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FAB assume o controle do primeiro satélite brasileiro

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Uma videoconferência realizada na sede do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), em Brasília (DF), deu início às operações do SGCD

Ação marcou o primeiro enlace da Operação Ostium por meio do SGDC e foi acompanhada por autoridades em Brasília (DF) e Vilhena (RO)

Hoje é um dia histórico para o campo da Defesa do País. Uma videoconferência realizada na sede do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), em Brasília (DF), deu início às operações do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD).

A ação marcou o primeiro enlace da Operação Ostium por meio do SGDC e foi realizada pelo Ministro da Defesa, Raul Jungmann, e acompanhada pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, pelo Comandante do COMAE, Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, e demais autoridades, que estiveram em Vilhena (RO), para a inauguração das transmissões do satélite.

Lançado no dia 4 de maio, a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, o SGDC passou por uma fase de ajustes e testes orbitais sob a coordenação de militares das três Forças Armadas e de engenheiros da fabricante do satélite, a empresa francesa Thales Alenia Space.

“Os testes foram muito bem realizados e avaliados. Concluído o período de testes, com o satélite em plenas condições de uso, no dia 30 de junho, o SGDC recebeu a carga útil da Banda X, que vai garantir mais segurança nas comunicações militares e ampliar a capacidade operacional da Forças Armadas”, explicou o Vice-Chefe do Centro de Operações Espaciais (COPE), Coronel Aviador Sidney César Coelho Alves.

A partir de agora, a operação e o monitoramento do satélite estão sob responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB), que irá trabalhar em conjunto com o Exército e a Marinha. O Chefe do Estado-Maior Conjunto, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich, que participou da videoconferência realizada via SGDC, falou sobre a missão da FAB no controle do satélite.

“É um orgulho para nós, pois, agora, efetivamente estamos operando no espaço. Então, com o satélite sob nosso controle, tanto a operação da carga útil como a operação do próprio satélite, realmente demos um passo adiante. Saímos da era do ar e fomos para a era do espaço a partir da operação do SGDC”, avaliou.

Durante a videoconferência, Jungmann afirmou que este é um momento histórico para o País e ressaltou a importância do SGDC para a defesa e a soberania do Brasil. “Nós estamos operando um satélite que é o primeiro sob total controle do Brasil, devidamente criptografado sob nosso controle. Não é apenas um projeto militar, de soberania e defesa nacional, mas, evidentemente, significa um grande passo para a nossa autonomia, nossa independência em termos de meios estrangeiros para procedermos as nossas comunicações. Posso dizer que tenho orgulho, como Ministro da Defesa do Brasil, de participar desta primeira e histórica transmissão. À Força Aérea Brasileira, às Forças Armadas, à Defesa Nacional, meus parabéns!”, concluiu.

FONTE: Força Aérea Brasileira

81 COMMENTS

  1. Uma sugestão para os editores… Deveria ser possível usar emogi neste webside, igual aos do Whatsapp. Eu iria usar aquela carinha amarela com a mão no queixo, demonstrando dúvida… Sei lá… Bem, boa sorte para um dos mais caros satélites do mundo para o tipo. Eu me pergunto se a fabricante, ela pelo menos, já fabricou satélite tão caro…

  2. Eu dou parabéns aos militares, eu não quero ser o “estraga festa” mas é fato que deve ser feito um bom uso, pois foi caro. E bem, não descartar outros meios de comunicação, procurar outros, inovar, evoluir, acreditar em soluções nacionais, pois os militares americanos já buscam uma alternativa para os satélites, uma vez que em uma guerra real você destrói um satélite com facilidade. Não apenas outros foguetes poderiam ser direcionados para satélites geoestacionários como é o tipo do tal, ou armas de laser, que um fino feixe de não muita elevada potência poderia inviabilizar o uso do satélite. A questão é que a grana gasta na França para a construção de uma satélite e seu lançamento, seria suficiente para encher (full) o Brasil de antenas para radiocomunicação. Pelo menos no nosso território nós estaríamos quase garantidos em termos de comunicação. Agora, nosso eventuais amigos, simplesmente procurarão meios de destruir nosso satélite, e isto não é difícil. Então boa sorte, aproveitem a novidade, e estejam preparados para todas as eventualidades. Não é garantia de soberania nas comunicação, este sem dúvida foi um termo equivocado. Ele mantem a soberania sobre as comunicações, mas não é garantido que isto perdure.

