Áustria: hora de voo do Eurofighter é de 80 mil euros

Áustria: hora de voo do Eurofighter é de 80 mil euros

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Segundo matéria publicada na imprensa local, o ministro austríaco da Defesa Hans Peter Doskozil está à procura de uma alternativa mais barata para o Eurofighter.

O principal motivo é o custo da hora de voo: 80 mil euros.

Os estudos da Áustria determinaram que o monitoramento do espaço aéreo pode ser realizado por apenas um sistema no futuro — esta tarefa é atualmente compartilhada pelo Eurofighter e o Saab 105. Os possíveis sucessores são:

  • Leonardo M-346: provavelmente a solução mais barata; o jato italiano também pode ser armado, e sua hora de voo é de apenas 10 a 15 mil euros. Mas ele não pode voar em velocidade supersônica;
  • Gripen: a última variante não é muito barata, mas as versões usadas ou antigas poderiam ser encomendadas.
  • F-16 Fighting Falcon: o mesmo acontece com o jato dos EUA da Lockheed, dos quais mais de 4.570 unidades já foram vendidas.

92 COMMENTS

  1. Roberto, que eu saiba a Áustria nunca teve F-5. Você deve estar se referindo aos SAAB Drakens!!!

    mas será que está certo esta conta? Imprensa desinformada sobre assuntos de defesa tem em todo lugar.

    Mais caro que a hora de voo do B-2!!!!!

  2. Das alternativas o F-16 seria interessante, mas com o NG saindo do embrionamento acredito que poderá ser este uma alternativa coerente. Acredito que comprar as verções anteriores do Gripen é só para esperar o novo Next Generation. Com isso, o NG é novo e se entregar o que promete será uma boa compra, estou benevolente.
    .
    Já peço desculpas, aos nobres autores do Poder Aéreo, não sei se é condizente anexar essa matéria ao meu comentário, obrigado.
    .
    ***Trecho do Aero Magazine: Hora voo do Gripen NG.***
    “…o Gripen NG deverá ter um custo operacional inferior aos US$ 10 mil, com custo por hora de voo estimado em US$ 4 mil, o que o tornaria um vetor adequado ao orçamento de demais forças aéreas da América Latina…”

    Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/para-voar-bem-alto_1335.html#ixzz4m3tOqJdH
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  3. Qualidade tem preço. O caça que chegou mais perto do equilíbrio custo x benefício foi o F-16. Todos os demais aviões ocidentais ou tem performance limitado pra custar pouco ou cobra uma barbaridade pelo desempenho.
    Austeridade e defesa nem sempre caminham juntos.
    A Áustria pode até adotar outros vetores mais em conta, porem saberá que em termos de dissuasão e desempenho, eles estarão bastante aquém do EF2000.

  4. Ivanmc,

    Não sou tão otimista quanto a SAAB sobre a hora voo da variante E. Melhor aguardar o primeiro esquadrão operacional, já que todos os fabricantes costumam demonstrar bastante otimismo para vender o produto.

  5. Em custo de hora/vôo o F-16 (ainda) á imbatível, entre as aeronaves ocidentais. E o Gripen NG até tem uma proposta boa nesse sentido, o problema é saber quantos deles serão produzidos, quantos serão operados. Quanto mais aeronaves em uso pelo mundo afora, menor o custo operacional. Não é à toa que operadores de F-5 insistem em continuar com ele…

  6. Paulo Jorge 6 de julho de 2017 at 11:39
    .
    Pois é, Paulo Jorge. Mas por 80 mil euros hora voo, eu até prefiro o NG. Até pela logística Áustria Suécia ajudaria na sua fabricação em maior escala, logo poderia impulsionar os negócios aqui para nós na FAB, um pouquinho de bairrismo lógico. Ademais, a qualidade do Viper é indiscutível, sem dúvida. Contudo, qualquer um será mais interessante, Gripen ou F-16, financeiramente em relação ao Eurofighter.
    Sds.

  7. M-346: 10 a 15 mil euros a hora, gente isso aí é verdade? Se sim seria mais caro a hora vôo desse treinador que se alguns caças, entre eles o F-16 e gripen C/D, e está escrito como sendo euros, nossa…

  8. A Europa caminha a passos largos para o total despreparo para um conflito real. A estrutura de custos deles é insustentável.

  9. Anos atrás, a Áustria abriu uma concorrência para comprar aeronaves. A Saab ofereceu o Gripen novo de fábrica, o consórcio Eurofighter ofereceu um lote de Typhoons excedentes do Tranche 1, que estavam “boiando” e não poderia receber modernizações para chegar ao Tranche 2 e 3, ou seja, era uma bomba e queriam se livrar dele.
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    O preço era de pai para filho, semelhante ou até mais baixo do que os suecos pediam no Gripen. Os austríacos ficaram com a impressão de que os suecos estavam tentado tirar vantagem deles, por terem sido operadores de Draken (“a vitória é certa”) e que estavam cobrando caro demais. Seria a primeira vez que a Áustria iria poder operar uma aeronave “de ponta” e acabaram comprando o Typhoon.
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    Agora perceberam a merda que fizeram, caíram no conto do “Typhoon barato”, tal qual muitos brasileiros acham tentador comprarmos Sukhois ou Super Hornet “por preço de gripen”. A lição está aí senhores, e que sirva para todos os que acham que a solução para o nosso país continental é comprar “um caça que imponha respeito”.

  10. Vendo esses valores aí dá pra entender bem porque o Vader era tão contra a compra dos Rafales pelo Brasil, imagina se ocorresse algo similar com a FAB ? E olha que eu torcia muito pelo Rafale.

  11. eu não acredito nessa matéria,..ainda mais depois de dizer que o custo do treinador M-346 e de 10 a 15 mil euros.

  12. Paulo Jorge, levando-se em conta que o Typhoon operado pela Áustria é o Tranche 1, não compactuo com sua opinião de que o F-16, nas últimas versões, assim como Gripen E/F estariam aquém do desempenho daquele.
    A menos que esteja se referindo aos LIFTs como o M-346 em vez dos caças F-16 e Gripen. Ai concordo que estão muito aquém do Typhoon austríaco.
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    No mais, trata-se de mais um produto da, ou com participação da, Airbus que se mostra caríssimo tanto para comprar, mas principalmente para operar. E cujo desempenho não é essa maravilha.

