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Novos mísseis ar-ar chineses

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Caça J-10C com mísseis PL-10 e PL-15

Circulam da Internet fotos de um caça J-10C equipado com os novos mísseis ar-ar chineses PL-10 e PL-15.

O PL-10 é um míssil ar-ar de curto alcance de última geração guiado por infravermelho. O PL-15 é o equivalmente chinês ao AMRAAM americano.

Na montagem abaixo, os novos mísseis comparados com a geração anterior.

48 COMMENTS

  1. Sem dúvida que os espiões e hackers chineses tem trabalhado à toda, na última década. O salto da indústria militar chinesa foi muito veloz, mesmo considerando todo o dinheiro e trabalho.

  2. A FAB deveria comprar algumas unidades e testar para sondar a integração com o Gripen, principalmente se o custo for 1/3 de um sidewinder ou AMRAAM.

  3. Tiago, provavelmente os trilhos para demais misseis não estavam instalados, pois o J-10C tem 11 pontos para armas e tanques (hardpoints), sendo 6 sob as asas e 5 sob a fuselagem.
    Impressiona o custo baixo de aquisição do avião, está girando em torno 27 milhões no momento. realmente é uma saída para a Argentina…

  4. A Força Área da China já possui mais de 400 J-10.
    Mais de 250 J-11 e mais de 240 JH-7.
    15 J-20 e vem mais. Muito mais…

  5. Com menores aletas, os mísseis parecem ter maior alcance (menos arrasto). Vale dizer que o PL-15 tem um cone (nariz) mais afilado, o que pode dotá-lo com melhores condições aerodinâmicas, para alcançar maiores velocidades, consequentemente possibilitar maiores distâncias. Mas também pode ser apenas o ângulo das fotos. Rsrsrsrs
    .
    O PL-10 parece ser uma versão chinesa do Iris-T, com o PL-15 seguindo o mesmo princípio dinâmico (com asas de sustentação no meio do míssil e as aletas traseiras as responsáveis pela orientação/direcionamento).
    .
    Até mais!!! 😉

  6. Acho esse avião muito bonito e aparenta ser muito capaz (principalmente a última versão), mas creio que com mais armamento (com todos pontos possíveis e cabides duplos como sugerem algumas imagens que rodam na net) acabaria ficando com muito arrasto comprometendo muito o desempenho (penso que isso acontece devido a “idade” do projeto, visto que antigamente era comum portar menos mísseis). *Por isso acho o Gripen E/F muito mais equilibrado, ainda mais podendo levar 3 Meteor na fuselagem.

  7. Não se engane Gustavo só esses quatro misseis ja fazem um belo estrago. Pode estar configurado para patrulha não?

  8. Foto de avião armado até os dentes é pra forista ver…
    Vejam fotos de emprego real de aeronaves de combate mundo a fora…

  9. É só querer.
    Quando se quer, é possível.
    Não existem milagres nem tecnologia extraterrestre.
    Um míssil não passa de um cilindro com combustível.
    O alcance depende da quantidade de combustível, do consumo e da aerodinâmica do míssil.
    O resto é sistemas de direção e guiagem.
    Ora, Brasil e África do Sul não estavam desenvolvendo um?
    Qual o problema?
    Nada que algum dinheiro, com alguns conhecimentos básicos não possam resolver.

  10. Wellington Góes 13 de julho de 2017 at 21:47, só existem clones na foto, o PL-8 é semelhante ao IRIS-T, o PL-8 é semelhante ao Phyton-3, o PL-15 semelhante ao AIM-120 e o PL-12 semelhante ao AIM-7, coincidência ? Talvez sim, talvez não, o mais provável é…. quem sabe?!

  11. Melky, na verdade o PL-8 eh o Python 3 fabricado sob licenca, nao sendo mera copia.

    As asas mais curtas do PL-15 servirao para armazenamento interno nas aeronaves stealth, assim como as ultimas versoes do AIM-120.

  12. Bom dia! Me parece que o PL-4 (cancelado) seria o equivalente chinês do AIM-7, que possuia, como ele, um radar semi-ativo. O PL-12 é, na verdade, o equivalente ao AIM-120, pois possui radar ativo e alcance semelhante. Provavelmente o PL-15 seria o equivalente mais próximo do Meteor, a exceção do motor sólido, contra o ramjet deste último.

