaganda para os russos, ainda assim permanece que os comentários dos oficiais por si só, sem o recheio explicativo do articulista já levam a concluir aquilo que o texto narra.

    Fica claro então uma torcida anti-russófila, primeiro porque viram propaganda russa a partir de fontes americanas e depois porque além da desonestidade disso tudo tiram conclusões que não podem ser deduzidas do texto, como se os russos estivessem alardeando medidas antigas usadas até pelo Brasil como se fossem novidade (talvez em outras fontes, mas não nas do texto), ou que dizer que se pode jammear os mísseis ocidentais automaticamente está falando que os ocidentais não podem fazer o mesmo com os mísseis russos. Não existe conexão lógica entre as coisas.

    Seria mais decente os colegas que tem algum conhecimento a respeito do assunto comentarem a tecnologia discutida no texto ou o motivo pelo qual esses oficiais ficam temerosos, como fez o amigo ACR alguns comentários acima. Estão falando sobre a realidade do avanço dos sistemas russos (que eles usaram como exemplo por serem considerados aqueles com maior potencial de travar combate com eles, mas só como exemplo, uma vez que não se descarta os demais países que tenham tecnologia similar) frente a um avanço mais tímido da tecnologia dos mísseis americanos (não significando estarem obsoletos, mas apenas apontando uma linha de atuação a fim de manter a supremacia aérea)? Estão exagerando a fim de pedir mais dinheiro para a defesa? Estão usando contra-informação?

    Seria mais palatável uma conversa nesses moldes do que simplesmente:

    – Russos mentirosos propagandeando sputnik!!!! Malditos!!!
    – Não!!! Os russos são fodões mesmo!!!

    Poxa vida, se nesse texto oficiais americanos viraram russos fazendo propaganda na Sputnik, realmente eu preciso estudar interpretação de textos…

  59. Eu me dou por vencido e proponho outra matéria com a seguinte chamada: OS SISTEMAS DE ECM CONDENARAM À OBSOLÊNCIA TODOS OS MÍSSEIS GUIADOS POR RADAR.
    Todos inclui todos mesmo, não só os Amraams, que não têm nada de especial em relação aos Moskits, Brahmos, S-300, S-400, Roland, Pantsir, Rapier, Tor, BUK, Patriot, Aegis/Standard, Harpoon, Exocet, R-77, Kashtan, etc.

  60. Falam do desempenho do AMRAAM com dados de 1992?

    Eu até acredito que esses ECMs devem funcionar bem mas comparar desempenho do AIM-120 de 25 anos atrás já não é um bom argumento.

    Outro ponto é que o DRFM já é comum no ocidente há anos, o problema também vale para o lado russo.

  61. Eu devo ter perdido algo mas “quais oficiais americanos”? E onde está escrito na Bíblia que o que um oficial americano fala é a opinião oficial da USAF ou da USN ou do USMC?
    Vale salientar que a maioria das sputnices começam assim: de acordo com os oficiais americanos, de acordo com o Pentágono, um oficial americano do alto escalão, os americanos estão temerosos, a USAF está em pânico, uma fonte da USN, a USAF…,etc.
    Essas sputinices invariavelmente se cercam de um véu de credibilidade citando o “outro” lado como sendo a fonte da notícia.
    E não estou dizendo que esse artigo veio do respeitável SputnickNews. Longe de mim! Só estou dizendo que é padrão deles pega uma informação pontual e descontextualizá-la para parecer altamente pertinente e até pode ter sido mesmo um oficial de alta patente que disse, mas como eles não citam o nome da criatura fica o dito pelo não dito.
    E tem outras fontes também meio que “isentas” como o Carlo Kopp que pra ele tudo que é russo é fodástico. Ele é muito bom na parte técnica mas suas conclusões são meio que tendenciosas. Acho que um russo deu uma pegada nele na adolescência e ele se apaixonou. rsrsss

  62. “E você como súdito da rainha e vassalo dos EUA quer censurar os comentários é? Tsc tsc tsc… Era só o que faltava! Abra um blogue para você e coloque seus sonhos de um novo império britânico e larga de passar vergonha em público!”
    .
    Pronto! Agora temos aqui um devoto da Seita de São Bernardo e do Aiatolá do ABC, o sujeito que acha que os chineses invadiram Hong Kong para expulsar os ingleses, que o Brasil deveria invadir a ilha da Ascensão e que “Las Malvinas son argentinas” (pausas para gargalhadas). Então você veio bater bumbo e passar vergonha por aqui certo?

