Após uma longa espera, os spotters russos puderam finalmente fotografar o oitavo protótipo do caça de quinta geração PAK FA T-50-9 (número de cauda “509”).

A aeronave fez seu voo inaugural em Komsomolsk-on-Amur em 24 de abril de 2017, mas nenhuma foto ou anúncio oficial de seu voo foi publicado. No entanto, realizou-se de 10 a 12 de maio um voo separado da T-50-9 de Komsomolsk-on-Amur para o aeródromo do Flight Research Institute em Zhukovsky, região de Moscou, o que possibilitou, finalmente, fazer fotos do avião.

Observar que o T-50-9 tem camuflagem pixelada. Na última foto divulgada hoje no Twitter, o T-50-9 aparece em voo com tanques de combustível subalares.

38 COMMENTS

  1. panzer 15 de maio de 2017 at 15:28
    Tão pouco sua pintura ajuda a absorver ou refletir ondas de radares, é uma pintura comum. É duvidoso que o material empregado na estrutura seja também de alguma serventia para tal.
    Seu coroamento “Stealth” fica patente com essas duas enormes bocas de turbina refletoras de IR sem qualquer tratamento.
    Isso aí faz a alegria de qualquer piloto de caça equipado com IRST e mísseis guiados por calor.

  2. A exceção invalida a regra.
    O Sukhoi PAK FA T-50, primeira e única aeronave stealth esteticamente agradável, acabou salvando a aviação militar de toda uma onda de aviões horríveis e até mesmo capazes de provocar repulsa.

  3. Até hoje não consigo visualizar, nesse avião que passa a sensação de ser uma delgada folha de metal, o compartimento interno de armas…
    O J20, por exemplo, uma daquelas caudas mais parece ser de brinquedo…

  4. Mais e melhores avaliacoes sobre essa aeronave so serao validas no momento em que receber ou forem instaladas as novas turbinas q ja deveriam estar prontas a mais de 3 anos. Ainda vai levar bons 2 anos para estarem aptas. Sem pressa a coisa ainda vai ganhar forma e resultados definitivos.

  5. É muita presunção se afirmar que o T-50 se assemelha a uma árvore de natal…É no mínimo subestimar as capacidades dos engenheiros russos em proverem soluções brilhantes reconhecidas até pelos EUA…Em fim, a exemplo do caso do Suk-27, o desenvolvimento dos Russos não segue a linha Americana de lançar uma caça”pronto”, o desenvolvimento é gradual e já com o caça operacional…A guerra da Síria deu uma lição notória aos ditos “analistas” militares amadores…Sei que muito se usa de marketing pelos Russos ao descrever seus produtos, mas não tenho dúvidas que o T-50 enfrentará de igual para igual o F-35 e o F-22 no cenário ar-ar, já que no cenário ar-solo os caças americanos steel são insignificantes.

  6. Roberto,
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    “É igual tubarão, ataca de frente, não dá para ver.”
    Por enquanto é isso mesmo, apesar de que terão radares laterais nos bordos de ataque das asas para acompanhamento do alvo enquanto realizam manobra F-pole.
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    Mas no futuro esta ‘traseira’ será tratada.
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    Quanto a manobra F-POLE usada em combate BVR é importante tratar, em que pese você entender muito melhor que eu. Inclusive conto com sua ajuda para explicar aos amigos novatos no AEREO.
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    http://sistemasdearmas.com.br/ca/aamfpole.jpg
    Basicamente o caça que lança um ou mais mísseis ar-ar BVR guiados por radar, mesmo que com radares ativos, precisa atualizar a posição do alvo até que os sensores do míssil adquiram os mesmos.
    Assim sendo, o caça lançador após o lançamento curva um pouco da linha de aproximação para diminuir a velocidade de aproximação, mas mantendo seu radar no alvo. Esta curva normalmente é em até 60º, pois a antena do radar é virada para frente e não pode girar muito ou, no caso dos AESA norte-americanos e franceses, é fixa para frente.
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    O PAK-FA pretende ter mais do que uma antena de radar, mas um sistema de radar com até 5 (cinco) antenas.

    – Sh121 multifunctional integrated radio electronic system (MIRES):

    … – N036 Byelka radar system (contendo):
    … … – 1 N036-1-01 Frontal X-band AESA radar;
    … … – 2 N036B-1-01 Cheek X-band AESA radars for increased angular coverage;
    … … – 2 N036L-1-01 Slat L-band arrays for IFF.