  13. Os chineses dizem o que quiserem do desempenho dos seus mísseis já que papel aceita tudo e eles não vendem pra ninguém (que eu saiba) que possa contradize-los.
    No papel o PL-15 tem desempenho quase equivalente ao do R-37 russo mas num “pacote” muito menor (200 kg x 600 kg). Claro, havendo uma redução da massa da ogiva é perfeitamente possível que isso ocorra.
    As características do PL-15 divulgadas na internet, em sendo verdade, o colocaria 10 anos a frente de tudo que existe no mundo (Rússia, inclusive):
    1- seeker duplo, radar ativo AESA e IIR;
    2- motor dual pulse;
    3- trajetória loft;
    4- data-link two way;
    5- GPS;
    6- 300 km de alcance;
    7- Mach 5.
    Parece que só não tem motor aspirado (ducted rocket), ogiva de fragmentação direcional e TVC, pra fechar a escrita.

  14. Sobre mísseis ar-ar com radar ativo, o único que eu conheço é o AAM-4B japonês. Parece que existe um acordo para produzir uma versão do Meteor com esse radar, já que o AAM-4B seria grande de mais para ser levado dentro de compartimentos internos de caças stealth.

  15. Na cultura chinesa copiar não é feio. Eles admiram muito o talento de quem consegue reproduzir uma cópia bem próximo do original. Esta implícito na sua cultura, lá é assim.

  16. Zmun,
    Mísseis ar-ar com radar ativo AESA que estão operacionais ou em fase avançada de desenvolvimento, além do AAM-4B tem o K-77M russo e o Stuner versão ar-ar israelense. Mas você está certo. Ao que parece o único que já está em operação é o japonês.

  17. Desculpem, mas enquanto criticamos, enquanto achamos que soltam pecinhas, ELES estão fazendo e nós sonhando ou com dizem alguns “viajando na maionese”………..Precisamos ver quem tem teria coragem de irem enfrentá-los para saber se realmente funcionam, se soltam as tais pecinhas……vamos ver.

  18. Miguel,
    Entusiastas de aviação militar quando criticam A, B ou C desconsideram a existência do Brasil. O Brasil não entra nessa equação. A China é e sempre será comparada aos EUA, á Rússia, ao Reino Unido, ao Japão, à Coreia do Sul, a Taiwan, etc. Esqueça o Brasil
    Enquanto os chineses também não tiverem coragem de enfrentar ninguém, de invadirem Taiwan, de peitarem os japoneses, etc. , a gente vai poder ficar duvidando da qualidade dos seus produtos que são cópias dos outros e se formos levar em conta a “tradição” dos produtos chineses continuaremos a ter um pé atrás com eles, salvo é claro se eles começarem a comercializar seus produtos para que possam ser avaliados pelos usuários.

  19. O chato de comentar em blogs de “defesa” é que sempre que se fala mal de um produto ORIENTAL, seja chinês ou russo, tem sempre alguém que se sente doído e apiedado e vem com essa mesma estória de “quem somos nós pra criticarmos já que somos um zero a esquerda no concerto das nações de modo geral e no âmbito militar somos pior ainda”.
    Aí ou a gente fica mudo ou só elogia que é para não ofender os mais sensíveis.
    Agora, se for pra chamar o F-35 de lixo e meter o pau “de com força” em outros projetos dos EUA ou do Ocidente aí quanto mais paulada, mais coerente e sabido o critico é.
    Aii… tem hora que eu realmente me sinto um velhinho cansado!

  20. Bosco,
    ótimo artigo, simples e bem completo, abrangendo capacidades, desempenho, táticas e diversos cenários de aplicação, colocando o papel da indústria e até onde ficam as decisões políticas nisso tudo. Excelente para desmistificar um monte de baboseira dita nos comentários aqui e no resto da internet. Gostei mesmo.

  21. Obrigado Bosco, excelente artigo! Eu fico satisfeito pela escolha do binomio Gripen-Meteor!! Agora, os chineses sao incriveis, nao da para substimar!

