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Jane’s: caças Gripen E/F do Brasil estarão operacionais desde o início

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Os primeiros caças Saab Gripen E/F recebidos pela Força Aérea Brasileira (FAB) terão capacidade operacional inicial (IOC) desde o início, segundo o Brigadeiro do Ar Marcio Bruno Bonotto, comandante da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate da FAB (COPAC).

Falando durante um briefing sobre as atividades de exportação do Gripen na divisão aeronáutica da Saab em Linkoping em 9 de maio, o Brigadeiro Bonotto disse que “o primeiro avião Gripen que será entregue em 2021 terá IOC desde o primeiro dia”, acrescentando que a frota de Gripen da FAB “será de aviões operacionais e não somente para o ‘Dia da Independência’ ou para desfiles”.

O Brasil assinou um contrato de SEK39,3 bilhões (US$ 5,4 bilhões) para 36 caças Gripen E/F do Programa F-X2, em outubro de 2014, tendo selecionado o caça sueco em dezembro do ano anterior.

Abordando como o clima difícil clima econômico do Brasil pode afetar a aquisição do Gripen E/F, Bonotto disse que “até agora temos todo o apoio financeiro necessário para o Programa, apesar dos maus momentos econômicos do Brasil”.

O Brigadeiro Bonotto entrou em alguns detalhes sobre o longo e laborioso processo de avaliações que resultaram na seleção do Gripen E/F pela FAB, mas afirmou que também houve fatores não-militares que fizeram da aeronave sueca uma boa escolha. “Foi bom para nós ter escolhido um país como parceiro que não é um grande produtor internacional de jatos como os americanos ou chineses —  o que torna muito mais fácil trabalhar quando os dois países estão em níveis geopolíticos comparáveis ​​”, explicou.

O FAB está considerando vários fluxos de programas e projetando para o futuro, acrescentou Bonotto, e parte dessa projeção futura está inserida na atual agenda de offset que ocorre paralelamente à aquisição do Gripen.

“Não há necessidade de substituir a atual frota de aviões da FAB numa base de um-para-um, então a decisão sobre quantas aeronaves Gripen devem ser adquiridas ainda não foi tomada”, disse ele.

“O programa Gripen prevê um pacote de compensação de cerca de US$ 9 bilhões e totaliza cerca de 40 projetos. Alguns desses projetos são centrados no desenvolvimento de uma aeronave de próxima geração, que viria depois do Gripen. Entre esses projetos de compensação também está o estudo para o Gripen marítimo baseado em porta-aviões.”

O Brigadeiro Bonotto também abordou outras áreas de compras que são motivo de preocupação da FAB, uma das quais é o avião de transporte/tanque Embraer KC-390. A maneira que ele vai abordar a comercialização do avião para outras nações será “como é com a Suécia”, disse. “Eu não quero que alguém compre o KC-390 porque é nosso amigo; eu quero ir para abrir competição… nós tivemos um trabalho tremendo para tornar o KC-390 o que ele é hoje. Dê uma olhada e você poderá constatar que é um avião completamente diferente da proposta original da Embraer. Eu não estou dizendo que meu avião é sempre melhor do que o Lockheed Martin C-130, mas eu quero ir para a competição aberta.”

Enquanto os programas Gripen E/F e KC-390 ainda estão caminhando com um bom suporte, uma das baixas da recessão atual do Brasil é a empresa de armas lançada há muito tempo, a Mectron. A empresa foi adquirida em 2011 pelo conglomerado multinacional brasileiro Odebrecht, mas desde então vários casos de corrupção e bilhões de dólares em multas causaram o colapso da empresa-mãe corporativa.

A Mectron tinha sido responsável por vários programas de armas, alguns dos quais desenvolvidos no Brasil e outros que foram parte de projetos conjuntos com a Denel da África do Sul.

Infelizmente, disse o Brigadeiro Bonotto, “a Mectron fez uma má escolha no passado e hoje estamos terminando nossos contratos com eles para fazer o melhor que pudermos para a FAB. Não vamos ter grandes atrasos devido à morte da Mectron, porque temos outras empresas fazendo o trabalho que ela faria.

“Dois meses atrás, seria uma resposta diferente, mas agora estou um pouco mais otimista. Pelo que posso ver, acho que estão fechando suas portas”, acrescentou o general. “Quando eu voltar na próxima semana para o Brasil vou assinar os últimos papéis para terminar o nosso relacionamento com a Mectron. É triste dizer que uma empresa que começou com quatro sócios que tinham um sonho terminou, mas agora nós teremos outras empresas para completar este trabalho.”

FONTE: Janes.com

67 COMMENTS

  1. “Não há necessidade de substituir a atual frota de aviões da FAB numa base de um-para-um”
    Isso é um desastre. Um desastre anunciado há muito, mas não diminui a tragédia. Desde a época na qual o “Brasil potência” era bradado durando boa parte do f-x2, sabíamos que o dinheiro ia acabar. Acabou e agora se muito teremos os 36 gripens. E olhe lá!