  13. Rafael,

    A matéria reporta F-16 e Gripens usados. São versões MLU e a “C”, respectivamente.
    A performance é inferior sim.

    Sds

  14. Clésio Luiz 6 de julho de 2017 at 12:14
    O Super Hornet era mais caro que o Gripen.
    O FX-2 era um conjunto de vários itens e requisitos que os caças deveriam atender, creio que talvez os requisitos tivessem pesos específicos diferentes, dependendo da importância dada pela FAB. Segundo a FAB, os três caças cumpriram todas as missões estabelecidas.
    Certamente o “custo de hora de voo” deve ter tido uma razoável importância no processo de escolha.
    No final das contas, o Gripen com certeza foi o melhor caça para a FAB e para o Brasil.
    Mas a gente tem que aguentar a personagem da piada do fazendeiro o tempo todo por aqui.
    Vire e mexe aparece um aqui para meter o malho no Gripen. É provável que se o Brasil tivesse comprando e já operando 36 caças F-35, estariam no mesma lenga-lenga, mas por motivos diferentes, e quem sabe, mesmo que por vias erradas, até tivessem razão.
    Viu um cara falando que por causa do trem de pouso não consegue transportar uma MOAB?

  15. Se realmente for tudo isso a hora de voo do Typhoon e do M-346 sem chance de vermos qualquer um dos dois aqui por essas bandas (me refiro aos nosso vizinhos)… espero que o Gripen não passe dos U$10.000, que na atual cotação já seria bem caro, o que pode comprometer em muito o treinamento, também espero que venha algum simulador(s) para ajudar. *Alguém arrisca dizer o por que da hora de voo ser tão cara? Combustível? Peças? especialização da mão de obra dos mecânicos? Obrigado.

  16. Paulo Jorge,
    Não li a matéria da mídia austríaca. Neste resumo aqui do site consta que poderiam ser compradas as versões atuais caras ou as versões antigas, baratas.
    Mesmo as antigas do Gripen e do F-16 tem vantagens e desvantagens em relação ao tranche 1, pois esta versão é apenas para defesa aérea. Ou seja, deve ser superior nesse quesito, mas perde fragorosamente nos demais.

  17. Em primeiro lugar, deve ser ressaltado que há vários critérios para se aferir o valor da hora vôo. Certamente, para se chegar nesse montante de 80.000 euros, foi utilizado um critério “cheio”, mais realista, onde todos os parâmetros são levados em consideração. E, por esse critério, a versão ARMADA do M346 chegaria a algo entre 10.000 e 15.000 euros.
    Em segundo lugar, gostaria de saber no que um Gripen ou F-16 seria inferior a um Typhoon, além daquilo que já sabemos, que tem um valor de operação bem inferior… O que se tem dito é que os caças de quarta geração mais ou menos se equivalem, e que os reais fatores de desequilíbrio acabam sendo treinamento/doutrina e um bom radar AESA. As decisões da FAB, Suíça e mais recentemente da Índia (que cancelou o MMRCA, decidindo pela compra de um caça monomotor, hoje uma competição entre F-16 block 70 e Gripen E), sinalizam nesse sentido. Não esquecer, ademais, da decisão da USAF de modernizar e estender a vida útil de 300 caças F-16. A última informação, inclusive, foi de que o aumento da vida útil se daria em 841 caças, e não apenas em 300.

  18. Isto é um típico caso de Ministro da Defesa falando besteira, ele quer a todo custo se livrar do Eurofighter depois das denuncias de corrupção e agora vem com esta troca prematura.
    Seria como se no futuro se comprovasse que houve corrupção na compra dos nossos Gripen e resolvessem trocar com 10 anos de uso.
    Eles estão precisando trocar o SAAB 105 da instrução de Caça e por isso entrou o M-346 ou M345 como alternativa, ambos tem versão de ataque que poderia complementar o Eurofighter tranche 1.
    Mesmo que um F-16 ou Gripen tenham uma hora de voo mais barata, o que é lógico, não valeria a pena comprar agora com um gasto bilionário, 12 Gripen C/D ou F-16C/D no FX-1 custariam 1 bilhão de dólares.
    .
    A anos outro Min. Def. Se meteu a dar entrevista e falou besteira nos Países Baixos, a Força Aérea queria vender os 4 Fokker 60 porque chegou a conclusão de que era melhor operar mais 4 C-130 do que manter uma linha de manutenção e suprimento só para os 4 Fokker 60, dois de transporte e dois de patrulha.
    O Ministro se empolgou e no meio da venda dos Fokker 60 disse que eles tinham que se livrar do avião que custava mais caro de manter que o C-130H, isso fez os compradores fugirem mas a Marinha do Peru fez os calculos com calma e viu que não era verdade e comprou os 4 Fokker 60.
    https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSuRD5IbJ-MgjpCJ73UqYXBPcj0ozALj2UtIzA8vIKO7jJnHosGXRvI_Q26iQ

  19. Das alternativas o F-16 seria interessante, mas com o NG saindo do embrionamento acredito que poderá ser este uma alternativa coerente. Acredito que comprar as verções anteriores do Gripen é só para esperar o novo Next Generation. Com isso, o NG é novo e se entregar o que promete será uma boa compra, estou benevolente.
    .
    Já peço desculpas, aos nobres autores do Poder Aéreo, não sei se é condizente anexar essa matéria ao meu comentário, obrigado.
    .
    ***Trecho do Aero Magazine: Hora voo do Gripen NG.***
    “…o Gripen NG deverá ter um custo operacional inferior aos US$ 10 mil, com custo por hora de voo estimado em US$ 4 mil, o que o tornaria um vetor adequado ao orçamento de demais forças aéreas da América Latina…”

    Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/para-voar-bem-alto_1335.html#ixzz4m3tOqJdH
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    Caro Ivanmc, aqui eu costumo criticar as “maravilhosas tecnologias Franco – Russas de integrações plug anda play”, mas precisamos ser coerentes.
    Esta hora de voo do NG alardeada aos quatro ventos pela SAAB é para Inglês ver, e digo mais, se for isto realmente, eu troca de nome e passo a me chamar Maria Jose.

