Home Sistemas de Armas Caça F-35B completa teste de tiro com canhão

Caça F-35B completa teste de tiro com canhão

2992
23
No F-35B, assim como no F-35C naval, o canhão é opcional, dependendo da missão o pod é instalado na barriga do avião

O esquadrão VX-23 de avaliação e testes aéreos da força de testes integrada de Pax River (ITF) completou os ensaios de tiro do canhão externo do caça F-35B de decolagem curta e pouso vertical (STOVL) no dia 8 de maio.

O canhão rotativo de quatro canos GAU-22/A, que se encaixa na barriga do F-35B e do F-35C da Marinha dos Estados Unidos, permite aos caças navais a opção de sacrificar um pouco de stealth, arrasto e alcance para levar 220 projéteis de 25 milímetros.

O GAU-22/A tem cadência de 3.300 tiros por minuto, esvaziando o pod em apenas quatro segundos.

GAU-22/A

A arma é produzida pela General Dynamics Ordnance e Tactical Systems. Cada um dos quatro canos tem uma montagem de culatra com parafuso que dispara uma vez por revolução da arma. Isto assegura a vida longa do tambor e da culatra distribuindo as forças do calor e de disparo sobre todos os quatro tambores e posições de culatra.

Segundo o fabricante, o movimento rotativo contínuo reduz as cargas de impacto sobre os componentes do canhão, prolongando a vida das peças e resultando em uma confiabilidade extremamente alta.

23 COMMENTS

  1. Olá.
    Pelo tamanho do pod, será que a perda de capacidade stealth será assim “tão pequena”?
    SDS.

  2. Maurício,
    O F-35B será o mestre do apoio aéreo aproximado e nessa função ele irá levar como norma cargas externas já que nesse caso a furtividade é menos exigida. É nessa função que o canhão poderá ser requerido.

  3. Olá Bosco, tudo bem?
    Cara, não consigo imaginar esse aparelho dando apoio aproximado. Por mais que as novas tecnologias tenham mudado o perfil e as exigências para um avião dar apoio a tropa, o F-35 como plataforma CAS me parece uma “aberração”. A começar do óbvio: por que usar um aparelho stealth num tipo de missão em que características stealth não são tão fundamentais?
    Isso para não falar do custo da missão (a hora de voo do F-35 não deve ser das mais baratas). Faz todo o sentido a USAF estar testando opções mais baratas para as missões CAS.
    Mas os MARINES ficam com menos opções. Bom, não dá para dizer que eles não estão bem assistidos… 😉
    SDS.

  4. Pois é Maurício, mas com aposentadoria do AV-8B e do F-18 não tem como prover o apoio aproximado consiste para os Marines sem o auxílio do F-35B, independente do custo.
    Eu particularmente entendo bem o papel do F-35 (ABC) no apoio aproximado, o que me causa um certo espanto é a requisição de um canhão. Não é nem a questão de utilizar um caça furtivo para CAS mas sim de expor um caça de 150 milhões de dólares que pode atacar fora do alcance de SHORADS a um simples operador de Manpads. Ao meu ver em vez do canhão deviam dar um jeito de instalar uma estação para uma bomba guiada de 500 lb lá no lugar dele. Obrigar um caça que só leva bombas guiadas capazes de serem lançadas bem fora do alcance da defesa de baixa altitude a ter que descer picado pra dar uma rajada de canhão a queima roupa pra mim é um completo absurdo que só tem como explicação a exigência da velha guarda que ficou traumatizada com o mico do F-4 na década de 60.
    A única função prática que esse canhão pode ter é contra raros alvos assimétricos aéreos (drones, aviões civis, etc.) e de superfície onde não há a mínima chance de haver uma força oponente minimamente capaz de esboçar alguma reação.