  3. Aliás, eu espero que nossos inimigos não estejam lendo, a própria luz do sol refletida no satélite ( de baixo para cima) poderia eventualmente destruir um satélite… Uai isto é possível? Sim!

  4. Post script: A Coréia do Norte não usa satélites… e ainda assim tem o espaço aéreo quase impenetrável.

  5. Se você refletir a luz do sol em um espelho do tamanho do satélite, você duplica a insolação e eventualmente a temperatura do satélite. Se você usar dois espelhos, você triplica a insolação. Se usar três, quadruplica. E assim por diante. Ou seja… Se o Morales resolver investir em tecnologia contra os Brasileiros por exemplo, ele deixa quatro ou cinco espelhos refletindo a luz solar no satélite e o destrói em menos de uma semana, eu acredito muito nisto. Então, mais um docinho de banana francês.

  6. Putz… Quanta baboseira…
    Agora falando sério, excelente noticia. Espero que seja muito bem usado conforme planejado tanto para operações militares, quanto para o uso civil e sua possibilidade de se levar internet aos rincões mais isolados do país, entre outros..
    Se foi caro ou não, paciência. Foi muito esperado, e agora que já está lá em cima, que cumpra seu papel. BRASIL !!!

  7. Não é o primeiro satélite brasileiro. Em há 32 anos a então estatal EMBRATEL já operava o Brasilsat A1 e operou até a sua privatização outros 4 satélites. Então não existe ineditismo nisto, apenas um retorno a uma capacidade perdida com a privatização da Embratel. Se o critério for construção de satélite, há 24 anos o INPE já lançou o primeiro satélite nacional, SCD-1.

  8. Rodrigo M 5 de julho de 2017 at 21:28
    O pior é que a gente, querendo ou não, é obrigado a ler.
    Você conhece aquela piada do fazendeiro que tinha uma filha única, e que só aceitaria um marido pra ela, se o cara fosse capaz de suportar um chute dele nos países baixos sem chiar??
    Rapaz, de tanto ler essas coisas, já somos capazes de passar no teste deste fazendeiro da piada, porque o que a gente leva de chutes aqui neste lugar, não tá no gibi.
    Fico feliz por ter dado tudo certo, e mais ainda por saber que parte dele será para uso civil, aumentando a oferta de internet no país nas áreas mais remotas, sem contar que do ponto de vista militar, é um diferencial e aumento de eficiência gigantescos.

  9. Espelhos para destruir satélites? Essa é nova, vou pesquisar. E avisar o pessoal do IAE. Acho que os mestrados e doutorados deles não valeram nada.

  10. Esqueça os espelhos, use laser… Satélites são excessivamente descartáveis para custarem tão caro. Talvez o erro tenha sido misturar uso militar com uso civil… Mas é fato que se encontrar a localização do satélite é muito fácil inutiliza-lo. Se você está por dentro das notícias, deveria saber que este é um grande receio dos americanos…

  11. Foi o último discurso do General Dave Goldfein da American Air Force. Os americanos reconheceram a total fragilidade dos sistemas de comunicação por satélite, dendo inclusive verificado que China lançou um satélite somente para depois destruí-lo. Stay tuned!

