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OA-X: pilotos americanos começam a treinar no A-29 Super Tucano

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A Aviationweek informou que a Sierra Nevada Corporation (SNC), parceira da Embraer na produção do avião de ataque leve A-29 Super Tucano nos EUA, começou a treinar pilotos da USAF na aeronave em 7 de julho.

O treinamento visa preparar os pilotos para testar o A-29 no Programa OA-X, que vai analisar aeronaves disponíveis no mercado que possam complementar ou substituir os A-10 Thunderbolt II na função de apoio aéreo aproximado.

Os aviões da Textron, Scorpion AirLand e AT-6 Texan II, também vão participar da avaliação.

“Quanto mais dura a avaliação,
mais o A-29 brilhará”

O A-29 é produzido pela SNC e Embraer em Jacksonville, Flórida. A US Air Force já certificou o A-29 através de programas de vendas militares estrangeiras (FMS) com o Afeganistão e o Líbano, e tem pilotos qualificados que fornecem treinamento de tripulantes e mantenedores nos Estados Unidos através do 81º Fighter Sqdn na Moody AFB, Geórgia.

Pilotos da USAF vão começar a testar o A-29 e seus concorrentes na Holloman AFB, no Novo México, a partir de 31 de julho.

Em uma entrevista de 29 de junho, Taco Gilbert, vice-presidente sênior da área de negócios de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) da SNC, disse que “uma avaliação justa e completa favorecerá o A-29”. “Quanto mais dura a avaliação, mais o A-29 brilhará”, completou.

72 COMMENTS

  1. O AT-6 Tejano já é o vencedor, e o Scorpion vai dar uma surra no Super Tucano.
    Vocês leram o relatório do OAX??

  2. Ainda bem que temos informação privilegiada, diretamente do futuro, aqui nos comentários.
    É sempre bom contar com especialistas e futurólogos nos comentários. 😉

  3. Olá.
    Posso estar enganado, mas acredito que ainda não exista um relatório da OAX sobre a avaliação das aeronaves envolvidas. Até porque, se assim fossem, não haveria necessidade de uma “nova” avaliação.
    O resto é torcida e “Super Trunfo”…
    SDS.

  4. Camuflagem linda essa da foto, acho que é a mais bonita até agora, quanto ao OA-X, deixa rolar, sem pessimismo, se tiver que ser será 😀 Bom dia a todos!

  5. Acredito que o Antonio de Sampaio esteja sendo irônico com outros frequentadores do fórum. Melhor não levar a sério.

  6. Outra pergunta: Existe alguma outra situação em que haja o patrocínio dos americanos em relação aos concorrentes como o A-29 no Afeganistão? A bem da verdade eles já está sendo testados e aprovados em situação real de combate. Isso traz extrema vantagem ainda que o cenário e as necessidades não se igualem. Isso sim seria um bom relatório.

  7. João Argolo 10 de julho de 2017 at 12:23
    R: Estima-se de 200 a 300 aeronaves
    .
    João Argolo 10 de julho de 2017 at 12:30
    R: Não.

  8. É bom sempre lembrar que o AT-6 é uma adaptação do T-6 que é um Pilatus PC-9 americanizado, ou seja é um suíço c/ green card.

  9. Esta concorrência americana é uma das mais complicadas de se ganhar, e não tinha como ser diferente, é a maior.
    Mesmo sendo um cenário muito bom para o ST, as características técnicas não serão os únicos fatores em jogo na escolha.
    É um jogo tão duro, que mesmo provando que é superior, pode sair como perdedor na concorrência.
    Como não podia se diferente, dadas as capacidades da aeronave brasileira, acredito nela, mas vai ser dureza…

  10. Em uma entrevista de 29 de junho, Taco Gilbert, vice-presidente sênior da área de negócios de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) da SNC, disse que “uma avaliação justa e completa favorecerá o A-29”. “Quanto mais dura a avaliação, mais o A-29 brilhará”, completou.

    Prefiro acreditar no o senhor Taco Gilbert falou acima! A Embraer evoluiu muito e os seus concorrentes sabem disso!

  11. Concordo plenamente com o Ederson Joner. Outras coisas, além de desempenho e custo, estarão pesando na decisão.

  12. Objetivos do OA-X:
    – COIN;
    – horizonte operacional de 20 a 25 anos
    – preço em conta (aquisição e operação)

    O adversário do Super Tucano é o Scorpion. mas olhando os preços, vi que o Scorpion custa entre 15 e 20 milhões de doletas a unidade. O ST custa uns 10 a 15 milhões. O custo de operação do ST deve ser menos da metade do Scorpion. No aspecto custo dá ST.

    No aspecto experiência de combate leva o ST.

    Creio que o Scorpion levaria muita vantagem se ele participasse do programa TX, o novo treinador a jato da USAF. Mas acho que ele não fará parte. Se fizer, não leva.

    Não sei se o Tio Sam vai querer manter 2 linhas de jatos leves em sua esquadra (um só para treinamento e outro só para ataque. Seria mais prático aumentar o número de encomendas do jato escolhido no TX e deixar parte deles dedicados para ataque leve, o que baratearia horrores a aquisição, operação e manutenção.