    G abraço

  20. Sobre o radar AESA, vou deixar aqui uma pergunta ao Cel Rinaldo Nery, ou a quem tenha conhecimento técnico real sobre a questão: é dito que o radar AESA é um divisor de águas para o caça, pois dobrou o alcance prático de detecção em relação ao radar mecânico. Para se ter idéia, o poderoso APG-63 teria alcance máximo contra um alvo de RCS de 5 m2, de 68 nm, sendo o alcance normal menor, na ordem de 55 nm. Hoje, se fala que caças pequenos teriam radares AESA com alcance de 90-100 nm, com caças pesados na faixa das 110-120 nm. Como a equação radar não foi alterada, a tecnologia AESA seria mais condizente com um aumento de 30% a 40%, e não mais do que dobrar o alcance.
    Falando genericamente, sem portanto mencionar particularidades do radar x ou y, qual o segredo ?
    Hipótese que lanço: o caça usaria um modo de busca de longo alcance (no radar mecânico era o VS – velocity search. Longe de ser perfeito, pois não fornecia todos os parâmetros), e nas distâncias informadas (90-100 nm para caças leves e 110-120 nm para caças pesados) ele conseguiria efetuar um track (jogando toda a potência nesse ponto específico do espaço), já que o AESA permite que esse track seja efetuado fora do volume de escaneamento. No radar mecânico, o track acontecia necessariamente dentro do volume de escaneamento (onde o inimigo seria localizado), digamos 120 graus numa varredura plena. É isso ?

  21. O Roberto Santana tem razão, a Áustria fez um leasing de F-5 da Suíça em 2005, como tampão, até eles receberem os Typhoons.

  22. Qual é o valor da hora de vôo “cheia” do Rafale e do F-16, pra gente poder comparar com esses 80 mil euros? Alguém tem essa info?

  23. Só pra deixar claro, eu gosto do Gripen e acho o vetor sueco ideal para operar numa Força Aérea que prioriza gasto com pessoal a despesas com equipamento. Não é proselitismo e sim a realidade fria dos números.
    Não sei o caso da Áustria, mas acho inútil eles possuirem no inventário aviões com capacidade multirole, já que o propósito deles é defesa aérea apenas.

    Sds

  24. Antonio Sampaio escreveu:

    “Certamente o “custo de hora de voo” deve ter tido uma razoável importância no processo de escolha”

    Pois é, eu fico me perguntado qual a entidade espiritual que baixou na Copac e revelou o custo de hora voada de uma anv que até então fazia parte do CAD dos engenheiros da SAAB, muito interessante isto, ou temos mais um caso de abdução alienígena.

    G abraço

  25. Antonio Sampaio escreveu:

    No final das contas, o Gripen com certeza foi o melhor caça para a FAB e para o Brasil.

    Mais uma firmação tácita trazida talvez por alienígenas capazes de viajar ao futuro ou pelo J Fox com De Lorean.
    Como é que ele “foi”, se ele ainda não é????

    G abraço

  26. Antonio Sampaio escreveu:

    “Vire e mexe aparece um aqui para meter o malho no Gripen. É provável que se o Brasil tivesse comprando e já operando 36 caças F-35, estariam no mesma lenga-lenga, mas por motivos diferentes, e quem sabe, mesmo que por vias erradas, até tivessem razão.”

    Tchê, o F 35, infelizmente não ficou no short list, mas se, e tão somente se, a Copac tivesse mantido sua decisão original e não tivesse sido “conduzida” pela ORCRIM, e se alguns elementos da comissão, bem como o alto comando não tivessem sido abduzidos por uma entidade interplanetária que faz cosquinha nas mãos” provavelmente a estas altura não estaríamos discutindo capacidades futuras do NG, e sim, assistindo o pouso e decolagem na BAAN de anvs F18 SH, lendo Tos bem completos específicos sobre as reais capacidades de um vetor plenamente operacional, simples assim.
    G abraço

  27. Juarez, concordo que não dá para saber qual será o custo real da hora de voo do Gripen E/F.
    Mas dá para ter uma boa ideia, não?
    O que deve consumir mais combustível: um GE F414, dois GE F414 ou dois Snecma M-88?
    O que deve ser mais caro manutenir: um GE F414, dois GE F414 ou dois Snecma M-88?
    Um avião não é só motor, mas isso pesa nos números finais.

  28. Juarez 6 de julho de 2017 at 15:18
    Sinto por você, talvez se você tivesse alguma mísera capacidade, estaria fazendo algo melhor, fazer parte do Copac por exemplo, ou quem sabe ao menos conduzindo a tropa pro rancho cantando: “Se eu morrer numa trincheira, é porque marquei bobeira”, mas não, limita-se a estar por aqui, destilando seu já conhecido hate.

  29. Tico, não se impressione com o custo de uma hora de voo divulgado, cada operador usa uma forma de o calcular.
    É como se três proprietários do mesmo modelo de carro discutissem o custo do km rodado:
    O primeiro revela um valor muito baixo usando o gasto de gasolina como referencia.
    O segundo acha um valor maior usando o gasto em gasolina, oleo e custos das revisões com peças trocadas no seu calculo.
    O terceiro diz um valor alto, pois incluiu também o valor pago pelo carro dividido pelos km que pretende rodar no seu calculo.
    E todos estão certos, cada um no seu método.
    .
    Assim é o calciulo do custo por hora voado, cada fabricante e usuário tem seu método de calculo, não da para comparar, a não ser entre dados revelados por um usuário que usando a mesmo método compara dois aviões diferentes, a FAB e a USAF por exemplo divulgaram dados de seus aviões, assim vc pode comparar o custo de um F-16 versus um F-15 na USAF ou um A-1 versus um F-5E na FAB, querer usar estas tabelas para comparar o custo de um F-5 da FAB versus um F-16 da USAF não daria pela forma diferente de calculo.

  30. Olá Rafael, tudo bem??

    Sabe Rafael, eu li varias vezes que o custo de hora voada do GripenC/D era de US$ 4.000, li também que Papai Noel viria junto com o trenó, as renas e os presentes.Rafael, o custo de hora voada do Mike hoje é o dobro disto para tu teres uma ideia.
    Realmente o custo de combustível responde por algo em torno de 30 a 35% da hora de voo e tem peso nesta conta, mas tem uma negócio chamado ESCALA DE PRODUÇÃO que costuma ser matador., explico:

    O consumo específico de combustível do Snecma do M 2000 era bem baixo, e no inicio se pensou que se conseguiria administrar o custo da hora voada dele dentro de padrões “civilizados, aí vieram os cheks e por consequência as substituições de componentes por desgaste, então ahh, um braço de atuador que custaria US$ 500,00 de uma do F 5, o do M 2000 custava 25.000,00 euros, ai, a vaca chamada custo de voada vai para o brejo mesmo que anv funcione a vento.
    Não estou dizendo que seja o caso do NG, mas a escala de produção e aonde é produzido faz muita diferença, ainda.