  12. Se você procurar sobre o que tem dito o General Mark Milley, de United States Army, ele tem dito uma coisa chamada ” disciplinada desobediência” que é, em resumo, ensinado o soldado a “se virar” em campo de batalha na eventualidade de eles ficarem sem comunicação. Estão ensinando os soldados a se geo-localizarem em campo de batalha, aos moldes antigos, e tem ensinado, O almirantado americano, seus soldados navegarem novamente apenas com auxílio de mapas, bussulas e estrelas. Eles, os americanos, tem mostrando um movimento, publicamente, de assunção de fragilidade deste sistema de comunicação por satélite para fins militares. Pinto.

  13. Caraca… rapaz… tá brabo hoje. E o comentário que eu não fiz mais cedo porque esqueci de apertar o botão de envia, que eu achava que ia ser piadesco e completamente improdutivo, sobre a beleza da Aspirante apresentando a matéria é que ia ser o rei do besteirol hehehehehe

  14. Cara, é impressionante!! Agora eu sei o porquê de tanta gente boa do blog, antigos como eu, terem saído e nunca mais voltado.

    Não tem uma notícia das FFAA seja ela boa ou ótima que sempre a maioria vai discordar, ter dúvidas, sacanear, etc.. Isso em uma comunidade em que a gente, ou pelo menos eu, achava que haveria entusiastas e amantes da aviação.

    As notícias de outros países por piores que sejam, por exemplo, um avião de 100 milhões de dólares que não produz oxigênio para o seu piloto, sempre há compaixão, pena: “poxa vida, mas a USAF, se Deus quiser, vai resolver este problema”

    Po, se entre pseudo entusiastas, existe esse complexo de inferioridade, imaginem no senso comum das ruas!!

    Desculpem mas, como frequento isso aqui desde 2009, acho que posso desabafar!!

    Se o Brasil tiver, reclamam, se não tiver, reclamam também. Aliás, acho que a Trilogia poderia publicar muito mais informações de nossas FFAA do que de fora, uma proporção maior, pelo menos.

    Tem muitas notícias em outros sites sobre as nossas FFAA que nem aparecem aqui.

    Falo isso pois conheço, pessoalmente das LAAD`s da vida, os editores e parabenizo-os por isso sempre.

    Mas, vamos que vamos, Parabéns à FAB pela conclusão de mais um projeto e pela quarta dimensão de uso que é o Espaço!!!

  15. Por favor, me perdoem, eu só falo que eu sei. Prefiro eu ser o imbecil do que ser imbecis uma multidão se senhores fardados pagos com o meu dinheiro para preservarem meus ionteresses… eu quero dizer…. eu sou um imbecil de qualquer forma…

  16. Marcelo Andrade 5 de julho de 2017 at 23:23
    Pois é Marcelo, é deprimente. Mas é assim que funciona, as pessoas só podem dar aquilo que tem. Isso também explica porque o pais está assim

  17. “A Coréia do Norte não usa satélites… e ainda assim tem o espaço aéreo quase impenetrável.” Meu senhor, leio cada coisa!

    E o Morales e os cocaleiros no meio de uma plantação de coca, apontando espelhinhos para o satélite brasileiro até ele derreter? Kkkkkkkkkkkk tem hora que dá para eu me divertir aqui.

  18. Qual o satélite da Coréia do Norte? Em qual foguete foi lançado? Eu vi um lançamento de satélite da Coréia do Norte, um, e ainda sim tenho dúvidas se o satélite ainda funciona. De resto apenas testes de armas. Então? Qual satélite tem a Coréia do Norte?

  19. Vocês é que são ufanistas… eu vejo aqui uma rasgação de seda para coisas que são não tão merecedoras, e quando se deparam com uma verdade dolorida, preferem jogar a culpa na cultura do povo. É sim, frágil, caro, e que representa não um orgulho para um país, mas uma vergonha.

  20. Vou explicar, já que você não entendeu: não foi sobre a Coréia do Norte ter ou não satélite. A questão girou em torno do “espaço aéreo quase impenetrável.”