  63. Dados abaixo refletem exatamente o que o texto diz (resultados de combates reais, sem mimimi)
    .
    Os EUA registraram até hoje 10 abates com mísseis AIM-120 AMRAAM, com capacidade BVR (Beyond Visual Range). Quatro desses abates, apesar do terem sido com o míssil, foram feitos dentro do alcance visual (WVR – Within Visual Range).
    .
    Foram necessários 13 mísseis para se obter somente 6 abates realmente BVR, o que dá uma PK de 0.46.
    .
    Além disso, é preciso ressaltar os seguintes pontos:
    .
    Os MiGs iraquianos não fizeram manobras defensivas e o jato sérvio J-21 não tinha radar nem ECM.
    Um dos abates foi fratricida, contra um helicóptero UH-60 do US Army.
    Os MiG-29 sérvios não tinham radares funcionando, nem ECM.
    Nenhuma vítima tinha armamento BVR.
    Na maioria dos casos havia superioridade numérica dos EUA.
    4 dos 5 pilotos dos MiG-29 sérvios sobreviveram aos abates.
    Além dos abates citados na tabela, em 24 de março de 1999 um F-16AM da Dutch Air Force avariou um MiG-29 sérvio com um disparo de AIM-120A. Também na mesma data, outro MiG-29 foi engajado por dois ou mais caças americanos e conseguiu evadir-se de 3 mísseis AIM-120C disparados contra ele. Levando-se em conta os mísseis disparados nesses engajamentos, a PK do AIM-120 cai para 0.35.
    .
    http://www.aereo.jor.br/2010/10/11/promessa-e-realidade-no-combate-bvr-abates-com-misseis-aim-120-amraam/

  64. horatio nelson 24 de julho de 2017 at 14:15
    Eu acho – mas não tenho certeza – que existe a possibilidade de um míssil AA ser guiado em sua fase terminal por meio do data link. Contudo, se o míssil é guiado por data link em sua fase terminal, ele não é mais um míssil “fire and forget”. Ele se torna algo parecido (mas não igual) a um míssil semi-ativo (SARH), no sentido de que exige que alguma plataforma, não necessariamente o avião que o disparou, continue a lhe enviar informações até o fim. Em parte, é por conta de situações como essa que a OTAN vem dando tanta importância àquela idéia de “network-centric warfare”.

  65. Bosco

    “Eu devo ter perdido algo mas “quais oficiais americanos”?”

    E desde quando se revelam as fontes nesse tipo de matéria? O que os “oficiais americanos” disseram em nada remete a ser fake news, até porque não existe conexão lógica no que eles disseram e uma alegada obsolescência da tecnologia americana como você quer fazer parecer. Foi apenas um apontamento sobre o que é ótimo poder se tornar excelente e não que os mísseis tinham se tornado inúteis.

    “E onde está escrito na Bíblia que o que um oficial americano fala é a opinião oficial da USAF ou da USN ou do USMC?”

    Exatamente o que eu penso, mas se aqui a opinião de um especialista é considerada preponderante a fim de estabelecermos alguma realidade, quiça um oficial que tem além do conhecimento especializado a experiência prática, não é mesmo? Senão teríamos dois pesos e das medidas com os especialistas daqui servindo para desempatar uma questão e os de lá, com a prática aliada ao conhecimento não servindo de nada, incluindo a opinião dos especialistas daqui.

    “Vale salientar que a maioria das sputnices começam assim: de acordo com os oficiais americanos, de acordo com o Pentágono, um oficial americano do alto escalão, os americanos estão temerosos, a USAF está em pânico, uma fonte da USN, a USAF…,etc. Essas sputinices invariavelmente se cercam de um véu de credibilidade citando o “outro” lado como sendo a fonte da notícia.”

    Isso é verdade, porém você não tem elementos para caracterizar a notícia como sputinice senão sua opinião pessoal.

    “E não estou dizendo que esse artigo veio do respeitável SputnickNews. Longe de mim! Só estou dizendo que é padrão deles pega uma informação pontual e descontextualizá-la para parecer altamente pertinente e até pode ter sido mesmo um oficial de alta patente que disse, mas como eles não citam o nome da criatura fica o dito pelo não dito.”

    Concordo, mas é normal fontes militares não serem identificadas mesmo quando a notícia é patentemente real. Daí fica elas por elas. Nem um lado prova ser mentira nem o outro prova ser verdade. Daí eu apelar para a análise puramente técnica que você é um dos mais indicados a fazer aqui, sem contudo fazer conexões lógicas sem embasamento para tal, como se fosse verdade absoluta a origem sputinítica da notícia. As contramedidas tem sua efetividade? Tem. Torna os mísseis obsoletos? Não. Os americanos dispõe da mesma tecnologia contra mísseis russos? Sim. Então qual a “notícia” da notícia? Ou é sputinice travestida de notícia séria ou é simplesmente uma atestação de que a superioridade dos mísseis americanos é ótima mas não absoluta. E mesmo sem ser absoluta, ainda dá muito caldo e por muitos anos, gerando ainda superioridade para eles, a despeito das medidas eletrônicas. Contudo é necessário atentar para essas medidas se quiserem uma superioridade ainda melhor, ainda mais absoluta, e ficar ainda mais tranquilos.

    “E tem outras fontes também meio que “isentas” como o Carlo Kopp que pra ele tudo que é russo é fodástico. Ele é muito bom na parte técnica mas suas conclusões são meio que tendenciosas. Acho que um russo deu uma pegada nele na adolescência e ele se apaixonou. rsrsss”

    Aí foge da minha alçada, rs. Eu sendo leigo entro aqui e aprendo muito, mas conectivos lógicos inexistentes ou não-atestados não podem ser o teor que descaracteriza comentários técnicos tão bons quanto os seus.

    Na expectativa de continuar aprendendo e crescendo, e na medida do possível contribuindo para o debate, peço perdão se pareci desrespeitoso, e vamos que vamos!!!

    Grande abraço!!!