    G abraço

  31. O tranche 1 austríaco me lembra os nossos Mirage 2000 “entubados” que estavam em situação similar e ficaram pouco tempo na ativa por aqui.

  32. Juarez,

    É por esse raciocínio que o F-16 continua sendo um best-seller para diversas forças com restrições orçamentárias. Um paiseco como o Chile banca 50 Falcons, então teu raciocínio faz todo o sentido.

    Sds

  33. Será que esse cara esqueceu que existem milhares de motores de Gripen fabricados e usados no mundo todo?
    Teu problema é outro, já te falei, se não estás contente com a carreira que abraçou, acha que ganha pouco e é inimigo do relógio, faz como aquela tenente aviadora que apareceu no JN pilotando AMX, passou num concurso público para ganhar mais que um brigadeiro: Vai papirar.
    Mas tem que papirar um bocado, só o rami rami do se aprende nas escolas militares não dá nem pra saída.

  34. Olá Jeff!
    .
    Recentemente, a cerca de 2 anos, um relatorio na Assembleia Legislativa da França questionava os custos de operação do Rafale. Infelizmente, não encontro mais o link, (acho que apagaram a postagem lá na Assembléia Legislativa deles, porque impactava negativamente nas vendas), mas as informações eram as seguintes: a disponibilidade do Rafale era a segunda menor dentre todas as aeronaves da Armée de l’air, perdendo somente para a frota antiga de C-130. A disponibilidade alcançada em 2015 foi recorde e foi de apenas 36%, com uma frota co média de 5 anos de uso. Os Mirage, em todas as versões que ainda eram operadas, tinham disponibilidade muito maiores, sendo aeronaves com idade média de 25 anos. O relatorio questionava os custos de manutenção/operação que eram elevadíssimos (no relatorio estava especificado o valor total gasto em 2015 e o numero total de aeronaves, mas não trazia informações sobre quantas horas haviam sido voadas) e a baixa taxa de disponibilidade.
    .
    Isto explica porque a França continua modernizando os seus Mirage 2000 e porque postergou as entregas de novos Rafales para 2022.

  35. Juarez 6 de julho de 2017 at 15:02
    “Pois é, eu fico me perguntado qual a entidade espiritual que baixou na Copac e revelou o custo de hora voada de uma anv que até então fazia parte do CAD dos engenheiros da SAAB, muito interessante isto, ou temos mais um caso de abdução alienígena.”.

    Mesmo sendo ainda um “desenho de CAD” na época, ele muito se assemelha ao atual Gripen, sendo que seu motor será uma evolução (Como no SH), (você sabe disso!).
    Desta forma, como são conhecidos os custos do Gripen atual, e o novo motor já é altamente conhecido, vc não precisa ficar se perguntando, basta usar a cabeça.
    O consumo é “quase” a metade do SH, e não o é, devido a todos os fatores que vc também sabe!

    Duvidar da capacidade da SAAB em fazer o Gripen E é como duvidar da Embraer fazer um novo E jet.

  36. Strobel, lê de nov que tu escreveu, porque, por favor, tu é do meio tchê.
    Existem dois custos, o Fly way e o custo total de operação e manutenção, somente. O custo apresentado aí é o segundo. São metodologias usadas por forças aérea ocidentais padrão.

    G abraço

  37. Ederson Joner 6 de julho de 2017 at 15:58
    É isso mesmo, sua analogia está correta, e não precisa ser Stephen Hawking para perceber isto, o NG é uma evolução do C/D, seus custos são similares, com um motor amplamente fabricado, aos milhares, e conhecido, e ao que tudo indica, o Gripen foi concebido para ser um avião simples de operar, fácil, e portanto barato de manter.
    Me parece que esta seja uma filosofia da SAAB, quem nem ao menos dá este simples benefício em busca deste dedução razoavelmente lógica, apenas age de má fé mesmo, não se trata de ignorância, é má fé pura e simples.

  38. Ederson Joner 6 de julho de 2017 at 15:58

    Juarez 6 de julho de 2017 at 15:02
    “Pois é, eu fico me perguntado qual a entidade espiritual que baixou na Copac e revelou o custo de hora voada de uma anv que até então fazia parte do CAD dos engenheiros da SAAB, muito interessante isto, ou temos mais um caso de abdução alienígena.”.

    Mesmo sendo ainda um “desenho de CAD” na época, ele muito se assemelha ao atual Gripen, sendo que seu motor será uma evolução (Como no SH), (você sabe disso!).

    Sim é verdade.

    Desta forma, como são conhecidos os custos do Gripen atual, e o novo motor já é altamente conhecido, vc não precisa ficar se perguntando, basta usar a cabeça.

    Muito bem, qual é o custo de hora voada do Gripen C/D?

    Sim , temos um novo motor, uma nova fuselagem , uma nova aviônica, um novo gerador, um nov sistema de combate, um novo radar, um novo sistema hidráulico, novos tanques de combustível, um IRST, um tremd pouso novo.
    Explica por favor para nós esta conta tão simples????

    O consumo é “quase” a metade do SH, e não o é, devido a todos os fatores que vc também sabe!

    Como é que tu afirma tacitamente que é “quase a metade” se o prototipo recém voou,e até agora não tivemos nenhum fedback disto???

    Vou ter dar um exemplo simplório e fazer uma analogia:

    Se vocÇes pegar um Uno mille 1.0 com seus setenta e poucos Hps e fizer uma viagem em uma região serrana com quatro pessoas dentro mais bagagem, a 120 Km/h ele irá consumir tanto combustível quanto um Hyundai Azera com m otor V 6 de 240 Hp.

    Duvidar da capacidade da SAAB em fazer o Gripen E é como duvidar da Embraer fazer um novo E jet.