  21. Os senhores estão muito sensíveis. O Victor não falou mal da Gloriosa Nação Brasileira e nem das Gloriosas Forças Armadas dessa nação. Ele apenas teceu comentários acerca da fragilidade dos satélites e isso é o entendimento dele que ele expôs às nossas considerações. Simples assim!

    Voltando aos satélites.
    Victor,
    Esse satélite brasileiro é geoestacionário. Nunca um foi destruído ou neutralizado por nenhuma potência que já tenha testado alguma arma ASAT. Toda a tecnologia ASAT é basicamente voltada para satélites em órbita baixa (até 2000 km de altitude).
    Tudo bem que muita coisa pode ser tentada mas não é tão simples assim, principalmente contra um a quase 36000 km acima do nível do mar.
    Em relação aos satélites das grandes potências, os de navegação, comunicação e de alerta IR (de lançamento de mísseis) estão ou em órbita geoestacionária ou em órbita média, portanto, mais difíceis de serem neutralizados que os de órbita baixa, que são geralmente os de reconhecimento (fotográfico, ELINT, radar).
    Um abraço.

  22. Bosco… me ajuda… mas tem a questão também de guerra eletrônica, de interferência eletromagnética etc… certo? não é apenas uma questão de se atingir o satélite, mas de incapacitá-lo de qualquer forma. Os americanos, disto eu não tenho dúvidas, estão procurando meios alternativos de comunicação. Inclusive tem desenvolvido sistemas de lançamento rápido de satélites para o caso de se precisar repor satélites danificados. E, bem, eu já vi esboços de projeto de se fazer “satélites ” submarinos… Então, é muito frágil…. e caro… nos fale do preço, Bosco… Eu sei que você não é capaz de responder a todos os questionamentos, mas com toda tua experiência, o satélite em voga é uma pechincha? Pessoalmente, Bosco, te enche de orgulho?

  23. Bosco, eu estava lendo desde o início os comentários, mas vc falou antes sobre o SGDC que, como o próprio nome diz, é geoestacionário. Um objeto desse tamanho, colocado no espaço numa distância correspondente à uma volta na terra, ser destruído pela luz solar refletida em espelhos e pela poderosa tecnologia boliviana? Caro Victor, como o Bosco didática e pacientemente explicou, ninguém tem ainda a tecnologia e o equipamento necessários para isso. Então, fique tranquilo!

  24. O Brasil tá no buraco que tá por vários motivos e um deles é porque aqui é o país onde filho feio não tem pai. O Brasil é considerado um dos piores países em relação à corrupção do setor público e em relação aos serviços públicos prestados à população, mas ai daquele que falar mal do “servidor” público. Esse é intocável. Não pode falar mal. O serviço público é uma mxexa mas temos que acreditar que os servidores concursados são a fina flor da competência, dedicação e honestidade.
    Aí não tem jeito! O Brasil nunca vai melhorar porque esse filho feio não tem um sujeito disposto a assumir a paternidade. Somos o país mais mal gerido do mundo, onde os impostos são dignos da Noruega mas os serviços públicos são uma verdadeira desgraça, a corrupção é generalizada em todos os escalões, mas com os melhores e mais dedicados servidores públicos que a humanidade foi capaz de conceber após 2 milhões de anos de evolução. Anrrã! Acredite quem quiser!
    No âmbito das forças armadas essa característica persiste! Infelizmente!
    Voltando ao satélite, um brasileiro pode muito bem achar que num país avacalhado como o nosso, onde feto leva tiro no ventre da mãe e a porcaria do Estado não decreta a intervenção num estado dominado por criminosos e decreta lei marcial com toque de recolher e alguns milhares de suspeitos detidos pelados no Maracanã, não precisa de satélite militar próprio coisíssima nenhuma e que está sim jogando dinheiro fora.
    *Obs: nunca escrevi a interjeição “anrrã” na vida e muito provavelmente está errada.