  66. Jacinto 24 de julho de 2017 at 16:26 correto seu comentário…como disse acredito q o ecm seja eficaz contra misseis do tipo “dispare e esqueça“ e ineficaz contra um q utilize datalink…frizei o derby pois ouvi rumores q ele utiliza o datalink até o fim…inclusive essa seria a diferença do derby e do r-darter.

  67. Não entendi tanto mimimi por causa de um detalhe que é uma potencial vantagem dos russos, mas que sozinho não define combate algum.
    Não há informações no texto sobre a efetividade do ECM num ambiente de interferência eletrônica de alguma aeronave Growler e muito menos se há alguma efetividade contra algum ataque de saturação com vários mísseis em diversas bandas. Basta citar alguma coalisão entre operadores de AMRAAM, Meteor ou Derby. É o padrão OTAN que os russos e clientes irão se deparar. Além disso, será que funciona bem em quaisquer condições meteorológicas? Há histórico de uso e neutralização de algum míssil ocidental?
    É por isso que sempre bato na tecla de que um combate moderno é uma equação muito complexa para ser reduzida a um item.

  68. Por que a Rússia que é uma potência militar e tecnológica não poderia desenvolver um jammer contra os mísseis da OTAN???

  69. HMS TIRELESS
    Qual o problema súdito da rainha… Vai me censurar? Veja se sou eu que fico histérico com qualquer postagem que faça um mínimo de referência a uma suposta superioridade russa na indústria de armamentos!!! Os posts estão aí para quem quiser ver o teu desequilíbrio emocional… Eu, hein!? Sai pra lá!

  70. Ninguém está negando isso Predador! Apenas estamos criticando o “Padrão Sputnik” da matéria, algo que o seguidor do Aiatolá do ABC que vituperou mais acima não percebeu…

  71. O Putin é o problema, mudou a Rússia.
    Não importa mais a quantidade e sim a qualidade.
    Eles largaram mão de ter 50.000 tanques velhos e partiram pra 10.000 tanques modernos.
    Largaram de ter milhares de MIG 21 e 29 e passaram pra centenas de SU 30 e 35.
    E fizeram isso sem propaganda.
    Não tem CNN pra acompanhar e enviar pro mundo todo.
    O que acontece é que a gente não está acostumado com isso.
    A gente está acostumado com milhares de unidades de qualquer equipamento que seja despejando toneladas de explosivos onde quer que seja.
    Os Russos não fazem mais isso.
    Eles mudaram e é bom a gente mudar a forma como enxerga eles.
    Pra quem não simpatiza com os americanos é uma alegria, pra quem simpatiza é uma agressão, mas é fato que todo o equipamento e doutrina Russa mudou muito nos últimos 20 anos.

  72. O DRFM no ocidente é padrão e, presumivelmente, superior.
    ECM vs ECCM sempre haverá. Levando vantagem aquele que tem o equipamento mais atualizado/recente, muito mais do que a sua procedência. Até porque os russos são muito competentes no que fazem e, apesar de todos os pesares, existe sim uma real possibilidade de plataformas deles se verem em vantagem.

    É aqui que mora o verdadeiro mérito russo. Eles acompacompanham a vanguarda técnológica Militar em tudo e, ainda, podem se verem em vantagem em alguns pontos e em alguns ou muitos momentos, não apenas por que são competentes, mas porque são extremamente criativos e heterodoxos. Tudo isso, eles fazem com muito menos recursos financeiros que são compensados com menor comprometimento com qualidade e segurança, amoralidade comercial e heterodoxia doutrinária.

    Em se tratando de RF, tudo isso que eu disse não mudará muito e, portanto, deve ser tratado como constante.

    A resposta óbvia para o cenário em que a guerra AA se coloca é o guiamento IR de médio alcance para complementar o guiamento RF. Russos e franceses estão vantagem nesse sentido, principalmente os franceses com seu MICA de perna curta.

    Meu palpite é que EUA e/ou Israel já possuam mísseis de com cabeça de guiamento duplo/triplo em fase avançada de projeto/desenvolvimento sigiloso.

    Save Ferris!

  73. porque os projetistas não criaram um míssil ar ar de múltiplas orientações, IR/UV, radar ativo e passivo, coordenadas por GPS?

  74. Se o Pk de um Aim-120D for de 60%, e um ECM consegue reduzir esse número em qualquer percentagem que seja, isso já não o torna eficaz? Exageros podem haver mas não me parece desrazoável os argumentos da matéria. Me parece que o receio dos que criticaram essa suposta vantagem das ECM russas é ser levado ao combate para a curta distância, para a briga foice no escuro, ou dos misseis IR, ou até do velho e bom canhão, como comentou Ivan, o Antigo…rs

