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Embraer KC-390 pousa na Nova Zelândia

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KC-390

O cargueiro militar Embraer KC-390 pousou hoje por volta das 7:00 PM (hora local) em Auckland na Nova Zelândia, vindo de Brisbane na Austrália.

A nova aeronave brasileira continua sua saga de apresentação para clientes potenciais depois de participar do Paris Air Show, passar pela Suécia, percorrer o Oriente Médio, Índia, Malásia e dois centros australianos.

Segundo informes locais, a Nova Zelândia tem cerca de US$ 1 bilhão para gastar na renovação do seu transporte aéreo e frota VIP na próxima década e terá que substituir o C-130 Hercules no início da próxima década.

Várias outras aeronaves estão sendo analisadas, incluindo o mais recente modelo do Hercules da Lockheed Martin, um novo modelo da Kawasaki do Japão e o novo gigante A400M da Airbus.

Tela do Flightradar24 mostra o trajeto do KC-390 da Austrália para a Nova Zelândia

103 COMMENTS

  1. o simples fato de voar por todo o globo, em si só já é forte propaganda, e exibição de músculos, pois a Embraer mostra a confiabilidade e maturidade do projeto… PRONTO PARA A MISSÃO!

  2. Essa é a primeira concorrência, de fato, a ser disputada pelo KC-390, dado que no Canadá ele não preencheu o requisito de estar operacional ao tempo da disputa.
    .
    No caso da NZ, há plenas condições do KC-390 ser avaliado e entregue nos termos exigidos. A entrega da primeira aeronave é exigida em fevereiro de 2020 e para a Capacidade Operacional Inicial (COI) a seguir um ano depois. A capacidade operacional final (FOC) para a nova aeronave deve ocorrer até 20 de fevereiro de 2024. A primeira aeronave de substituição para a frota 757 deve chegar até 1 de fevereiro de 2025, para permitir que o COI seja declarado até 1º de fevereiro de 2026.
    .
    De acordo com Paulo Gastão, clientes de exportação podem começar a receber as aeronaves já em 2019, se as encomendas ocorrem em breve. E obviamente que o Governo não irá se opor a ter suas aeronaves em produção direcionadas a clientes externos.
    .
    E os colegas não devem se enganar com o tamanho da NZ, pois além das duas ilhas principais, há outras ilhas bem mais distantes, como as Ilhas Cook, além da base na Ilha de Ross (Antártida). Então alcance e, por que não, velocidade, são itens importantes na disputa.
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    Por fim, conforme notícias do ano passado, a Boeing apoia essa oferta oferecendo-se para assumir a manutenção da aeronave, ainda que de certa forma exista concorrência da Embraer com seu P-8, na aviação de patrulha, caso as duas aeronaves vençam, haverá uma sinergia na manutenção de ambas, fora que na NZ já existe empresa que faz a manutenção das turbinas IAE V2500.

  3. A velocidade é uma variável importante em vários cenários. Um exemplo é alcançar um cenário de acidente com rapidez. Outro é o de permitir ida e volta rápida em uma missão, à Antártida, por exemplo. Uma situação em que pernoites podem não ser desejáveis.

  4. Olá.
    Tomara que o aparelho faça vários voos na região, semelhante ao que foi feito na Arábia Saudita. Um possível negócio com a NZ pode ser interessante para a imagem do aparelho.
    Bom, qualquer venda é boa coisa…
    SDS.

  5. Desta turnê este é um pais fora do projeto que tem grande possibilidade de comprar o KC390, já esta participando da concorrência, os demais países são carta de intenção, boas intenções.

  6. Olá.
    O aparelho precisa ser conhecido. E para ser conhecido, precisa ser mostrado. Para ser vendido.
    Então, nada mais justo que, além de visitar clientes em potencial, o avião visite países “formadores de opinião” regionais. Mesmo que isso não resulte em vendas imediatas.
    SDS.

