Caça Tejas testa míssil BVR Derby com sucesso

Caça Tejas testa míssil BVR Derby com sucesso

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O caça Tejas, Light Combat Aircraft (LCA), demonstrou com sucesso a capacidade de disparo de míssil ar-ar Beyond Visual Range (BVR) ao lançar o míssil Derby no modo guiado por radar. O lançamento do míssil foi realizado em “lock on”, após o lançamento contra um alvo empregando o modo radar “look down” e o alvo foi destruído.

O objetivo do teste foi avaliar a integração do Derby com sistemas a bordo do Tejas, incluindo aviônicos da aeronave, radar de controle de tiro, lançadores e sistema de armas do míssil e verificar seu desempenho.

O teste foi conduzido contra um alvo aéreo manobrável no Interim Test Range (ITR), Chandipur. Os sensores no ITR também rastrearam o alvo e o míssil.

Uma separação segura foi seguida por orientação do míssil para o alvo adquirido pelo radar. O lançamento impecável foi demonstrado com todos os sistemas de bordo funcionando satisfatoriamente e o míssil realizou um impacto direto no alvo com a destruição completa do mesmo.

O teste de disparo alcançou todos os seus objetivos planejados. O disparo do Derby é um passo importante para liberar as capacidades BVR em aeronaves LCA para a FOC (Final Operational Configuration).

FONTE: India Ministry of Defence

24 COMMENTS

  1. O míssil é BVR mas pelo jeito o teste foi feito na distância visual (ou quase). A expressão “lock on” nos faz crer que o míssil tenha sido lançado já com o alvo “trancado”em seu próprio radar, no modo LOBL. O radar de um míssil do porte do Derby tem curto alcance e não passa de uns 15/20 km para um alvo típico (RCS de 5 m²).

  2. E aí, Bosco.
    Há quanto tempo…
    Afinal de contas, o tejas presta ou não?
    Um caça pode acabar de tornando uma plataforma lançadora de mísseis.
    Neste sentido, se o radar e outros sistemas associados forem bons e o míssil também, o caça dá conta, não é?
    Mas sempre de dá a entender que o tejas ainda estaria deficitário em seu desempenho e capacidade.
    Quais seriam os problemas?
    Acho que para enfrentar a China, a Índia deveria comprar pelo menos uns 50 f35…

  3. E aí Nonato!
    Prazer falar com você de novo.
    Quanto ao Tejas, todo caça presta, mesmo porque as guerras são divididas em batalhas e não travada tudo de uma vez. Numa dada “batalha” um dado oponente pode “estar” superior, mesmo que o inimigo tenha um equipamento considerado mais moderno ou mortal.
    Vale salientar que o equipamento é só parte da equação. Há de se levar em conta outras fatores, como a quantidade, o treinamento, a doutrina, a disponibilidade, a motivação, o apoio externo, etc. Nesse contexto o Tejas pode sim ser considerado um reforço muito válido para qualquer força aérea.
    Um abraço.

  4. Se o Tejas for produzido em grande quantidade, poderá ter o mérito de fazer os inimigos da India desperdiçarem sua munição naquela carne assada, poupando vetores mais valiosos e capazes.

  5. Se o que se quer é apender como conceber, desenvolver, fabricar e voar um avião de caça, o programa Tejas com todos os seus erros e acertos, deve ser observado nos mínimos detalhes.
    ToT não te trás até aqui, passa somente a impressão, mas o que está se realmente fazendo é fabricar sob licença algo criado por outros em outro lugar.