  5. Olá.
    Bosco: “expor um caça de 150 milhões de dólares que pode atacar fora do alcance de SHORADS a um simples operador de Manpads”.
    Exatamente!
    “A única função prática que esse canhão pode ter é contra raros alvos assimétricos aéreos (drones, aviões civis, etc.) e de superfície onde não há a mínima chance de haver uma força oponente minimamente capaz de esboçar alguma reação.”
    Lembrando que o canhão fica sem munição depois de 4s de disparos.
    Acho que os Marines vão ter de buscar outras alternativas mais “viávei$” para as missões CAS…
    SDS.

  6. Vamolá pras continhas de padaria (aquelas que os antiamericanalhas adoram odiar)??? 🙂
    .
    220 projéteis desse canhão dá uma rajada de impressionantes…
    .
    4 (quatro) segundos… 😉
    .
    Ou, se considerarmos que cada passada no alvo gaste uma rajada de meio segundo, dá umas 8 passadas no alvo…
    .
    Sério mesmo que alguém realmente espera que a CAS-Mission do F-35 será feita – primordialmente –
    com canhão? Um caça stealth de 100 milhões de dólares e com uma hora de vôo caríssima sacrificando sua principal vantagem e gerando arrasto (e consumo de combustível) para dar 8 passadas no alvo?
    .
    Claro que numa missão CAS em que o caça sai carregado de bombas inteligentes, mísseis CUDA e o escambau, SOBRANDO um hardpoint, porque não levar também o raio do canhão?
    .
    Mas tirando essa hipótese, tá mais que na cara que isso foi projetado apenas para atender as críticas dos puristas do séc. XX e dos “politicamente corretos”, para os quais desde o F-4 é uma aberração um caça não ter canhões. Infelizmente mesmo na América tem um monte deles…
    .
    Como o Bosco já cansou de explicar o CAS do F-35 será feito com outras armas, não com o canhão. O USMC e a Navy que se acostumem com isso, se não quiserem gastar dinheiro à tôa.
    .
    PS: não obstante, é uma opção a mais, e é sempre válido ter cartas na manga. Mas a utilização dessa estrovenga pela América (talvez para outros países a coisa seja diferente) será próxima da nenhuma.

  7. Desculpe a humilde discordância aos ilustres debatedores, mas, como o canhão é instalado a depender da missão acho que ele tem serventia.
    Imagine que os fuzileiros precisem matar lobisomens. Sabemos que eles só morrem com bala de prata, então nessa missão eles tem que instalar o canhão e levar as balas de prata, o resto delas o canhão esquecido na base.

  8. Maurício,
    Eu acho o F-35 adequado ao CAS e não vejo essa atividade menos nobre que qualquer outra, muito pelo contrário. Se levarmos em conta a interdição e o ataque estratégico o CAS é a única que a vida de um combatente está diretamente em jogo e é a mais nobre das 3 modalidades básicas das operações ar-sup e nesse caso o custo é fator secundário. Acho que o CAS pode muito bem ser feito por um caça stealth a partir de grande altitude utilizando armas guiadas e sensores de longo alcance. Nunca é demais repetir que o “aproximado” do CAS diz respeito às tropas amigas que estão muito próximas de onde o ataque será lançado e não tem nada a ver com a aeronave ter que descer para se “aproximar” dos possíveis alvos.
    Mesmo o venerável A-10 hoje em dia é habilitado a fazer CAS a partir do alto, e isso desde que foi integrado ao pod Litening e Sniper e às armas JDAM, Paveway e WCMD. Claro, já que ele tem o canhão e bombas burras existem de sobra, eles serão inevitavelmente utilizados em determinadas situações, mas não creio que seja mais a norma.
    O F-35B, como não tem o canhão como sua arma base, irá utilizá-lo em muito menos oportunidades que o A-10 e duvido muito que serão adquiridos tantos canhões GAU-22 quantos F-35Bs. Aposto que não passa de 1 para 3, e olhe lá.
    Só de curiosidade, além do CAS, ataque estratégico e interdição, o F-35 ainda será capaz no âmbito ar-sup de efetuar missões de reconhecimento, apoio tático (incluindo função anti-tanque), caça/destruição de lançadores de mísseis balísticos, SEAD, DEAD, ataque anti-navio e ataque nuclear.

