Israel prepara-se para uma campanha aérea sem precedentes

Israel prepara-se para uma campanha aérea sem precedentes

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O Departamento de Planejamento e Organização da Força Aérea de Israel (IAF) atualmente está implementando um plano destinado a garantir que Israel possa sustentar uma campanha de ataques sem precedentes se outro conflito em grande escala vier a acontecer, disse uma fonte da IAF ao Jane’s.

O departamento supervisiona o planejamento da IAF em relação ao processo de construção da força, armamento, capacidades C4I e defesas aéreas.

A fonte disse que o plano atual para 2020 é garantir que a IAF possa direcionar “ondas de fogo maciço e pesado” em qualquer inimigo potencial e alcançar uma cadência de ataque que “ultrapassa o que se vê na história militar israelense — e até mesmo a história militar mundial — em relação ao número de aeronaves”.

“Acreditamos que o desenvolvimento desta ferramenta, de atingir muitos alvos, pode influenciar a próxima guerra. É uma ferramenta que colocamos nas mãos dos tomadores de decisão”, afirmou.

Desenvolver e manter um grande banco de dados de alvos é uma parte importante desse esforço. A IAF é responsável principalmente pela identificação de alvos, com a Direção de Inteligência Militar monitorando-as para garantir que ainda sejam relevantes.

A sede da IAF pode usar este banco de dados para planejar uma campanha aérea e enviar atribuições para os esquadrões. “Este é um evento complexo e o HQ foi projetado para isso”, afirmou a fonte.

A IAF está melhorando sua capacidade de atingir alvos identificados durante a luta, aumentando a integração entre ramos, inclusive ligando sua rede tática de comando e controle àqueles utilizados pelas forças terrestres e inteligência militar.

“Estamos ligados aos sistemas de comando e controle Torch dos outros. Podemos ver as imagens táticas das unidades terrestres em nossa aeronave. Isso ajuda a diminuir o tempo necessário para atacar”, afirmou a fonte.

80 COMMENTS

  1. Voando o F-35 então…
    Hoje em dia nenhuma FA do OM bate Israel.
    Não sei se os superlativos da matéria se referem aos russos… enfim, melhor prevenir a esperar o pior.

  2. Isso é para os vizinhos, um ataque com “ondas de fogo maciço e pesado “contra a Rússia não é possível a partir de Israel e depois não aguentariam as consequências.
    Nenhum país com juizo iria desferir um ataque direto e de proporções contra os EUA, Russia ou China sem sérias consequencias, e sem o uso de nukes.

  3. Se o alvo é que eu estou pensando, eu acredito que até 2020 os israelenses reforcem sua frota de “tankers”. Nesse caso, seria adeus programa nuclear.

  4. “Hoje em dia nenhuma FA do OM bate Israel.” ha ha ha
    israel esta com medo(com razão, vive cercado de inimigo)… depois que caiu o embargo ao Ira…
    israel tem que fazer isso mesmo, atacar com tudo que tem de uma vez so… caso contrario eles não tem capacidade de aguentar 10 dias de ataques maciço. e se não matar o inimigo em poucos dias, eh melhor fugir…

  5. Wwolf22,

    Sugiro que leia sobre o Yom Kipur e o que Israel fez contra o poderoso Egito em seis dias.
    Pesquise sobre os mísseis Jericho e o alcance.
    Nenhum player, por mais forte que seja, despreza algum país com artefato nuclear.
    Veja que os EUA ate hoje beliscam a Coreia do Norte e nada fazem.

    Sds

  6. Não concordo com qualquer ataque ao Irão.
    E tenho minhas dúvidas da capacidade de Israel a respeito.
    O Irão não é bobo.
    Deve ter muitas armas modernas.
    Só não tem aviões.

  7. Paulo Jorge 11 de julho de 2017 at 16:56
    Não sei se confundiu uma com a outra mas a Guerra dos Seis dias foi em 1967 (Egito, Jordânia e Síria contra Israel), no qual o Egito não estava tão preparado quanto estava na Guerra do Yom Kipur (Egito e Síria contra Israel), em 1973 e que durou cerca de 20 dias. E mesmo assim concordo contigo. Em ambos os casos, mesmo com 6 anos de preparação após o desastre de 1967 as FFAAs Egípcias e Sírias novamente, apesar de um início bem sucedido foram novamente derrotadas.

  8. Óbvio que eu concordo que Israel é o país militarmente mais poderoso do Oriente Médio, mas nas guerras do século passado ele enfrentou apenas alguns países do Oriente Médio.
    Hoje não acho que Israel teria condições de vencer um ataque de todos os países do Oriente Médio, dado que Arábia Saudita e EAU possuem Forças Aéreas poderosíssimas e, junto com os outros países árabes, ainda mais no futuro com as do Qatar e de Omã reforçadas, em razão da quantidade, provavelmente, venceriam a qualidade da Força Aérea Israelense (ainda que sofressem pesadas baixas e ataques nucleares).
    Mas é claro que eu não acho que essa guerra irá acontecer, dado que as relações de Israel e dos EUA com esses países são boas demais para eles querem arrumar confusão – ainda mais se os EUA resolverem comprar a briga dos israelenses.