  2. Prezados,

    A entrega do primeiro Gripen foi adiada para 2021, ou o Bonotto estava referindo-se ao primeiro montado na EMBRAER?

    Abraços

  3. O primeiro Gripen NG da FAB já está em produção. O que ocorre é que ele tem de cumprir os requisitos do contrato, inclusive de desenvolvimento. Para a FAB receber, ele terá de cumprir os requisitos de estar apto ao IOC. Contratualmente, a FAB receberá 12 aeronaves em 2021, formando o primeiro esquadrão.
    Uma demonstração que não houve alteração, alguma foi que o contrato do CLS publicado no DOU em 27 de outubro de 2014. Nota oficial da Força Aerea Brasileira:
    http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/21167/GRIPEN%20NG%20-%20FAB%20assina%20contrato%20de%20manuten%C3%A7%C3%A3o

    Ele entra em vigor em 2021, por 5 anos, até 2026. Se pelo planejamento o GripenNG fosse recebido pela FAB antes, o CLS teria entrado em vigor antes.
    A primeira aeronave para a FAB voará em 2019, mas apenas será recebida em 2021, junto com as outras 11.

  4. Ele disse que “o primeiro avião Gripen que será entregue em 2021”? Não era 2019 com o último previsto para 2021?

    Além disso, que estória é essa de pacote de compensação com projetos inclusive “centrados no desenvolvimento de uma aeronave de próxima geração, que viria depois do Gripen”?

  5. 7 anos para receber um caça. ….

    7 anos teríamos 36 rafale ou 60 F/A-18EF

    projeto já mostrou que foi uma furada destinada a caixa 2 e superfaturado, onde 5 estrelas e partidos políticos em geral ganharam dinheiro, um caça que vem.perdendo cada vez mais espaço nos mercados internacionais por aeronaves de segunda mão modernizadas

  6. Acho que seria interessante fazer uma matéria especial sobre a situação da Mectron.
    Sério mesmo, ela é ( ou era) uma empresa tri importante e graças a Odebrescht, vai ser fechada?

    Deveriam tentar vender ela pra salvar os projetos.

  7. Rogerio Rufini 13 de maio de 2017 at 3:17
    Não estamos demorando sete anos para receber um caça, estamos demorando sete anos para sermos capazes de projetar e fabricar plenamente um caça, isso dentro do possível para um país como o Brasil e seu estado tecnológico. Entende?
    Não tenho certeza, mas em 2019 já teremos um Gripen BR voando nos nossos céus, ainda que em fase de testes, aquele de tela única, já está sendo montado na Suécia.
    O ideal seria o Brasil ter um caça melhor que o F5M para esperar até lá, o próprio Gripen CD seria uma boa opção, mas bem, estamos a espera do fim de LJ.
    ___________
    Alisson Mariano 12 de maio de 2017 at 22:28
    Creio que seria melhor entregar a Mectron para a Embraer, assim não teria tanto problema de caixa.

  8. Sabendo que vamos ter que cruzar os dedos para receber os meros 36 Gripen, seria inapropriado a FAB sequer cogitar “uma aeronave que viria após o Gripen”.

  9. Prefiro pensar que vamos pagar 6 bi em tecnologia de construçao de caças e, de lambuja, 36 gripens novinhos em folha. Pode parecer um pensamento simplista mas, se realmente fomos capazes de construir os caças ao final do processo, fatalmente haverá mais aquisiçoes, sejam do nosso país, sejam de outros.
    Abraços e SRN

  10. Agora está confirmado, a FAB conseguiu repetir o erro. “AMX 2, a missão continua”.

    Quanto à Mectron, fato lamentável, mas a própria FAB tem dedo neste resultado. Felizmente a Avibras se relaciona mais com o EB, e agora com a MB, do que com a FAB.

  11. Olhando por outro foco: a Suecia investiu GU$2 para elaborar o projeto e produzir o Gripen E , mas sempre lembrar que a esse valor deve ser acrescido todo o custo de desenvolvemento e produção das versões A/B e C/D. Ou seja, o investimento realizado (sem contar com os viggens, drakens etc) trouxe ao pais um excelente conjunto de equipamentos de defesa e uma industria autoctone produtiva, independente e sadia, tanto tecnica quanto economicamente falando.
    O investimento do Brasil no programa Gripen E e F é da ordem de GU$5,4 , o que inclui projeto, fabric, treinamento, desenvolvimento de centros de excelencia em varia áreas importantíssimas. Notar que inclui neste paragrafo, a versão F, biposto, que é certamente o nosso grande trunfo, porque a partir dessa parte do programa estamos ja adquirindo uma experiencia/conhecimento enorme cujo retorno, se olharmos “apenas” de um lado meramente economico/financeiro ja é exitoso!
    Um bom parametro para definir oque isso representa é dividir o volume de negocios brasileiros so com os avioes a jato da Embraer e o investimento realizado no AMX/Xavantes. Alguem se habilita a produzir esses dados?