  9. A meu ver o F-35 seria perfeito para guiar e aumentar a precisão de uma chuva de tomahawkes nas linhas inimigas!

  10. As vezes tem q ser fazer o cas no inicio da campanha e não daria pra esperar ganhar superioridade aerea e eliminação da defesa anti-aerea inimiga, so acho que os brigadeiros da Usaf pensaram em tudo e como o f-35 é pra omnirole tem q fazer tudo nao importa o custo

  11. Olá Bosco.
    “Eu acho o F-35 adequado ao CAS e não vejo essa atividade menos nobre que qualquer outra, muito pelo contrário.”
    Nunca pensei no CAS como uma “atividade menos nobre”. Pelo contrário, é uma atividade vital para a tropa. Tão vital que deve ter sempre algum aparelho em disponibilidade para tal faina. Minha crítica não é pela atividade em si. Como escrevi os Marines estarão muito bem assistidos com o F-35. O que eu critico é a utilização de um dos equipamentos mais caros do inventário para uma atividade que exige alta disponibilidade, com um certo risco de abate. Fico imaginando se, devido ao preço/custo do F-35 as missões CAS possam ser mais “negligenciadas” pelo alto comando visando a “preservação” do aparelho. Não critico a capacidade do F-35 no cumprimento da missão. Apenas acho que se está usando um “carro de F-1” numa missão que poderia ser atendida por “uma (boa) bicicleta”. E isso não deprecia nem o carro de F-1 nem a bicicleta. São apenas veículos distintos.
    O conceito de caça multi missão coloca “nas costas” de um único aparelho toda uma gama de atividades/ações que, por vezes, pode incluir requisitos contraditórios. E a opção do F-35, que deveria na origem ser um caça stealth “barato”, limita a quantidade de aparelhos a serem adquiridos (devido ao custo/manutenção) sem limitar a quantidade de missões a serem cumpridas.
    Na década de 1960 havia uma “piada” que dizia que o home poderia chegar a Lua de duas maneiras: usando os equipamentos do projeto Apollo ou escalando a “pilha de dinheiro” que fora gasto para sua implementação.
    Atualizando a mesma “história” para a realidade do sec. XXI; os EUA tem duas maneiras de ganhar uma guerra: usando seus armamentos de alta tecnologia ou “comprado” o país inimigo com o que se gasta com os armamentos.
    🙂 🙂 🙂 🙂 🙂
    SDS.

  12. Vader, 4 segundos é uma eternidade qdo a antiaérea está lhe retornando fogo ! Por isso os EUA gostam tanto de canhões descendentes do gatling de alta cadencia, pois disparam a maior qtdade de projéteis no menor espaço e tempo.

  13. Seria a logica dos americanos a mesma usada dos russos ? … q estão utilizando seu mais avançado avião de CAÇA (Su-35) … em ataques com foguetes NÃO GUIADOS !!!

  14. A logica dos Russos é que eles precisão de um aviao e superioridade aerea bom na área e precisam de avios de ataque ao solo ao mesmo tempo , so que o dim dim nao da pros 2 então se previlegia o de sup area e o coloca as vezes pra fazer uma missão ar-solo. Ja a logica dos EUA é usar o f-35 para fazer CAS num ambiente de alta intensidade e altamente contestado para matar terrorista provavelmente irão usar outro avião tanto que abriram o projeto ox-1 paea uma aeronave de ataque

  15. August,
    O que vc falou não faz sentido !
    Os russos tem helicópteros de ataque de sobra… tem aeronaves dedicadas ao ataque de sobra… (desde avançados Su-34 aos Su-25 e Su-24) e tem até os multifuncionais Su-30 !!!
    Pq usar a sua bala de prata, o Su-35, para lançar foguetes não guiados a altura de ser atacado por MANPADS ?