    Em que post meu eu duvidei da capacidade da SAAB? Eu não sou idiota, eu, assim como outros aqui estamos apenas questionado algumas coisas e comparando com outras opções, conversa esta que não denigre e não diminuta a SAAB, muito pelo contrário, tenho o maior respeito pelo trabalho deles, e só não acredito em Papi Noel, Fadas, Duendes e Gnomos.

    G abraço

    G abraço

  39. Antonio de Samapio 6 de julho de 2017 at 15:55

    Será que esse cara esqueceu que existem milhares de motores de Gripen fabricados e usados no mundo todo?

    Não, não existem milhares de motores de Gripen fabricados no mundo. Existem sim motores GE F 404,o RM 12 que é uma customização deste, só existem os que hoje fazem parte do acervo dos operadores da anv que são não me engano são uns trezentos.

    Teu problema é outro, já te falei, se não estás contente com a carreira que abraçou, acha que ganha pouco e é inimigo do relógio, faz como aquela tenente aviadora que apareceu no JN pilotando AMX, passou num concurso público para ganhar mais que um brigadeiro: Vai papirar.
    Mas tem que papirar um bocado, só o rami rami do se aprende nas escolas militares não dá nem pra saída.

    Cidadão, eu já peguei o meu boné faz muito tempo, acho até que tu nem mijava nas caças quando isto aconteceu.

    quando quiser aprender, avise, eu tenho toda a paciência para alfabetizar.

    Passe bem

  40. Tudo bem, Juarez e você?
    Também mudo de nome se o custo total da hora de vôo do Gripen, seja A, B, C. D, E ou F, for de US$ 4 mil.
    Acho que você concorda que não dá para comparar a SAAB com a Dassault. A SAAB usa muitas peças disponíveis no mercado em vez de projetar e fabricar essas peças para o Gripen. Não dá para fazer isso com todas as peças, mas já ajuda bastante a cair o custo de manutenção.
    Não duvido que parte das peças do SH seja mais barata que do Gripen. Mas será que isso é suficiente para tirar a diferença de custo proporcionada por dois motores em vez de um? Não só o consumo de combustível e as peças, mas os homens-hora para realizar a manutenção. É tudo em dobro.

  41. Juarez 6 de julho de 2017 at 16:18

    “Como é que tu afirma tacitamente que é “quase a metade” se o prototipo recém voou,e até agora não tivemos nenhum fedback disto???”

    Meu nobre, as aspas que eu coloquei “quase a metade”, indicam justamente que não tem nada de “tacitamente” nisso, eu comparo um SH com dois motores, isso é tão grosseiro como fazer comparações de automóveis.

    No final das contas, o Gripen não mudará muito, (sei que parece loucura minha), mas vamos deixar para quando ele tiver milhares de horas de voo, ok. Aí poderemos comparar com dados reais.

    Por favor não vamos usar a paixão, vamos ser frios, se não, corremos o risco de agir como o Mr. Wikipédia. kkkkkkkkkkk não resisti! kkkkkkk

  42. Motor General Electric F414G.
    Main applications Boeing F/A-18E / F Super Hornet
    Saab Gripen NG
    HAL Tejas Mk 2
    Só para os Super Hornet, já ultrapassa em muito a casa do milão.
    Se tens lições a dar, fico com pena de quem esteja disposto a te ouvir.

  43. Segundo a “Dilmadona”, que foi quem assinou a papelada…
    Rafale: Dava de comprar/ Não dava de dar manutenção/ ToT maomenos.
    Super Hornet: Dava de comprar/ Dava de dar manutenção/ ToT uma bela porcaria.
    Gripen: Dava de comprar/ Dava de dar manutenção/ ToT do que a FAB queria.

  44. Juarez, o calculo de custos deveria ter uma forma padrão, mas como cada país chega a um valor diferente para o mesmo avião, fica difícil.
    Eu tentei chegar a uma conclusão em uma pesquisa que fiz sobre o custo da hora de voo do F-16C/D, mas desisti diante das variações encontradas.

  45. Juarez 6 de julho 14:30.
    .
    É isso aí. Porém, mesmo sem ter certeza acho que a hora voo do NG deve ser bem mais em conta do que a do EF2000.
    Sds.

  46. Juarez, boa tarde,

    Existem diferenças de critérios para a definição de custo de hora/voo. Um exemplo, no estudo da Jane’s que atribui o custo da hora/voo para o Gripen (US$4,700.00) o custo da hora voo do Rafale é de US$16,500.00 e o Typhoon é de US$18,000.00.
    Segundo a metodologia da AdlA, o custo de hora voo do Rafale é bem maior, é €26 mil. Ressaltando, em Euros.

    Abraços

  47. Bom Bardini, estava lendo a discussão entre a “galera” x Juarez e lembrando justamente disso.

    Gripen x Rafale…a discussão realmente ficou no campo do custo de operação/manutenção, pendendo, claro, para a escolha do Gripen.

    Já no caso Gripen x SH, a discussão não foi essencialmente no campo do custo de operação/manutenção. A discussão principal foi na questão da TOT que interessava à FAB. A ex presidente cita que, no decorrer do processo, foi ficando claro que não haveria a tal TOT e que, mesmo que houvesse algo, o processo ficaria nas mão da política barata do congresso americano.

    Se esse negócio de TOT é efetivo na prática ou não, é irrelevante. Era uma exigência da FAB e o SH não atendia. E ponto final. Discutir isso é discutir outra coisa. Mais irrelevante ainda é esse papo furado de “Ah se fosse o SH já teríamos 36 em Anápolis”. NÃO atendiam os requisitos da FAB, ponto final.

    Que a hora voo do gripen será U$ 4.000,00, só um idiota para crer nisso. Mas que a SAAB possui credibilidade suficiente para ter ao menos o voto de confiança de que vai cumprir a oferta, ah isso ela tem. E a tendência, nesse ponto, é de que, assim como é com o gripen C/D, o E/F terá um custo de hora voo inferior ou igual aos concorrentes…e manutenção com certeza mais barata que a francesa.

    MAS, o cerne da questão sempre foi o pacote total oferecido…e o sueco era/é bem mais abrangente.

    Então foi a escolha do que atendia as exigências técnicas, era o melhor no quesito preço de aquisição e operação e que atendia as exigências da FAB. Os outros dois não atendiam.