  25. Eu só discordo de você Bosco, apenas em dizer que o Brasil não precisa de satélite. Ele precisa. Mas precisa “fazer” o satélite, no mínimo, ainda que não o lance. Deveria lançar, mas no mínimo deveria o dinheiro ser perdido nas mãos dos brasileiros. No resto eu concordo com tudo o que dizes.

  26. Aliás, eu discordo de você Bosco com respeito à intervenção militar. Bobagem. Eu vou a favor, embora eu não promova, à revolta popular. Nem é revolução, revolta.

  27. Victor,
    As tecnologias ASAT são várias e vai desde a destruição física do dito cujo (explodindo ele seja com um impacto direto, uma chuva de fragmentos nas proximidades ou um laser de alta energia) até a sua neutralização permanente (por exemplo, laser queimando os componentes ópticos ou um PEM) ou a sua neutralização temporária (utilizando interferência eletrônica ou cibernética).
    Também se pode atacar os centros de comando e controle em terra , apesar deles serem muito provavelmente redundantes.
    Desde os anos 60 se tenta de tudo e isso deve ser um dos segredos mais bem guardados, mas o que é de domínio público é relacionado a mísseis antissatélites que atingem apenas os de órbita baixa.
    Quanto ao satélite brasileiro tema do post… se tenho orgulho dele? Vamos dizer que acho um programa interessante e que deve ser estimulado.
    Um abraço.

  28. Mars Curiosity Rover, da NASA, em Marte, custou dois bilhões e meio de doláres. Em Marte. Procure no Google pelo nome do robô seguido da palavra “price”. Um “robozasso” com uma puta tecnologia em Marte. Certo? Outro exemplo: O último lançamento que falhu da SpaceX revelou os preços envolvidos. Dêem uma “lida” por favor… http://dailycaller.com/2016/09/13/rocket-explosion-will-cost-elon-musk-120-million/ O que dói é que este dinheiro faz falta…

  29. O fato é que os americanos não confiam em seus próprios satélites, e tem buscado meios alternativos, ou porque eles tenham uma tecnologia para destruir satélites, ou porque os inimigos deles tem. A questão é que pode sim ser atacado e não é seguro. Eu não conheço o satélite em questão, mas poderia ser atacado inclusive ciberneticamente, uma vez que dará fluxo para comunicação civil. Então, eu continuo com minha opinião.

  30. Victor,
    Num caos eletrônico que se seguiria a uma guerra de alta intensidade entre potências militares não seria muito aconselhável confiar em satélites assim como em quase nada que tenha algum grau de dependência eletroeletrônica.
    Mas pode ter certeza que todos os envolvidos (e não só os americanos) estão cientes disso e preparados na medida do possível para lidar com a situação. A neutralização de todos os satélites é muito difícil, quase impossível, mas o seguro morreu de velho.
    O problema é que se os satélites forem atacados de alguma forma o outro lado estará fazendo o mesmo e ainda tentando impedir que seus satélites sejam neutralizados. Não acredito que algum país possa destruir fisicamente ou neutralizar permanentemente os satélites do outro lado porque isso iria sinalizar que a coisa toda saiu do controle e que os dedos já estão no gatilho das armas nucleares. O que deve ocorrer no caso de algumas escaramuças entre OTAN, Rússia, China, etc. é a neutralização temporária, que não é vista como ameaça direta.
    Contra esse tipo de ameaça o jeito é contra-atacar. Se se chegar ao ponto de, por exemplo, a China querer destruir satélites americanos para degradar a rede, isso pode não ser muito bem interpretado rsrsrss e o caldo pode entornar de vez com o aumento da tensão.
    Ou seja, pra mim só em caso de uma terceira guerra mundial é que os satélites estarão seriamente em risco e assim mesmo, em relação aos EUA, eles sozinhos tem mais satélites militares que o resto do mundo todo.
    Um abraço.