  75. erik,
    Já existem mísseis ar-ar guiados por GPS. Quanto a terem múltiplos sistemas de orientação terminal por incrível que pareça até agora não tem nenhum. O mais próximo disso é a combinação radar ativo ou radar semi-ativo com o HOJ (home on jam), que é quando o míssil passa a operar de modo passivo indo contra a emissão de RF do inimigo que tenta interferir com o radar do míssil.
    Tem também mísseis que operam no modo radar semi-ativo e no modo ativo, como no já aposentado Phoenix.
    Hoje é comum um míssil ar-ar contra um alvo muito distante ser atualizado via datalink pelo radar do caça. Isso combinado com o GPS quase que é dispensa um seeker terminal, mas isso não ocorre e no final o míssil passa a utilizar seu radar próprio.
    Por incrível que pareça existem mísseis antiaéreos sup-ar guiados por seeker duplo, como por exemplo o Standard SM-2 Block IIIB que opera com radar semi-ativo terminal e IR. Também o sistema BARAK 8 tem sistema de seeker duplo, radar ativo e IR.
    Outro míssil sup-ar com seeker duplo é o Stunner, do sistema David’s Sling. Ele também tem combina radar ativo com IIR. Esse míssil poderá ter uma versão ar-ar e aí tudo indica que será o primeiro míssil ar-ar a ter seeker duplo, radar ativo + IIR.

  76. Amigos,
    .
    Complementando o comentário do Reinaldo Deprera…
    .
    É dito que a variante mais recente do AIM-120 detêm capacidade ‘home-on-jam’, isto é, trackear a própria interferência do jammer que estará tentando afeta-lo… É certo que essa capacidade também estará presente em novos radares AESA ( aliás, os elementos já estão presentes ).
    .
    Outra “novidade”, que lentamente está se tornando realidade, é a cabeça de busca IIR ( Image Infrared ). Com esse recurso, o míssil passa a ignorar ECM, chaff e flares…
    .
    Dupla orientação ( IIR e radar ativo ) não é impossível nos dias de hoje. Processadores cada vez mais avançados permitirão melhorar a interação dos componentes de guia e orientação do próprio míssil, fazendo com que o dito cujo selecione a melhor forma de guiar-se para o alvo, quer seja por IIR, pelo radar ou pela recepção do sinal EW do alvo.

  77. O problema de projetar um míssil AA com seeker duplo é de tamanho. Quanto maior o míssil, menos o alcance, menos manobrabilidade. Em suma, seeker duplo prejudica o desempenho cinemático do míssil. Os misseis sup-ar mencionados pelo Bosco, por exemplo, são enormes em comparação com um aim-120D e jamais entrariam nas baias internas do F22 ou do F35 ou do T-50.

  78. Jacinto,
    Não creio que isso seja o problema. Instalar um seeker de um Stinger no nariz de um Amraam não deve ser difícil. O que penso é que mísseis BVR devem ser velozes e seekers IR ficam “ofuscados” quando o atrito é muito grande.
    Parece que os dois juntos (míssil veloz + seeker IR) não funcionam bem. O Standard SM-2 Block III B é tido com tendo velocidade Mach 3.5. Já o Barak 8 parece ter velocidade máxima de Mach 3. Os mísseis ar-ar BVR chegam a Mach 5.
    Eu acho que há tecnologia para fazer isso mas não faço a mínima ideia do por que não o fizeram até agora.
    Até mesmo mísseis BVR guiado por IR como o R-27B tem metade do alcance dos guiados por radar. Isso nos faz crer que ele tem menor velocidade do que o Mach 4 das outras variantes.

    Quanto à resistência do seeker de um AIM-120D ao Knirti, eu não faço a mínima ideia mesmo porque não sou especialista em eletrônica (rsrsss) mas sei que além dos tradicionais saltos de frequência e alterar para o modo HOJ (home on jam) foi acrescentado vários recursos ao míssil para fazê-lo mais resistentes às ECMs, tais como navegação por GPS e datalink de duas vias. Esses dois sistemas combinados têm potência quase de prescindir de um seeker terminal principalmente quando combinado com caças furtivos trabalhando em duplas com o caça lançador silente mas perscrutando com o ASQ-239 “Barracuda” e outro com radar AESA acionado mais atrás, no modo LPI.
    Não seria surpresa se um Amraam AIM-120D passasse dentro do raio letal da ogiva sem precisar acionar o seeker terminal, tendo em vista que o míssil “conversa” com o caça num modo “hardware in the loop”.

  79. Tireless, não acuse os outros de práticas que são comuns a sua pessoa, veja seus comentários acima, só ofensas, e nada a respeito dos mísseis bvr, vc tergiversa quando não tem argumentos, mostre quantos abates bvr acima de 30km existe na literatura e prove que estou errado.
    PS1 Meu Português continua o mesmo, mas a sua compreensão em leitura ainda está muito baixa, onde eu lhe ofendido quando disse que vc é um torcedor do tio Sam?
    PS2 O comentário que vc se refere, se não me falha a memória, foi sobre um exercício que as forças armadas Chile as fizeram simulando uma possível RETOMADA de território após uma invasão inimiga, mas era direcionada a Bolívia, não a Argentina, na época achei interessante essa preocupação das FAAs chilenas , pois muitos diziam que a Bolívia não teria condições de invadir a região de Antofagasta no norte do Chile, então os especialistas de plantão disseram ser impossível , em função da Bolívia não ter força aérea. Mas não era a minha pessoa que estava realizando o treinamento de retomada da região, eram as FAAs do Chile!!!!
    Eu penso que o Chile não faria um exercício desse, gastando dinheiro do contribuinte, se não tivesse a mínima possibilidade desse evento acontecer, simples assim.
    PS3 Vc é acostumado a falar muita coisa sem cabimento, até hoje não sei de onde vc tirou que o míssil anti buquê que o Brasil está desenvolvendo usa tecnologia da década de 70. Vi esse comentário seu aqui mesmo no aéreo, e fiquei pensando como nossos engenheiros, que a maioria são formados no ITA, são tão burros e ao mesmo tempo tão inteligentes, afinal, não deve ser fácil encontrar micro processadores dessa época, tipo 286, ou então usar um sistema operacional baseado em softwares antigos como os sistemas da Apple que eram utilizados nos computadores Macintosh. Mas vc como especialista deve saber muito mais que nossos pobres Engenheiros do ITA.