    E achei engraçada a entrevista da Dilma…duvidava que ela soubesse sequer o que era Gripen. Foi lá e explicou a parte superficial do processo muito bem. Ou foi muito bem assessorada antes da entrevista…ou realmente buscou se informar antes de dar a canetada.

  48. O assunto FX-2 já tá bem batido e esgotado, mas oficias da COPAC realizaram curso de processo de aquisição na USAF, e foi utilizada a metodologia de cálculo de custos daquela Força Aérea. Não foram utilizadas somente as informações dos fabricantes. Apesar de não termos o custo final da hora de vôo, quero crer que há uma estimativa bem próxima do real, e está acima de 4 mil.
    Achei a afirmativa de propina pros oficiais da COPAC meio pesada. Até porque estava lá e conheço todos.
    Não entendi bem o comentário sobre “rami rami das escolas militares “. O ensino é ruim? Baixo nível? Então o concurso deve ser moleza. Qualquer um passa.

  49. Falando somente em combustível:

    Fiz uma pesquisa bem rápida sobre o consumo específico do F414 na internet. Na wikipedia (calma, não precisam me xingar), consta que o consumo específico desse motor e de aproximadamente 5000 kg de combustível por hora, sem uso de pós-combustão, e de 17000 kg de combustível por hora de voo em pós-combustão. Ainda na internet, achei os valores do querosene de aviação, conforme matéria da Folha de São Paulo desse ano, nos aeroprtos brasileiros. O valor varia de US$ 2,07 a US$ 3,34 por litro. Não sei a relação entre kg/l do auerosene decaviação, mas creio que 1 litro pese menos que 1 kg. Mas fazendo uma continha de padaria, e se 1 litro de querosene for igual a 1 kg, teríamos: 5000 kg consumidos por hora x 2,07 dólares por litro = 10.350,00 dólares por hora!
    Fiz esses calculos na pressa. Alguém pode ajudar?

  50. Toda essa discussão de custo de hora voo tem sua importância, mas para a FAB (bem como qualquer força aérea daqui pra frente) creio que existe outro dado de suma importância: a estimativa de horas voadas! Alguém sabe qual a média de horas voadas que os nossos F-5 tem? Porque os F-18 por exemplo foram feitos para uma estimativa de 6.000 horas, e a USN tá com problemas pois tem ANV que chegou nisso (conforme matéria aqui no PA). Os F-16 que tinham um limite de 8.000 estão passando uma recauchutagem na USAF. Qual seria a estimativa de uso dos Gripen? Já que usaremos eles prá lá do meio do século…

  51. Flanker, me parece que 45 kg de querosene correspondem a 54 litros dele, se me lembro bem. Então 5.000 kg devem dar em torno de 6.000 litros, o que daria $ 12.420 por hora, SE, meus dados de peso e volume estiverem certos.

  52. Empuje: 63,4 kN (13.500 lbf) sin postquemador / 97,8 kN (20.000 lbf) con postquemador
    Consumo específico: 80,9 Kg/kNh sin postquemador 173,9 Kg/kNh con postquemador
    Fonte: wikipedia

    Tirei daí os dados do consumo do F414

    63,4 kN x 80,9 kg/kNh = 5.129,06 kg/h sem pós-combustão.

    Vamos colocar o custo da querosene a 1 dólar o litro, desconsiderando as informações da Folha, e daí temos um custo de 5000 dólares por hora de voo em combustível.

    Se tudo isso estiver minimamente correto, o custo da hora de voo do Gripen vai passar fácil dos 4000 dólares divulgados pela SAAB. Me atrevo a dizer que, usando esses parâmetros, vai passar dos 10000 dólares por hora, quando acrescentarmos todos os outros componentes que fazem parte do cálculo da hora de voo.

    Tomara que eu esteja completamente errado…..kkkkkkkk

  53. Eu acho que o Gripen E/F na FAB vai bater na casa de U$ 20 mil se colocar tudo na conta.
    .
    É muito?
    Comparado ao que se gasta pra voar F-5EM deve ser barato pelo benefício…
    .
    Como comparação, a África do Sul pagava menos de U$ 14 mil pela hora de voo de um Gripen C.

  54. Se vocês relerem a série de matérias da Folha a partir da data de 5 de janeiro de 2.010, que segundo o jornal tivera acesso ao Sumário Executivo, verão que muitas informações “batem” com o que foi divulgado pela FAB a partir da decisão do FX2 (18 dez 2013), o que reforça a versão do jornal que teve de fato acesso ao Sumário executivo.
    Constava que o custo da hora voo do Rafale calculado pela FAB era de US$21mil, do Super Hornet a metade e do GripenNG 1/3 do valor do caça francês.
    fonte:
    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz3011201004.htm

  55. Não existe caça com custo de hora de voo de 4.000 dólares. Já provei isso fazendo diversas contas aqui. Um caça (qualquer um destes que temos no mercado) gasta (pelo menos) 3.000 dólares só de combustível em uma hora de voo.

  56. Rinaldo Nery 6 de julho de 2017 at 18:00
    Olha o que é ensinado na AFA ou AMAN, e veja o que cai nas provas para o Bacen, Especialista MPU, Ministério da Fazenda, Receita Federal cargo de Auditor..
    Entende???
    O salário inicial para essas carreiras costuma ser maior do que o de General 4 estrelas.
    Não adianta quase nada o que se aprende nessas escolas. O papiro é outro.

  57. AL 6 de julho de 2017 at 18:29

    Nos últimos 7 anos, cada piloto do 1ºGAvCa voou numa média 100 horas/ano, sendo que os pilotos do GDA sempre voaram mais que isso. E existe mais de 1 piloto por caça nos esquadrões.

    6 mil horas de voo é o “padrão” de vide útil para uma aeronave de caça. Quando tem de estender a vida útil, geralmente reforça-se ou se trocam as asas, como a USAF está fazendo com os F-15 para eles voarem até 2.040.