  9. Antônio
    .
    acredito que israel tenha tentado, mas não foi possivel, descobriram sua movimentação em outro país…
    .
    por curiosidade existe uma profecia biblia que fala de um super ataque contra Israel, e essa profecia ainda não se cumpriu.

  10. Israel pode sim reviver em breve a “Guerra dos Seis Dias” basta olhar a imprensa (nacional e internacional) que ficam “demonizando o país”. Se for verdade talvez eles saibam de algo que não sabemos porque a inteligência militar do país é mais conhecidos pelos seus acertos do que seus erros. Só o futuro dirá.

  11. Também acho o F-15 uma aeronave formidável, mas hoje com tanta importância que se dão a discrição das aeronaves de caça, gostaria de entender como um caça que e tido com grande RCS sobreviveria contra um Rafale,F18SH, Typhoon ou mesmo se for o que a Saab planeja o gripen E, não digo nem mesmo o F-35 que apesar dos pesares, certamente terá bastante competência no cenário ar-ar, devido ser bastante discreto nos radares inimigos, prova disso é o caso do próprio gripen que a FAB pediu que reduzisse ainda mais o pequeno RCS da aeronave, mas grande frente ao RCS dos chamados stealth puro.Eu concordo que o F-15 continua válido mas como caça-bombardeiro pois pode levar grandes quantidades de armas a longas distâncias, mas para superioridade aérea acho que o tempo dele passou.Só puro exércicio de imaginação: imaginem Israel em um conflito hipotético com o Egito, levando em conta que todos estarão bem treinados em suas aeronaves de modo igual, sendo que Israel use F-15 como superioridade aérea, e Egito use o Rafale, acho que por causa do RCS o combate tenderá a favor do Rafale,ou não?

  12. afael Oliveira 11 de julho de 2017 at 17:36

    Óbvio que eu concordo que Israel é o país militarmente mais poderoso do Oriente Médio, mas nas guerras do século passado ele enfrentou apenas alguns países do Oriente Médio.
    Hoje não acho que Israel teria condições de vencer um ataque de todos os países do Oriente Médio, dado que Arábia Saudita e EAU possuem Forças Aéreas poderosíssimas e, junto com os outros países árabes, ainda mais no futuro com as do Qatar e de Omã reforçadas, em razão da quantidade, provavelmente, venceriam a qualidade da Força Aérea Israelense (ainda que sofressem pesadas baixas e ataques nucleares).
    Mas é claro que eu não acho que essa guerra irá acontecer, dado que as relações de Israel e dos EUA com esses países são boas demais para eles querem arrumar confusão – ainda mais se os EUA resolverem comprar a briga dos israelenses.

    Olá Rafael.

    Eles podem ter um cruzador estelar, mas não tem doutrina de combate, e não tema nada que substitua isto. Viu o que está acontecendo com o exército saudita contra maia dúzia esfarrapados Iemenitas???

    Rafael, doutrina operacional é que faz a diferença.

    G abraço

    Tomaram uma verdadeira tunda, com M1, Bradley e não se mais o que

  13. Juarez, mas no chão e contra guerrilheiros o buraco é mais embaixo.
    Tanto que israelenses também tiveram muitas baixas contra Hezbolah e Hamas. Isso para não falar dos americanos no Iraque e no Afeganistão.
    .
    Concordo com você e com o Rinaldo que a diferença cultural e e a doutrina operacional fazem muita diferença. A minha dúvida é porque imaginei que a quantidade de vetores árabes fosse muito maior (o triplo ou o quádruplo dos israelenses). Mas não chega a tanto, ainda.

  14. Como qualquer país que enfrenta uma gama de inimigos em suas fronteiras e internamente, Israel apenas está mudando suas estratégias de defesa e com razão.

  15. Não adianta ter no inventário Typhoon ou Rafale se a turma da OTAN boicotar os códigos dos mísseis ou entregar as posições inimigas de mão beijada para Israel…
    Sem falar a doutrina operacional e o Know How. Os sauditas tem má fama no emprego de equipamentos, muito embora só tenha tudo de ponta no inventário.

  16. Paulo jorge, usei Israel e Egito como exemplos, poderia ser quaisquer outros dois como exemplos também.O que eu tava me referindo era em relação ao F-15 que apesar de excepcional vetor talvez não tenha grandes chances contra a chamada 4.5 geração,podia ser EUA com os F-15 se exercitando com os franceses com os Rafale, foi isso, era quanto ao vetor F-15, não quanto a emprego por parte de Israel ou falta de doutrina por parte do Egito ou quem quer que seja.

  17. Me parece que os árabes não são tão bons combatentes, apesar de serem aguerridos. A doutrina, disciplina, cultura, treinamento e manejo correto do equipamento fazem toda a diferença. No mais, Israel faz apenas o seu dever de casa (e muito bem, por sinal).
    É muito fácil criticar e tomar a causa dos palestinos quando não se é uma ilha cercada de ódio por todos os lados. Ou os israelenses mantem o tacape pronto para ser usado ou são lançados ao mar.