  12. Mais uma inutilidade da BID que se vai e como de costume a responsabilidade não é dos sócios do negócio, ou seus administradores, mas sim do governo.
    Essa ladainha cansa.
    A União não tem a mínima obrigação, ou responsabilidade em paparicar, levar pela mãozinha, empresas privadas somente por fabricarem material bélico.

  13. Acho quê no final do processo,não vai chegar nada e vamos de F-5 comprado de oportunidade.Ah vai lá, a FAB tá doida quê isso aconteça.

  14. qboavida 13 de maio de 2017 at 16:39
    É o que deve acontecer, depois que começar a construção no Brasil, os custos caem, o governo arrecada com a produção e com a renda gerada a partir dela, então os custos caem.
    Também vislumbro mais aeronaves, outra coisa é que creio que Embraer e SAAB devem trabalhar em algo conjunto no futuro, se já não estiverem fazendo isso.

  15. O Brasil é realmente o país da piada pronta.
    O país recebe em 1972 o Mirage 3. O Mirage 3 envelhece e precisa ser substituído com urgência. O Mirage 3 é aposentado em 2005. Como “tampão” adquiri-se com urgência alguns Mirage 2000 usados até que um caça definitivo, novo, seja escolhido e adquirido numa quantidade minimamente aceitável. O “tampão” envelhece e precisa ser substituído com urgência urgentíssima. O tampão é aposentado em 2013. Escolhe-se no seu lugar um caça em desenvolvimento que só começará a ser entregue em …. 2021.

  16. Bom vou dar pitaco, mas já de antemão aviso que sou leigo…
    Vendo esse cenário vejo que o melhor msm parecia ser a idéia de compra de prateleira… Já que a única beneficiária é a Embraer, que vai ter acesso a tecnologia e que infelizmente por conta dos desgovernos que temos é que tivemos, infelizmente em termos de defesa acho que teria saído mais barato ou pelo msm valor teríamos mais caças… A grande idéia por parte da transferência de tecnologia era a possibilidade de integração dos armamentos nacionais, mas até a Mectron que fabricava os mísseis já está deixando de existir… Para mim só fica a pergunta aonde está o plano de longo prazo para as forças armadas? Aonde está o plano o nosso plano de Estado?
    A empreiteira comprou e agora já era… Gastamos uma fabula para receber tecnologia para que? O que a defesa do Brasil vai ganhar com isso? Dúvido que façamos mais caças em casa se bobear devido ao custo Brasil o gripe Br vai sair mais caro que o “original”… E se bobear daqui até lá o f-35 via FMS vai sair mais em conta….

    Desculpa se falei besteira ou se eu estou sendo muito pessimista, mas uma coisa que eu aprendi com esse blog é que o tempo é o senhor de toda a verdade e o que eu estou vendo são as profecias se realizando…. Ou melhor a análise profissional e bem pautada de muitos comentaristas (que muitas vezes foram criticados e humilhados por serem pragmáticos e realistas) se tornar realidade!!!

  17. Sério mesmo que a Mectron vai acabar assim? Não é possível que este governo seja tão entreguista assim. Não dá para acreditar que esse país nunca será independente, que seremos sempre semi-colônia e olha lá. No fim parece que as nossas riquezas são nosso desastre, a cobiça é grande demais. Deveríamos parar de nos reproduzir para não dar desgosto para mais gerações. Largar o osso para os cães se matarem por ele sem que nós venhamos a sofrer. Dureza. Desculpem-me pelo desabafo.

  18. Boto fé no programa do Gripen. Ha o ganho tecnológico, há a questão da participação no desenvolvimento e o ideal de conquistar alguma independência. Vamos ser capazes de construir caças depois do Gripen? Não, certamente que não, até porque nos falta vontade social e política, mas, com a mais absoluta certeza, avançamos muito mais do que se optássemos por comprar um caça pronto….
    Se serão apenas 36 ou 118, isso não tem a ver com a plataforma, o fabricante ou o avião em si. Isso decorre do desastre político que vivemos a décadas e esse desastre não tem a ver com partido ou com cores, essa seria uma explicação rasa, própria dos que não enxergam ou não querem enxergar a realidade.
    Eu, modestamente, entendo que devemos separar a questão do caça em si, uma boa aeronave que nos trará alguns ganhos marginais, e a maneiras como o poder político conduz a questão da Defesa do nosso país.