  22. Offtopic
    Os chineses tem uns 120 bombardeiros H6 k.
    É muita coisa:
    https//sputniknews.com/military/201707141055560491-chinese-bombers-buzz-japanese-airspace/

  23. Bosco 14 de julho de 2017 at 19:30
    O artigo é muito bom. Apenas me permito questionar a parte que fala que as regras de engajamento (ROE) não permitiriam o disparo do Meteor no alcance máximo ideal. O limite para identificação “optica” parece que está na casa das 40 nm. Mas, ao que parece, haveria ainda a possibilidade de utilização do modo NCTR em distância maiores do que essa. E outra: normalmente o AEW já passa o contato para o caça já com a identificação… Então, se indagarem dos pilotos e da parte tática de uma força aérea se eles preferem o AIM-120D (alcance prático lá pelas 45 nm) ou Meteor (alcance de 65 nm, pelo menos), acredito que optem pelo último… Recordar, ademais, que a geração anterior tinha uma distância prática (com boa pk) de lançamento lá pelas 28/30 nm.

  24. Bosco 15 de julho de 2017 at 14:06
    Totalmente off-topic… rsrs Mas o teu resumo foi muito bem feito. Perfeito.

  25. Bardini 15 de julho de 2017 at 18:05
    Sim, a NEZ é o grande diferencial pratico. E só lembrando que a distância maxima nominal é de mais 180 km. Mas com distância pratica (com boa pk) de de uns 110-120 km (faixa das 65 nm), acredito eu.

  26. Bardini,
    Mas esse gráfico já não representa a capacidade de alguns mísseis, como por exemplo o AIM-120D. O programa que gerou o Meteor foi baseado num desempenho em relação à NEZ que teria que ser de 3 x a do míssil AIM-120″A” que tinha um alcance de cerca de 60 km e um NEZ de uns 20 km.
    Nos 20 anos de desenvolvimento do Meteor o Amraam já teve umas 10 versões e a partir da C ele passou a implementar uma trajetória “loft”, subindo para voar em altitudes onde o ar é mais rarefeito e ganhando energia cinética quando mergulha sobre o alvo, para incrementar o alcance e a NEZ. A partir da versão “D”, informações dão conta que ele tem um motor “dual pulse”, que é acionado na fase terminal, quando o míssil tranca no alvo com seu seeker.
    Em relação ao Meteor, é certo que ele tem um maior tempo de queima do propelente mas tem maior arrasto e parece não utilizar a trajetória “loft”e nem ter um motor “dual pulse”. Tudo isso junto e misturado ajuda a reduzir o gap de desempenho entre o míssil Meteor e as versões mais recentes do Amraam.
    Vale salientar que chineses e russos escolheram um caminho similar ao dos americanos (AIM-120D) nos seus mais recentes mísseis ar-ar de longo alcance.

  27. O Meteor dobradinha com o Gripen NG mais operação em rede com o EMB-145 AEW&C é estado da arte em BVR. Só igualado ou superado por alguma doutrina muito bem articulada com caças de 5ºG.
    Como foi citado acima as armas chinesas precisam provar ainda muita coisa sobre suas capacidades efetivas e taxas de sobrevivência. Até lá, produzidas sob um manto de proteção e propaganda estatal, o papel realmente aceita tudo.

    Off Topic, mas nem tanto.
    Para quem é do contra… Uma pequena ideia da tela única do futuro GripenEBR , vejam que lindo o painel noturno dessa nave espacial terrena:

  28. Galina,
    O NTCR utiliza a confirmação visual por TV ou por imagem térmica ou por um radar capaz de ler as características do alvo e comparar com a biblioteca interna e aí definir se a aeronave é amiga ou inimiga.

    O desempenho desses mísseis é guardado a sete chaves. O que se sabe é que o Amraam D é 30 kg mais leve, tem célula com menor arrasto, o motor “principal” queima por cerca de 10 segundos e pode implementar uma trajetória alta (30 mil metros) antes de mergulhar sobre o alvo. O Meteor é logicamente mais pesado, tem mais arrasto e se mantém num altitude onde o ar é mais denso, mas claro, para compensar isso ele tem um motor aspirado com queima bem mais demorada.
    Isso tudo nos leva a crer que o Meteor tem maior NEZ imediata embora até possa não ter um alcance máximo tão maior, mesmo porque os requisitos iniciais pediam uma NEZ maior mas não um alcance máximo maior, já o “D” teria uma NEZ imediata menor mas teria uma NEZ mediata, na fase terminal, devido à trajetória “loft” e ao motor “auxiliar” que ascende na fase terminal.
    Quanto a números, qualquer coisa que eu dissesse seria exercício de adivinhação, mas o que se divulga é que o “D” teria alcance máximo de 160 a 180 km enquanto o Meteor teria alcance de 100 a … 300 km.