  6. Para mim esse caça é uma cópia mal feita de um desses MIRAGES que a FAB operou no passado, e não falo do MIRAGE 2000. O TEJAS ficou muito pesado e com aerodinâmica aquém do desejável para poder operar em um navio-aerodromo. Nem sequer os indianos foram capazes de desenvolver sua turbina – sucesso parcial ou fracasso parcial, depende se você enxerga o copo meio cheio, ou meio vazio. O Sejas usa a mesma turbina GE-F414 do SUPER HORNET F-18 e do GRIPEN E/F e do GRIPEN E/F BR. Os suecos evoluíram o GRIPEN E do GRIPEN C, ampliando suas capacidades. Os indianos nem sequer foram capazes de fazer isso. Começaram do zero e não teriam o caça se não fosse o motor americano, os suecos são capazes de desenvolver uma turbina do zero, por conta de um setor da VOLVO, mas não o fizeram provavelmente por uma questão de custos, e utilizaram itens OF THE SHELF = DE PRATELEIRA. Pelo que li aqui mesmo nesse blog a SAAB já está desenvolvendo o próprio radar AESA para substituir o ES-05 RAVEN italiano, mas vão usar um sensor IRST italiano da LEONARDO – FINMECCANICA. A Suécia era trancada no que dizia a exportar tecnologia militar, principalmente para transferência de tecnologia, mas há algum tempo tiraram esses entraves porque as tecnologias militares estão cada vez mais complexas e caras, e o governo sueco poderia não suportar o desenvolvimento a criação do GRIPEN E/F, sem sua exportação e transferência de tecnologia, com o que ja planejam desenvolver um caça, também monomotor de 5ª geração.

  7. Olá
    O Tejas é mais um caça no inventário da Força Aérea Indiana, possivelmente o país com mais modelos/origens de caças no seu arsenal. Presta? Como escreveu “mestre Bosco”, sempre presta. Depende mais do usuário/uso do equipamento. Uma coisa é certa: independência tecnológica não se faz “da noite para o dia”. E custa um bocado…
    SDS.

  8. Olá.
    A doutrina tradicional da Suécia (ser neutra e não alinhada) fez dela um “marisco” na “briga entre o mar e o rochedo” (OTAN e Pacto de Varsóvia). Para isso, o pais tem de ter um sistema de defesa altamente profissional e eficiente. E os suecos conseguiram isso preservando/valorizando a indústria local. Caso único no mundo.
    SDS.

  9. Bosco, é bom trocar idéias com você de novo.
    No outro site que venho frequentando você não aparecia. Rs.
    Você como sempre derramando conhecimentos e com a cordialidade que lhe é peculiar.
    Bom, ainda não entendo a situação atual do tejas…
    Voar, voa. Talvez tenha radar bom é consiga disparar mísseis.
    Alguns colegas falaram sobre o tejas servir de alvo da munição inimiga… Mas até que ponto teria um.desempenho muito aquém em relação a um f16, desconsiderando-se dogfights?
    É sobre eventual conhecimento adquirido pelos indianos ao fabricar o tejas tenho minhas dúvidas.
    Você passar 30 anos desenvolvendo um caça e, depois de 30 anos fazê-lo voar…
    O importante é quando você agrega conhecimentos… Que lhe fazem subir na escala tecnológica.
    Por exemplo, com o AMX a Embraer adquirir conhecimentos que, aperfeiçoados ao longo do tempo, lhe permitem hoje projetar aviões civis com grande facilidade.
    Domínio de projetos no computador, levar os modelos de argila ao túnel de vento.
    Fazem isso a toque de caixa.
    Vários modelos e versões de aviões regionais, executivos e o KC 390…
    Tenho minhas dúvidas quanto aos indianos…
    Se apenas conseguiram construir sem a capacidade de projetar outros melhores, de pouco adiantou…
    Mas é melhor do que nada…
    Pelo menos podem construir caças, coisa que o Brasil não consegue.
    Poderíamos construir F5 modernizados…
    Poderíamos ter uns 200 F5 com maior raio de alcance, motores mais potentes, para ter quantidade…
    E uns 50 gripen…
    E talvez uns 20 f35 ou su 50…

  10. Nenhuma aeronave de caça da Saab usou motorização que não inglesa ou americana, ao contrário da aviônica praticamente toda local, apesar de muita tecnologia importada.