  19. Amigos…
    .
    Pelo que entendi, não mudou absolutamente nada.
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    O IOC das aeronaves já estava previsto desde o início para ser em 2021 ( o que considero até otimismo )…
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    Me corrijam se eu estiver errado, mas IOC significa aeronaves já sendo entregues antes do prazo para se declarar tal, posto que o IOC exige aeronaves já prontas para combate e equipagens devidamente adestradas ao mínimo para cumprir com o básico.
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    Pelo cronograma original, os três primeiros caças brasileiros deixam a linha em 2019 e seguem para avaliações ( aliás, salvo melhor juízo, os primeiros exemplares de produção serão para a FAB ). Em 2020 serão recebidos mais seis caças, com onze aeronaves em 2021; ou seja, em número suficiente para constituir ao menos um esquadrão e garantir a operacionalidade inicial.
    .
    Muito provavelmente, os primeiros exemplares entregues entre 2019 e 2020 farão as vezes de uma pré-série, na qual serão avaliados todos os parâmetros necessários ao uso da máquina. Lembremos que o F-39, diferente dos outros concorrentes do FX-2, não está operacional ainda… Portanto, o processo pelo qual ele passará para tornar-se operacional na FAB será muito similar ao que vemos hoje, por exemplo, com o F-35, no qual serão testadas configurações para voo e armas, e subsistemas.
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    Resumo: as aeronaves entregues a partir de 2021 já irão direto para o setor operativo da Força. Pra mim, foi basicamente isso o que foi dito…

  20. Que interessante ,os tentaculos do partidao detonaram a MECTRON ,kkkkkkkk , o apetite dos caras eh algo assustador , parecem gafanhotos , destroem tudo , empresas ,educaçao ,segurança , familia , civilizaçao ,kkkk, parece coisa du capeta !

  21. _RR_ meu entendimento em relação ao IOC é similar ao seu. Teria sido esclarecido que , em 2021, teremos um esquadrão operacional.
    Voltando à questao das FFAA: como qualquer outra organização, estas dependem de uma serie enorme de fatores para atender às suas obrigações constitucionais. Para ficarmos apenas nos armamentos, o Brasil realmente não é um bom exemplo, afinal todas as nossas forças de defesa são extremamente mal equipadas. Qualquer representante do estado, de um pais, que tenha um minimo de responsabilidade com sua segurança, tem que zelar pela segurança da nação o que inclui um minimo de independencia no setor de armamentos. Como atingir esse objetivo? Seria comprando meia duzia de mirages desdentados a cada quinze, vinte anos? Ou esperar o pentagono liberar F4s e receber F5s ja no osso apos voar milhoes de horas como agressors? Agora se não apostarmos na competência da Embraer, Quem? Vamos contratar a Hal indiana?

  22. Qual seria a alternativa proposta pelos senhores sabios de sião! Qual seria a alternativa à Embraer? Quem?
    Por outro lado, olhando no sentido economico e social, alguem aqui fecharia a Embraer? Manteria estatizada? Jogaria fora ou teria a petulancia de dizer que não serve para nada? Ora façam-me um favor! Deixem pelo menos quem tenha competencia e obstinação trabalhar e sobreviver desenvolvendo Bandeirantes, Erjs, Kc390 e vendendo para as FFAA. É melhor isso do que continuarmos a comprar ate uniformes de brim fabricados por chineses; o que nao é um demerito em relaçao àChina nem aos fabricanres de brins…..Abs

  23. Olá.
    É complicado tratar todas as empresas da mesma forma e do mesmo modo. É o mesmo que dizer que não faz diferença se um investimento/ação beneficia os cidadãos do país ou de um outro local qualquer. Não é assim. O governo brasileiro tem de priorizar os brasileiros. De forma justa, obviamente, sem desperdícios ou falcatruas. A grande questão é se os gastos com P&D devem ser contabilizados como “custos” ou “investimento”. E até que ponto o país quer (precisa) ter “independência tecnológica”.
    O caso da Suécia é único no mundo: é um pais que prioriza a neutralidade e o não alinhamento ideológico, conseguindo ter um sistema de defesa autônomo baseado na industria local, embora não seja uma “potência” (militar, econômica, ideológica) mundial. E ainda assim, consegue ter equipamentos bélicos da “primeira linha”.
    É um exemplo a ser estudado e aprendido. Poderia fazer “muito bem” para o Brasil. Quem sabe a compra dos caças possa trazer um pouco desse “espírito” para nós?
    SDS.

  24. Eu trocaria esses 36 Gripens com TOT por 56 F-16 de prateleira.
    Todos sabemos que a FAB daqui 20 anos não terá mais que 60/70 com muito esforço. Seria muito melhor ter 120 F-16 de uma compra direta do que essa maluquice de F-39. Poderiam até fabricar os f-16 por aqui, pois os americanos deixariam já que vão fechar a linha logo logo para dar mais espaço para o F-35.
    No final teremos um ou dois esquadrões e sempre 5/10 unidades estarão em manutenção

    Então caso entrar em guerra teremos sempre 20/25 aviões prontos pra combate.
    Se agente te tivesse o tamanho do Uruguai,Peru ou Bolívia até seria bom…mas não temos ne?