    No quesito ‘nacionalismo’, de brasileiro o ST só tem o projeto. As unidades serão todas montadas lá.

    Fontes:
    http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/industry/defence/11040762/The-Scorpion-cut-price-military-jet-for-12m.html

  13. Walfrido,
    A Textron tem se esquivado de uma comparação técnica, se enrolando na bandeira americana. Até pode dar certo, nem que seja para melar a concorrência.

  14. Ednardo,
    A Embraer ou a SNC fabricarão as asas e a fuselagem nos EUA? Pensei que seriam importadas do Brasil, como ocorre com as aeronaves do LAS.

  15. Caerthal, eu não torço a favor nem contra nenhum dos 3 aviões, mas não vejo a Textron fugindo de nenhum comparativo, até acho que ela tem o melhor concorrente para esta função, o Scorpion, porem é mais caro.
    O ST ja é testado e aprovado, cumpre a função, mas a USAF faz testes completos nas suas avaliações, e o histórico não conta muito, o desempenho nestes voos do OA-X é que devem contar.
    O AT-6 apesar de ainda não ter vendido, é uma incógnita, muitos falam que sua célula oriunda do T-6II/PC-9 não é adequada ao motor P&W de 1600 shp alem de se apegarem ao fato de pouca importancia da posição do FLIR debaixo da asa, que em curvas de grande inclinação poderia ficar com uma area de visualização coberta pela asa. O fato de não ter sido escolhido para o Afeganistão nada significa, pois a USAF escolheu o helicoptero Mi-17 para o Afeganistão e isso não o faz o melhor helicoptero do mundo.

  16. Não tem que ter medo de nada, se perder será por questões políticas, o que qualquer país faz, é natural que exista uma ajuda para produtos nacionais. Porém o ST está sendo testado no Afeganistão, em operação, com certeza isso também será levado em conta, tenho certeza que muitas informações já foram passadas de quem está pilotando o bicudo. Se não levar, pelo menos ganha maior visibilidade, já que é o único avião não Americano na disputa. Vejo com bons olhos essa participação.

  17. Existem mais variáveis neste processo, senhores. Aspectos políticos, looby no Legislativo, empregos gerados em cada Estado……fora aspectos técnicos da RFP, que eu não li. Se o preço não for aspecto decisório, se deve levar em conta se a preferência da USAF será por jatos, ao invés de turbo-hélice….sinceramente, se eu trabalhasse na equipe comercial da Embraer, talvez me preocupasse, mas como não trabalho….

  18. Penso que num país sério o que mais é levado em conta são as questões técnicas e o atendimento às necessidades para as quais o aparelho foi designado em primeiro lugar. Não fosse assim, o ST nem estaria no Afeganistão, e olha que não é nem o país deles. Pressão existe e é natural tanto de natureza política quanto social mas o que importa é se atende ou não atende. Mas calma, não sou profeta.

  19. O Slogan diz tudo, inclusive nas entrelinhas, não percebe quem não quer.
    Por qualidade, requisitos, custos e efetividade o ST leva… “Quanto mais dura a AVALIAÇÃO, mais o A-29 brilhará”

  20. Caros colegas.
    O aspecto ao qual nao nos atentamos é que, ganhando ou perdendo, já é excelente para a
    Embraer participar dessa, digamos, shortlist. Tal como no futebol, nem sempre o melhor ganha!!

  21. “Rafael Oliveira 10 de julho de 2017 at 14:26
    Ednardo,
    A Embraer ou a SNC fabricarão as asas e a fuselagem nos EUA? Pensei que seriam importadas do Brasil, como ocorre com as aeronaves do LAS.”

    Confesso que não sei os detalhes de quem fabricará o quê. Mas creio que:

    1- Se os EUA fizerem questão de fabricar mais peças por lá, não tenho dúvidas que não será problema. As empresas americanas estão plenamente prontas para fabricarem quase todas as peças.

    2- Não sei se haverá uma exigência de 100% de fabricação local. Até o F35, que é a menina dos olhos dos EUA, tem várias partes feitas em outros países. As asas, por exemplo, boa parte será feita em Israel.

    De todo modo, os maiores problemas que vejo no concorrente gringo são:
    – custo do ciclo de vida;
    – se é de ter um jato leve, seria melhor pedir para que o vencedor no programa TX da Usaf tenha capacidade de ataque, o que os concorrentes podem tranquilamente oferecer.

    Melhor ter 1000 T50 que 800 T50 e 200 Texan.