    … – L402 Himalayas Electronic countermeasure suíte.
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    Na prática, quando ficar pronto, o Sukhoi furtivo poderá virar mais que 60º e continuar plotando o alvo para atualizar seus mísseis com um dos radares N036B-1-01 Cheek X-band AESA. Talvez possa virar 90º ou um pouco mais (100º ou 120º)
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    Solução cara (múltiplas antenas) mais interessante.
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    Vamos aguardar.
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    Sds.,
    Ivan Ivanovich. 🙂

  7. Pra que fazer uma manobra dessa se vc pode ter um awacs milhares de km atras e q pode guiar o missil por data-link. A não ser que os russos não esperem poder usar seus awacs em um conflito de alta intensidade e as laterais sejam + stealth que o setor frontal. Uma coisa interessante é que se preve um laser para cegar os misseis ir lançados contra ele no projeto

  8. Como o t-50 é stealth se usar misseis de longo alcance não precisa fazer essa curva do f-pole claro contra caças de 4 e 4,5 gen contra caças de 5 gen o f-pole pode ate fazer sentido ou não ate porque o radar do t-50 so trava num f-22 a uns 20 km a onda curta do seu radar so serviria para dar um aviso antencipado e no maximo de uns 70 km o que travaria num alvo stealth numa distancia consideravel uns 60 km seria so o irst que so adquire alvos no setor frontal .

  9. Prezado Ivan Recife,

    Meu caro, o dia que tiver um ‘hangout’ aqui e você participar, eu nem vou aparecer, porque se você me fizer uma pergunta dessas ao vivo eu não vou saber onde meter a cara.
    Eu não faço a mínima ideia do que seja F-POLE!

    Mas a explicação que você deu, já ajuda muito bem qualquer novato, inclusive eu!

  10. Creio que a máquina ainda vai melhorar muito, ser aprimorada, radar, software, as novas turbinas, os russos com o SU-35 talvez não estejam com muita pressa, podem desenvolver algo melhor,
    Eles tem muito a desenvolver para alcançar o ocidente, mas talvez cheguem lá.
    Saudações.

  11. Mudando de pato pra ganso e falando mais ou menos da mesma coisa, há uma grande diferença entre orientação por comando e atualização via data-link. No primeiro, o lançador tem que saber a todo momento a posição exata do míssil que lançou e do alvo, em tempo real, computando continuamente o ponto de intersecção e enviando sinais de comando direto ao míssil de modo a que ele se adeque à trajetória de intersecção de acordo com a mudança de atitude do alvo. Ou seja, nesse caso o míssil é cego e é “teleguiado”. Exemplo desse conceito é o Patriot PAC-2 (terminal por radar semi-ativo via TVM)
    No caso de “atualização via data-link” o lançador não precisa saber onde está o míssil mas apenas onde está o alvo e envia ao míssil unicamente a atualização da posição do alvo para o míssil via up-link, que implementa suas próprias correções de forma autônoma, sendo nesse caso “autoguiado”. Exemplo desse conceito é o Standard SM-2 Block III (terminal por radar semi-ativo) e o Amraam (terminal por radar ativo).
    No combate ar-ar é padrão a utilização do segundo conceito (atualização via data-link) para mísseis BVR, que só é utilizado nas distâncias mais longas. Por exemplo, o R-Darter com 50/60 km de alcance parece sequer ser dotado de data-link. Não sendo dotado desse recurso ele tem seu desempenho reduzido frente a alvos distantes que possam manobrar.
    O míssil BVR dispondo do recurso de um data-link (pelo menos um up-link) permite que tenha desempenho pleno contra alvos manobrando mas isso não sai barato para o caça lançador já que ele não pode desengajar e implementar uma manobra evasiva. Pelo contrário, tem que manter o alvo dentro do feixe de varredura do seu radar, que como disse o Ivan, costuma não passar de 120º. Essa tática traz dois problemas ao caça lançador, um, que o feixe de radar pode ser detectado pelo RWR do inimigo e este implementar contra medidas (manobrar, ECM, etc) e outro, que faz com que o caça que tomou a iniciativa (viu primeiro a atirou primeiro) perca a vantagem e se coloque dentro da zona de detecção e de destruição do caça atacado. Era comum quando da utilização do míssil BVR semi-ativo Sparrow que o caça lançador fosse vítima de um míssil WVR, mesmo tendo visto o inimigo primeiro e atirado primeiro. Para tentar mitigar esse “problema” muitas atitudes podem ser tomadas, sendo uma delas a manobra F-Pole, que pode dificultar que o caça lançador entre na zona letal do caça inimigo, que até então é a presa, fazendo com que o caça que tomou a iniciava permaneça em vantagem.
    Além da manobra F-Pole há outros recursos que podem ser implementados para preservar a superioridade de quem tomou a iniciativa, tais como: a adoção de um radar com característica LPI (comum nos radares AESA), a furtividade, o lançamento de mais de um míssil contra um alvo distante, o engajamento cooperativo com a atualização via “terceiros” (pode ser outro caça que não o caça lançador ou um AWACS), mísseis ar-ar cada vez mais velozes, a adoção de seeker de mísseis ar-ar com melhor desempenho (inclusive com radar AESA e futuramente com elementos TRMs de nitreto de gálio), etc.