  25. O fechamento da Mectron era um dos alvos dos americanos há muito tempo.
    Não sou de esquerda, mas a Mectron já estava preocupando os americanos há algum tempo e tirá-la das mãos das FAs foi o primeiro passo. Desconfio inclusive que toda essa cachoeira de investigações contra a Odebrecht possa ser apenas uma artimanha americana por ela ter entrado no mercado de defesa. Talvez, não sei…

    E os caças que, na época do anúncio eram para começarem a ser entregues em 2019 e houve muita reclamação na web e condenação por ter sido escolhido o avião que não estava pronto e que 2019 era muito tempo, fico sabendo agora que é para 2021. =O

    E se seguir esse embuste do Temer, exterminador do futuro e apoiador dos bancos que vão faturar com previdência privada e que, como grandes multinacionais, contam com a ampla vista grossa da Previdência, pois são os maiores devedores da previdência, aí sim é que teremos uma parada total de desenvolvimento de meios e de armas, pois este governo embuste visa apenas a destruição do status que o Brasil, mal ou bem adquiriu, mesmo com toda a roubalheira petista.

  26. Não sou anti-americano viu Vader. kkk Vejo que o problema do Brasil é o brasileiro e que se o país fosse habitado pelo povo americano o Brasil seria uma potência ainda mais forte do que é.

  27. O Brigadeiro não foi muito feliz na construção de sua fala, acabou confundindo mais ainda (Pelo menos para nós) o já confuso programa.
    Essas coisa precisam ser explicadas em seus mínimos detalhes, como já dizia certo humorista..
    .
    Em 2019 receberemos os primeiros aviões (Conforme cronograma até então) e a partir dos que chegarem a partir de 2021 já teremos IOC é isso??? Ou todos chegarão apenas a partir de 2021?
    .
    Eu acredito e espero que seja a primeira opção.
    De qualquer forma, espero que a FAB esclareça esses dados.

  28. Se os americanos estivessem por trás do fechamento da Mectron, seriam mais assertivos como quando foi com a Órbita.
    Tipo se querem continuar vendendo ERJ por aqui…
    No mais não vejo o que pudesse assustar tanto assim aos americanos, a Mectron exceto talvez pelo trabalho no Link BR2, nunca entregou nada funcionado a contento.

  29. “O Brasil é realmente é o país da piada pronta” (Bosco)…Verdade…
    Chega dar tristeza…2021 se não houver outra “surpresinha” no meio da caminho…2024…2026…
    Dá-lhe BRASIL !!!!

  30. Ah claro, a poderosa Mectron, fabricante dos mais fodásticos mísseis da face da Terra, capazes de travarem o alvo na cloaca de uma pulga em Plutão, foi fechada “peluzamericanu mau feiú i bobu”, com o conluio dos golpistas-entreguistas do PMDB, que herdaram o poder depois do governo ilegalmente deposto, que vinha fazendo um trabalho fantástico ao permitir que uma empresa da base de defesa fosse adquirida pela “boazinha” Odebrecht…
    .
    “Esssimaricanuz malditus”…
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    Qualé, vcs realmente acham que os americanos não tem mais o que se preocupar? Será mesmo que o que assusta o Tio Sam são os buscapés que os latrino-americanos-que-falam-um-dialeto-do-espanhol fabricam, ou os mísseis intercontinentais da, por exemplo, Coréia-Lixo?
    .
    Querem apontar o dedo pra alguém? Apontem para VOCÊS mesmos, que meteram no poder um ParTido corrupto, com um projeto de poder FALIDO, que foi tremendamente incompetente até para executar este projeto de poder estapafúrdio!
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    A Mectron falir? Hahahahahaha, tragédia ANUNCIADA e reanunciada aqui mesmo, por mim e muitos outros, ao longo da última década. A Mectron-Odebrecht explodir é só mais um retrato do naufrágio do “Bravphil-PuThânphia” que VOCÊS criaram…
    .
    O brasileiro não precisa da ajuda de gringo-bobo nenhum pra se auto-destruir. Ele próprio é extremamente competente nisso.

  31. A MECTRON nem um site que presta tinha. Eu mesmo “denunciei” isto aqui na Trilogia algumas vezes. Achava o site que ela “tinha” (porque depois da Odebrecht deixou de ter) horrível e mais meia boca que o site da escola primária da minha filha. Já não me cheirava bem há muito tempo.
    E ficava admirado como uma empresa que não tinha nada pra vender conseguia sobreviver. Coisas de Pindorama Brasilis. Como certeza os brasileiros e suas brasilices precisam ser estudadas pela… NASA. rsrss

  32. My Lord Vader e que nao fomos informados q mediante a intervenção da mãe Dinah, intermediando uma abdução alienígena, as tecnologias Franco-Russo Marcianas de tecnologias plug and play foram absorvidas pela Mectron e foram usadas no Piranha, aquele míssil incapaz de acertar a bunda de elefante pegando fogo no ceu.Tudo isto despertou a ira duzamericanu’ malvadu.

    G abraco

  33. Olá.
    Bom, se o problema forem os brasileiros propriamente, ai não vai fazer a mínima diferença: todo e qualquer projeto, independente da área de conhecimento ou atuação, está fadado ao fracasso. Seja com parcerias europeias, americanas, marcianas, semíticas, portenhas, não importa.
    Vamos “fechar o bar”, botar as cadeiras sobre as mesas, abdicar de todo e qualquer desenvolvimento tecnológico e ficar na praia tomando Sol, bebendo caipirinhas, assistindo jogos de futebol e brincando com nossos macacos.
    “Ugha bugha!!!”
    SDS.