  22. perdão:

    Em lugar de “Melhor ter 1000 T50 que 800 T50 e 200 Texan.”

    seria “Melhor ter 800 T50 que 600 T50 e 200 Spartan”

  23. Flamenguista 10 de julho de 2017 at 17:30
    Exatamente, eu penso igual! De qualquer forma ser um dos indicados para essa disputa já é algo excelente para a Embraer.
    Na outra ponta não vejo tantos problemas políticos para essa aquisição, acho um exagero comentários tipo: se o ST perder será simplesmente por motivos políticos (discordo totalmente).
    Olha, se realmente houvesse tanta relevância o aparelho ser 100% USA ou agradar políticos a Embraer nem estaria nessa lista, seria desclassificada desde o início da disputa.
    Essa “conversa” política já virou paranóia, logo estarão fazendo analogia com o caso do blindado Osório. Era um blindado tão bom que nem o Brasil comprou. A Arábia Saudita não quis o blindado e até hoje tem gente chorando pelos cantos até os dias atuais. Como se a Arábia Saudita fosse o único país nesse planeta.
    Outra coisa, tratando da realidade da empresa, nós sabemos que a Embraer tem ótimos vínculos nos EUA, com empresas parceiras da Embraer e com o próprio governo americano.
    Até onde sei o Motor do Super Tucano (ST): 1 turboélice Pratt & Whitney e a Hélice: Hartzell
    Ou seja, ambas de empresas dos EUA, para não falar de outras coisas.
    Espero que vendam 500 ST kkkkk

  24. Ok, Ednardo, é que do jeito que você escreveu pensei que já tinha lido isso em algum lugar.
    No mais, concordo que dependendo do tamanho da encomenda e de quanto os EUA querem pagar, a Embraer aceitará fabricá-lo lá. Mas sei lá se eles vão exigir isso.

  25. “Gustavo 10 de julho de 2017 at 17:25
    O Slogan diz tudo, inclusive nas entrelinhas, não percebe quem não quer.
    Por qualidade, requisitos, custos e efetividade o ST leva… “Quanto mais dura a AVALIAÇÃO, mais o A-29 brilhará”
    .
    Você não percebeu que quem disso isso foi um funcionário da Sierra Nevada??

  26. No quesito ‘política’, creio que a disputa inicial foi muito mais pesada que a atual.

    Não que não haja política e tudo mais. existe sim. Mas não sei se a USAF aguenta mais um projeto inovador, caro e não testado para uma aeronave claramente tampão e com funções muito bem estabelecidas.

    Se eles optarem pelo Spartan, é porque dentro da doutrina deles preferem jatos que turbo hélices por alguma razão lá deles.

  27. IVAN, não é o caso de agradar políticos, o caso é direto do Trump dar um canetaço protecionista lá pra fazer um auê, ele gosta disso.
    MAS, vamos aguardar né, não tem outro jeito.

  28. Na minha humilde opinião o maior empecilho do ST nos EUA e até mesmo no mundo é próprio governo brasileiro com sua predisposição a essa ideologia maldita que reina no país (não preciso nem citar o nome).
    Nosso governo é muito ruim e um governo é o reflexo da população!
    Se o governo brasileiro e o povo fossem mais inteligentes teríamos laços muito mais fortes com os EUA, mas como somos iludidos por populistas que tratam os EUA com distância (basta ver a retardada da Dilma), ficamos nessa, estagnados no tempo! É nítido que os caras querem aproximação e nós afastamento.
    É como ter um tio rico na familia, dono de várias empresas, e você desempregado, pois prefere estar desempregado porque não quer pedir emprego para o tio.
    O ego imobiliza ou mata!
    O governo dos EUA (Canadá também) prevendo a fuga de empresas para outros países (algo visível nos anos 80 e 90), sugeriram a criação da ALCA nos anos 90, justamente para deixar as empresas na América (para ter ganhos mútuos). A América Latina disse não para a ALCA, mesmo os EUA e Canadá implorando….resultado: EUA criou laços extremamentes fortes do ponto de vista econômico com a China e India. O grande salto de crescimento chinês e indiano está diretamente ligado a multinacionais instaladas nesses países. Os empregos e o desenvolvimento visto nesses 2 países citados deveriam estar aqui na América, mas o populismo cega o povo e a classe política.
    Enfim, a América Latina continua sendo exportadora de commodities (especialmente para China e India kkkkk triste né?).

  29. A Inglaterra já montou um ST com motores mais potentes para ter o que queriam.
    Os EUA já estão montando o status na FL.
    Diversas forças do mundo operam o tucano e ST(Chile,Colômbia,GB,Afeganistão,etc)
    Se o ST ganhar 300 unidades da Usaf então vai vender 300 a mais mundo a fora.

  30. “Walfrido Strobel 10 de julho de 2017 at 18:14
    Ednardo, vc confundiu Scorpion com Spartan.
    Spartan é o Alenia, atual Leonardo C-27J”

    Grato pela correção! E troquei umas 3 vezes! 🙂

  31. Interessante notar que, dentre os vários comentários postados pelos leitores da “Aviationweek” sobre a matéria (alguns deles depreciando o ST), há um de um comentarista que se identifica como ex-piloto de A7 e F/A 18 (US Navy) e atualmente instrutor de simulador do ST para a força aérea do Afeganistão, atuando naquele próprio país. Não dá pra saber se é verdade, mas pela razoabilidade e discernimento nos argumentos colocados, não é impossível que seja mesmo. Ele defendeu o ST, elogiando bastante sua alta efetividade contra os talibãs, assim como os baixos custos de operação e manutenção.
    Li em outra matéria sobre o programa OA-X que a SNC, já escaldada com os argumentos usados pela então Beechcraft na competição LAS, vai focar também, junto à opinião publica e políticos, no fato que o ST ser fabricado nos EUA, com montagem na Flórida e partes vindas de diversos outros estados do país.