  31. Aliás, tem alguém aqui que chamou o presidente Evo Morales de “indio cocaleiro” como total desrespeito aos índios, e cometendo no mínimo uma calúnia, ou de qualquer forma infâmia, demonstrando toda idiotia incompatível com o nível que se espera quando se fala de uma pessoa de outro país, que é no mínimo presidente do país mais pobre da América do Sul, mas que eu não tenho dúvidas, o que tem dentre os presidentes Sul Americanos o que tem mais “brio”, e que tem feito uma administração reconhecida internacionalmente. Então, chauvinismo só leva a dor e destruição. Melhor as forças pensar um meio de comunicação nacional, secreto, simples, barato eficiente, sem satélites, seguro e durável, estratégico, invejável. O Brasil precisa fazer coisas invejáveis… Precisa.

  32. Bah… agora fod…ü, o cara teceu elogios ao Evo Morales… “caceta”!!! O próximo a ser elogiado e o Maduro e o tal de socialismo bolivariano….

  33. Nada disto. Eu só acredito que não seja boa conduta desafiar subestimando a bravura de homens feitos… Sei lá… Palpite…

  34. Isto se o satélite “já” não estiver descontrolado no espaço… sei lá… Eu confesso, às vezes eu sou cruel nas cogitação…

  35. Eu quero dizer, os operadores do satélite tem “Knowhow”, experiência para manter este satélite em órbita na posição correta?

  36. Kobauca.

    Para a Bolivia o Evo Morales é bpm. Pelo que sei ele tem defendido bem os interesses do país dele.
    Eu disse. Do país dele.

  37. Estou pensando em comprar uns espelhos, colocar no jardim aqui de casa e começar a praticar vandalismo aeroespacial… a vida anda muito chata!

  38. Meu Deus!! kkkkkkkkkkkk
    O Brasil entra no ramo da transmissão criptografada via satélite e o cara tá reclamando que o satélite é frágil! kkkkkkk
    Enquanto isso, em 2030…
    Manchete: “Brasil compra 100 caças de 5° geração!”
    Juquinha: “Ah, mas do que adianta? Se a China tem mais?”
    Manchete: “Brasil adquire 10 submarinos nucleares”
    Juquinha: “Mas eles não vêm com proteção contra raios laser”
    rsrsrsrsr

    Parece o Kiko falando do Chaves.
    Acorda!! Isso é Brasil!! Olha o tamanho da conquista! Agora os nossos Estados-Maiores podem se comunicar sem depender de empresa de telecomunicações, com velocidade alta de transmissão, criptografada, sem que um Narcotraficante qualquer consiga criptografar, sem que um país vizinho possa interceptar.
    O kra vem me falar que o Hugo Chavez vai destruir o nosso satélite? Não me venha com esse papinho de “e se os Estados Unidos invadirem o Brasil?”. Mermão, pode ter certeza que se um dia os EUA invadirem o Brasil a FAB vai ser destruída em um dia, o satélite vai ser a última preocupação dos Generais norte-americanos.

  39. Victor, o SGDC não está em órbita, tecnicamente falando. Pelo menos não em órbita terrestre. Órbita significa em palavras simples, dar voltas e mais voltas ao redor do nosso planeta. Esse satélite está “parado” em relação à terra. Claro que, se considerarmos que ele deve se mover para acompanhar o movimento da terra sobre seu eixo, mantendo-se sempre sobre o mesmo ponto em relação à superfície terrestre, ele não está totalmente parado. Mas não faz revoluções sobre a superfície terrestre como outros tipos de satélites. E finalizando, se considerarmos que ele acompanha a terra, na órbita desta ao redor do sol, bem, aí ele realiza órbitas sim, mas órbitas solares. Não sou astrônomo nem astrofísico, mas entendo dessa maneira.
    E o que o leva a pensar que ele já pode estar descontrolado no espaço? Sinceramente, nào vejo motivo algum para uma conjectura desse tipo.
    Um abraço.

  40. Ja tivemos satelites brasileiros, inclusive geoestacionario, na epoca da velha Telebras, que foi vendida com os satelites pero governo entreguista e apatrida do FHC (um partido igual de corrupto que os demais).