  7. Rafael Oliveira 10 de julho de 2017 at 10:38

    “Essa é a primeira concorrência, de fato, a ser disputada pelo KC-390, dado que no Canadá ele não preencheu o requisito de estar operacional ao tempo da disputa.”

    Isso mesmo Rafael, é a chance de demonstrar o aparelho para quem realmente vai comprar em breve, basta provar que atende os requisitos…
    E eu acredito bastante nas capacidades desta aeronave.

  8. Estava comparando as especificações técnicas do KC-390 com as do Kawasaki C-2 e tenho más notícias para o KC-390… parece que os japonês supera o KC-390 em tudo? Velocidade, teto de voo, capacidade de carga e alcance…

  9. Ederson Joner,
    Não basta só isso. A proposta financeira do pacote completo tem que ser melhor também. Mas eu também acredito que o KC-390 pode ganhar essa disputa.
    SmokingSnake,
    Supera também no preço e nos problemas com o protótipo.

  10. Smokingsnake, O pontos forte do KC-390 parecem ser 2: Versatilidade e Modernidade. As poucas informacoes sobre o C-2 sao omissas quanto a operações em pistas semi-preparadas. Entendo que a NZ nao precisa de aparelhos para cargas tao pesadas. Tudo indica que os custos do C-2 serao bem mais elevados.

  11. Acho que a melhor maneira de deixar claro que p/ cada necessidade há uma aeronave mais adequada é compararmos c/ o mercado civil : B-737 e A-320 são maiores, levam mais passageiros, tem maior alcance, etc. que o E-190, por exemplo, então porque a Embraer já vendeu e continua vendendo centenas deles ? Porque eles são mais adequados ao mercado da aviação regional, prostectam novos mercados e complementam as linhas regulares operadas por aeronaves de maior porte. Conclusão : se o que o operador precisa é bem atendido por um KC-390 ou C-130, ele não vai comprar C-2 ou A-400, ou seja cada macaco no seu galho.

  12. SmokingSnake: o cargueiro nipônico fracassou em uma decolagem…recentemente
    e o kc tem um posicionamento diferente …
    A Embraer teve até tempo para se pensar no c130j ( que apresentou problemas em 2005)

  13. SmokingSnake a Embraer tem dois concorrentes que temer na NZ, o primeiro, e principal, é o C-130J por já ter um histórico de uso de versões anteriores na força aérea da Nova Zelândia e o segundo seria o Lobby da Airbus pelo A-400M. Acho que o japonês, de todos os concorrentes, é o que mais corre por fora

  14. Estes voos pelo mundo todo do KC-390 só mostram que a Embraer está disposta a vender o produto, o que é bom.
    Mas nada demonstram sobre a capacidade da aeronave, nenhum comprador adquire um transporte para fazer grandes “ferry” com a aeronave vazia.
    “Ferry flying refers to delivery flights for the purpose of returning an aircraft to base, delivering a new aircraft from its place of manufacture to its customer, moving an aircraft from one base of operations to another or moving an aircraft to or from a maintenance facility for repairs, overhaul or other work.”

  15. Uma curiosidade: Quando procurava uma descrição sobre voos “ferry” para postar para vcs, achei este dado interessante.
    A piloto mais famosa especializada em voos ferry foi Louise Sacchi, fez 350 travessias do Atlantico entregando aviões da Beechcraft, muitos monomotores em que ia solo.
    Até escreveu um livro sobre travessias sobre o mar.
    https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/41iwRSdXvPL._SX381_BO1,204,203,200_.jpg
    Who was Louise Sacchi?
    Louise Sacchi learned to fly in 1939. By 1940 she was a flight and ground instructor. She was the first woman to do many things including: teaching Advanced Navigation to the RAF at the #1 British Flying Training School in Texas; and working as a run-up mechanic at Newark Airport after completing her mechanic course at Casey Jones School of Aeronautics. By 1945 she was working as a mechanic and engineering assistant for what is now Mobil doing fuel testing for the Navy.
    After WWII Louise became Manager and Chief Pilot of a seaplane base in New Jersey. She earned her Airline Transport Rating, and in 1962 she flew her Bonanza to Europe to become Manager and Chief Pilot of an overseas ferry company. Three years later she began Sacchi Air Ferry Enterprises as the first and only woman international ferry pilot at that time. By 1968 Louise had made her 100th ocean crossing and was awarded the Distinguished Service Medal by Beechcraft Aircraft Co.
    Louise received numerous awards, both national and international in addition to setting a speed record from New York to London for a Single engine land plane, and 340 ocean crossings. She authored two books, Ocean Flying and The Happy Commuter, before she passed away in 1997.
    Louise had a life-long love of aviation, adventure, and public service.
    .
    É a mais alta nesta foto:
    https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51M1yu-ax2L.jpg