    P.S.1: Chego a pensar que um partido político brasileiro foi responsável pela queda do meteorito que causou a extinção K-T.
    P.S.2: É um console de games… 🙂
    P.S.3: Senhores moderadores/editores do site, o texto a cima (e abaixo) não tem qualquer outra intensão que não seja satírico/cômica; mas se eu for merecedor de moderação (e acho que sou…), que eu não seja o único… 😉
    P.S.4: Também é um console de games… 😛

  34. Não, o problema não é o brasileiro, já falei: a culpa é dos reptilianos americanus da CIA do Clube Bildeberg e Rotschild do capitalismo malvadão que forçaram sob ameaça de morte milhões de brasileiros a votarem no ParTido por mais de uma década… 🙂
    .
    Quanto a mim, tenho memória suficiente pra lembrar quem eram os caras que aplaudiam embasbacados quando o “Bravphil-PuThânphia” ora naufragado estava em seu auge; montes de baba-ovos pseudo-ufanistas, junto com a esquerdalha e a antiamericanalha em geral, acreditando piamente que a ora tinha finalmente chegado e que em breve destronaríamos o “Impériu du Mau du Nórti”, que a política externa “altiva e ativa” iria “enterrar a dominação imperialista pra sempre”, enquanto todos nós, que denunciávamos as m. que eram feitas com o dinheiro público, a papagaiada toda que estava nos sendo pregada, éramos tachados de “entreguistas”, “americanófilos”, “direitistas” e outras porcarias…
    .
    Ah quer saber, não sei porque porque perco meu tempo aqui ainda… Vcs merecem o que tem; colhem o que plantaram.
    .
    Bem feito, só isso que tenho a lhes desejar (vocês sabem quem são)…

  35. Boscão, você conhece a Lei Rouanet, né?
    Na área de tecnologia tem algo parecido, a FINEP faz chamadas públicas para interessados.
    A empresa vai lá e pede um dinheiro para fazer um estudo sobre mísseis e apresenta um projeto de uma cabeça de míssil.
    A FINEP “analisa” os projetos e seleciona alguns para financiar.
    As empresas recebem o dinheiro e realizam o tal estudo, não necessariamente chegando a algum resultado útil. A Mectron é igual cineasta de filme que ninguém vê. O que importa é o dinheiro do governo pingando na conta bancária e ficar se reunindo com seus pares, contando vantagem.
    E assim as coisas vão se sucedendo. As empresas de tecnologia, em especial as bélicas, vão sobrevivendo de financiamento público a fundo perdido, pois não precisam pagar o tal financiamento. E nem precisam produzir algo comercialmente viável.
    Até que vem uma crise, a FINEP tem suas torneiras fechadas e as empresas fecham.

  36. Que massa… o interessante do blog não era só as matéria!!! A mim, fazia muita falta esta galera comentando!!! Prefiro nem ter o direito de fazer uma colocação, mas entrar no blog e ver este mundareu de comentários!!!! Fico muito feliz de ver o Poder Aéreo voltando a ser o que era, um espaço para debates!! “Um salve a Trilogia”…..

  37. “Não há necessidade de substituir a atual frota de aviões da FAB numa base de um-para-um”
    Isto é a declaração mais óbvia do mundo, já que o Gripen é um caça multi-missão, e os avões substituídos (F-5 e AMX) não tem essa capacidade. Não sei porque alguns aqui estão querendo cortar os pulsos por causa disso, já que isso aconteceria qualquer que fosse o vencedor do FX-2

  38. Muito legal ver os comentários abertos novamente. Tá certo que tem uns camaradas que é melhor ler do que ser cego, mas faz parte

  39. A Mectron não vai fazer muita falta. Ela não fazia nada de muito sofisticado. Já a Opto sim, seria uma perda. Aliás, a Opto também não estava bem das pernas, alguém sabe qual a situação atual dela?

  40. Eita até que emfim o P.A. renasceu!!!
    Dá Neles Vader, Mestre Bosco e Juarez!!!
    O que faliu a Mectron foram as “largatixas que viraram crocodilos” e que tavam com a boca muito aberta (by E. Odebrecht)…corruPTos e corruPTores.
    Simples assim… Tudo que tocaram apodreceu.
    Vide os correios por ex.

  41. “Bosco 13 de maio de 2017 at 18:06
    O Brasil é realmente o país da piada pronta.
    O país recebe em 1972 o Mirage 3. O Mirage 3 envelhece e precisa ser substituído com urgência. O Mirage 3 é aposentado em 2005. Como “tampão” adquiri-se com urgência alguns Mirage 2000 usados até que um caça definitivo, novo, seja escolhido e adquirido numa quantidade minimamente aceitável. O “tampão” envelhece e precisa ser substituído com urgência urgentíssima. O tampão é aposentado em 2013. Escolhe-se no seu lugar um caça em desenvolvimento que só começará a ser entregue em …. 2021.”