  29. Pessoal, às vezes certos comentários são detectados como spam e o sistema coloca o comentário em estado de espera até que um editor o libere. O site recebe centenas de spams todos os dias então é preciso ter um pouco de paciência até que seu comentário seja liberado. Não adianta ficar mandando o mesmo comentário novamente, porque aí o sistema pensa que é spam mesmo.

  30. Uma pergunta, especialmente aos que afirmaram isto, o Meteor já foi selecionado pela FAB para equipar os Gripens E/F brasileiros?! Faço essa pergunta porque, até onde sei, o que existe de fato é seleção dos Iris-T (concorrente direto do A-Darter) e uma possível intensão (em off) de se adquirir o Meteor e não uma seleção de fato, ou estou enganado?!
    .
    Até mais!!! 😉

  31. Resposta ao WG;

    Sim,o Meteor foi selecionado e vai ser adquirido em pequenos lotes. O Iris T foi selecionado para tapar o furo enquanto A Darter finaliza, se é que vai finalizar. O Iris T foi escolhido porque como a Força Aérea sueca irá integra-lo ao NG, nos poupará tempo, trabalho e dinheiro para integrar e principalmente homologar outro míssil.

    G abraço

  32. Pois então Juarez, então ainda está na intenção e não numa definição de fato. Essa de selecionar o Iris-T para “tapar o buraco” chega a ser até engraçado, rsrsrsrs. Como se “tapa o buraco” de algo que ainda não existe?
    .
    Só para lembrar, estamos em 2017 e o Gripen E/F brasileiro (com o WAD) nem sequer voou e já em 2014 decidimos pagar por quase 250 milhões de dólares em mísseis Iris-T e bombas israelenses. Enquanto isto a Mectron faliu, devido a falta de aporte financeiro para seus projetos e a Britanit patina, também por falta de aporte financeiro, para o desenvolvimento de sua bomba guiada Acauã.
    .
    Na minha opinião, essa definição de “tapar o buraco” é usada de forma errada, assim como as definições do que é importante fazer com o dinheiro público para manter a operacionalidade das forças armadas brasileiras, assim como o desenvolvimento tecnológico, industrial e econômico, do setor de Defesa neste país.
    .
    Essa é a diferença entre o Brasil e a China (país referência nesta matéria), com certeza somos nós que estamos mais avançados neste setor. Só que não!!!
    .
    Enquanto isto, nada de definição oficial de BVR. Tá certo!
    .
    Até mais!!! 😉

  33. Quanto à equipamemtos com alto valor tecnológico agregado, especificamente na área de defesa e que dependam de desenvolvimento ou participação nacional, temos sempre um gargalo, que é o baixo número de unidades adquiridas. Falemos de mísseis: quantos Derby foram comprados? Poucas dezenas. Quantos Python 4? Mais que os Derbys, mas não chega na casa de centenas. Quantos Harpoon? Segundo anunciado, foram 20, incluindo os de treinamento. Quantos AM-39 Exocet a MB comprou? Acho que não foram recebidos mais do que 20 também. E por aí vai! Isso demonstra que, com o pequeno orçamento destinado para a compra de armamentos, especificamente de mísseis (que é o que discutimos), como iremos desenvolver algo nacional, que tenha um custo aceitável, se compramos poucas unidades? Como diluir o custo de desenvolvimento em poucas unidades? Exportações? Não é nada fácil, visto a grande quantidade de empresas internacionais que já possuem grande expertise e grande quantidade de clientes pelo mundo. Não existe milagre! Queremos armas nacionais? Então que paguemos pelo seu desenvolvimento, com verbas destinadas para tal, com fluxo constante e programado. Só assim poderemos equipar nossos vetores com armas nacionais. Do contrário, acontecerá o que vemos hoje no caso do A-Darter, cujo desenvolvimento ainda não foi completado, principalmente pelo aporte insuficiente de verbas por parte do Brasil. Então, as Forças se veem na necessidade de comprar de fora as poucas unidades que o orçamento permite. No caso discutido, a FAB precisa de um míssil ar-ar de curto alcance para equipar o Gripen. Como não há previsão da prontificação do A-Darter, optou-se por algo que esteja operacional. O Meteor vai ser adquirido, mesmo em pequenos lotes, pois o Gripen precisa de um BVR e o Brasil não começou sequer a desenvolver um míssil nessa categoria.
    Sem investimento pesado, tanto para o desenvolvimento como para compra de quantidades consideráveis, não teremos como ter algo nacional, sendo forçados a comprar de fora. E esse raciocínio serve para qualquer coisa, como fuzis, blindados, carros de combate, navios, etc….