  16. Walfrido Strobel 10 de julho de 2017 at 15:20
    Então o melhor ou o ideal, seria manter os dois protótipos sobrevoando Araraquara todos os dias, não é? pra que viajar o mundo todo?
    Já que não adianta nada, só gasto de combustível.
    ________________
    O PTZNJ está aparecendo no Flight, mas apenas parado na pista, lá já é dia, eles já estão na terça feria.

  17. Antonio Sampaio, para escrever isso acima, você leu, mas não entendeu nada do que leu.
    Aonde foi que critiquei os voos de demonstração da Embraer?
    Para deixar mais claro a demonstração aos interessados é valida, achar que é muito bom porque chegou até lá ja é outra coisa.

  18. Antônio Sampaio, o Strobel só falou o óbvio, ele sequer fez uma critica aos voos de demonstração da aeronave. É lógico que é importante fazer essas viagens, apresentar a aeronave para as forças aéreas pelo mundo, mostrar que o programa esta nos trilhos, que a aeronave existe e não é só um projeto de papel, mas para vender ela vai ter que fazer mais que isso, não entendi a patada que você deu nele, as vezes você exagera na torcida

  19. Ainda estou abismado com o PROTÓTIPO do KC 390 ter chegado a mais de 200 km/h acima da sua performance projetada em um tapa tão fácil. E fez isso durante um tempo considerável…
    Aos especialistas: Faz parte dos testes que a Embraer precisa fazer ou foi só um tapa de luvas na cara da Sociedade?

  20. Everton Matheus 10 de julho de 2017 at 16:11
    Os cálculos durante o projeto e os testes em túnel de vento dimensionam praticamente todos os limites da aeronave, na pratica, ele será levado a níveis inferiores aos que os cálculos indicaram, pois não seria inteligente ultrapassa-los, arrisco a dizer que estes limites já estão estipulados nos algoritmos do software da aeronave, impedindo que alguém tente levar a aeronave a situações perigosas.
    Isto vale também para velocidade de Estol, quando o software avisa os pilotos de que esta velocidade esta chegando perigosamente, e no caso de fly-by-wire, pode impedir que ultrapasse os limites de velocidade mínima e máxima.
    Para os testes, logicamente o fabricante desativa algumas destas proteções, pois haverá momentos em que se deseja algumas comprovações, (de stol por exemplo, em altitudes bem elevadas é claro). Já para velocidade máxima, são definidos os valores por cálculos, pois ultrapassar a capacidade estrutural da aeronave seria um desastre…
    Por isso, saiba que segundo os cálculos, certamente a aeronave poderia chegar a velocidades maiores do que o fabricante indica nos seus manuais, lembrando sempre que a altitude é muito relevante para se determinar a velocidade, consumo…
    Espero ter ajudado. 🙂

  21. Sim Ederson, eu pensei que certamente a Embraer saberia desses limites, tudo isso é uma ciência bem exata, mas ainda não entendi uma coisa, serviu para testes? para certificar algo? para comprovar superioridade aos concorrentes? Afinal, qual seria a finalidade?