  32. Leonardo M. tocou em um ponto interessante, o fato de uma fábrica desenvolver um novo produto em um nicho do mercado não garante muitas vendas por tempo prolongado.
    Na instrução avançada o mundo precisava de um avião turbohélice para substituir aviões como os Cessna T-37 usados na FAB, USAF e outros, e o BAC Jet Provost na RAF.
    Muitas empresas remotorizaram seus instrutores e sairam aviões como o PC-7, Orlik, T-34C, até o Brasil pensou em um T-25 remotorizado, ficaria parecido com um Fuji T-5 da JMSDF.
    Mas a Embraer saiu com uma proposta totalmente nova, com motor P&W Canada PT-6 assentos ejetáveis Martin Baker em tandem e desnível, um sucesso.
    Depois foram aparecendo vários fabricantes e a Embraer em vez de acompanhar a evolução infelizmente desistiu do nicho com a derrota do T-27 alongado e motor de uns 1100 a 1250 shp no JPATS.
    Apesar do T-27 ST alongado ter usado em testes um motor de 1600 shp do atual ST, ele concorreu com um PT6 na mesma faixa do T-6II, ou um pouco mais potente.
    Acho que ainda existiria espaço para um T-27 NG e o A-29 hoje.
    T-27 alongado, o EMB-312H, o primeiro Super Tucano que não entrou em produção.
    Obs: os engenheiros da Embraer estavam certos em alongar o T-27 para colocar um motor mais forte, no AT-6 que não foi alongado uma crítica é que curto e com cauda pequena fica mais difícil controlar a baixa velocidade com seu motor de 1600 shp igual ao do Super Tucano.
    http://www.spotter.com.br/museus/museu_0918.jpg

  33. Não sei o que essas pessoas ganham falando notícias falsas como essa que o Antonio Sampaio espalhou.
    O complexo de vira latas desse povo atrapalha o futuro dele mesmo é do país.

  34. Paulo Fernandes 10 de julho de 2017 at 19:16
    Só que não gosta e fala mal dos produtos brasileiros, produtos Embraer em particular, são os próprios brasileiros, muitos deles abundantes neste espaço.
    O que eu leio de elogios ao KC-390 em sites de vários países em diversas línguas é muito grande, raramente alguém faz alguma crítica ao KC-390, a detonação ocorre mesmo é entre os brasileiros, por aqui, isso abunda.
    Tem um aí que tem essa doença, chega a ser patético mesmo.
    Tenho a impressão que os norte americanos de uma maneira geral, digo os militares, seja da USAF ou outras forças, tem patente que o Super Tucano é mesmo a melhor opção.
    Como o avião é montado nos EUA, não acho que o fato do AT-6 ser um produto da indústria local, seja um fator tão decisivo.
    _______________________________________
    Ivan BC 10 de julho de 2017 at 18:17
    Amigo, procure saber qual era a proposta de “livre comércio” de Estados Unidos, Canadá, México e uns dois outros miseráveis da América Central para o que eles chamaram de ALCA.
    Não vou me alongar, basicamente o que eles queriam era apenas “venha a nós”, e ao “vosso reino” nada, ou seja, só queriam abrir o comércio onde eles eram competitivos, em suma, o Brasil e todos os demais países da América Latina pura e simplesmente teriam que importar tudo deles que era industrializado e de valor agregado, pois nisso eles são competitivos, sem no fundo contra partida alguma, porque se jogarem limpo, o Brasil e outros países da região varrem eles do mapa em termos de produtos agrícolas e carnes, e esses mercados eles não queriam abrir com essa tal de ALCA…
    Se abrirem o mercado agrícola, um estado como a Califórnia deixa de existir em termos de produtor agrícola, não competem, essa é a verdade.
    Procure se informar antes de emitir tão destinado comentário.

  35. Antonio Sampaio, tu nega as raízes de professor universitário, so falta dizer que é do “partido” também.
    pergunte para os Mexicanos o que els acharam da Alca, o salto que a economia Mexicana deu na década.
    O Chile e a Colombia fizeram acordos comercias bi laterais com os Tio Sam e estão muito bem obrigado, porque?????????????????

    Porque a economia deles é saudável, é organizada, está com seus fundamentos estáveis e não estão atrelados a vanguarda do atraso do “Merdosul” e seus ranços ideológicos pré históricos..
    O único medo do Brasil em relação ao nafta era porque nossa economia feudal, amparada em subsídios, com impostos descomunais que tributam trabalho e produção ao invés do lucro nos torna incapazes de competir até com a Suazilândia produzindo palito de fósforos e isto nós devemos a vocês que formaram esta casta de protozoários cerebrais que naão conseguem enxergar um centímetro além do nariz, fumar maconha e endeusar um vagabundo, asqueroso argentino chamado Tchê Guevara.