  18. Tico pra você saber quem levaria vantagem use a fórmula:
    DISTÂNCIA DE DETECÇÃO PARA O F-15 = ALCANCE DO RADAR (EM FUNÇÃO DE UM DADO RCS)* [(RCS RAFALE /RCS DO ALVO USADO PARA DETERMINAÇÃO DO ALCANCE)^(0,25)]
    POR EXEMPLO:
    RADAR F-15 DETECTA UM ALVO DE RCS = 5 m² A 250Km, se o Rafale tiver um RCS DE 0,3m²:
    O alcance seria de: 250*[(0,3/5)]^0,25 = 125 km….
    RADAR RAFALLE DETECTA UM ALVO DE RCS 1 m² a 150Km, se o F-15 tiver um RCS de 5m²:
    O alcance seria de: 150*[(5/1)]^0,25 = 225 km…

  19. Aê, valeu carcara-br pela explicação meu amigo, assim fica muito mais claro não só para mim, mas para os outros que assim como eu tem suas interrogações.Muito obrigado.

  20. Cara tem mente fertilizada ai falando em Russia ,kkkk, meu deus , Israel apenas quer garantir seus direitos , e para isso deixam bem claro para os provaveis candidatos que por ventura resolver agredi-los , e se a Russia ou China ficarem malucas e serem os agressores , a marreta virá do norte , podem estar certos disto !

  21. Tico – Esqueceu da versão mais moderna do F-15, o F-15se silent eagle, Israel tem essa versão e provavelmente ele tem RCS bem menor do que todos esses que você citou já que tem compartimento interno.

  22. Israel tem poder fogo incrível o Egito seria destruído 3 dias Arábia saudita destruída no ar por que baterias ante aerai Israel destrói ate pequenos foguetes o iran. sofreria ataque nuclear apoiado pelo Eua com míssil Jericó só aumenta preço do petróleo .

  23. Paulo,
    “Código dos mísseis”???

    Carcara,
    Um F-15 tem RCS frontal de pelo menos 10 m² e um Rafale armado deve chegar a 2 m². De qualquer forma o Rafale mantém vantagem mas só se ele tiver o Meteor. Se tiver o MICA “perna curta” não adianta ver antes porque na distância de tiro ele também já teria sido visto pelo Eagle e já estaria sendo perseguido por um par de Amraam’s C enquanto se prepara para lançar seus Micas.

  24. Smoking,
    Israel não tem o “Silent” mas já deve ter Eagles com radar AESA (???) com melhor desempenho do que o velho APG-63/70 que pode melhorar um pouco as coisas pro lado dele na hora de um hipotético enfrentamento com um Rafale.

  25. Galante, o que defini ser caro ou barato (essa expressão no mundo da aviação de caça é quase inexistente – ou é caro, menos caro, ou mais caro ainda, rsrsrs), é a seriedade com que se leva sua defesa aérea e dos interesses de sua nação. Quem quer ter uma bala de prata a sua disposição, vai ter que desembolsar algo a mais para ter, pelo menos, algo que desponte dos demais meios. A regra é essa, quase nada muda disso.

  26. Kfir, essa profecia contra Israel não é literal. Quando se fala em Israel, se refere ao povo de DEUS. Ou seja, aqueles que realmente fazem as vontades de DEUS. Essas guerras de hoje são de interesses políticos e pessoais dos humanos.

  27. Bosco você é o cara!!!👏 gosto bastante dos teus comentários, assim como do vader, rr entre mais alguns outros.Mas o radar atual do Rafale não é um AESA? mas essa comparação do mica com essa imagem aí é bem pertinente.

  28. bem no elenco de ameaças a Israel esta presente a Turquia, dominada por megalomaníaco com poderes ditatoriais , que é um muçulmano religioso, que deseja ser califa ( equivalente a Papa)
    .este tem feito declarações polêmicas..e preocupantes
    http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4959239,00.html
    .
    a Turquia possui uma força aérea importante com cerca de 270 (duzentos e setenta) f16
    .
    Paralelo a isso temos o iran…que vive ameaçando Israel..
    grupos terrorista e sacerdotes islâmicos “comuns “abertamente falam que todos os judeus devem morrer, para que o juízo final venha…
    .
    então temos :
    sunitas ( Arábia saudita) x xiitas ( iranianos), mais a Turquia.. e todos eles islâmicos…
    .
    o iran parece ter um sistema antiaéreo respeitável…

  29. Israel sempre tratou a questão militar com discrição. Estranha essa mudança de atitude, ainda mais, projetando-se um cenário para 2020, com tempo razoável para potenciais inimigos construírem alianças e reforçarem suas defesas. De todo modo, esta estratégia também pode ser interpretada como uma “pista” falsa ou como um sinal de fraqueza. Não que Israel ainda não tenha um poder militar considerável, mas a distância em relação aos seus potenciais inimigos reduziu significativamente. Diferentemente dos EUA, que sempre travou conflitos fora de suas fronteiras, a situação de Israel é vulnerável neste quesito. Se enfrentá-lo na média distância é decisão de alto risco, há alguma probabilidade de êxito se o conflito for levado pra dentro do seu quintal. Isto, aliado à baixa extensão territorial, pode ter resultados devastadores. Se o combate ocorrer nas cidades israelenses pouco ou nada serviriam os mísseis nucleares, jerichos, sistemas antiaéreos, nem submarinos, nem F35, nem carrier strike group, nada. Talvez venha daí a insistência de Israel nas buffer zones, como um colchão de segurança para evitar o cenário acima.