  22. Não esqueçam que ele não estáfull payload, está voando free, então a conversa é outra. Eu não estou como isto desmerecendo a anv que já mostrou que é muita capaz, agora vamos ver os testes “carroçado” e com pé no barro, é aí que cobra dorme.

    G abraço

  23. Juarez 10 de julho de 2017 at 17:02
    Concordo com o amigo. Bem verdade que torcemos por seu sucesso, e a mesma tem se mostrado derivada de um projeto amadurecido com muito profissionalismo. Entretanto, quando o gigante estiver carregado é que saberemos e confirmaremos seus dotes. Ainda assim, acredito muito no projeto e há de ser mais um sucesso made in Embraer.

  24. Everton Matheus 10 de julho de 2017 at 16:55
    Eu acredito que é para demonstrar mesmo, pois não somos os únicos de olhos nos dados dos voos.
    Juarez 10 de julho de 2017 at 17:02
    Exatamente, vai ser uma fase muito importante e muito aguardada… :).

  25. Ederson, se a Embraer vender a aeronave a pelo menos dois países esse ano. Vc arriscaria comigo quantos anos vai demorar para a LockH.Martin começar a pensar em cargueiro militar do 0?

  26. Everton Matheus 10 de julho de 2017 at 17:23
    Esta resposta seria por minha parte um chute no escuro, pois a LM é um GIGANTE da indústria bélica/aeronáutica mundial… Nem arrisco.
    Mas, acredito que haverá vários operadores de Kc-390.

  27. Lá são 08h35! Tem mais é que demonstrar a aeronave.
    .
    Não duvido que nesses testes, ainda mais se for uma avaliação mais aprofundada, coloquem alguma carga (não a máxima) no KC-390 para avaliar melhor suas capacidades.

  28. Estou convicto de que todos os testes necessários para certificação do KC390, Serão superados, eu disse superados, ,não pelo fato da minha torcida pra dar certo , mas, de se tratar de um projeto arrojado com participação da FAB.Todas as possibilidades de um grande êxito é favorável. Confio mt na capacidade da EMBRAER PARA CADA ESPECIFICAÇÃO CITADA. Se der errado , aí sim, uma conspiração prara Lasar os cofres públicos e nós contribuinthttp, está em marcha mais velos do que o próprio KC390.PAGAR PRA VER!!

  29. Já pousou na Base Aérea de Auckland (estava no aeroporto).
    RNZAF Base Auckland
    No. 5 Squadron RNZAF — Lockheed P-3K2 Orion
    No. 6 Squadron RNZAF — Kaman SH-2G(I) Super Seasprite
    No. 40 Squadron RNZAF — Lockheed C-130H(NZ) Hercules, Boeing 757-2K2

  30. Só para dar um exemplo de como em ocasiões especiais como uma demonstração ou competição uma aeronave é exploradar ao máximo, muitas vezes até fora dos seus limites.
    O Piaggio P.180, um avião turbohélice italiano fabricado na Piaggio America da Florida, o primeiro “pusher aircraft” executivo a fazer sucesso com mais de 220 construidos tem como velocidade indicada para cruzeiro economico 589 km/h(366mph) e como velocidade máxima certificada 741 km/h(460 mph).
    .
    Em 2003 um P180 bateu o récorde de travessia costa a costa Oeste Leste nos EUA com turbohélice, que detem até hoje, na rota San Diego-California a Charleston-Carolina do Sul fiscalizados pela National Aeronautic Association e Fédération Aéronautique Internationale onde fez com velocidade média de 880.1 km/h, e o trajeto é longo, foram 3470 km(1873 NM) diretos.
    Nas mãos de um piloto de provas em demonstração a conversa é diferente.
    . https://m.youtube.com/watch?v=4omPL8dbmUk

  31. Segundo as notícias, os dois protótipos se somarão aos 28 encomendados, minha pergunta é: esses dois protótipos, que estão sendo testados e usados à exaustão, terão condições de serem operacionais na FAB, ou só servirão de museu, ou para treinamento, ou operações restritas?