    Passe bem

  36. Juarez 10 de julho de 2017 at 22:01
    Amigo, melhor você falar de avião, por que nesse ramo aí de comércio exterior, eu conheço um pouco.
    Novamente, sem querer aparecer, minha primeira pós graduação foi exatamente em “Comércio Exterior”.
    E uma das minhas teses, o título é exatamente este: “Estratégias Empresarias para o Mundo Globalizado”
    Amigo na boa, sem querer te escrachar, volta ao teu rami rami e fala de avião.
    Sei do que falo.
    _________________
    Qual a velocidade do Super Stallion guinchando um Strick do US Army, quero saber se o KC-390 pode reabastecê-lo em voo com os slates invertidos.

  37. uia……. agora então que minha torcida pelo ST supita …adoro ver ´´pós´´graduado do sistema de ensino de Banânia sapecar a língua kkkkkkkkkkkkkk Juarez concordo contigo …..

  38. Boa noite!
    Não tem o que se discutir diante da ALCA, a América Latina não aceitou o acordo e com isso perdemos a grande oportunidade de ter um parque industrial imenso. A Europa e América do norte perderam indústrias, essas indústrias não evaporaram ou desapareceram como mágica, elas estão atualmente na India e China (ambos com crescimento imenso). Esses 2 países, assim como alguns outros, fizeram o terreno (legislação tributária, trabahista, previdência, administração pública etc…) para receber tais empresas.
    As empresas não foram para esses países porque o Governo dos EUA e Europa quiseram, muito pelo contrário (perderam empregos com isso), as empresas foram porque perderam competitividade onde estavam e diante de grandes reformas promovidas por China, India, Taiwan e companhia (maioria asiáticos), era uma saída.
    Diante desse cenário apareceu a oferta de criação da ALCA, algo político e não econômico.
    EUA e Europa perderam PIB diante desse cenário, mas o PNB (produto nacional bruto, onde é incluso as receitas oriundas do exterior) continuou crescendo, pois agora conseguiram outros mercados.
    A américa latina continou sendo um mero exportador de commodities.
    Somente isso! Nada mais que isso! O resto é bobagem ou retórica de partidos políticos e que não muda em nada a realidade (já foi).
    Quanto a venda do Super Tucano e a questão da suposta influência política ser algo tão decisivo na aquisição. Eu pergunto: Onde estão nossos políticos para resolver essa possível pendência política?
    Percebem o que eu quis dizer desde o início? Se há uma questão política, então ela deve ser resolvida politicamente (negociação).
    Quantos senadores e deputados brasileiros foram para os EUA incentivar a venda do ST?
    Compramos X ou Y coisas de vocês (USA) caso vocês comprem o ST…
    Exemplo: compramos mais X ou Y Carro sobre Lagarta Anfíbio (CLAnf – AAV-7A1) de vocês caso comprem o ST, justamente para equilibrar a balança comercial.
    Entendemo que eu quis dizer? Campramos algo de vocês na área militar para compensar a compra do ST.
    Eu não vi ninhuém comentário acerca disso até agora e acho algo fundamental!
    Trump não tem NADA de protecionista (a mídia diz isso para ataca-lo), não confunda ser protecionista com ser trouxe e ter rombos gigantes na balança comercial. Obama era um trouxa que nunca se preocupou coma balança comercial.
    Donald Trump bacharelou-se em Economia pela Wharton School of Finance da Universidade da Pensilvânia, além de ser empresário. Ele conhece economia, não é um leigo nesse assunto.
    Abraço!

  39. Ivan BC 10 de julho de 2017 at 23:23
    Deixa eu ver se entendi … você está querendo que os nossos políticos resolvam os nossos problemas? Mas os políticos é que são o nosso problema (e os que votam neles)

  40. Juarez 10 de julho de 2017 at 22:01
    Exatamente! As pessoas podem não gostar, podem chorar, podem reclamar, podem xingar….mas no fim a China e India, com o México aqui na América sugaram quase todas as indústrias europeis e americanas.
    É melhor ter pessoas trabalhando e ganhando 1 salário mínimo (880 reais) por mês ou 54 milhões de pessoas recebendo Bolsa Familia? 70 reais por mês do Estado?
    Sem mais…chega de política aqui.
    Só quis mencionar que se realmente há pendência política para vender o ST, então onde estão nossos políticos? Fugindo do Moro?
    A Embraer tem nome nos EUA, a empresa tem profissionais qualificados, entrega resultados em vez de promesas. Talvez juntamente com a Ambev, Klabin, Votoran são algumas poucas empresas brasileiras com nosso fora do Brasil. O resto é resto…

  41. JT8D 10 de julho de 2017 at 23:32
    kkkk quase isso…você entendeu! Falam tanto em pendência política que eu decidi mencionar esse fato que ninguém comentou até agora.
    Eles, os políticos, não deveriam ser um problema, deveriam representar empresas nacionais (sem corrupção, sem BNDES, sem subsídios) mas pelo jeito está difícil.
    Nos últimos anos vimos o oposto, o governo trabalhando contra as empresas brasileiras no exterior (exceto as empresas dos amigos financiados) o resultado é a realidade. Se a Embraer precisa de um empurrão política, cadê o empurrão?