    Porém no Brasil a memoria é fraca e vemos a noticia essa do “primeiro” Satelite do Br.

  41. Flanker, pelo amor de Deus… “Victor, o SGDC não está em órbita, tecnicamente falando. Pelo menos não em órbita terrestre.” Flanker, eu sei o que é órbita geoestacionária, mas isto não significa que o satélite não precise fazer manobras… Como dizem alguns,estude!

  42. Espero que esse Victor não tenha mais de 11 anos!!! Destruir satélite com espelho é boa, se fosse assim muitos satélites já teriam sido destruídos porque qualquer pé-rapado poderia fazer. Nem a arma laser mais sofisticada atualmente conseguiria atravessar a atmosfera e ter energia suficiente para destruir um satélite, sem contar que os satélites ficam constantemente sob luz do sol vinda diretamente do espaço que é bem mais nociva do que a que chega na superfície da Terra, enfim piada de mal gosto!

  43. Kkkkkk (me limito a isto, eu não quero monopolizar o debate – achei emogi no meu smartphone) 😊😀😀😀😀😀😀😀😀😂😂😂😂😂😂

  44. Uma contramedida é programar o satélite para se mover caso o sistema ultrapasse determinada temperatura. Monitoração constante. Uma fuga. Outra é programar o satélite para limitar a alimentação por eletricidade uma vez que o aumento da produção de energia advinda do aumento da insolação das placas solares pode causar a queima de algum componente do circuito elétrico…. não é de se desesperar…

  45. Smokingsnake,
    Nenhum laser projetado da Terra destruiu fisicamente um satélite em órbita e nem o cegou definitivamente mas já se conseguiu “ofuscar” satélites de reconhecimento utilizando um laser MIRACL. Salvo engano a URSS também obteve êxito nesse tipo de procedimento na década de 80.
    Esse artigo sobre armas antissatélites é bem interessante: http://www.ucsusa.org/sites/default/files/legacy/assets/documents/nwgs/a-history-of-ASAT-programs_lo-res.pdf

  46. Pois é Bosco, nós sempre estamos esperando a soluçào estrangeira e desvalorizando o potencial de nosso próprio povo… sei lá… isto enche alguns de orgulho de tal forma que nem tudo está perdido.

  47. Victor Moraes 06 de julho de 2017 at 17:46

    Esperei que você entenderia o que eu escrevi, mas não entendeu. Paciência. Mas se vc souber interpretar um texto, vai ver que eu disse que o satélite geoestacionário se move sim, para acompanhar a rotação da terra. Apenas fiz uma comparação entre uma órbita clássica, em que um astro, um corpo celeste ou um artefato qualquer se move ao redor de outro corpo celeste. Na geoestacionária, o objeto se move JUNTO com a terra, mantendo-se sempre sobre um ponto deterninado da superfície terrestre.
    E quanto a estudar, faço isso constantemente.
    E renovo minha pergunta feita à você: o que o leva a crer na possibilidade de o SGDC já estar descontrolado no espaço?

  48. O que me leva a crer? Eu externei uma hipótese. Eu não creio nem desejo, mas é uma hipótese. Geralmente este tipo de coisa para as pessoas inteligentes serve como alerta. Para os burros, como ofensa.

  49. Victor, em qual das hipóteses você se enquadra, visto que se ofendeu e partiu pra agressão? Se você não percebeu, seus comentários sobre espelhos e outras “pérolas” foram motivo de comentários jocosos por parte de vários debatedores. Que idade tu tens? Parece um adolescente que quer fazer valer sua opinião a qualquer custo. Se não sabe aceitar brincadeiras ou posições opostas às tuas, está no lugar errado. Em nenhum momento te chamei de burro, ao contrário do que você fez. Mas eu não me importo ou me ofendo com isso. Para mim é indiferente.
    De minha parte, encerro contigo minhas discussões!