  30. Tico,
    Você está certo! Parece que os Rafales do Egito têm o AESA. Também terão o Meteor.
    Tadinho do F-15I. rsrsss
    Por isso os israelenses estão ansiosos pelo F-35.

  31. Os países árabes, em sua maioria tem meios ocidentais. Como eles combateriam sem sinal GPS, proporcionado pelos EUA? E a Guerra Eletrônica? Israel nem precisa descobrir, pois pode receber tudo pra atuar contra. E as peças para a logística?
    Israel sofreria mais com guerrilha. O q o fez sofrer mais nos últimos tempos, principalmente pelo “politicamente correto” em seu próprio povo. Mas sob ameaça de extinção ( q é o q pode ocorrer se não vencerem) como todo seu povo reagiria?
    Fora os meios nucleares…
    Quanto ao Irã, se com F-15 A e F-16 A a usina de Osirak pagou o preço, imagino com os novos F-15.

  32. Profissionais quando falam em combate BVR, realçam a importância do radar. Raramente falam em RCS, o que a princípio seria algo contraditório até. Apenas uma constatação.

    Pessoal da FAB poderia explicar isso né. Ninguém está pedindo alcance ou outros dados confidenciais. Apenas entender o básico.

    Ler, como no outro tópico (Gripen e Bélgica), que radar de caça tem 300 km, 400 ou até 600 km, é dose. Maior do que a maioria dos grandes e potentes radares baseados em terra.

  33. O Egito com Rafale ficaria difícil para a IAF atualmente. O F-35 não daria conta em um combate contra o Rafale. Uma reprise da The Six-Day War nos dias atuais seria bem diferente.

  34. GeneralSofá 12 de julho de 2017 at 0:46;
    .
    O Rafale é um lutador nato, um caça omnirole tático e extremamente eficaz, testado em combate no Afeganistão e na Líbia, nos aspectos de combate, defesa e domínio aéreo, apoio aproximado, ataque a alvos de superfície (com bombas guiadas a laser, armas resistentes a todos os tipos de climas ou mísseis de cruzeiro), além de possuir capacidades SEAD-DEAD, ataque anti-navios, ataque nuclear, reconhecimento em tempo real e reconhecimento estratégico (alvos terrestres e navais), abastecimento em vôo. A mais ampla “zona sem fuga” (No-Escape Zone – NEZ) de qualquer armamento ar-ar, o que possibilita um maior alcance e alta probabilidade de acerto, garantindo superioridade aérea e sobrevivência da tripulação. Um sistema de orientação propiciado por um radar ativo, beneficiando-se das tecnologias desenvolvidas pela MBDA para os Programas de Mísseis ASTER e MICA. Uma arma ar-ar altamente manobrável, que atinge alvos além do alcance visual. A capacidade de engajar alvos aéreos autonomamente, dia e noite, em qualquer clima e em ambientes com alta interferência eletromagnética. Míssil equipado com espoleta de proximidade e impacto para destruição total do alvo em todas as circunstâncias. Não esquecendo, o Rafale é teve seus testes comprovados.
    Por exemplo: “Dez caças Rafale e Mirage da Força Aérea Francesa destroem alvos do EI na Síria”
    http://www.aereo.jor.br/2015/11/16/dez-cacas-rafale-e-mirage-da-forca-aerea-francesa-destroem-alvos-do-ei-na-siria/
    .
    E o F-35?? A sua capacidade é mais stealth do que a realidade??? É um caça bombardeiro caro e cheio de Bugs, não teria chance em um dog fight contra um Rafale, e suas características Stealth não entregou o que prometia, não sou eu que afirmo é a imprensa mundial, é só pesquisar.

  35. Caramba, tem gente falando de guerras dos anos 60 e 70, na época que os países do OM tinham no máximo camelos e “cascavel”….. nos conflitos mais modernos a idf levou uma surra do hezbollah em 2006… hj em dia o ira tem S300 e outros mísseis de defesa aérea…a aviação do ira eh uma piada, mas o resto eh de se respeitar… os outros países da região tem equipamentos modernos ocidentais e orientais…avioes, submarinos, mísseis, AA, EW, treinamento, satélites, e por ai vai…
    israel ateh pode se sair vencedora numa guerra, mas tera pago um preço muito alto por isso…
    pro azar de israel, os vizinhos saíram-se da idade das cavernas…

  36. Invanmc,
    Não entendi onde está a sua concordância com meu comentário das 22:55. rsrsss
    Eu penso diferente de você a respeito do resultado de um combate entre o Rafale e o F-35. Pra mim um caça de geração acima em tese sempre leva vantagem no combate BVR sobre um caça de geração anterior e não vejo porque ser diferente em relação ao Rafale e ao F-35.
    Pelo que se constata numa rápida pesquisa na web o radar APG-81 do F-35 detectaria o Rafale a uma distância de 200 km enquanto seria detectado por este a uma distância de 23 km. E não nos esqueçamos que o F-35 será compatível tanto com o AIM-120D quanto com o Meteor.
    Se colocarmos de maneira reducionista que o resultado do combate BVR advém da equação dos quesitos discrição, consciência situacional e “pegada” , o F-35 leva vantagem nos dois primeiros e empata no terceiro.
    No combate WVR considero que há paridade de chances, claro, desde que o F-35 esteja armado com um par de mísseis de curto alcance. Esse combate tem como quesitos a capacidade de colocar o inimigo na mira e de engajar primeiro e ainda acho que o F-35 compensa a manobrabilidade superior do caça francês com sua maior consciência situacional e mísseis que cobrem o hemisfério traseiro.
    Um abraço.