  42. Ivan BC 10 de julho de 2017 at 23:23
    Ei velho, tudo o que você fala de ALCA, indústria, economia ou coisa que o valha é apenas bobajada completamente inútil e desprovida de amparo no mundo real, nada disso que falas faz sentido, é tudo um amontado de achismo sem amparo real ou teórico algum.
    Mas deixa que te esclarecer outro ponto, você ainda pode ser salvo: Rapaz, não existe isso de um país, o Brasil por exemplo, comprar algo dos EUA e “exigir” que em troca, compremos algo deles, falas um completo absurdo em imaginar que é possível para um país como Brasil, comprando algo dos EUA e “exigindo” que comprem o Super Tucano, trata-se de um completo absurdo, que só reflete sua total ignorância no assunto. Para com isso.

    Esse tipo de “negociação” pode ocorrer entre países que tenham economias simétricas, ou outros interesses em jogo, mas nunca em relação uma super potência hegemônica como os EUA, qualquer um que faça tal proposta a um negociador norte americano, terá como resposta uma risada de deboche na cara, isso não existe, cara.
    Coloca uma coisa na tua cabeça, os EUA sempre agem em função de seus próprios interesses, em primeiro lugar, os interesses norte americanos, sempre foi assim e sempre será, mesmo quando aparentemente eles estejam lhe dando uma “ajuda”, isso é em função dos interesses deles, e não tem como finalidade principal lhe prover algum tipo de benefício.
    O que o Brasil pode fazer é usar os interesses dos norte americanos, e a partir disso, buscar que nossos interesses também sejam atendidos.
    Se eles morrem de medo que os russos ou os chineses tomem conta de Alcântara, que o Brasil use isso a seu favor, tentando tirar o máximo de proveito dessa possibilidade de ceder o uso de Alcântara a eles, e não aos russos ou chineses.
    Comprar ou receber a título de doação carros M109AP estacionado no deserto do Arizona em troca de KC-390, bem, é isso então?

  43. Antonio de Sampaio 10 de julho de 2017 at 23:42
    Correto, eu sou ignorante!
    Sou formado em Administração Pública, especialista em Gestão Pública, acadêmico de economia na UDESC-SC, servidor público.
    Não que essas coisas (qualificações) sejam algo realmente relevante nesse mundo, mas pelo menos é algo, melhor que nada. Aprendo coisas o tempo inteiro com pessoas sem formação alguma, inclusive aqui nesse site, isso é ótimo e gratificante.
    Desculpa minha incapacidade.

  44. Mas, voltando ao A29, entendo que há dois pontos que pesarão decisivamente em prol da Embraer/SN: 1.sua linha de montagem pode ser ampliada imediatamente (alias, ate onde me lembre, esta planejado que todas as asas e outros componentes serão fabricados no Brasil), pois o tal do Scorpion ainda precisa de no minimo uns dois anos ate obter o IOC; 2. O aspecto muito importante é que o povo americano jamais aceitaria que seus combatentes sejam submetidos a usar um produto inferior, trazendo riscos à segurança; abs

  45. Ivan BC 10 de julho de 2017 at 23:59
    Essa sua de “pressionar” os EUA a comprar o Super Tucano, em troca de que compremos algo deles, realmente me impressionaram, se é que me entende.

  46. A Embraer fez muito bem em fazer parceria com Sierra Nevada, se continuasse aqui provavelmente estaria falida. Negócios geram negócios, empreender, competir faz parte do sistema capitalista. o individualismo, o mérito, a recompensa ou perda fazem parte do mundo empresarial. infelizmente nosso país possui tantos tributos e não se pode de forma alguma confiar em governos, principalmente populistas e muito menos naqueles que pensam em ter uma economia planificada e futuramente estatal. O ST o KC390 são aeronaves a serem vendidas por empresa privada e empresa privada quer lucro e gera trabalho e trabalho gera mais lucro para outras empresas que vendem para consumo daqueles que trabalham(vestuário, habitação, alimentação, saúde, educação, transporte…) tudo gira em torno de dinheiro e riqueza. Existem pessoas que progridem e se tornam empresários, ou técnicos ou qualquer outra profissão desde que estudem e trabalhem neste vasto mundo competitivo. Esquerdismo trabalha com a miséria igualitária de muitos para proveito e benefício da NomenKlatura estatal. para ser mais preciso: capitalismo gera riqueza para quem deseja, socialismo gera miséria para a maioria e sem ascensão pois todos se tornam “cidadãos protegidos e igualitários” pelo Estado. Não vi até hoje a esquerda dar certo em algum lugar do mundo, só miséria, e ditadura. A Embraer está no caminho certo, se perder ou ganhar faz parte do mundo capitalista. imaginemos se não houvesse empresas privadas e competição para se produzir o melhor para o consumidor? Já pensou todo mundo andando de fusca, ou Lada…? Quero comer carne mas o Estado só diz para comer soja. Quero melhorar , ter meu negócio mas o Estado diz que só tenho direito a trabalhar em prol da comunidade proletária. E aí, por que eu não posso ter minha empresa? por que tenho de dividir com quem não trabalhou para tanto? Esquerdismo latino americano mais atrasado e hipócrita já visto. E tem gente que aplaude esta porcaria.