  32. Silva, Penso que não vai precisar de mt parafernalha para deixa-los preparados. Alias, estão sendo testados ja para instruir a linha de Fabricalçao destinada a FAB. N faz mt sentido ter centanas de milhões de dólares de stand by… A FAB/Embraer tem fama de fazer muito com pouco, e não o contrário. Acredito que assim que a aeronave conseguir todas as certificações, pelo menos uma delas ja deve retornar a casa para ser devidamente equipada.

  33. J.Silva 10 de julho de 2017 at 18:58
    Os protótipos não estão sendo submetidos a esforços extraordinários – p/ isso se constroem células estáticas que serão submetidas a testes de esforço que confirmarão os limites estabelecidos em projeto e simularão anos de uso da aeronave – fazem basicamente tudo que uma aeronave de série irá fazer, haverá lógico um desgaste, mas ainda terão alguns milhares de horas p/ se atingir o limite das células.

  34. LucianoSR71 10 de julho de 2017 at 20:07
    Perfeito, é exatamente isso. Acrescentando que nada impede que estas aeronaves (protótipos) tenham alguns componentes amplamente revisados ou substituídos por novos antes de serem entregues a FAB, como motores, trem de pouso/ pneus, atuadores, pintura e o que mais que possa ter sido ou venha a ser comprometido durante os testes.

  35. ederjoner 10 de julho de 2017 at 20:55
    Obrigado pelo complemento, eu realmente me foquei nas palavras do J.Silva, que passava uma ideia bem deturpada ( sei que não era essa a sua intenção ) do papel dos protótipos na certificação de uma aeronave. Abs.

  36. Everton Matheus, LucianoSR71 e ederjoner,

    Obrigado pelos esclarecimentos, foi uma pergunta de leigo mesmo. É que a mídia, inclusive as notícias da FAB e do Ministério da Defesa, fica tão presa aos 28 aviões que até parece que os dois protótipos só servirão para a homologação da aeronave.

  37. J. Silva
    Estes aviões são projetados para durar 30 ou mais anos de operação (vide nossos Hercules C-130).
    Logo uma volta ao mundo em nada irá prejudicar o futuro deste avião.
    A vasta gama de dados obtidos no entanto irão servir e muito para o aperfeiçoamento do produto.
    Os ganhos comerciais em potencial ocasionados pelo giro do protótipo nº 2 só o tempo dirá.

  38. J.Silva 10 de julho de 2017 at 22:41
    Também sou leigo, só que acompanho o tema há uns 35 anos e gosto quando me ensinam, então quando posso, tento contribuir c/ o pouco que eu sei. Abs.

  39. Não é prudente levar um avião ao limite ainda na fase de testes.
    Muito menos considerando teste demonstração…
    O KC 390 já fez testes com cargas?
    Carga, descarga?
    Lançamento de paraquedistas sei que já fez.
    Seria prudente paraquedistas do país visitado realizarem salto para “sentirem” o avião?
    Ou realizar transportes específicos?
    É bom lembrar que o KC 390 ainda não foi certificado.
    Está viajando o mundo de “gaiato”, como se diz no nordeste…

  40. Antônio, sobre a prudência…
    1. Ao que se sabe o avião precisa ser levado ao limite é justamente na fase de teste, ou espera que ele seja vendido para depois ser testado?
    2. Não foi certificado? As licenças necessárias para realizar voos de testes ele ja possui, assim como outras aeronaves de outras empresas fazem(se assim conseguirem $$$).
    3. O KC 390 já foi aprovado na maioria dos testes necessários, o minimo possivel para atravessar o Mundo ele já possui.
    Sem ofensas, mas eu acho mais prudente deixar uma aeronave estacionada no aeroporto do que voando… Riscos menores… Melhor não arriscar… Sabe como é…
    http://airway.uol.com.br/o-que-falta-para-o-embraer-kc-390-estrear/
    Segundo um brigadeiro, 94% dos testes ja foram realizados.(Noticia de Maio)

    4. O que o PQDT Brasileiro tem de tão especial que só ele pode testar saltos do KC? Com todo respeito aos boinas vermelhas, eles são TOPs, mas…
    5. Voar em Araraquara ou na Nova Zelândia… E tão diferente assim?