    Tem razão!

    Esses caças deveriam ser adquiridos de imediato e numa quantidade no mínimo de uns 100!

  42. Podiam manter os comentários liberados. Além do conteúdo publicado pelo site, as discussões acrescentam muito para quem se interessa por defesa.

  43. JT8D, ela estava em recuperação judicial até pouco tempo atrás quando a Akaer fez uma proposta de compra que foi aceita pelos credores, hoje ela faz parte da Akaer e mudou o nome para OPTO Space & Defense. Quanto a mectron , não vai fazer falta, o link br foi para a AEL e os mísseis ficaram com a avibras
    Esse link explica todo o processo:

    https://www.akaer.com.br/20170123.html

  44. Só vendo onde isso vai dar.
    Bom dia!
    Acredito que todo esforço para desenvolver tecnologia própria é válida. Na área da aviação nem se fala. Mas isso era quando um bom caça tinha um motor possante, um bom canhão, alguns mísseis para dar um trabalho e era razoavelmente manobrável.
    Hoje em dia esse sonho de se fazer tudo só não existe mais. Até os norte americanos perceberam isso e criaram um sistema chamado F-35. Alguns teimam em chamá-lo de caça.
    Eu vejo o F-35 hoje como foi o Me-262 no seu tempo. Um assassino. Com uma condição: o F-35 não tem inimigos a altura e nem terá nos próximos 10…15…talvez 20 anos.
    Franceses pagam caro pela sua arrogância travestida de soberania. Russos, barato pelos seus descartáveis, digo, equipamentos militares de ponta.
    Brasileiro paga qualquer coisa porque é brasileiro. Ele paga 45 mil num Gol e o dirige achando que está dentro de um Camaro (proporcionalmente você paga 45 mil reais num Camaro nos Estados Unidos, aquele país que nada sabe desenvolver ou produzir).
    Fico perplexo como ainda existe gente, principalmente aqui nesse fórum, acreditando que podemos, sozinhos, desenvolver mísseis, torpedos, caças… Não produzimos nem carros. A marca que fazia isso se chamava Gurgel, usava motores alemães (Wolkswagen) e acabou falindo.
    Não produzimos tecnologia. E quem não produz tecnologia não faz caça, torpedo ou o que quer que seja. E por favor não use Embraer como exemplo porque parte dela é francesa e quase tudo que vai dentro de um dos seus aviões não é made in Brasil.
    Nos afastamos daqueles que sempre, mesmo com alguns embargos, nos abriram as mãos para comprarmos seus meios militares a preços cômodos e facilitados. Os Estados Unidos.
    Encontramos nos suecos um caminho de parceria que nunca imaginei que encontraríamos. Bom para a FAB. Bom para a Embraer. Bom para o Brasil. A tecnologia do Gripen é ótima para caças. Só.
    Foi a escolha acertada. Foi perfeita. Foi o 7×1 da Alemanha só que feito pelo Brasil.
    Caças russos são ótimos para russos. Franceses para franceses.
    Quer saber como são seus caças? Quer saber como será operar um deles? Tenha um carro russo ou francês.
    Yamamoto não queria que o Japão fosse a guerra contra os Estados Unidos. Uma vez ele perguntou ao alto comando japonês se eles sabiam quanto carros os norte americanos produziam por ano. Você sabe quantos? Se não sabe essa resposta e nem o sentido dessa interrogação nesse texto o aconselho a ler e escrever no Sputinik porque estará no site certo.
    Abraço a todos.
    Emmanuel, o leigo recifense que mora em porto alegre.

  45. E o link BR2 foi cair no “saco vazio não para em pé” da Elbit…
    Não que eu esteja realmente reclamando, afinal se ainda temos aviação de caça, devemos isto a Elbit, devo reconhecer.
    Mas certas coisas nem que a vaca tussa, devem passar pelas mãos de estrangeiros.
    E quem nesta mal sinada BID poderia cuidar de tal empreitada????
    Lembram daquela Fundação Atech criada quando do Projeto Sivan e dada de presenta á Embraer, na esteira do suspeitíssimo contrato cheio de conflitos de interesses do Sisfron em que o EB forçou a barra, a amizade e mais um pouco para assinar????
    Quanto aos mísseis, bem o que é que a Avibrás fez nos últimos 40 anos além do Astros II ou do 2020, que funcionou???? A FILA não vale, não foi projeto original dela.