  16. Tem de sobra ! Mas desdobrar pra um T.O é outra coisa, pelo que já li na net são 6 su-30 e 4 su-35 na Síria sendo que os su-34 voltaram pra Rússia e os 24 su-24 que estavam lá foram doados para Síria, ou seja a Rússia tem um número pequeno de aviões lá então às vezes não sempre um su-30 ou -35 vai ter atacar alguém no solo

  17. Mas lançando do jeito que o Su-35 fez acho que não corre risco não. Ele não acerta nada naquela altitude/distância (ou acerta tudo) e logo depois lançou uma chuva de flares e se pirulitou.
    Esse método de lançamento é a combinação do método “pega pra capar” com o o famoso “salve-se quem puder”. rsrss

  18. Impressionante o quanto meus amigos ‘modernosos’ implicam com a boa, velha e confiável ‘boca de fogo’, de múltiplos canos ou não.
    .
    Para começo de conversa o projétil de um canhão, depois de disparado, mantem seu rumo mortal, sem ser atraído por decoys, sem ser atrapalhado por ECM (electronic countermeasure), sem perder a reta por conta da chuva, fumaça, fuligem ou o que for.
    Mais ainda, é relativamente barato, você pode disparar uma ou duas dezenas e gastará uma pequena parte de um único míssil.
    .
    Nosso moderno Mestre Bosco lembrou – com um pouco de desdém – do “mico” F4 sem canhão Phantom II nos anos 60 e 70, defeito corrigido na versão F4E que tão bem serviu – usando o canhão Vulcan com 6 canos de 20mm – à USAF, IDF-AF e Islamic Republic of Iran Air Force (todos em combate).
    Sim, é passado.
    Mas; sim, fez falta.
    .
    Mas para que serve um canhão em um mundo de mísseis inteligentes (até mais que meu smartphone)?
    Vejamos…
    .
    Um determinado elemento (2 F-35B) estão em CAP (Patrulha Aérea de Combate) em cobertura à frota ao largo de uma área quente no Mar da Arábia, quando é alertado para um jatinho tipo Learjet voando em rota próxima ao trem da esquadra. O referido jato não responde ao rádio e seu plano de voo não está claro.
    Os caças se aproximam para identificar, sendo o prefixo do Qatar mas o piloto não responde, nem ao rádio nem aos sinais. Na rota encontra-se um AOR da US Navy.
    O avião pode ser um atacante suicida assimétrico… ou simplesmente um playboy árabe.
    Mas os F-35B estão armados com 4 (quatro) poderosos mísseis AMRAAM e um “inútil” canhão rotativo de quatro canos GAU-22/A.
    Então o comandante da CAP ordena ao ala se posicionar à popa do jatinho intruso, em posição de disparo, enquanto ele mesmo faz uma passagem disparando uma rajada de 10 (ou 20) projéteis ‘baratinhos’ de 25mm à proa do Learjet.
    Neste instante o piloto, que antes era insensível ao rádio e sinais de cabine, ‘acorda’ e entra na fonia identificando o jato como transporte de um arrogante e milionário Sheik do petróleo que estava voltando de uma farra…
    Sem canhões a CAP teria duas opções:
    – Abatia a aeronave e assumia as consequências; ou
    – Deixava passar para ver se iria ou não mergulhar no AOR.
    .
    Coisa de cinema ‘né’?
    O filme “Nova York sitiada” também era, até a realidade de 11 de setembro superar a realidade.
    .
    Mas tudo bem.
    Vamos a outro cenário.
    No norte da África um par de aviões Hercules está entrando em uma área de exclusão aérea. A inteligência indica que transportam armas químicas… (só para dar emoção)
    Outro elemento (2 caças) de F-35B em CAP na região são as únicas aeronaves que podem alcançar os bandidos. Estão armados com mísseis AMRAAM e aquele mesmo canhão de 25mm.
    A aproximação é rápida, disparando os mísseis que conseguem avariar seriamente os cargueiros, com perda de motores, mas, voando baixo eles persistem no voo fumando, mas na rota.
    Os pilotos dos F-35B partem para o velho método, cada qual pegando um Hércules com rajadas curtas de 10 projéteis destroçam seus alvos, colocando-os no chão em chamas.
    Sem a ‘boca de fogo’ múltipla GAU-22/A de 25mm a carga poderia ter sido entregue.
    .
    Impossível um Hercules resistir a mísseis?
    Perguntem ao (então) Capitão-de-Corveta Nigel “Sharkey” Ward e seu ala (então) Capitão-Tenente Steve Thomas, pilotos de Sea Harrier do esquadrão No.801 da Royal Navy, que abateram um resistente Hercules argentino a disparos de 30mm do seu canhão Aden.
    Foram dois AIM-9L Sidewider.
    http://www.aereo.jor.br/2010/04/28/combates-aereos-sobre-as-malvinas-1/
    .
    De mais a mais quero ver alguém convencer um piloto Marine a não socorrer uma tropa Marine no chão, cercada por inimigos, com seja lá o que for que eles tenha na aeronave.
    220 projéteis de 25 milímetros podem ser úteis.
    .
    Em tempo.
    As rajadas são controladas.
    Considerando cada ‘burst’ com 20 (vinte) disparos, são 11 (onze) agrupamentos de 25mm. Dá para fazer um bom estrago.
    .
    Como diria um antigo sargento:
    “Nada como indigestão por chumbo para deter o inimigo.”
    .
    Abraço,
    Ivan, na Oldinfatryman. 🙂