  58. Manuel Flávio
    .
    Parte da frota de F-16 da USAF também está tendo a vida da célula prolongada. Já era de 8.000 horas e passaram para 12.000. Agora vão estender para quase 14.000. Qualquer célula de caça pode ser “zerada” para continuar voando por mais tempo. Basta saber quanto o cliente quer gastar.
    .
    Tem matéria aqui no Poder Aéreo sobre isso.
    .
    http://www.aereo.jor.br/2017/06/16/usaf-quer-atualizar-841-cacas-f-16cd-para-13-856-horas-de-estrutura/

  59. Rafael Oliveira 6 de julho de 2017 at 16:39

    Tudo bem, Juarez e você?
    Também mudo de nome se o custo total da hora de vôo do Gripen, seja A, B, C. D, E ou F, for de US$ 4 mil.
    Acho que você concorda que não dá para comparar a SAAB com a Dassault. A SAAB usa muitas peças disponíveis no mercado em vez de projetar e fabricar essas peças para o Gripen. Não dá para fazer isso com todas as peças, mas já ajuda bastante a cair o custo de manutenção.
    Não duvido que parte das peças do SH seja mais barata que do Gripen. Mas será que isso é suficiente para tirar a diferença de custo proporcionada por dois motores em vez de um? Não só o consumo de combustível e as peças, mas os homens-hora para realizar a manutenção. É tudo em dobro.

    Estamos aí Rafael, nesta lida campeira e injusta, mas tentando aproar o rumo do vento.

    Tchê, eu não afirmo que o custo de hora voada do NG será maior porque o custo de manutenção poderá ser maior em função da mãe de todos os custos, a ESCALA DE PRODUÇÃO, eu apenas questiono algumas afirmações tácitas, sem nós termos a anv amplamente testada, avaliada e homologada, até lá, podemos fazer, como eu costumo afirma em tom de brincadeira;

    Exercícios de masturbação alucínógena.

    g abraço

  60. Flanker 6 de julho de 2017 at 18:23

    Falando somente em combustível:

    Fiz uma pesquisa bem rápida sobre o consumo específico do F414 na internet. Na wikipedia (calma, não precisam me xingar), consta que o consumo específico desse motor e de aproximadamente 5000 kg de combustível por hora, sem uso de pós-combustão, e de 17000 kg de combustível por hora de voo em pós-combustão. Ainda na internet, achei os valores do querosene de aviação, conforme matéria da Folha de São Paulo desse ano, nos aeroprtos brasileiros. O valor varia de US$ 2,07 a US$ 3,34 por litro. Não sei a relação entre kg/l do auerosene decaviação, mas creio que 1 litro pese menos que 1 kg. Mas fazendo uma continha de padaria, e se 1 litro de querosene for igual a 1 kg, teríamos: 5000 kg consumidos por hora x 2,07 dólares por litro = 10.350,00 dólares por hora!
    Fiz esses calculos na pressa. Alguém pode ajudar?

    Olá Flanker!

    a sua conta está bem alinhada, nós, acho Cel Neri deve concordar, fizemos a seguinte conta para consumo:

    O J85 quando aciona PC, em números redondos, ele duplica empuxo e triplica o consumo, então os números que tu apresentou estão mais ou menos dentro do quadro.
    Agora vejam bem é necessário se levar em conta nisto ‘N” fatores.
    Carga externa total, arrasto aerodinâmico desta, perfil de missão, em fim catrefada de itens. Será que com carga externa alta o relação pesoxpotência não ficará prejudica e para manter um velocidade relativa ideal o piloto não vai ter que da r mais manete?????

    Não sei. Só depois de ensaiar.

    G abraço

  61. Existe algum dado de quanto os Mirage 2000 custavam por hora de voo?
    Seria um parâmetro interessante para comprar com o Gripen E um dia…

  62. O Cel neri fez uma colocação a respeito do pessoal ter tomado leite na vaca, dircorda, eu respeito a posição dele, é oficial da reserva, pessoa honrada, agora a história é bem outra:

    Eu vou tentar desmistificar para vocês e traze-los para o MUNDO REALIDADE, que é distante deste que vocês apregoam.
    O FX estava definido a muito tempo pelo SH, porque havia um temor quanto a nossa capacidade de desenvolver a homologar uma anv “nova” como o NG no time que necessitava, então em uma reuiniõo do EM, a decisão técnica foi tomada.
    Veio aquela história no Snowden, que os vazamentos do Wikileaks afetaram a relação e blá blá blá, tudo mentira.
    A proposta americana não prosperou, apesar dos esforços do Charlie Alfa, por uma simples razão, não havia como a Boeing pagar propina para os envolvidos no governo federal em todos escalões que queriam porque a compra seria via FMS, ou seja o governo americano é que iria vender, simples, simples, simples. Aí o negócio parou, não andou mais, a FAB não aceitava e não assinaria a compra do Rafale, porque seria condenada aos hangares, e os números do Suecos não eram digamos “interessantes”.
    A ORCRIM colocou o projeto na geladeira até as vésperas da eleição, e aí, por necessidade de “caixa”, da “organização” que começou a catar dinheiro para a campanha aos quatro ventos, a SAAB através do escritório “M&M” , que usou o “principe de Saõ Bernardo do Campo, chegou na boca da onça, o nove dedos, mesmo os números não sendo “bons” o negócio foi adiante porque o partido “precisava”.
    A Copac foi chamada a refazer suas famosas tabelas e contas para num passe de mágica aparecer o NG como vencedor do FX 2, que não é verdade.é óbvio que estas contas dão muiiiiiiito trabalho e tinha que acerta né, em muito trabalhoso né, vocês entendem.
    Foi uma escolha ruim???
    Não, acho que não, foi a melhor?
    Não, não foi, mas taí e temos que agora torcer para dar certo.

    G abraço
    Meus amigos, qual é o partido político que as vésperas de uma eleição, correria o risco de fazer uma compra militar desta magnitude com o Brasil fazendo agua por todos os lados, correndo o risco de um desgaste monumental.

  63. Bardini 6 de julho de 2017 at 19:46

    Existe algum dado de quanto os Mirage 2000 custavam por hora de voo?
    Seria um parâmetro interessante para comprar com o Gripen E um dia…

    Os da FAB quando pararam beirava os US$ 15.000,00 a hora de voo.

    G abraço

  64. Observem um movimento que está acontecendo agora, e o EB já se utilizou varias vezes do expediente neste último ano do FMS, porque???????????????

    Porque agora, apesar do desgoverno 2 Brasil, se consegue comprar algumas coisas sem perguntar para algum político quanto vai precisar. Na rede da ORCRIM não passava nem lambari.
    A MB e a FAB vão se utilizar em breve do FMS também por estas e outras aão acreditem em políticos, em alguns militares, em entrevistas, clipings e demais baboseiras, estão muito longe da dura e grave realidade.