  11. Prezado Pedro Filho,
    .
    Alguns pontos precisam ser reavaliados.
    .
    “…cópia mal feita de um desses MIRAGES…”
    Bem, é um delta.
    Mas o formato da asa é diferente.
    Se os indianos tivessem copiado um dos Mirage em delta (III, V ou 2.000) a vida deles teria sido mais fácil. Apenas como referência o Dassault Mirage 2.000 tem um comprimento de 14,36 metros, envergadura de 9,13 metros e pesa vazio (+-) 7.500kg; enquanto o HAL Tejas Mk1 tem 13,20 por 8,20 metros e pesa vazio (+-) 6.560kg.
    .
    “O Sejas usa a mesma turbina GE-F414…”
    O Tejas Mk2 – em gestação – deverá usar a GE-F414.
    O Tejas Mk1 – foram encomendos 40 e estão sendo entregues – usa a irmã mais velha e menos potente GE-F404, que por sua vez é igualmente utilizada no Hornet Legacy F/A-18 A/B/C/D e Gripen A/B/C/D, aeronaves operacionais hoje em dia mais que começar a ficar datadas.
    .
    O turbofan nativo que se pretendia, o GTX-35VS Kaveri, não teve o sucesso que se esperava. Mas, convenhamos, a metas eram muito ambiciosas: partir de fabricação (montagem?) sob licença de motores ingleses e russos para um turbofan militar com pós combustão de alto desempenho.
    Assim sendo, reluto em apontar a falta de sucesso na meta ambiciosa como um retumbante fracasso. O Kaveri, ou derivados dele, poderá ser O propulsor dos futuros UAVs indianos, notadamente em face das restrições internacionais.
    De mais a mais a SNECMA (fabricante francês da M-88 do Rafale) teria sido contratada pelo DRDO para contribuir com o Gas Turbine Research Establishment no desenvolvimento da KAVERI.
    .
    Sempre bom lembrar que o ‘clube’ de fabricantes de turbinas aeronáuticas é mais restrito que o ‘clube’ nuclear. São apenas (pelo que lembro):
    – China;
    – Estados Unidos;
    – França;
    – Inglaterra (Reino Unido);
    – Rússia; e
    – Ucrânia (+/-).
    .
    “…os suecos são capazes de desenvolver uma turbina do zero…”
    Negativo.
    Podem produzir sob licença (como fizeram) e melhorar o projeto (como fizeram), mas desenvolver um turbofan competitivo é muito para eles.
    Contudo, os melhoramentos implementados na GE F404 que resultou na Volvo RM12 foram expressivos e, principalmente, atenderam as necessidades da Svenska Flygvapnet.
    Isto é muita coisa, para uma nação de 10 (dez) milhões de habitantes.
    .
    “…SAAB já está desenvolvendo o próprio radar AESA para substituir o ES-05 RAVEN italiano…”
    Até onde eu li, o ES-05 RAVEN foi desenvolvido pela Leonardo S.p.A. (antes Finmeccanica) para o Gripen NG (depois Gripen E) de acordo com especificações da Flygvapnet e participação da indústria sueca. Assim sendo, até onde sei, não há um futuro radar indígena sueco para o Gripen E/F.
    .
    Finalmente a questão dos custos é efetivamente uma prioridade sueca, como você bem colocou. Esta é uma das grandes contribuições que eles tem dado para o mundo aeronáutico.
    .
    O HAL Tejas realmente tem se mostrado problemático, talvez pequeno demais para tanta coisa que a IAF (Indian Air Force) tem pretendido impor ao LCA.
    É bom lembrar que quando o programa LCA (Light Combat Aircraft) começou lá pelos anos 80, o padrão de um caça leve (Mig21, Mirage III e V, F-104 Starfighter e até o novíssimo F-16) era um canhão e um par de mísseis ar-ar IR WVR.
    Agora, conforme reportagem, estão testando capacidade BVR…
    … porém 3 (três) décadas depois.
    É preciso entender que este é o primeiro projeto indiano, em que pese a construção de tantas outras aeronaves de combate anteriores pela Hindustan Aeronautics Limited (HAL), sob licença é claro.
    Terá defeitos sim.
    Mas será o primeiro.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, do Recife.