  19. Otimo comentario Ivan ! Vou ate fazer outro cenario nu qual tropas estao cercadas numa possivel segunda guerra da Coreia na zona de combate a misseis sa-6, pra fazer o cas teriao que primeiro fazer uma missão sead o que não daria tempo com o F-35 faz cas e se “pirulita” como o mestro Bosco fala ou rapidamente joga-se as sdb nos SAMs e da uma rajada de canhão nas tropas inimigas

  20. Ivan,
    O mico do F-4 foi devido à baixíssima confiabilidade dos mísseis da época e aí o jeito foi utilizar o velho, rústico e confiável cuspidor de caroços de azeitonas de 6 canos. Esses problemas parece terem sido resolvidos ou pelo menos muito reduzido.
    Como eu disse, também considero útil o canhão para situações assimétricas mas não considero acertado desenvolver um caça stealth pensando nessas situações.
    E claro, havendo o canhão e ele estando municiado é claro que a ferramento será utilizada no caso de extrema necessidade. Não tendo, como no caso de um F-35B ou C numa configuração stealth “full” de primeiro dia de guerra ou havendo mas já estando sem munição, pode haver um pedido de apoio com urgência urgentíssima em último grau que não haveria o que fazer.
    Meu ponto é que mesmo estando armado com um canhão municiado como regra (como no caso do F-35A) ele não será utilizado em missões CAS e só o será como último recurso. Ou seja, não vejo uma missão em que o canhão de um F-35 possa ser utilizado como arma primária, como ocorre com o A-10 com o GAU-8.

    August,
    Caças stealths podem fazer CAS sem se preocupar com as defesas antiaéreas de grande alcance/altitude e mantendo-se em grande altitude, também não precisam se preocupar com as defesas de curto alcance. Mas claro, num cenário em que resolveram instalar um canhão num F-35 B/C ou no caso do F-35A, havendo necessidade de neutralizar um alvo e não havendo outro recurso (jogar o caça contra o alvo e ejetar antes não vale) claro que o canhão será utilizado. Tanto é assim que o F-35 possui lançador de flares e um ótimo sistema MWS capaz de detectar mísseis manpads.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here