    G abraço

  65. Juarez, a ex presidente Dilma foi ouvida essa semana quanto a este caso.

    Por que não faz um favor ao Brasil, à FAB, a este blog e a nós, leitores, e apresenta todo o seu conjunto probatório ao Ministério Público?

    Por que, nesse instante, não se dirige a uma Superintendência da Polícia federal e registra sua ocorrência?

    Deixo claro que não estou te ironizando. Se possui provas do que alega, apresente-as.
    Agora se estiver apenas jogando palavras ao vento, nos faça o favor de não fazer aqui. É feio jogar o nome de uma instituição respeitada no ventilador se não houver um fundamento verdadeiro para isso.

  66. Juarez 6 de julho de 2017 at 20:10
    Juarez, embora eu não concorde com você em muita coisa, lhe agradeço por contar a sua versão dos fatos. Abs

  67. Prezados,
    .
    Lembrando que não há nada de defensavel na compra dos Eurofighter pela Áustria. Primeiramente foram oferecidos 18 caças do Tranche 2, depois diminuíram o número para 15 e usados do Tranche 1 sem diminuir o valor (não lembro se aumentaram o valor). Esse é um caça com excelentes características cinéticas, mas apenas isso (me refiro à versão)! O pior é que a atualização de um Rafale ou Eurofighter do T1 pro T3 é absurdamente complexa e, consequentemente, cara. Isso eles sabiam desde o início. Inclui trocar fiação e e estruturas internas, nem se compara com a atualização do T2 pro T3 que é mais de componentes menores, pois a estrutura principal se mantém. O caso da aquisição dele já tá nível delação do Joésley Batista com as denuncias de corrupção (entendam que é um pouco de exagero).
    .
    O Gripem, na minha opinião, é muito melhor como opção que o F-16. O F-16 tá no final da sua capacidade de evolução. Quando compram um caça, pensam que vão usar por 40 anos e que ele vai precisar crescer (em capacidade como caça incorporando, inclusive, equipamentos que nem sonhamos).
    .
    Att.
    Delmo Almeida

  68. Se fizermos outras continhas (hoje tô à fim de calcular….kkk):

    Digamos que hora de voo do Gripen E/F fique em 15000 dólares. Depois de todos recebidos, vamos atribuir que o número de pilotos por aeronave fique em torno de 3:

    3 x 36 = 108

    Cada um vá voar 100 h/ano:

    108 x 100 = 10800 horas/ano

    10800 horas x 15000 dólares = 162 milhões de dólares por ano para operar uma frota de 36 Gripen

    Muito dinheiro? Talvez, mas se compararmos com o que o país perde com corrupção anualmente, isso é troco. Só para comparar, o GF vai gastar agora 102 milhões de reais (uns 30 milhões de dólares) só para confeccionar passaportes!

  69. “Bardini 6 de julho de 2017 at 18:48
    Eu acho que o Gripen E/F na FAB vai bater na casa de U$ 20 mil se colocar tudo na conta.”
    .
    Se ficar nisso está bom demais, equipamento moderno e confiável custando pouco mais que os nossos jatos antigos (em serviço e os já aposentados).

  70. Bardini,

    O custo da hora/voo do M-2000 na FAB era de R$26.142,00

    Flanker,

    A relação piloto/caça nas unidades de caça é de 1,2 a 1,5.

  71. Olha, vou te contar uma coisa… Também não concordo em tudo com o Juarez, mas, se ele não fumou um dos grandes, as informações batem certinho com alguns fatos…

    Também sempre achei que o SH estava certo e o Snowdem melou tudo!!

    Agora, o MP não iria levantar esta bola se não houvesse caroço no angu!!

  72. Obrigado, Manuel Flavio.

    Então, reduz-se pela metade os valores (custos) do meu último post. Teríamos 54 pilotos, com cada um voando 100 horas/ano, a um custo (estimado por baixo) de 15000 dólares por hora, teríamos um valor de 81 milhões de dólares por ano para operar a frota projetada de 36 Gripen.
    Se aumemtarmos a hora de voo para 25 mil dólares, teríamos um custo anual de 135 milhões de dólares.
    Apenas exercícios de raciocínio……

  73. Flanker, não vai chegar a tanto.
    Pode ser que a hora/voo do GripenNG acabe ficando maior que os US$7 mil passados pela Folha de São Paulo, que se referia ao relatório da FAB mas não vai ficar tão grande como vc citou. Detalhe: a diferença de custo de hora/voo do Super Hornet era apenas de cerca de US$3 mil a mais do que a calculada para o GripenNG. É devido, obviamente, a questão de escala do caça norte-americano.

  74. Amigos, esqueçam esta história da hora do voo do NG ficar em US$ 7.000,00 isto é UTOPIA, das mais profundas, o F 16 que tem a escala de produção a seua favor, a hora de voo custa mais que o dobro disto.
    Se for menos de US$ 15.000,00 eu pago um churrasco para voc~es.

    g abraço

  75. Juarez, pode ser que o valor fique acima dos US$7,000.00
    Quanto ao valor da hora/voo do F-16 da USAF, a hora voo do SuperHornet na US NAVY é mais barata que a do caça da USAF.

  76. Eu entendo de gastos de veículos de frota que tem rodas e não asas, mas acredito que haja alguma similitude, então vamos lá :
    Gastos operacionais em veículos novos são baixos por se restringirem a combustível e lubrificantes, mas conforme o tempo passa aplicam-se tabelas de manutenção, com revisões e trocas de peças. Frize-se que lá em cima não tem acostamento.
    Tanto no solo quanto no ar, a forma que se usa afeta os custos. Assim como carro carregado e forçado gasta mais e dura menos, uma aeronave que voe com carga bélica e force seu desempenho também cobra seu preço.
    Daí que prever custos de utiização de um veículo, terrestre ou aéreo, depende da forma como será usado e por quanto tempo.

  77. RodrigoMF 9 de julho de 2017 at 21:37
    No Brasil não se pode duvidar de nada. Não acredito, entretanto, que alguma coisa possa, a essa altura do campeonato, mudar os contratos que já foram assinados. Já ouvi sobre muitos casos de corrupção envolvendo venda de aviões, mas não me recordo de nenhum negócio que tenha sido desfeito por causa disso

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