  47. Que besteirol, agora vão querer discutir economia e política em blog sobre aviação.
    Se o fulano é deste ou daquele partido….
    Se é bom se aliar aos EUA ou outros países……
    Vou sugerir aos editores abrir um tópico, Coxinhas X Mordadelas.

  48. Walfrido, acho bastante ousada a sua afirmação que o Scorpion é a melhor alternativa para a função, até porque há tanta confusão com relação ao conceito CAS/COIN que tem até avião agrícola buscando um lugar ao sol …O ST deve ser apresentada como uma solução de nicho, atuando em missões onde jatos, drones e helicópteros são pouco eficazes. O Scorpion me parece mais uma prova de conceito que um produto acabado.

  49. COMENTÁRIO DE UM AMERICANO SOBRE O ST:


    .
    Que comentário inano! Para iniciantes … a A-29 que compramos é feita e montada na América, e a grande maioria das peças e subsistemas, incluindo o motor, a aviónica, sensores, armas, etc. … (a mercê caro) são, e Sempre foi, americano. Segundo, você diz que só seria útil para caçar camelos no deserto … Você pode estar certo … mas adivinhe o que gastamos uma quantidade excessiva de tempo e dinheiro fazendo? Desistir? Caçando camelos no deserto. Nós fazemos essa missão muito mais frequentemente do que destruir tanques russos invadindo o Fulda Gap ou lutando contra o melhor corpo blindado de Saddam nos desertos iraquianos. A-29, de fato, são superiores aos A-10, em certos aspectos, porque eles são construídos para combater insurgências como o Talibã, o ISIS, o Boko Haram, o caminho brilhante, etc … Os lugares onde realmente estamos lutando mais por Nos últimos 20 anos. O A-10 é um propósito projetado para explodir altas concentrações de tanques e armaduras, não combater insurgências. Esses conjuntos de missão são realmente diferentes. A diferença é que o A-29 tem uma resistência significativamente maior do que um A-10 … eles são mais fáceis e mais baratos de manter no campo. Os acessórios são uma característica não detentora, porque não só eles são muito mais eficientes em termos de combustível, eles são melhores em lidar com detritos e poeiras, etc. O que significa que eles podem ser estacionados muito mais perto da luta sem ter que ocupar um país inteiro, Ou mesmo apenas seus principais aeroportos. A questão dos aeroportos é que eles tendem a estar mais distantes da batalha. Em termos de armamento: não, os A-29 não carregam uma pistola rebocadora de tanques, mas a maioria das insurgências não tem nenhum tanque para começar a fazer essa preocupação valer a pena. As metralhadoras 50 cal são mais do que capazes de destruir o captador de toyota Caminhões … e helfires podem lidar com as coisas maiores se apper. O argumento é que eles carregam munições suficientes para lidar com trocas típicas com pequenas bandas de insurgência … O ponto real, no entanto, é que eles são baratos o suficiente e têm tempo suficiente na estação para fazer a missão, você não desperdiçaria um A- Por exemplo, as razões pelas quais os selos estão interessados ​​é que eles podem fornecer suporte aéreo e supervisionar durante a duração de uma missão inteira … em vez de apenas ser chamado quando as balas começam Voando depois que a emboscada foi suspensa … O A-29, ao contrário do A-10, pode até impedir a emboscada em primeiro lugar. Ter um conjunto extra de olhos no céu é útil.

    Finalmente, a frota A-10 não está em competição aqui. O debate acabou. Eles estarão em inventário até, pelo menos, 2040. E eles ainda têm um papel a desempenhar. Se você está protegendo grandes quantidades de forças dos EUA contra armaduras inimigas em um ambiente de ar permissivo, simplesmente não existe um plano melhor do que um A-10. Na maioria das outras vezes, o A-29 faria bem. Nos dias de abertura da guerra contra um ator estadual competente, você gostaria de pilotar um A-29? De jeito nenhum. Mas o flash das notícias … Um A-10, hoje em dia, não é muito mais sobrevivente … Ambos serão disparados do céu. Na tempestade no deserto há 25 anos … Os A-10 foram substituídos em grande parte por f-16 no CAS de gama alta, uma vez que estávamos perdendo muitos A-10 para mísseis inimigos. A tecnologia de mísseis também melhorou muito desde então … (daí a necessidade do F-35) …
    .