  80. Bosco 24 de julho de 2017 at 21:59: Eu acho que há tecnologia para fazer isso mas não faço a mínima ideia do por que não o fizeram até agora. bosco é pq já foi feito…só não se divulga pq é informação ultra secreta. como já vimos varias vezes na história de israel é sabido q israel está a frente até mesmo dos eua em relação a misseis e sempre tem cartas novas na manga…posso lhe afirmar com certeza q israel possui misseis q tornam dispensável o seeker terminal. inclusive eles tem um sistema chamado RAFAEL GLOBAL LINK q é uma coisa fascinante.

  81. horatio nelson,
    Hum, não estou vendo vantagem nesta tal guiagem por GPS + Datalink em relação ao velho e bom radar semiativo….

    Vocês sabem que a precisão se degrada com a distância e que pelo fato do míssil receber a informação da localização do alvo pelo datalink somente, o erro na verdade será medido a partir do caça e não da posição do míssil. No sistema semiativo ele é medido a partir da posição do míssil, então a precisão vai melhorando a medida que o míssil se aproxima. Isto sem falar no atraso que essa configuração proporciona (não sei se é um valor relevante, mas certamente exige muito mais velocidade de processamento). Basicamente existem bons motivos para os mísseis serem dotados de sistema de guiagem terminal…

    Obs.: sistemas SAM podem carregar ogivas com mais de 50kg, então erra por 30m não é uma catástrofe, agora um míssil ar-ar com menos de 20 kg de ogiva erra por 20m pode ser muito problemático….

  82. alexandre 24 de julho de 2017 at 22:52

    Quem está a tergiversar e ofender aqui é você! eu lhe fiz um questionamento muito simples: Já que você decretou que a maravilhosa ECM russa “plug and play” havia tornado os mísseis BVRs ocidentais inefetivos, que saber se a recíproca ou seja, se a ECM ocidental tornou os mísseis BVRs russos inefetivos.

    No mais você cita uma série de dados e estatísticas, no intuito de colocar em xeque a eficácia dos mísseis BVRs, mas o faz a esmo sem considerar as circunstâncias dos engajamentos, especialmente durante a Allied Force.

    Ps1: Foi só eu elogiar a sua melhora no uso da “inculta e bela” que você vai e escorrega! A culpa continua a ser do teclado? “Míssil anti-buquê”? o que você tem contra as flores?…rs! Agora, falando de mísseis antinavio, eu me refiro especificamente ao MANSUP, que está a ser desenvolvido pela AVIBRÁS mas que todo aqui sabemos ser na verdade o conhecidíssimo Exocet em suas variantes AM-39 e MM-40, em (mais um) acordo “Caracu” de “transferênfia di tequinúlugia”, especialmente no tocante ao motor foguete. O problema é que a variante mais recente do míssil usa um motor turbofan que terminou por dobrar o alcance da arma. Agora pergunta se os franceses bonzinhos “transfiriram a tequinúlugia” do turbofan para o “Brasil-PuTênfia”…rs!
    .
    Ps2: Sua memória é seletiva! Você especificamente defendeu que os argentinos, a despeito das suas forças armadas sucateadas (atualmente sem Força Aérea) e que já haviam demonstrado um péssimo desempenho na Guerra das Falklands (que nunca foram Malvinas) seriam capazes de derrotar as chilenas, melhor treinadas e equipadas. E o pior é que você fez isso não por uma razão técnica mas sim por simpatia ao Kirchnerismo que então assolava as ilhas.
    .
    Ps3: Seu português é ruim mas a minha compreensão de texto felizmente é boa afinal, ao contrário de você, não sou filho da “Pátria-Educadora”……

  83. Alexandre, se você quiser aceitar a fonte, para abates BVR acima de 30km basta dar uma checada no livro “Iranian F-14 Tomcat Units in Combat” da Osprey Publishing por Tom Cooper e Farzhad Bishop. Segue link do livro abaixo.
    .
    https://ospreypublishing.com/iranian-f-14-tomcat-units-in-combat
    .
    E outra. O processador 286 não é da década de 1970, mas sim dos anos 1980. E outra, quando fala de ‘Sistema Operacional baseado em softwares antigos’ a frase acaba não tendo sentido. Sistema operacional É um software. Talvez estivesse querendo se referir à hardware e se confundiu. A Apple utilizava processadores da Motorola em seus Apple Computers e Macintoshs até que foram descontinuados, quando a Apple passou à adotar processadores da Intel.