  37. Wolf,
    Os mísseis que os inimigos de Israel tinha nas décadas passadas eram “estado da arte” como são hoje os S-400.

  38. lembrando q o f-15i opera o aim-120 entre ele e o meteor sou mais o amraam testado e aprovado na vida real; israel DIFICILMENTE não atacará o irã é apenas uma questão de tempo para q sejam realizados os ataques preventivos contra o irã q apenas foi atrasado pelo stuxnet. o irã está indo longe demais com essa ambição de ser o lider do OM com suas intervenções no iraque na siria e no iemen desagradou seu inimigo mortal a ARABIA SAUDITA q em termos historicos desfruta de um ódio 1.000vezes maior do q a israel;israel e arabia saudita estão mais proximos q nós podemos imaginar; e quando os ataques preventivos forem lançados a arabia saudira vai ceder seu espaço aereo e talvez até suas bases aereas com maior prazer para israel q ficará muito feliz e contente com seus f-15 f-35 e f-16 devidamente abastecidos e municiados q poderá escolher entre as bases aereas de khafji ou al mishab ou jubail ou qualquer uma das centenas de bases sauditas.

  39. Bosco 11 de julho de 2017 at 22:55,
    .
    ”Parece que os Rafales do Egito têm o AESA. Também terão o Meteor.
    Tadinho do F-15I. rsrsss
    Por isso os israelenses estão ansiosos pelo F-35.”
    .
    Estão ansiosos pelo F-35 por causa dos Rafales do Egito é nisso que eu concordo.
    ……………………………………………………………………..
    Bosco 12 de julho de 2017 at 8:22,
    .
    “…Eu penso diferente de você a respeito do resultado de um combate entre o Rafale e o F-35. Pra mim um caça de geração acima em tese sempre leva vantagem no combate BVR sobre um caça de geração anterior e não vejo porque ser diferente em relação ao Rafale e ao F-35….”
    .
    Eu concordo com o seu ponto de vista, Bosco, e já pensei assim, não sou especialista e respeito a sua opinião, porém acho que só o F-22 de 5°Geração tem superioridade ante o Rafale que é 4,5°G. Falo em relação ao Rafale e o F-35 de 5°G que tem superioridade, em tese, não estou comentando sobre os seus análagos como EF2000, Su-35, F-18 SH, Gripen NG… O F-35 tem muita coisa a ser resolvida e deveria ser testado em algum combate real para sair do campo das ideias. Em minha opinião de entusiasta é claro.
    Sds.

  40. Wwolf 22,

    Ratifico o que falei dos conflitos dos anos 60/70. A Liga Árabe não usou camelos, mas Mig-21 e caças Sukhoi contra os Mirage israelenses SABOTADOS pelos franceses que resolveram cortar o suprimento por não apoiar a política israelense.
    O diferencial todo foi doutrina e estratégia, pois os equipamentos naquela época eram equivalentes para ambos os lados, principalmente pelo fato de os mísseis em estágio primitivo.
    Lembrando que Israel estava em desvantagem numérica e geográfica naquela época e mesmo assim obteve kills superiores aos EUA no Vietnã tendo como oponentes pilotos sovieticos no lado Árabe.
    Não sou fã de Israel. Só atento aos fatos.
    Hoje, não se sabe a eficácia de um S-400 versão exportação contra os Eitams, F16 guerra eletrônica e o vindouro F-35. Todos de ponta.
    Então volto a repetir. Não adianta voar Rafale ou Flanker, dispor de S-300/400 se não explorar o potencial do equipamento, seja pelo emprego ou por restrições do fornecedor.

  41. O Rafale não dependeria apenas de capacidade detecção radar para trackear e engajar o F35. A suíte radar Aesa + detector eletro-ótico IRST+ Infravermelho da Thales Safran o possibilitaria detectar o F 35 a mais de 50 km. O Rafale tem RCS de 1 m2 mas com a suite Spectra consegue reduzi lo para 0.06 m2. Sendo na configuração 2 meteor + 2 mica ir e apenas 1 tanque ventral , um adversário temível para qualquer “stealth”….Resta apenas ser utilizado por pilotos adestrados e a manutenção estar em dia.

  42. A IAF tem trabalhado nos últimos 20 anos com três doutrinas claras.

    Produzirem o maior número de surtidas por período de 24 horas. Há uns 10 anos atrás o comandante da IAF deu uma entrevista onde a meta eram 3 saídas a cada 24 horas de forma sustentada por várias semanas. Este é um conceito poderoso. Os Suecos vão nesta mesma linha, com o conceito original do Gripen.

    Em um conflito simétrico como nas Malvinas, se a FAA conseguisse saídas de 4 a 6 aeronaves Dagger / Mirage ao invés de duplas. Qual seria o desempenho em combate 4 x2 ao invés de 2 x 2?

    Os resultados seriam os mesmos?