  34. Bosco 16 de julho de 2017 at 8:07
    Um mea culpa. Faltou eu especificar que o modo o NCTR a que me referia era o primitivo, o JEM (jet engine modulation). É em relação a ele que tenho dúvidas sobre a afirmação de que não haveria identificação suficiente para lançar um Meteor. Utiliza o efeito doppler para identificação através da análise das pás do motor do adversário, colocando de forma (demais até) simplificada.
    E isso tudo estamos falando em relação a caças. E o AEW&C ? Ele tem tanta informação que já passa tudo para o caça, inclusive a identificação. O Cel Rinaldo Nery poderia falar um pouco sobre isso.

    Agora, que eu saiba isso não tem nada a ver com TV ou imagem térmica. Não se enquadra no conceito de NCTR. As 3 modalidades de NCTR conhecidas são JEM, HRRP e inverse SAR.

    Sobre as suas dúvidas sobre qual conceito de míssil seria o melhor, quem trabalha com isso (profissionais) tem essas informações, e alguma coisa acaba sempre vindo ao conhecimento do público, o que é natural. Lembra do exercício da Navy com a FAB ano passado no RS ? Disparo na faixa das 40 nm ? Ali, muito provavelmente, foi simulado do AIM-120D, que os americanos tem em seu inventário há vários anos. Ou seja, distância prática que os americanos utilizaram: 40 e poucas nm.
    E, a FAB fez palestras abertas ao público citando que o Gripen irá combater BVR efetivamente há mais de 100 km. Então, teríamos aí algo na faixa das 60 nm. E olha que desconfio que, dependendo da circunstância, vai além disso.
    Note ainda que o artigo que vc mesmo citou, foi escrito por um americano, e nele claramente é colocado o Meteor como o míssil de maior alcance.

  35. Gallina,
    Não sou muito conheceder do assunto “NCTR” mas me baseei nesse artigo que já conhecia de algum tempo: http://sistemasdearmas.com.br/ca/cid1intro.html
    Quanto ao alcance máximo dos modernos mísseis ar-ar, pelo que posso concluir é que o Meteor é mesmo o de melhor desempenho por utilizar um propulsor aspirado, mas não posso deixar de lembrar que seus requisitos operacionais se basearam no Amraam original, da década de 80 e que devido à longa gestação do míssil europeu houve tempo do Amraam evoluir. Naquela época não se falava em motor “dual pulse” ou trajetória “loft” (apesar de ser utilizada pelo Phoenix) para mísseis de dimensões reduzidas como o Amraam, e o que se viu foi que combinado a um aumento gradual da massa de propelente/tempo de queima (pela redução de outros componentes) essas características foram adicionadas às novas versões do míssil americano.
    Até há uns 3 anos o que se falava do alcance do Meteor era de ser na casa dos 100 km, o que o deixava na faixa de desempenho do C-5/C-7. Só recentemente é que se vê referência ao Meteor ter alcance na faixa de 300 km, e isso ao meu ver só acorreu por conta da entrada em operação do AIM-120D que é dito ter um alcance de 160/180 km. Ou seja, é visível que há uma “guerrinha” de números entre os fabricantes. rsrsss
    Quanto ao artigo, eu indiquei ele, não disse que acredito nele. rsrsss
    Um abraço.

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