  84. Leandro Costa 25 de julho de 2017 at 14:00

    Bem lembrado! Durante a Guerra Irã-Iraque a combinação F-14/AIM-54 conseguiu abates a distância bem superiores a 30 km. E em um episódio emblemático um único míssil conseguiu abater 3 Migs-23 que estavam em formação cerrada. E isso levando em conta que o Phoenix era uma arma complexa e temperamental e os iranianos não tinha suporte algum.

  85. Em 1991, com o limitado míssil BVR Sparrow, já se chegou perto desses 30 km (smj, alguns disparos foram até em distância superior). Mas já no Kosovo, aconteceram disparos de AMRAAM (não lembro se na versão B ou já na C) a 55 km.
    No Iraque, as distância foram superiores muito por conta da falta de treinamento (amadorismo) dos pilotos iraquianos, voando como se estivessem em bombardeiros. Com o alvo não manobrando corretamente, o alcance de qualquer míssil sobe… Sobre o Phoenix, eu já comentei: muito alcance final, mas pouca capacidade NEZ.
    Ademais, hoje, o imageamento avançou demais no radar AESA. Além de IFF avançado, há o NCTR (com imageamento), IRST e ESM. Tudo isso possibilita que, no mínimo, se faça um disparo com plena e segura identificação a mais de 40 nm. Repito, no mínimo.
    Abraços

  86. carcara_br 25 de julho de 2017 at 11:19 não sei se um caça israelense dotado de datalink+radar aesa teria essa margem de erro…mais vc citou uma informação importante q é sobre a demora processamento…acredito q israel tenha resolvido isso em seus misseis chama-se software defined radar (sdr) . do novo I-DERBY;a tecnologia (sdr) significa que o seeker pode ser reprogramado com atualizações de software, incluindo novas formas de onda, ciclos de trabalho e técnicas de processamento.

  87. Em 1991, com o limitado míssil BVR Sparrow, já se chegou perto desses 30 km (smj, alguns disparos foram até em distância superior). Mas já no Kosovo, aconteceram disparos de AMRAAM (não lembro se na versão B ou já na C) a 55 km.
    No Irã-Iraque, as distâncias foram superiores muito por conta da falta de treinamento (amadorismo) dos pilotos iraquianos, voando como se estivessem em bombardeiros. Com o alvo não manobrando corretamente, o alcance de qualquer míssil sobe…
    Ademais, hoje, o imageamento avançou demais no radar AESA. Além de IFF avançado, há o NCTR (com imageamento), IRST e ESM. Tudo isso possibilita que, no mínimo, se faça um disparo com plena e segura identificação a mais de 40 nm. Repito, no mínimo.
    Abraços

  88. Sem entrar no clima de maniqueísmo de EUA x Rússia, o problema de dotar misseis como o AIM-120, R-77, MICA e afins, de grande capacidade ECM é a seguinte. Diâmetro de antena.

    O ganho da antena, isto é a sua capacidade de concentrar energia em uma direção precisa é ditado por três variáveis: Área do refletor (A) – Comprimento de onda (L) – Eficiência na abertura que é a capacidade da antena de refletir o sinal para o ponto focal (E).

    A equação do ganho para este tipo de antena é;

    G = 4 x Pi x A x L^-2. E

    Como estes buscadores operam na faixa de 8GHZ – 10GHZ (o motivo não dá pra explicar agora por falta de tempo) e o E para uma antena bem projetada dificilmente é maior do que 0,7, considerando os diâmetros dos misseis (180mm para o AIM-120), (380mm AIM-54), considerando o diâmetro da antena como sendo 2cm menor que o da fuselagem (para a antena se mover) é possível calcular o ganho de ambas antenas.

    AIM-120=159,01

    AIM-54 = 805,02

    Isto significa que uma antena menor como do AIM-120 tem capacidade de concentrar o sinal 5 vezes inferior à de um míssil maior, como o AIM-54.

    Isto faz com que os lóbulos, parte do sinal que “desgarra” do feixe principal seja bem maior e é pelo “lóbulo” que o jammer atua, produzindo erros angulares no buscador.

    Não quero dizer com isto que estes misseis sejam facilmente enganados, apenas que eles possuem esta fraqueza. Igualmente que os russos tenham descoberto a roda, Israel, Americanos, japoneses, chineses também possuem jammers que fazem a mesma coisa.

    Como se lida com isto?

    Primeiro é com AESA, que permite que na recepção do sinal se forme um feixe na direção do jammer e capture a sua energia, a muito grosso modo ela é invertida e comparado com o eco do alvo, ai a parcela da energia do jammer e cancela com a do feixe do eco. Muito resumidamente é isto, na pratica é bem complicado de fazer, mas é isto que garante ao AESA muito mais resistência a interferência.

    Misseis ar-ar AESA tendem a ter maior diâmetro e ai entra outro problema porque o arrasto do míssil é proporcional ao quadrado do diâmetro, e para compensar este problema o míssil precisa ser bem maior para ter o mesmo alcance. Tamanho por sua vez impacta em tamanho da baia de armas internas etc…

    Mas ainda haverá, um míssil AESA e pequeno, a brincadeira está só começando. No futuro talvez o problema seja levar o míssil para a banda Ka (34Ghz), onde uma antena como do AIM-120 teria ganho 15 vezes maior do que na atual banda X, mas ainda há muitos problemas para isto com a atual tecnologia, não vou detalhar para não estender demais.