    E não sou um especialista, mas cada mês que passa as cargas de testes no KC estão sendo maiores… E isso esta certo, é um programa de testes que precisa ir evoluindo, e para que a cama esteja devidamente forrada para receber os testes com cargas eu imagino.

  41. Até agora, o teste mais difícil parece que foi aquele com o paraquedas para extração de cargas: o bichão deu uma empinada impressionante. Fico imaginando o esforço estrutural daquilo.

  42. Olá, Everton.
    Obrigado pelos comentários.
    Realmente, os extremos devem vir na fase de testes…
    Minha dúvida era se o avião deveria tentar fazer algo mais complexo diante de interessados…
    É comum veículos rodarem 200.000 km antes de serem lançados no mercado.
    Mesmo assim, só depois de lançados, alguns começam a dar problemas.
    Já imaginou uma picape 4 x 4 faz uma demonstração de inclinação lateral e vira diante do público?
    Quer queira, quer não, o kc390 ainda está em fase de testes…
    Se aviões já consagrados vez por outra apresentam problemas…
    Imaginem uma pista não preparada, uma pista de gelo com gelo em excesso…
    vai que entra uma pedra no motor…
    assim, imagino que ele foi para lá fazer demonstrações básicas.
    dar o ar da graça.
    e não para ser testado no limite, como ocorrerá com o ST nos EUA, para a escolha do novo caça coin…

  43. Maremoto e neve na nova Zelândia…
    Alguém viu algum vôo no flight radar?
    Como o avião voltará para o Brasil?
    Parece que vir direto para o Chile é impossível.
    São 9.100 km de distância.
    Eu não sabia que era tanto “chão”. Afinal de contas, lá embaixo a terra vai estreitando…
    A linha do Equador tem 40.000 km de extensão…
    Quanto ao terremoto, deu-se em várias partes do mundo, inclusive seguindo uma linha longitudinal incluindo China, Irã, Grécia e um país do norte da África…

  44. A FAB ficará com 28 aviões e os dois protótipos. Mas e os futuros desenvolvimentos, serão testados em algum desses aviões?

  45. André Bueno, Sim! Quando um novo desenvolvimento precisar ser validado, a FAB, proprietária do projeto, deverá ceder uma aeronave para os testes.

  46. li um relatório Canadense, que para se economizar combustível com os c 130, ele evitaram usar os tanques externos
    .
    Desconfio que o kc 390, tenha tanques maiores internamente para se evitar ao máximo o uso, visto que estes aumentam o arrasto .

  47. kfir 11 de julho de 2017 at 9:54

    O KC-390 leva cerca de 22.000 litros de combustível. Mas a equação deve levar em conta, também, o consumo.

  48. André Bueno
    .
    internamente o c 130j leva = 45,900 lbs / 20,519 kg ou 16825,58 litros de querosene.
    com os tanques externos, que já vi no relatório canadense, aumentar o custo de combustível.
    .
    o kc pode usar tanques internos para conseguir quase 8 mil km de alcance

  49. Avião do corpo de fuzileiro c130, norte americano, caiu matando todos a bordo. Total de vitimas 16. A queda foi no Mississipi. Lamento pelas morte destes homens, que deixam os familiares em prantos e dores.

  50. Pois é José Lemos, está sendo divulgado inclusive que o KC-130 sofreu uma falha estrutural a 20.000 pés, enquanto era acompanhado pelo tráfego aéreo. Inicialmente foi divulgado que era uma versão KC-130J.