    Outro ponto chave para Israel é que a primeira missão de uma força aérea é produzir alvos para ela própria. Eles desenvolveram localmente capacidade de reconhecimento espacial em imagens e radar de abertura simétrica, possuem total autonomia para produzirem inteligência em todos o oriente médio. Possuem UAV´s em praticamente todos os segmentos além do reconhecimento por aeronaves tripuladas. Inteligência é a palavra chave para uma força aérea digna deste nome.

    Os russos em 2008 perceberam que a sua capacidade de produzirem inteligência tática sobre a Geórgia era pequena. Podia fotografar semanalmente as bases navais americanas do espaço, mas não podiam produzir inteligência em tempo real sobre uma área pequena em conflitos de média intensidade. Na Síria a coisa tem sido bem diferente, aprenderam a lição em menos de uma década.

    E por fim em Israel uma força aérea é feita da primeira linha para baixo. Os esquadrões de caça sempre foram a prioridade orçamentaria da força. Os pilotos da IAF entraram o século XXI voando Piper Cub (até 2002), Fouga Magister (até 2008) e A4 como LIFT até 2015. Os melhores pilotos do mundo treinados em aviões que não fazem inveja nem a força aérea da Nigéria. A Suécia vai em linha paralela mantendo seus velhos Saab 105 em serviço já há 50 anos.

    Disponibilidade elevada, capacidade de produzir inteligência e foco na primeira linha eis a receita de grandes forças aéreas de orçamentos médios, o resto é aeroclube.

  43. Marcos,
    Uma suite de ECM não é capaz de reduzir RCS e sim de interferir no equipamento eletrônico inimigo.
    Essa tal do “cancelamento ativo” nunca foi provado e até os franceses pararam com essa história. Os americanos também diziam isso do B-2 e também já não falam mais disso.
    A partir do momento que o Rafale tentar utilizar sua suite Spectra para interferir no radar ele já estará sendo detectado prematuramente pelo sistema “Barracuda”do F-35.
    Quanto ao IRST o F-35 também tem e aí ambos seriam detectados simultaneamente. rsrsss
    O grande diferencial fica mesmo por conta da grande diferença de distância de detecção pelo radar, que mesmo sendo muito otimista pro lado do caça francês, dá uma folga de uns 80 km para o caça americano.
    Claro, o resultado de um combate aéreo, seja BVR ou WVR ou mesmo um dogfight, depende de variáveis muito maiores do que as que expomos aqui, mas como aqui se fala “em tese” não creio que o caça francês tenha muitas chances no combate BVR e deverá perder 9 x em 10.

  44. Não importa se o Rafale tem uma piroca intergaláctica, ou interferidos de EW marcianos. Vão todos para o pau, porque:

    Porque Israel domina completamente o combate integrado em rede que proporciona claridade situacional do oponente, permitindo que se posicione taticamente com antecedência.
    Esqueçam este negócio de arma fudência do juízo final, quem manda nos combates s~so a doutrina operacional e a prontidão estratégica, Israel sabe muito bem disto.
    O Cel Neri sabe muito bem do que falo, foi Guardião, e sabe o que mudou depois que se começou a treinar com AWACS, li ck de dados e rede.

    G abraço

  45. O “quem vê primeiro atira primeiro”, no BVR, que muitos ainda gostam de repetir, pode ser substituído por “quem forma consciência situacional primeiro, atira primeiro”.
    Ainda: os F-15 A/D de Israel provavelmente sequer sofreram tratamentos para redução de RCS. E por que continuam sendo a linha de frente ? Porque Israel tem uma ampla gama de radares baseados em terra, além de satélites, que já passam a informação “mastigada” ao caça. Pouco importa a RCS do teu oponente. Importa é a potência do radar, para que consiga efetuar o track na maior distância possível. Por isso, pouco (ou nada) muda o fato do F-15 ter uma RCS de um ônibus espacial. Importa que a localização dada pelos meios externos seja convertida em track pelo radar de caça o quanto antes, dando a vantagem ao melhor radar. Essa discussão, “ahh o Rafale, o Typhoon tem RCS x e como tem um radar y vai ver antes e bla bla bla”, não passa de comentário de entusiasta de internet…

  46. Ah, esqueci: o míssil não poderia simplesmente ser lançado pelo caça e atualizado via datalink pelo AEW ? Poderia, mas a distância do AEW tornaria a atualização do míssil muito imprecisa. Inaceitavelmente imprecisa. Por isso a atualização via datalink do míssil BVR deve ser feita pelo caça lançador.

  47. BVR,
    Como disse são inúmeras variáveis, mas há de se ter uma base de argumentação. Essa base geralmente é levando-se em conta o combate “mano a mano”e mesmo esse hipotético combate há de ser simplificado senão a gente “endoida”.rsrr
    Tendo esse reducionismo em vista, o que se leva em conta no combate mano a mano é o nível de discrição das aeronaves em questão, o nível de consciência situacional (em geral, o desempenho do radar) dessas mesmas aeronaves e o alcance dos mísseis BVR. Outros fatores, principalmente os externos, apesar de determinantes, são muito difíceis de avaliar.
    Aliás, outros blogs sobre o assunto, inclusive internacionais, onde há uma grande quantidade de membros que são profissionais ou ex-profissionais, quando discutem esses temas, costumam frisar suas análises nesses três quesitos acima. Senão, a discussão vira uma colcha de retalhos onde não há a mínima condição de se tirar qualquer informação útil. Esses mesmos parâmetros são utilizados até pelos construtores que não raro buscam mexer com eles de modo a maximizar as potencialidades de seus caças. Hora alterando o desempenho do radar e não raro instalando novos radares AESA, hora com novas versões tentando reduzir o RCS, hora incrementando o alcance dos mísseis ou mesmo trocando-os por outros de melhor desempenho.