  50. O primeiro satélite brasileiro está em orbita a muito tempo.. Foi construído no Brasil e lançado durante o governo Collor.

  51. Eu não estou aqui para desmerecer o poderoso satélite naturalizado Brasileiro. Eu apenas cito hipóteses de como destruí-lo, alertando as autoridades que ele não é “garantia” de soberania nas comunicações. Pode ser atacado por outro foguete, por raio laser, ciberneticamente, e por quê não, pela própria luz solar, bem como erro na operação do satélite, que poderia colacá-lo a deriva ou sem comunicação. São hipóteses. São várias hipóteses. Como neste web side se encontram muitas pessoas que se consideram inteligentes, poderiam apontar outras hipóteses. O que eu não espero de pessoas inteligentes, conhecedoras mínimas de como as coisas funcionam, é que acredite que o satélite é inatingível. Vejam o que está sendo prioridade dos americanos: https://www.usnews.com/news/world/articles/2017-02-08/war-in-space-how-the-us-prepares-for-the-next-battlefield Então, eu não quero ofender nem estragar a festa, eu apenas alerto para os perigos. Talvez os “mais inteligentes” vão falar que não tem perigo. Mas tem…

  52. Olá leitores da trilogia, nunca postei antes, mas hoje resolvi fazer. Parabenizo os editores pelo trabalho, acompanho as notícias dês de os tempos da sonhada escolhas dos caças, aprendi muito com os membros como Bosco, Ivan o mapento e muitos outros que por aqui estão ou já passaram. Meu interesse sobre temas militares só aumentou e meu com ele meu patriotismo, parabenizo nossas forças armadas por ainda existirem frente as inúmeras dificuldades. Aos reclamoes de plantão digo que : uma nação não cresce tecnologicamente de um dia para outro e que isso não depende somente das forças, tem as pesquisas das instituições científica públicas é privadas e muitas outras variáveis. Mas mesmo na visão de leigo como eu e possível enxergar uma mudança que vivênciaremos. Façam a diferença estudem, inventem,inovem, façam parte da mudança. Um abraço a todos.

  53. Galante, se a vida de Jornalista de assuntos militares esta dura, nem lhe conto como esta a dos leitores, lendo essas opinioes… Embasadas (sic!)…
    .
    Serio: Me emocionei ao descobrirem os “emogicons”!!! (sic!)
    .
    Voltando a seriedade: Isso eh uma grande conquista… Lembro de meu tempo no STI do EB, tudo era muito dificil. Muita pesquisa, busca por economia e solucoes simples! Levo isso tudo ate hj comigo!
    .
    PARABENS! A todos os militares envolvidos nessa conquista!
    .
    Podem ter certeza q lançar esse satelite foi uma enorme vitoria! E nao duvido que tenha havido desvio de recursos (sem apropriacao!), para que se tenha tornado realidade. O que nao dispúnhamos, tivemos q fabricar! Linhas e Linhas de codigos (Meu Deus! E que quantidade!), desenvolvidos por nos! Capacitação tecnica: Engenharia, software, hardware, operadores, etc… etc…
    .
    Acham que eh facil? Va trabalhar em um desenvolvimento qualquer pra saber!
    .
    Antes de vir tecer qualquer critica as FA, va trab em uma! Ou opine em uma roda de buteco!

  54. Victor, o motivo do treinamento da USAF para que pilotos voem utilizando apenas a bússola magnética e um cronometro, coisa que gente fazia muito na FAB na decada de oitenta em áreas sem cobertura de radar e rádio faróis, se da em função de que os Russos no ano retrasado se não me engano bloquearam o sinal de GPS em uma área da Ucrânia num raio de uns 40 ou 50km.

    G abraco

  55. Espelhos, Morales… e vcs dando assunto. Parabéns a FAB pelo novo instrumento, nem mais, nem menos do que isso. Apenas um novo instrumento.

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