  46. A minha visão é de que este governo atual não vai fazer nenhum investimento em defesa, nem o sucessor deste corrupto satanista que está ocupando o governo federal, aliás, o temeroso paralisou investimentos por 20 anos. Como conseguiu isso?
    O que mais gosto na Trilogia de defesa são ler os artigos, quando os acho interessantes, e ler os argumentos do debate, mas alguns leitores se excedem e se inflamam com certa facilidade. Chega até a dar medo de passar perto na rua, kkk, e isso que tenho 1,93m (e me garanto 😉 ) kkk
    Não sou de esquerda, sou a favor de um novo Regime Militar.
    Não afirmei que foi “osamericanu”, apenas sempre desconfio. Não sou anti-americano, simpatizo muito com este povo, miscigenado como o nosso, mas que, devido à cultura e perseverança e outros valores, em dueto com a simpatia e colaboração judaíca, dominam e são a maior potência. E por um lado é bom, pois, se fosse os árabes que dominassem, as mulheres iriam andar sempre com burcas, os alemães haveria sempre o risco do racismo e os brasileiros a ladroagem tomava conta do planeta.
    Penso que deve haver mais compromisso, perseverança, investimento, seriedade, inteligência e competência por parte de autoridades e gestores para que o país se desenvolva.
    Não defendo empresas de defesa que acabam se tornando apenas elefantes brancos para ficarem sugando dinheiro do governo, mas defendo que não adianta o país ter uma defesa enxuta se não procurar desenvolver sua independência e desenvolvimento técnico lógico através de empresas que consigam gerar valor e receitas. Deviamos ter mais bons exemplos como o KC390 e o A 29. E acreditar mais no que é nosso, fazer como os japoneses, melhorar até ficar bom.
    Quando falo que o problema é o brasileiro, me refiro ao pensamento de sirí, ao jeitinho, a preguiça, a corrupção e falta de contiunuidade.

  47. Emmanuel,
    A pequenina participação francesa na Embraer já não existe há muito tempo. Creditar a tecnologia da Embraer a franceses chega a ser um acinte.
    Cristiano, você entendeu bem errado a PEC do teto dos gastos. Grosso modo, dá para dizer que os investimentos, em termos reais, continuarão do mesmo tamanho. Mas, na verdade, eles podem crescer ou diminuir, desde que outras áreas sofram os ajustes correspondentes, assim como pode um novo presidente propor e o Congresso aprovar uma PEC que revogue essa parte da CF que estabeleceu o teto.

  48. Emmanuel 09:53 – É bem por aí amigo! Compensou o que gastamos com a Mectron? Valeu o investimento no VLS? Soberania nacional a que preço? Faz sentido com tantos fornecedores e produtos globalizados? Faça algo melhor e mais barato e terás mercado (Super Tucano, ERJ etc) ou não perca tempo nem dinheiro, compre de quem faz melhor. Transferência de tecnologia não é uma panaceia, é preciso objetivo, seriedade, plano de longo prazo e querer desenvolver o país como um todo, a Rússia fabrica caças, submarinos, helicópteros, mísseis etc e não deixou de ser um país atrasado, nunca chegou perto de ser potência econômica, aceitaria seu salário do próximo mês em rublos? Somos uma das economias mais fechadas do mundo, meu parente queria importar uma máquina para torrar farinha e desistiu… lá fora um canivete ZT custa 700usd aqui sai por 8mil! Não dá gente! Não precisamos de reforma trabalhista e previdenciária, precisamos de uma reforma geral: educação, segurança, política, judiciária, eleitoral. Vamos parar com baboseiras ideológicas, ganhar voto de pobre é fácil, prometer o céu e culpar outros pelos nossos fracassos não é novidade, é preciso mudar gente… e tomara que não seja de país pois não tenho mais idade para isso.

  49. Caro Rafael, em nenhum momento creditei a tecnologia da Embraer aos franceses.
    Ter um pouco mais de atenção na leitura.
    Abraço cordial.

  50. Cara Emannuel,
    “Não produzimos tecnologia. E quem não produz tecnologia não faz caça, torpedo ou o que quer que seja. E por favor não use Embraer como exemplo porque parte dela é francesa e quase tudo que vai dentro de um dos seus aviões não é made in Brasil.”
    Bom, então qual foi o sentido de dizer que parte dela era francesa?
    Mas, ok, para você a Embraer não produz tecnologia, e quase tudo que vai dentro dos seus aviões é fabricado no exterior.
    De qualquer forma, discordo, pois projetar a aeronave já é, em si, um grande feito tecnológico. Poucas empresas no mundo conseguem projetar uma aeronave comercialmente rentável.
    Abraço!

  51. Caro Rafael,
    Novamente venho aqui informar quem em nenhum momento creditei a tecnologia da Embraer aos franceses.
    E não, realmente não produzimos tecnologia. O fato da Embraer produzir aviões não significa que o Brasil produza tecnologia. Acreditei que tinha ficado evidente isso.
    Ótimo que discorda, o que seria do mundo se todos pensassem igual.
    Você falou bem. Poucas empresas. A Embraer não é um país. É uma empresa.
    Espero que tenha ficado entendido o que escrevi.
    Abraço.

  52. Prezado Emmanuel:
    A Gurgel sofreu boicote de tudo que foi lado! Lembras-te do empréstimo de 5 milhões de dólares para a compra de uma fábrica de caixa de câmbio, negada pelo BNDES? O motor que a Volks não quis mais fornecer? E por aí vai…
    Um abraço.

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