  12. Nonato,
    A indústria aeroespacial indiana é muito robusta e tem desenvolvido aeronaves há muito tempo. Antes do Tejas eles desenvolveram outros aviões de combate, como por exemplo, o Marut. Também eles fabricam o Su-30 sob licença.
    A EMBRAER se notabilizou no mercado civil e com o Tucano e o Super Tucano, já os indianos foram mais para o mercado militar.
    Vale salientar que para a Embraer não compensa desenvolver e fabricar um caça leve de 4,5ª (supondo que ela tenha expertise para tal, o que eu acho que tem) que não seja altamente competitivo com o que já existe tendo em vista que só as aquisições da FAB não seriam capazes de sustentar a linha de produção e reduzir os custos de desenvolvimento. Diferente do que ocorre na Índia, onde as compras domésticas são bem significativas.
    Em relação à qualidade do Tejas, caças têm que ter um equilíbrio entre sua “assinatura”, seus sensores e seu armamento. Ou seja, se um caça quer ser grande como o Su-30, com grande RCS (15 m²) ele forçosamente tem que ter um radar grande, potente e de grande alcance, além de armas igualmente de grande alcance. Um caça menor, com menor RCS (1m² ou menos) pode se dar ao luxo de ter um radar menor, de menor alcance. Hoje, esse equilíbrio é essencial. Se o caça for pequeno, com baixa assinatura, e ainda assim tiver um recheio eletrônico avançado, com sensores de grande alcance, melhor ainda. Ele vai ter o melhor dos dois mundos. É o que acontece com os stealths em nível mais elevado. Um F-22 tem RCS de beija flor (rsrssss) mas tem sensores de longo alcance. Mas nem precisa exagerar. Um caça de RCS reduzido como o F-5, F-16, F-18 ou Gripen já está de bom tamanho e melhor se tiver um potente radar AESA, com mísseis de grande alcance.
    Um caça com essa combinação já faz frente a caças maiores e em tese, mais letais. Ainda há outros fatores, como por exemplo, capacidade ECM (contra-medidas eletrônicas), que pode garantir a superioridade para um caça “menor”.
    O Tejas com certeza tem uma interação homem-máquina bem avançada, com certeza contando com o basicão: canopy tipo bolha, telas avançadas, data-link, fusão de dados, HOTAS, FBW, HUD holográfico, HMD, compatível com pods de designação de alvos, etc. , e deverá contar com um radar AESA no futuro.
    Vale salientar que o fator cinético (manobrabilidade, velocidade, aceleração, fator de elevação, etc.) tem perdido lugar para a trinca discrição/ recheio eletrônico/armas avançadas.
    Um abraço.

  13. Mestre Bosco,
    .
    Tinha esquecido do HAL HF-24 Marut da década de 60.
    .
    Só lembrava do HAL Ajeet da década de 70, que era um British Folland Gnat ‘naturalizado’ pela Índia.
    .
    Na verdade sou um velho admirador da simplicidade do Folland Gnat em uma época em que estavam complicando os caças ingleses, como o Gloster Javelin e English Electric Lightning.
    .
    Mas de qualquer forma, tanto a Marut como o Ajeet eram muito mais simples do que a proposta indiana para o LCA (Light Combat Aircraft).
    .
    Abç.,
    Ivan Ivanovich.

  14. Bosco 15 de maio de 2017 at 11:30
    Resumiu bem.
    Apenas um adendo: tratando-se de aeronaves convencionais (não stealth), o que sempre contou muito é ter um radar melhor, com alcance maior, independente da RCS do teu adversário. Qual a lógica disso ? O first look, a detecção, normalmente não é feita pelo caça e sim pelo GCI e/ou AWACS. Estes efetuam a detecção e passam as coordenadas para o caça, que então tem que procurar com seu próprio radar. E aí é que o radar de maior alcance saia na frente. O fato do caça adversário ter uma RCS bem menor (digamos, 3 m2 contra 12 m2) não seria fator preponderante, pois, repetindo, a sua detecção não se daria pelo caça de maior RCS e sim pelo GCI e/ou AWACS.
    O cenário “puro”, ou seja, a equação RCS x alcance radar (caça contra caça), ocorreria apenas quando não houvesse nenhum apoio externo.

  15. AWACS são alvos prioritários nos céus e GCIs (radares inclusos) são alvos prioritários em terra.
    Em algum momento eles vão faltar, senão em muitos momentos.