  12. Belíssimo avião e também belíssimo alvo para os Raptor… chega a ser covardia.

    Um Gripen com seu IRST e a cabeça de busca de seu míssil IR travado nessa generosa fonte de calor, também seria abate certo.

    Me parece ser grande e pouco manobrável, além claro, de não ser furtivo, convenhamos, não é.

    Os caras do F-35 estão rindo a toa…

  13. Olá.
    Examinando as imagens:
    -O aparelho apresenta planos móveis na raiz das asas, sobre as entradas de ar. Não parecem ser úteis para aumento de sustentação ou de melhoria de manobrabilidade. Devem servir para melhorar o fluxo de ar nas entradas das turbinas. Seria uma solução de compromisso para manter um bom fluxo de ar nos motores sem comprometer (muito) o RCS do avião?
    -Existem duas baias internas para armamentos, localizadas no corpo do avião. Pelo posicionamento e extensão (tamanho) das mesmas, a quantidade interna de combustível transportado não deve ser muito grande (lembrando que se trata de um birreator). A autonomia do aparelho somente com combustível interno deve ser bem limitada.
    -A (possível) solução para essa eventual limitação da autonomia parece que já foi dada: dois suportes subalares para tanques extras de combustível. Parece ser uma solução inteligente: os tanques subalares dão autonomia para o aparelho decolar e chegar até o TO, período em que o consumo de combustível é maior (mais peso). Se houver engajamento, os tanques são descartados, fazendo com que o RCS do avião continue baixo.
    -Os motores definitivos ainda não estão prontos; porém, o uso de motores “mais convencionais” deve permitir a análise de desempenho dos demais sistemas do avião. E as eventuais correções que se fizerem necessárias poderão ser feitas com antecedência.
    -Parece possível que haja mais de uma versão do aparelho: uma mais “refinada” (no que se refere a furtividade, motorização e aviônica) e outra mais “pé de boi” (com motores convencionais) que seja mais barata.
    O projeto parece seguir com racionalidade, evoluído passo a passo. Deve se tornar um bom aparelho, capaz e inovador, sem ser (necessariamente) “mirabolante”.
    SDS.

  14. Uma falha que percebo em todos os caças stealth é a diminuta baia de armas.
    Gastam fortunas com radares, tintas absorventes, formato da fuselagem e asas…
    Áreas enormes, volume de menos..
    Tipo um caça fazer um esforço enorme para chegar desapercebido em um teatro de operações, sujeitando-se a ser detectado por aviões AWACS, radares em terra, caças inimigos…
    Penetra no ou aproxima-se do TO, dispara um míssil ou dois e corre de medo…
    Isso não é atitude de um caça de qualidades superiores…

  15. Seria semelhante a um lutador de MMA ir para cima, dar um golpe de leve no adversário e depois sair correndo com receio de receber um contragolpe…

  16. “Penetra no ou aproxima-se do TO, dispara um míssil ou dois e corre de medo…
    Isso não é atitude de um caça de qualidades superiores…”
    O problema é que os caças de qualidades “inferiores ” nem isso conseguem fazer !

  17. Maurício Silva e Nonato,
    .
    Seria interessante reavaliar a fuselagem do PAK-FA.
    .
    As turbinas são bastante separadas, dentro do padrão estabelecido pela família ‘Flanker’ (Su27, Su30, Su33, Su34 e Su35). Este espaço entre turbinas, além de melhorar a sustentação, é usado para muito – muito mesmo – combustível e uma generosa baia de armamentos.
    Veja o link:
    http://previewcf.turbosquid.com/Preview/2014/05/27__09_44_27/004.bmpa5870047-a2b6-418d-8590-2bd6465bbed0Larger.jpg
    .
    Tanques de combustível nas asas e no dorso da fuselagem.
    Duas enormes baias (mísseis de longo alcance) no ‘between’ dos turbofans.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, o Antigo.