  48. A comparação entre F-35 e Rafale é descabida. Provavelmente, o único cenário que o Rafale levaria é combate WVR diurno 1:1.
    Em todos os outros TO, o F-35 leva vantagem e toda a tecnologia embarcada faz muito a diferença. É uma aeronave concebida desde o início para o TO em redes do século 21. Talvez a única vantagem do Rafale seria o fator quantidade, mas nenhum operador além da França está disposto a abrir os cofres para adquirir centenas do modelo gaulês.
    Não é nada contra o modelo da Dassault, mas sim do GAP entre as aeronaves. Diria que o Rafale vs F35 hoje seria como um Mirage 3 nos anos 80 versus o F-15.

    Sds

  49. GeneralSofá 12 de julho de 2017 at 17:35.
    .
    Primeiramente eu não pedi para você concordar em relação a minha opinião. E fique à vontade em me explicar no quê o F-35 é melhor do que o Rafale??? Em segundo lugar, se você achar nalgum êxito do F-35 em uma missão real, qualquer que seja, eu posso mudar um pouco o meu conceito, do contrário é só especulação.

  50. Egito e Israel mantêm uma paz bastante duradoura e estável, para os padrões da região.
    Então, eu não estou entendendo a fixação do tema F-35 versus Rafale.
    Creio que a há maior risco de conflito com os nada confiáveis sauditas (F-15, Typhoon).
    Mas mesmo esse risco é bem inferior ao de um confronto entre as teocracias sunita (AS) e xiita (Irã).

  51. Pangloss,
    Essa “celeuma” foi só por conta de um inocente e hipotético cenário proposto pelo comentarista Tico que queria saber a opinião de outros comentaristas acerca de um combate (repito, hipotético) entre o F-15I e os Rafales do Egito

  52. Olha, uma coisa é certa, seria um pega pra capar no melhor estilo Guerra do Yom Kippur.
    .
    A superioridade aérea de Israel é impressionante, apesar dos avanços do Egito, este ainda terá que comer muito feijão com arroz. Mas a superioridade israelense nem de longe se daria pelos F-35 que, na melhor das hipóteses teria melhor êxito em operações SEAD (com bombas guiadas), abriria espaço destruindo os radares de vigilância dos egípcios, facilitando assim a vida dos F-15I, estes sim os verdadeiros dominadores dos ares nos céus de Israel.
    .
    Se o F-35 for armado para um combate ar-ar para enfrentar outros caças, então terá a possibilidade de ter que entrar na arena WVR contra algum caça que escape do combate BVR e aí, na hora que ele tiver que colocar dois mísseis AIM-9X sob às asas, a capacidade BVR superior em relação aos Rafale vai pro saco. Quando ele for pro mano a mano (dog fight) com algum caça de 4ª geração (Rafale, Mig-35, F-16 e Mirage 2000), as coisas para o Lightning II estarão difíceis.
    .
    É por estas e outras que eu afirmo, o F-35 para os EUA serão uma ótima ferramente de combate, um ótimo caça bombardeiro e interceptador BVR, mas para países que não têm a sua disposição um F-22, vão ter que procurar outro caça se quiserem ter a possibilidade de estabelecer superioridade aérea para os seus possíveis conflitos. É por isto que Israel resolveu encomendar mais F-15, ao invés de embarcar de caça no novo caça da Lockheed.
    .
    É a minha opinião.
    .
    Até mais!!! 😉

  53. Sinceramente, acho que a galera está precisando pensar fora da caixinha.

    1. Comparar um eventual conflito atual de Israel com seus vizinhos com a guerra dos seis dias ou com a guerra do yom kipur, já não é mais pertinente.

    2. EUA, no vietnã teve a péssima experiência de um conflito assimétrico. De lá pra cá, quantos conflitos do tipo podemos citar em que as coalizões internacionais não se saíram nada bem? Então, por que com a Arábia saudita seria diferente? Definitivamente, não podemos aferir a capacidade operacional das forças sauditas, tendo o conflito no Iêmen como balança.

    É aquilo que a mulherada diz..”não existe mulher feia, existe mullher pobre”.

    O quanto de “doutrina ocidental” de superioridade aérea, ataque ao solo, solo ar, já não existe nas forças do Oriente médio? Será mesmo que o dinheiro não conseguiu comprar isso?

    Não tenho dúvidas de que comparando um a um, Israel esteja na frente nesse quesito…afinal, são décadas do melhor treinamento e operação disponível. Mas com o tempo, isso vai diminuindo, até virar algo equiparável.

    Sei que olhando objetivamente para a região, tirando a Síria e Iêmen, os demais não estão parados, até porque sabem o vespeiro onde residem. Estamos vendo ai o caso do Catar.

    Arábia Saudita, Turquia e EAU com forças aéreas de respeito. Irã, pois mais que aparentemente esteja defasado tecnologicamente, nunca pode ser subestimado. Egito vem se armando até os dentes. Iraque se recuperando. Jordânia, Omã, Bahrein, Catar. Sinceramente, não vejo como Israel fazer frene à tudo isso. Por mais Nukes, f15 e f35 que tenham ou venham a ter.