  16. Galli,
    Mas pela regra geral um redução em 10 x do RCS determina uma detecção na metade do alcance. Ou seja, se uma aeronave com RCS de 10 m² (Su-27, F-15) é detectada por um dado radar a 200 km de distância, uma de 1 m² (F-5, Gripen, F-16) o será a 100 km.
    Claro, a era dos grande caças com RCS de avião de transporte já passou e agora, mesmo os caças convencionais de grande porte (pesados) terão RCS reduzido, haja vista o Su-35 (2 m²).
    Só como exemplo e baseado em dados divulgados (que não devem ser absolutamente precisos mas nos dá uma base de comparação), o radar APG-63 do F-15C (RCS de 10 a 15 m²) detecta um pequeno caça com RCS de 1m² a cerca de 90 km enquanto o radar PS-05/A do pequeno Gripen (RCS menor que 1m²) detecta um caça grande com RCS de 10 m² na mesma distância.
    Ou seja, esse exemplo clássico mostra que mesmo entre os convencionais (não stealths) há de se ter um equilíbrio entre RCS e capacidade de sensores.
    Um abraço.

  17. Ivan, é verdade. Mas observo que são também altamente protegidos (inclusive com escoltas específicas), principalmente o AWACS, em torno do qual gira muito da doutrina operacional da OTAN.

    Bosco, eu vi um número próximo a esse, no tocante a redução de RCS de 10 para 1 m2. Só para constar, ao que me parece, os radares de solo GCI tem alcance na faixa dos 400-450 km e não sabemos o exato mecanismo de funcionamento. Ou seja, se realmente, na prática, haveria essa redução no alcance de detecção. E, havendo, se seria taticamente relevante.
    Quanto aos radares embarcados, recordo de um bate papo aqui nesse espaço com o Rinaldo Nery, onde ficou dito que esses radares tem alcance menor do que os valores propalados pelos fabricantes. Não que sejam “mentira”, mas são valores para as condições “x”. Numa varredura padrão, para se ter idéia, foi citado um alcance de 72 nm para um moderno radar AESA embarcado. Eu venho citando um alcance na faixa das 60-70 nm para caças com radar menor (Rafale, Gripen, F-16) e na faixa das 80-90 nm para caças pesados. É uma estimativa.
    Agora, claro que uma busca setorizada, principalmente, no AESA, resultaria em valores bem maiores, acima das 100-120 nm. Mas haveria como se dar ao luxo de realizar busca setorizada sem informação externa (apontando as coordenadas para onde apontar o radar) ? Acredito que não.

    Os valores correspondentes a RCS de cada caça são classificados. Mesmo que um F-16 tenha a RCS propalada na internet (em torno de 1 m2, average, frontal), ele iria a combate com uma RCS bem maior, quem sabe na faixa dos 3 m2. Quanto ao SU-35, nem na safra da galinha de dente eu acredito que seria de apenas 2 m2… nem com o próprio Putin no radome segurando um escudo de “plasma”… rsrs
    O fato, que não posso deixar de observar, é que grandes caças (valores maiores de RCS) estão aí firmes e fortes, operacionais na USAF e em Israel, Japão, Índia, China e Rússia. Aviões que, em tese, perderiam a “guerra radar” (seriam vistos antes pelos seus adversários numa aproximação padrão frente a frente).

    G abraço

  18. Sem dúvida Galli! Essas estimativas de RCS são numa configuração limpa. Claro que caças convencionais não lutam “limpos” e portanto o RCS nessa condição é fantasiosa, mas é útil para ilustrar a relação radar/RCS.
    Um abraço.

  19. “O fato, que não posso deixar de observar, é que grandes caças (valores maiores de RCS) estão aí firmes e fortes, operacionais na USAF e em Israel, Japão, Índia, China e Rússia. “
    .
    E os pequenos caças também (menor RCS, quase sempre monomotor, menor custo operacional, maior quantidade disponível). Basta observar os F-16, Mirage 2000, Gripen, J-10, MiG21 Bison…
    .
    High & Low Mix.
    Tem missão para todo mundo.

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