  18. Tikuna 15 de maio de 2017 at 22:23
    .
    Baseado em que você pode afirmar isso? O fato de ter turbinas (como todos os outros) o torna automaticamente “alvo”?
    Ou é só achismo mesmo?

  19. Muito ingressado os comentários olhando só foto … “avião de passageiro… gripen é melhor… presa F-22”

    Resumindo simples

    Só pra começar, ele possui o tamanho +_ 1m maior que F22

    Fora que todos sabemos que a Rússia preza pela maior autonomia interna de suas aeronaves.

    Partindo pra eletrônica, ele tem possui um sistema radar que possui 6 antenas AESA nas bandas Y e X… sendo o principal com maior diâmetro e módulos que qualquer outro caça de quinta geração…. só cada um dos radares da bochecha, possui 405 módulos na ultima versão no protótipo número 508… estamos no 509

    Mais seus sistemas de defesa integrados

    Possui maior número de baias de armamento com 2 na linha central e outras duas nas raízes de asas.

    O objeto -30 da ao PAK FA, é previsto pra da maior velocidade final e de super cruise…
    Os bocais vetorados 3D dao muito maior manobrabilidade que os bocais 2D do F22 ou qualquer outro bocal 2D
    o PAK possui os estabilizadores verticais bem menores e totalmente móveis, oque melhora muito a manobrabilidade e assinatura radar.

  20. Nikiti É verdade sim que o PAK FA tem mais ou menos as mesmas dimensões do F-22. O PAK FA é apenas um pouco maior que Raptor.
    Quando à avionica e eletronica isso não é verdade. O PAK FA sim tem mais radares e maior cobertura. No entanto a antena frontal/principal do radar do PAK FA só tem cerca de 1500 módulos T/R.
    As antenas laterais tem apenas 358 módulos cada e tem assim um alcance bem inferior ao da antena principal.
    Como comparação, o radar AN/APG-77 do F-22 é composto por uma única antena frontal, tal como qualquer outro caça ocidental. E essa antena tem quase 2000 módulos T/R.
    Ou seja, claramente superior ao radar do PAK FA.
    Ah! Só uma informação extra… O radar do F-35 tem cerca de 1500 módulos.

    É verdade, que quando comparamos as capacidades de radares AESA não devemos só olhar para a quantidade de módulos T/R. Até por que isso não é única coisa/parametro que influencia a performance de um radar AESA.
    Mas dada a clara superioridade dos americanos nesta tecnologia, (devido ao seu maior investimento, criação e desenvolvimento desde bem mais cedo) podemos concluir que o radar do PAK FA não é superior aos do F-22/F-35, e deverá ter alcance similar ao radar do F-35.

  21. Quanto às baias… Veja melhor repare nas diferença entre as do PAK FA com as do F-22…
    O F-22 tem 3. A principal é capaz de transportar até 6 AMRAAM’s. As laterais transportam 1 Sidewinder cada.

    No caso do PAK FA, é dito que terá 4 baias. No entanto, as duas do meio, não parece que tenham grande capacidade para transportar não mais que 2 misseis cada. Talvez transportem 3… Mas isso dependerá do míssil que será transportado.
    Depois é dito que o PAK FA tem 2 baias laterais, em que cada uma delas supostamente transportaria 1 AA-11 Archer.
    Isso dá um total de 6 misseis para o PAK FA. O mesmo que o F-22.

  22. E quanto aos bocais vetorados, isso tá completamente errado!
    Muito maior manobrabilidade não dão.
    Fique sabendo que os bocais vetorados 3D do PAK FA, e também do Su-35, poucas vantagens tem, e dão em combate, sobre o TVC 2D do F-22.
    As únicas vantagens que o TVC do PAK FA/Su-35 tem, são um maior controle e rapidez de execução de algumas manobras a extremas baixas velocidades e a levados ângulos de ataque. No resto, o que um TVC faz e/ou ajuda a fazer, o outro também faz! Quer seja, dar maior manobrabilidade, controlo, etc…
    Já para não falar que o TVC do F-22 tem maior alcance/grau de inclinação em “pitch” que o TVC dos caças russos (o TVC do F-22 pode virar/inclinar para cima e para baixo cerca de 20 graus. Enquanto que nos caças russos o TVC apenas pode fazê-lo até cerca de 15 graus).
    E para além disso, o TVC é só uma das várias caracteristicas e/ou parametros que dão, e/ou podem ajudar a dar a um caça grande manobrabilidade.

