A Embraer promoveu hoje a visita da imprensa presente na LAAD Defesa & Segurança 2017 a um dos protótipos do cargueiro militar KC-390 no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro.

Nosso colaborador Angelo Nicolaci do blog GBN – Geopolítica Brasil esteve lá e enviou as fotos deste post.

Nas imagens, vários detalhes interessantes da aeronave brasileira que pretende ocupar o espaço do C-130 Hercules.

FOTOS: Angelo Nicolaci

7 COMMENTS

  1. A pintura do avião já começa a presentar sinais de desgaste, compreensível, os voos de testes são muitos. Para uma apresentação comercial, seria bom uma nova pintura, em especial, Le Bourget, que se aproxima.
    Gostaria de saber o que levou a FAB a adotar esse esquema de camuflagem em seus aviões. Nosso país tem uma característica de solo argiloso, possuindo toda uma variedade de tons do marrom ao castanho claro, do ocre ao vermelho. São cores presentes de norte a sul, praticamente quase todo aeroporto ou base aérea em nosso país, tem a presença de terra ou barro nas imediações, essa variação de cor facilmente vem acompanhada do verde de gramas, arbustos ou mata. O padrão de camuflagem presente seria mais apropriado para países do norte ou regiões centrais da Europa, onde o solo é predominantemente de cor muito escura, negro. Para determinados aviões no Brasil as cores da pintura original de aviões como o F-5 ou o C-130 (na sua terceira versão de pintura, camuflada) ficariam bem mais adequadas para as várias partes de nosso território.
    É interessante notar, que alguns fabricantes, para impulsionar as vendas, chegam a pintar seus aviões com o padrão de camuflagem adotado pela força aérea do país ou região que vai ser visitado.

    P.S. Boas fotos, gostei da foto da cabine, notar a espuma adaptada para conforto do punho do segundo piloto, no manche à direita.

  2. Pintura de camuflagem nao é algo meramente pictorico, ditado por padroes esteticos ou definido por decorador de cozinha. Quem disse que as cores utilizadas tem em sua composição apenas pigmentos de chumbo ou minerio de ferro, que nem um zarcão da epoca de meu bisavô? Que o diga o pessoal do F22 e do F35. Vejam que os respectivos fabricantes so conseguiram amenizar dificuldade de aderencia da pelicula à base da superficies apos muita pesquisa; para tentar obter efeito stealth frente a condições extremas de temperaturas (altas e baixas), atrito intenso, choques aerodinamicos, etc, foi necessario um trabalho enorme, um tema muito complexo e que nao devia simplesmente ser tratado de forma tao amadora. Quando falamos em aviaçao, nao da para ser assim ….o pessoal que desenvolveu os revestimentos de nossas aeronaves militares merecem credito. E digo mais, alguem so encherga utilidade em algo quando percebe, tem competencia pra isso. A camuflagem da FAB, por exemplo.

  3. Fotos espetaculares! E por falar em cores: tudo que é laranja nas fotos, essas sim, são pintadas com padrão apenas visual (espectro visivel ao olho humano) porque são componentes apenas para medições especiais na fase de comissionamento e certificação (sao duas voisas diferentes…). Em tempo, o Roberto Santana é um colega extremamente respeitavel e em muito concordo com suas observações; meus comentarios anteriores visam nao a ele mas sim aos observações superficiais que a gente le por ai. Abs a todos.

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