  51. Capoeira
    .
    eu notei várias reclamações em 2005 sobre o c130j, também notei que a LM esta procurando engenheiros de manutenção com conhecimento de manutenção estrutural…
    .
    quem procurar acha…

  52. KC-390 no ar agora. Os kiwis devem estar a bordo.
    Pode ser uma demonstração aérea sobre o mar ou um voo até as Ilhas Cook, que estão na direção traçada pela aeronave até agora.

  53. Pequena demonstração. Fez um “8” logo finalizado com o pouso na mesma base aérea em que decolou.
    JT8D se for real essa velocidade e puder ser mantida, parece-me que um dos óbices levantados contra a possibilidade de reabastecer helicópteros foi devidamente jogado no lixo.

  54. Rafael Oliveira 11 de julho de 2017 at 20:56
    Não sabemos (pelo menos eu não sei) qual a velocidade e a direção do vento na hora do pouso. Só assinantes do Flighradar tem a informação da velocidade em relação ao ar (airspeed)

  55. JT8D, não me atentei a esse detalhe da velocidade.
    No mais, achei que o voo seria mais longo. Vamos ver se vai ter outro voo ou se o KC-390 já irá regressar de sua visita à Nova Zelândia.

  56. Moraes 123 11 de julho de 2017 at 21:42
    Moraes, para reabastecer helicopteros é necessário voar na faixa dos 110 a 130 nós

  57. Desculpe JT8D referia-me a Rafael Oliveira, se a velocidade média do Caracal é aproximadamente 260km/h e como não entendo nada de avião, gostaria de saber qual o problema para reabastecimento do H225M pelo KC 390.

  58. Moraes 123 11 de julho de 2017 at 22:03
    Há algumas pessoas que frequentam esse espaço que não acreditam que o KC390 será capaz de reabastecer helicopteros. É uma operação crítica, porque além da baixa velocidade, o avião não pode gerar demasiada turbulência.

  59. Galera, a velocidade de estol do KC ja é uma prova que ele pode abaster HL, pq o drama? Ou eu estou errado? Alias, não é primeira vez que esse bicho boa próximo aos 100 nós.

    Eu só n posso responder sobre o quão capaz ele(KC) é de fazer isso com peso a bordo.

  60. Moraes 123 e Everton,
    Faço minhas as palavras do JT8D.
    Eu não duvido que o KC-390 possa reabastecer helicópteros. Alguns foristas é que não apenas duvidam como tem certeza que ele não consegue.

  61. Resolvi dar aquela espiadinha no Flightradar antes de dormir e vi que o KC-390 já voltou para o aeroporto de Auckland. Pelo jeito, hoje ou amanhã ele parte da NZ para seu próximo destino.

  62. A coisa interessante desse vôo é que tem dois 737 perto dele agora, chegando a Sydney, o da Virgin pertinho mesmo, quota 35.000 e o KC quota 30.000, pois o KC vai a 433 Kts e o 737 a 420 Kts.

  63. Foi divulgado que o tour seria de 40 dias.
    Ele começou em 11/06, logo irá durar até 20/07, se a informação for precisa.
    Vamos ver para qual país do sudeste asiático ele irá “agora”.

  64. Indonésia pelo jeito não é. Filipinas também não.
    Direção de Brunei, Vietnã, Camboja e Tailândia.
    Apostaria na última.

  65. João Argolo, concordo. E olha que irá sobrevoar Ho Chi Minh.
    .
    O voo segue em direção à Phnom Penh, capital do Camboja, mas acho mais provável o destino ser Bangcok, capital da Tailândia.

  66. Aeroporto sem movimento em região isolada. Mistério. Será só reabastecimento e um cochilo pra amanhã? Lá já é noite.

  67. Exato, João Argolo.
    .
    Editores, podem abrir o tópico: KC-390 pousa na Tailândia.
    .
    Esse era o misterioso possível cliente no sudeste asiático.

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