  50. O argumento politico de defender a mão de obra (empregos) e produtos americanos para escolher o vencedor desta licitação não e mais valido, a EMBRAER somando todas as suas linhas de montagem de jatos comerciais e do ST gera mais emprego e impostos, bem como utiliza mais componentes americanos que a própria Textron nos EUA.

  51. A questão política não seria pura e simplesmente geração de emprego, estamos falando de uma disputa que envolve a indústria nacional deles ( produto final ) é muito melhor vender um produto 100% americano do que um que supostamente tem todos os seus componentes de origem americana, mas a empresa que “monta” não ser. Se fosse uma situação contrária, estaríamos aqui discutindo e achando um absurdo o Brasil escolher um produto “gringo” sendo que poderíamos escolher um feito aqui. É pq pimenta no c.. dos outros é refresco. O produto deles pode não ser o melhor de fato, mas uma encomenda dessas abriria portas para venda em outros países, então sim, questões políticas sempre foram e sempre serão um diferencial em negociações, principalmente militar. Isso não quer dizer que não devemos torcer ou acreditar no Tucanão, na minha humilde opinião acho que é o melhor para o tipo de missão proposta nesse caso, porém nem sempre o melhor leva.

  52. Kfir, eu ja tinha citado o A-37 para mostrar que era capaz no passado e os EUA ja tiveram seu COIN barato, mas alguns acharam que eu estava falando mal do ST e defendendo o uso atual do A-37.
    Modernizado com Paveways até hoje ainda presta um bom serviço na Colonbia e no Peru com a doação dos A-37 da Coreia do Sul seguraram necessidade urgente de adquirir o A-29, hoje ja estão usando o Ka-1P no lugar dos T-27 e AT-27 e agora vão substituir os A-37 com calma.
    .
    Os EUA na guerra fria se preocuparam com uma guerra com o Pacto de Varsóvia, imaginando colunas de blindados russas invadindo a Europa e para isso o A-10 é muito bom, hoje com o crescente números de insurgentes mundo afora sentiram a necessidade de um A-37 de volta, como não é mais fabricado e era limitado, abriram o OA-X onde participam 3 aviões americanos, independente do ST ser projetado e ter partes construidas no Brasil e o AT-6 ter sua origem no projeto do PC-9 Mk2 suiço, os 3 competidores são americanos.

  53. Claro que o Super Tucano é norte americano. A começar pelo nome.
    Da mesma maneira que a os tênis da Nike são vietnamitas, pois são fabricados no Vietnã, com mão de obra vietnamita e material asiático de primeira.
    Esse piloto americano é só mais um Homer Simpson da vida.

  54. Antonio de Sampaio 11 de julho de 2017 at 0:36
    Jesus, grudou nos meus comentários kkkkk
    Eu nunca utilizei a expressão “pressionar” os EUA, longe disso, se você ler o meu comentário vai perceber que eu quis dizer exatamente o oposto, eu quis dizer que em alguns casos ou em muitos casos, há necessidade de buscar tratativas para “agradar o possível cliente”, especialmente no âmbito político. Isso é comércio, isso acontece o tempo inteiro, não há nada de mais nisso.
    Mas se você discorda, tudo bem! Então deixe a Embraer trabalhar sozinha…
    Quanto as suas outras críticas a minha postagem, eu nem irei comentar, não tem nexo algum.
    Abraço!

  55. Não entendo muito de comércio exterior, mas gostaria de saber o que são “slats invertidos”. Vai ver que o E195 tem e eu não sabia…

  56. Rommelqe 11 de julho de 2017 at 0:31

    Mas, voltando ao A29, entendo que há dois pontos que pesarão decisivamente em prol da Embraer/SN: 1.sua linha de montagem pode ser ampliada imediatamente (alias, ate onde me lembre, esta planejado que todas as asas e outros componentes serão fabricados no Brasil), pois o tal do Scorpion ainda precisa de no minimo uns dois anos ate obter o IOC; 2. O aspecto muito importante é que o povo americano jamais aceitaria que seus combatentes sejam submetidos a usar um produto inferior, trazendo riscos à segurança; abs

    Prezado rommelqe, o grande argumento do St na concorrência da USAF é o seguinte:

    PLENAMENTE OPERACIONAL E TESTADO EM COMBATE.
    E isto, a USAG gosta e muito.

    G abraço

  57. Rinaldo Nery 11 de julho de 2017 at 15:51

    Não entendo muito de comércio exterior, mas gostaria de saber o que são “slats invertidos”. Vai ver que o E195 tem e eu não sabia…
    Cel Neri, o “Professor Universitário” perguntou ainda se ele faria isto com um CH 53 levando um “Strich”, deduzo eu cá com os meus botões, se ele se refira ao VBR americanano Stryker, que pesa uma 18 tons, o senhor imagina, deu capacidade aos CH 53 que nem o USMC sabia e ainda criou slats invertidos. O senhor viu aonde “tamo metido Cel”????
    ainda bem que Jesus tá vendo….tudo.

    G abraço

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