MAKS 2017: sessão de treinamento

MAKS 2017: sessão de treinamento

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Jornalistas e fotógrafos puderam acompanhar ontem a sessão de treinamento para o Show de Aviação Internacional e Salão de Espaço MAKS-2017 no aeroporto internacional de Zhukovsky, na Rússia.

O evento inicialmente organizado pelo Ministério da Indústria e Comércio da Rússia até 2009, foi mais recentemente assumido pelo Governo de Moscou e Aviasalon. O primeiro show, Mosaeroshow-92, foi realizado em 1992. Desde 1993, o show aéreo foi renomeado como MAKS e é realizado em todos os anos ímpares.

O MAKS é um evento importante para a indústria de aviação russa e a Comunidade de Estados Independentes (CEI). Embora tenha começado principalmente como um evento de entretenimento, o show logo se tornou um mercado onde empresas russas aeroespaciais poderiam negociar contratos de exportação e as companhias aéreas russas poderiam fazer contatos estrangeiros.

19 COMMENTS

  1. As manobras de stoll do Pak-FA… foram DUCA$@## !!!
    Palmas para o piloto !!!! E p/ a FA russa de colocar um protótipo para fazer uma demonstração dessas… rsrs

  2. O PAK FA tem tudo para deslanchar na arena de combate da primeira metade do século.
    Só espero que ele tenha mais sorte do que os Flankers que ficaram restritos a conflitos insignificantes em nações irrelevantes.

    Sds

  3. O novo presidente do Peru não quer nem mais ouvir falar dos russos e seus equipamentos militares, me parece que se alinhou completamente aos Estados Unidos.
    Tenho muitas dúvidas sobre a real capacidade furtiva do T-50, além do formato, isso também é garantido pelo material de que é composto e fabricado, até mesmo da pintura, e da parafernália eletrônica que transporta a bordo, acho difícil que os russos tenham chegado ao refinamento tecnológico do F-22. Não consigo entender essas duas enormes bocas de escape de gases, sem tratamento térmico algum, é direto e pronto, é algo realmente denunciador da posição… :
    “Olá IRs, eu estou aqui”.

  4. Me perdoem, mas não consigo entender esse ceticismo em relação a Russia …
    Os caras tiveram e ainda tem, matemáticos e físicos fantásticos…
    Inventaram tecnologias incríveis que mudaram o mundo …
    Durante anos estiveram na vanguarda das viagens espaciais …
    Desenvolveram tecnologias incríveis…
    Outro dia, um subnuc, apareceu para tomar um sol em pleno golfo do México …
    O fato dos caras não estarem alinhados ao ocidente não os tornam menos capazes, a China é outra prova disso …

  5. Antonio de Sampaio 17 de julho de 2017 at 0:19
    .
    “Não consigo entender essas duas enormes bocas de escape de gases, sem tratamento térmico algum..”
    .
    Olha, não sei quem decretou essa lei que obriga toda aeronave de 5°G ter bocais de saída dos motores iguais aos do F-22, mas pelo jeito os próprios americanos se esqueceram de segui-la no F-35.
    By the way… Quando é “Made in USA” não tem problema.

  6. Rodrigo, na verdade ninguém decretou nada. Na verdade, não só o F-35 não os tem, como os projetos do novo caça da Korea do Sul, Turquia e mesmo o novo projeto dos Europeus para um caça furtivo também não tem. O que ocorre é que desde o primeiro voo do F-22, lá se vão mais de duas décadas e com o passar do tempo, parece que a furtividade nos bocais dos motores hoje é realizada de outra forma, com outros tipos de materiais que reduzem a assinatura térmica dos motores e não mais com o conceito dos bocais a la F-22. No caso dos Russos com PAK-FA, NUNCA, desde os primeiros esboços jamais (até onde se saiba) foi proposta a solução de bocais como os do F-22 e mesmo o novo motor (dos quais sabe-se pouco), também não deverá adotar a solução de bocais como o do Raptor. O PAK-FA vai devagar em seu desenvolvimento, mas vai! Por fim, deve ser uma ótima aeronave, representante legítimo das famílias de caças soviéticos/russos, mais baratos e utilizando-se de características russas como relativa simplicidade, rusticidade e eficiência, serão muito bem vindos na VKS. A meta é “bater” os americanos com suas fantásticas aeronaves, e por isso os russos compararão com o top da aviação (afinal, dizer que um novo caça Russo seria melhor que um JF-17, não agregaria nada!), mas na verdade ele não precisa ser melhor que os F-22/F-35, basta ser melhor que todos os outros caças hoje em operação como os F-15/16/18, Mirage 2000-5Mk2/9, Typhoon, Rafale, etc…

  7. Ypojucan,
    Eu sei disso tudo..
    Mas, como tudo indica que outros comentaristas ainda não saibam, valeu sua explicação.

  8. Os americanos se esmeraram em tubeiras de escape nos F-117, F-22, B-2, nos UAVs RQ-170 Sentinel e General Atomics Avenger, nos mísseis JASSM e AGM-129, no futuro o B-21 e em todos os esboços dos futuros caças de 6ª G. Praticamente todas as aeronaves furtivas dos EUA independente de terem entrado em operação ou serem apenas de testes ou demonstradoras de conceito tiveram uma tubeira stealth.
    Só o F-35 é que tem uma tubeira “convencional” mas mesmo assim é dito ter reduzido RCS devido ao bocal picotado, mas parece não ter havido intenção alguma em reduzir a assinatura térmica. O motivo disso é uma incógnita mas provavelmente está relacionado à tentativa de reduzir os custos e ao fato de complicar a versão STOVL.
    Vale salientar que o X-32, concorrente do F-35, tinha uma tubeira furtiva mas seu sistema VTOL não a utilizava e se valia unicamente das tubeiras orientáveis ventrais.

  9. Vai ver a quantidade de calor liberada é tão imensa que se torna secundário a utilização dessas tecnologias frente ao refinamento dos sensores IRST

  10. PCOA,
    Mas teoricamente a diferença da assinatura radar deixariam os furtivos fora do alcance dos sensores térmicos dos caças inimigos independente de quão grande possa ser o calor emanado, e sem dúvida a radiação IR emitida pelo corpo das aeronaves stealths devido ao atrito com o ar (inclusive do F-35) tem uma redução e mesmo no caso do F-35 a radiação da chama da tubeira só seria “visível” no caso dele estar em pós-combustão e só a partir de determinados ângulos.
    Em relação à redução da assinatura térmica de modo geral em relação às defesas de terra o que se imagina é que os bombardeiros e caça-bombardeiros stealths queiram se aproximar o suficiente para fazer uso de bombas de queda livre , que ainda representam 95% das armas ar-sup guiadas, são de baixo custo e são as que efetivamente fazem diferença.
    No fundo a redução IR visa as operações ar-sup e não o enfrentamento com outras aeronaves.

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