  23. Daniel,
    .
    Você alerta com razão para diferença tecnológica entre USA e Rússia.
    Supostamente a norte americana é mais avançada.
    (Supostamente…)
    .
    Assim sendo, seria imprudente comparar simplesmente o número de módulos T/R das antenas do radar AESA dos super caças. Os módulos russos podem ser – por exemplo – maiores que os americanos, ou ainda, os americanos – por suposição – mais eficientes que os russos.
    .
    O que chama a atenção é a disposição das antenas de radar do PAK-FA declaradamente fazendo parte de um único sistema, com abertura angular extrema que, supostamente, daria cobertura radar frontal de 180º ou até mais.
    Conceitualmente é importante.
    .
    Pelo que lembro de uma conversa com Mestre Bosco (posso estar enganado), o F22 Raptor teria previsão para no futuro (hoje?) aplicar duas antenas (uma de cada lado) nas laterais do fuselagem frontal, justamente para visão lateral, ampliando a cobertura radar.
    .
    Olhar de lado, principalmente com um radar LPI, pode ser um enorme diferencial no combate aéreo BVR, assim como combater em rede, onde a aeronave que controla o míssil BVR AHR pode (e deve) ser diferente daquela que o lança.
    .
    Na Europa, especificamente na Leonardo S.P.A., desenvolveram soluções interessantes para as antenas de radar do Eurofighter Typhoon e Saab Gripen E: as antenas são montadas em dispositivos que giram podem apontar as mesmas para os lados.
    Mas aí é outra história.
    .
    O PAK-FA, com o prometido pacote de sensores ativos e passivos, se apresenta claramente como um caçador perigoso. Se vai vencer Raptors e Lightnings é outra história, mas será muito perigoso.
    .
    Quanto às baias, é melhor procurar fotos e desenhos na internet.
    Tenta: PAK-FA Weapons Bay.
    As duas são relativamente grandes para receber os grandes mísseis russo, alinhadas em tandem e, possivelmente com até 3 (três) mísseis por baia, caso não use aqueles imensos anti-AWACS.
    .
    Quanto às baias laterais, aparentemente não são exatamente baias, mas canoas invertidas descartáveis que abrigam 1 (um) míssil ar-ar WVR IR cada.
    Mas o design da fera pode ter mudado e eu não acompanhei.
    .
    No final, acredito que ficam 6 (seis) BVR e 2 (dois) WVR para PAK-FA e F22 Raptor.
    O F-35 Lightning II qualquerletra é que, por enquanto, leva apenas 4 (quatro), com pretensões futuras (próxima) de levar até 6 (seis).
    Mas o JSF é mais um caça-bombardeiro do que um caça de superioridade aérea, dada o par de baias mais profundas, para bombas de até 2.000 libras + míssil, nas versões A e C.
    .
    Forte abraço,
    Ivan Ivanovich.

  24. Ivan pela propria baia interna das fotos q vc mesmo postou so cabe 4 misseis bvr ali no pak fa. Porque vc disse que caberia 6 ?

  25. A foto sugerida pelo Ivan Recife, apesar de ser uma representação computadorizada, é possível sim, ver 6 mísseis.
    Como já foi dito, não existe nenhuma informação oficial sobre a quantidade de mísseis que pode ser transportada. Na web é possível encontrar várias informações e desenhos do que poderia ser possível, algumas,bem razoáveis e talvez bem próximas da realidade,inclusive com seis mísseis.

  26. Pelo histórico dos russos na construção de seus caças, acredito que este bicho aí quando estiver pronto, será algo, de fato, soberbo e deve estar em um patamar superior aos concorrentes europeus (4,5G) e chineses 5G, mas inferior ao F-35 e F-22.

    A situação deve mudar nos próximos anos, devido ao massivo investimento chines na área.

    Quem viver verá.

  27. A antena principal do T-50 ( N036-1-01) possui cerca de 1552 módulos T/R vs 1626 do APG-81 do F-35. O APG-81 possui 0.8m vs 0.9 x 0.8 do N036-1-01 (oval) . Assim sendo, como são sistemas relativamente de mesma idade , podemos colocar ambos os sistemas com uma capacidade de detecção semelhante em teoria. A Rússia alega 350 a 400km para o N036-1-01 contra um alvo de 2,5m2. Particularmente ou o APG-81 tem alcance semelhante ou os russos exageraram, isso assumindo um modo de busca normal em mais de 300 graus2.

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