    A sorte de Israel chama-se sunismo e xiismo. Enquanto existir uma Arábia Saudita Sunita e um Irã Xiita, Israel pode dormir em paz. Parece que já que o palco sírio foi para o brejo, escolheram o Catar para o próximo espetáculo.

  54. Bosco 12 de julho de 2017 at 16:29
    E olha que eu fui bem genérico no comentário. Na verdade, eu já ouvi de gente da FAB que você detectando umas 10-15 milhas além da distância de lançamento do míssil, isso já dá combate BVR sem nenhuma desvantagem. Quer dizer, considerando que a distância efetiva de lançamento dos mísseis era de 25 milhas (exceção feita ao AIM-120D, que os americanos simularam contra a FAB no RS ano passado, e Meteor), já “daria BVR” lá pelas 35 ou 40 milhas.
    Note ainda no tamanho da tal FAOR, a chamada area de responsabilidade dos caças, que é de 40 x 80 milhas. Então, até mesmo o “ver primeiro”, é um conceito que acaba ficando de lado nessa história, mesmo porque todos veem a todos nesse cenário que mostrei.

  55. Wellington Góes 13 de julho de 2017 at 0:07
    Parceiro, a última compra de F-15 por Israel aconteceu em 1994, com o avião estreando em combate em 1999. Há uma conversa de um suposto interesse de compra de um lote adicional de F-15I, mas desconheço que isso tenha sido realizado. De concreto, os americanos cederam nesse ano de 2017, sem FMS, 8 unidades usadas de F-15D. E só isso.
    E muito menos o F-35 teria sido preterido. Me poupe. O lote inicial e contratado era de 17 aeronaves, se não me engano. Israel fez porque fez que conseguiu exercer mais duas opções !! A compra foi ampliada com sucesso para 33 unidades, e finalmente para 50 caças.

  56. Ivanmc 12 de julho de 2017 at 18:20

    Nunca disse que vc pediu pra eu concordar com vc. Sobre as explicações do F-35 x Rafale,assino em baixo dos comentários do Bosco sobre o tema (Bosco 12 de julho de 2017 at 8:22). Se vc só acredita vendo, então ta né …

  57. Mas só para lembrar e pensar. O F-35 foi e é desenvolvido para substituir caças-bombardeiros (F-16 é Tornado, por exemplo) e não caças de superioridade aérea (F-15 e Typhoon, por exemplo). Ele até pode ser eficaz nesta função em combates de baixa e/ou média intensidade, mas acaba aí.
    .
    Agora se querem acreditar que ele é o master, mega, ultra caça de superioridade aérea, fiquem a vontade para acreditar no que quiserem. Eu não vou entrar nesse embate inútil.
    .
    Até mais!!! 😉

  58. Wellington Góes 13 de julho de 2017 at 22:03
    Não faça isso, que fica feio. Fica parecendo que está tergiversando. Enfim, o link retrata apenas o que eu coloquei, de que há um suposto interesse. De concreto, por ora, apenas 8 F-15D usados.
    De qualquer modo, tomara que comprem. Ninguém leva tanta carga por tanta distância quanto um Eagle. E, de uma determinada data para cá (2000 se a memória não trai), virou um verdadeiro caça multifuncional.
    Sobre o F-35 e a sua suposta incapacidade de atuar como caça de superioridade aérea, deve ser levado em conta que o próprio conceito de caça e de superioridade, mudam como o stealth (o verdadeiro, RCS indistinguível do clutter). A vantagem tática proporcionada pelo stealth é avassaladora. As descrições de quem combate contra são comparações de lutar contra alguém, estando totalmente VENDADO. Tem gente que diz que as suítes passivas hoje pegariam o sinal LPI do AESA do F-35. Até pode ficar gravado nas bibliotecas de sinais, mas você identificar uma quantidade gigantesca de sinais e estabelecer que são do mesmo emissor, já é outra conversa. Lembre que o sinal AESA “pula”, muda de parâmetros a cada pulso. Mesmo assim, SE conseguir fazer um link entre um grande número de emissões e estabelecer que pertencem a uma mesma ameaça, a vantagem tática continuará sendo gigante para o stealth.
    Wellington, com stealth você ganha, sem stealth você perde a guerra aérea.

  59. BVR, na hora que o F-35 precisa colocar dois AIM-9X nas asas, sua capacidade stealth diminui drasticamente. O caça stealth de superioridade aérea é o F-22. Algo mais próximo disso SERÁ o T-50 e não o F-35.
    .
    No mais, você está correto, Israel ainda não encomendou mais F-15, mas quando essas informações vem a público, é porque a coisa já está para ser fechada. É questão de tempo.
    .
    Até mais!!! 😉

  60. Realmente Israel é poderoso sim mas somente na força aérea. o F-15 é o melhor Caçar do mundo..e .o exercito de Israel não tem condição de ganhar na mao e sozinho a Turquia e muito menos o Iran.

    Eles quando percebessem que iriam perde rapidamente os seus aliado os ajudariam ou em ultimo caso iria prevalecer o plano de Sansão de levar o mundo junto para destruição enviando Nuks para todos os lados.

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