Home Espaço Quatro países têm interesse em usar centro de lançamento de foguete do...

Quatro países têm interesse em usar centro de lançamento de foguete do Brasil

6564
6

Estados Unidos, França, Rússia e Israel manifestaram interesse em formalizar parceria com o Brasil para utilização do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no estado do Maranhão. A informação é do ministro da Defesa, Raul Jungmann, que esteve hoje (12) conhecendo as instalações do centro e o programa espacial brasileiro.

O CLA é a denominação da segunda base de lançamento de foguetes da Força Aérea Brasileira (FAB). Ele sedia os testes do Veículo Lançador de Satélites e destina-se a realizar missões de lançamento de satélites. De acordo com o ministro, qualquer acordo com as partes interessadas se dará sempre levando em consideração a soberania do Brasil.

“Na semana passada, um grupo francês esteve visitando o centro de lançamento. Obtive informações de que o CLA está em condições operacionais. Ou seja, se houver algumas demandas, o centro pode lançar foguetes num prazo de uma semana”, disse Jungmann.

O ministro informou que mantém conversas com a direção da Embraer Defesa, a fim de que o conglomerado nacional, que é sócio na Visiona, junto com a Telebrás, também fixe acordos com o CLA.

A Visiona é a empresa que contratou da francesa Thales o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC).

“Vou também procurar o BNDES para que o banco possa apontar formas de fomento para o centro de lançamento. Em uma outra frente conversarei com os responsáveis na Casa Civil da Presidência da República para equacionar as questões de natureza fundiárias”, concluiu.

FONTE: EBC

6 COMMENTS

  1. Alguem poderia dizer quanto tempo seria necessario para, havendo recursos, substituir a base da Guiana no lancamento de nosso geoestacionario? Claro que é uma pretensão extremamente ambiciosa, mas por que nao? Sera que aqui quilombolas e sindicalistas tambem impediriam o lancamento de um satelite tao importante para o Brasil?

  2. Claro que temos inumeros pressupostos e incontaveis distintos programas/projetos possiveis. Parto do principio de que todo o equipamento e sistemas requeridos seriam trazidos/importados.
    Digamos que uma hipotese a ser considerada seria trazer um ciclone da Ucrania com todas as instalaçoes. Seria o minimo que poderiamos cobrar dis ucranianos, considerando que, pelo menos teoricamente, “jogamos ao espaço” um bilhão contabilizado. Isso é so uma hipotese a ser descartada, ate porque eu nao arriscaria nosso precioso satelite com eles e esse vetor nem sequer tem capacidade de colocar em orbita geoestacionaria. Essa analise presta para levantar os nossos prejuizos, torna-los publicos e onrigar a quem roubou nosso direito de ter internet 4G pagar com dinheiro e cadeia.
    Bom, ja que nao da para ser ucraniano (que é um povo muito simpatico com uma numerosa colonia radicada no sul do Brasil), quem poderia ser?

  3. França? De novo, nao né! Russia: por favor, não! USA? Pra inicio de conversa nao querem d fato que tenhamos essa capacidade.
    Israel: tem meu voto. Mas com qual vetor?
    Dois anos e ~5MU$?

  4. se vc quer apenas dinheiro va com a Russia, Franca e EUA…
    Se quiser tecnologia e parceria va com Israel…
    simples assim…

  5. Do meu ponto de vista, os EEUU não precisam, a bagaça provavelmente teria uma importância “secundária” ou até “terciária” para eles; a Rússia, sei lá, quanta grana teria para investir aqui e em quanto tempo; a França, a meu ver, seria mais uma enrolação interminável.
    Logo, se houvesse uma votação ou um plebiscito eu, sem a menor sombra de dúvidas, apoiaria a escolha de ISRAEL!
    Titio Yaaqov não brinca em serviço.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here