    A outra forma é buscador duplo, coisa que já existe em misseis anti-navios e SAM, mas novamente há problemas. O coeficiente de arrasto, os AAM são projetos de elevada eficiência não apenas em voo, mas também em modo standy by, eles penalizam a plataforma em massa e arrasto, por isto precisam ter critérios de eficiência diferentes de misseis que finam no solo, em convés ou que quando voam são em missões de ataque onde o modo ar-ar não é prioridade.

    Só como curiosidade já que abri o software para calcular ganho de antena. Uma antena de caça pequeno como do PS-05 (60cm) que é o radar do Gripen A/B-C/D possui ganho de 2230 na banda X, um AN / AWG-9 (92cm) do F-14 ou os primeiros radares do Su-27 dão mais que o dobro de do F14, conseguem ganhos 2,5 maiores o que comado a maior potência disponível a bordo dão alcances de radares de pelo menos o dobro.

  89. Há possibilidades inexploradas em relação às capacidades de um míssil BVR com orientação por radar ativo, navegação por GPS e datalink de duas vias, que é a capacidade do míssil trocar informações com o caça e isso aumentar a resistência às ECMs. Isso já ocorre com os sistemas TVM como o Patriot PAC-2, que é um míssil “teleguiado” apesar de ser de ter um seeker por radar semi-ativo.
    Esse míssil não processa os dados relativos ao alvo, capturados pela “antena” dele, mas envia esses dados via RF ao lançador que junto com os dados recolhidos pelo radar do sistema, que acompanha o alvo e o míssil, determinam qual a melhor trajetória para o míssil interceptar o alvo.
    De modo semelhante um míssil guiado por radar ativo e datalink de duas vias deve poder conversar com o avião lançador (ou outro que esteja na linha) e juntos escolherem a melhor trajetória, inclusive desconsiderando despistadores e provendo melhor resistência às ECMs.

  90. Aéreo,
    Só no sentido de colaborar, como você sabe existem alguns mísseis com radar milimétrico operando na banda K (ka, K, Ku, etc) como o Hellfire Longbow, o Brimstone, o AARGM e o JAGM. Não são AESA.
    Em relação a mísseis ar-ar com radares AESA banda X tem o AAM-4B japonês , com 203 mm de diâmetro e estão desenvolvendo o K-77 russo com 200 mm de diâmetro.

  91. Resumo da história, uma tecnologia já há muito tempo conhecida do Ocidente e este pode ser ser calcanhar de aquiles. Me desculpem, mas os russos tem sim muitos motivos para comemorar, afinal um problema de quase 20 anos de conhecimento de sua existência e ainda não há solução viável. Não importa se você desenvolveu a tecnologia primeiro, se não foi capaz de desenvolver contramedidas contra ela……Se as chances são 50/50, então já torna necessário mais de um míssel para garantir o abate, e torna mais custosa qualquer missão. Então sim, os russos tem muito que comemorar……

    Outra colocação muito bem feita aqui. Todos os combates onde houve abate até o momento, foram em cenários onde havia-se adversários tecnológicamente e militarmente inferiores. Se formos pensar agora em uma guerra envolvendo realmente potencias, teriamos um cenário muito diferente, tendo o campo de batalha saturado de sinais e contramedidas. Então realmente poderemos saber com 100% de exatidão a eficacia dos misseis, tanto americanos como russos, como chineses, como sei lá mais quem……Até lá, é tudo pura análise teórica…..

  92. Carlos,
    Combate BVR implica que o inimigo seja pego de surpresa, portanto, é indiferente se ele era superior ou inferior, se tinha defesa ou não. Se o alvo for alertado previamente as chances do “ataque” dar errado aumentam independente dele ser um Su-35 com pods de ECM DRFM ou um teco-teco.
    Se o alvo já está em alerta o melhor é se aproximar para lançar o míssil dentro da NEZ e aí o melhor é lançar dois mísseis mesmo. Sempre foi assim.
    Vale salientar que os soviéticos tinham doutrina de lançarem dois mísseis BVR, um guiado por radar e outro por IR.
    Os sistemas de defesa evoluíram mas os mísseis também. Antes, na década de 90, não havia caças furtivos, radares AESA, mísseis de longo alcance com trajetória loft, etc. Também os seekers têm evoluído e duvido que não tenham conseguido acompanhar os sistemas defensivos. E voltamos ao início, o ataque BVR deve ser furtivo para que as chances de sucesso aumentem. Isso é o que faz os aviões… furtivos!

  93. Galante,
    A USAF não tem culpa se iraquianos utilizavam seus MiG 29 para correio aéreo ou alguma outra função menos belicosa. Eu aposto que ela achou que eles estavam lá pra lutar. rsrss
    Se não estavam preparados, deveriam ter-se preparados antes de invadirem o Kuwait, porque ficaram 10 anos lutando contra o Irã, que tinha até F-14 com Phoenix. Armas químicas para matar curdos eles tinham mas esqueceram de colocar RWR nos caças MiG-29 e de dotar eles de lançadores de chaffs.
    Mas e radar, eles tinham? E mísseis? Também não tinham? Os pilotos eram amadores? Depois de 10 anos guerreando contra o Irã e os pilotos eram inexperientes, amadores e não davam conta de se defender das porcarias de mísseis americanos com Pk de 10%, lançados do alcance visual. Por que eles não tinham os fodásticos AA-11 com HMS? Teriam arrasados os americanos lançando Amraams do alcance visual.
    E os sérvios que derrubaram o F-117 com uma arma da década de 60? Também não estavam preparados para os americanos? Fizeram milagre derrubando uns 40 a 50 F-117 com um míssil da década de 60 mas com um caça MiG-29, a fina flor da armaria soviética, eles foram pra guerra indefesos, sem mísseis, sem radar, sem RWR, sem chaffs e flares, com pilotos mal preparados?
    Uma coisa é certa, os americanos detectaram que MiG-29 inimigos armados se aproximavam muito provavelmente para dar tchauzinho e aí eles resolveram por pura maldade destruir os “bichinhos”, coitados.
    Daqui uns dias uns F-22 ou F-35 vão derrubar alguns caças e aí a desculpa vai ser que eles não tinham bancos fasers e escudos defletores. rsrssss

  94. That’s when the Americans shoot SU-35S with a complex of Hibin, or SU-34 with a complex of Hibinas, or the newest MIG-29M (M2) 35, or SU-30SM (M2)

    Then you will talk about the miracle of the AIM-120 missile
    __________

    Aqui, quando os americanos começar batido SU-35S complexo com Hibino, ou SU-34 com o complexo Hibino, ou o mais recente MIG-29M (M2) 35, ou SU-30cm (M2)

    então você vai falar sobre o milagre de mísseis AIM-120C

    e pára este circo, lembre-se complexo Hibino é uma realidade, o que está em produção em massa e foi testado!

  95. Manuel Флавио 26 июля 2017 в 17:03
    ___

    The impression is that US lovers first learned about the ability of the Khibiny, to block the AMI-120

    That’s why they have hysterics
    __

    A impressão de que os fãs americanos aprendeu da capacidade Hibiny, bloco AIM-120

    É por isso que eles têm histeria

  96. Esse discursão toda me fez lembrar alguns posts aqui no Aéreo de 2013, onde os nobres colegas afirmavam, veementemente, que a Rússia não conseguia atingir nada, com precisão, a mais de 1000 Km, além de soltar boas gargalhadas com as matérias da Sputnik que falava ao contrário, e que não teria essa capacidade até 2025.

    Bom o tempo passou e as atividades na Siria mostrou quem estava com a razão…

    O tempo nos dirá se pode ou não pode ser “jammear” os mísseis AMRAAM?

    Obs: Penso que a Rússia começou a filmar os ataques e divulgar seu poder bélico justamente para acabar com a história de que estava sucateada.

  97. Tireless, sempre previsível, fiz a correção dessa palavra, buquê, mas acho que caiu no antispam, use smartphone e verás que ocorre substituições de palavras facilmente.
    Vc se refere ao Aim 54 para exemplificar abates bvr acima de 30km, e é correto, só que estamos falando do aim 120. Conheço os abates do aim 54, mas veja a explicação do aéreo acima, é bem didática, o aim 54 tem o dobro do diâmetro do aim 120 e consequentemente o dobro do diâmetro da antena de sua cabeça de busca, efetivamente tem mais combustível e fonte de energia, e mesmo assim atingiu alvos que nem sabiam que estavam sendo atacados. Um aim 120 , NUNCA EM SUA hISTORIA, fez um abate acima de 30km.
    Com relação aos Argentinos, quero lhe dizer que para mim, podem se lascar, nunca defendi argentinos de qualquer partido. Mas a grande verdade é que eles deram um grande calor na Inglaterra, no episódio que chamamos guerra das Malvinas, e se for olhar o período histórico, muito certamente , a Argentina teria ganho do Chile naquela mesma época.

  98. Sua compreensão em leitura continua sofrível, não disse que as armas russas são melhores que as ocidentais, simplesmente questionei o desempenho das armas bvr de todas as nacionalidades.
    E vc não se referiu apenas ao motor foguete do mansup, vc se referiu ao míssil todo. E agora, no seu comentário , mostra um profundo desconhecimento do estágio atual do desenvolvimento tecnológico da Avibrás, uma vez que a mesma já usa um motor semelhante ao turbofan dos mm 40 bk 3 nos mísseis de cruzeiro avtm 300, ou seja, se a Avibrás quiser, é só fazer a adaptação no mansup.

  99. Olá Leandro Costa, obrigado por sua atenção, conheço a fonte e aceito sim, o desempenho do aim 54 é conhecido e talvez o único comprovado em combate em situações realmente bvr, mas eu me referia ao Aim 120 . Na verdade, como explicou o Aéreo no comentário acima, o Aim 54 tem o dobro do diâmetro do Aim 120, consequentemente o dobro do diâmetro da antena, e possivelmente mais combustível e fonte de energia mais potente, tudo isso junto, aumenta a nez e a capacidade de detecção do Aim 54 em relação ao Aim 120, e é bom não esquecer que os alvos abatidos nem ao menos sabiam que estavam sendo atacados nessa distância, hoje, com ecm e os aviões Aew, talvez o desempenho não fosse tão bom.

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