Em sua primeira participação num exercício Red Flag, o F-35A demostrou suas habilidades de caça de quinta geração

F-35A proving its worth at Red Flag combat exercise
An F-35A Lightning II from Hill Air Force Base, Utah, takes off from Nellis AFB, Nev., Feb. 2, 2017, during Red Flag 17-01. This is the first F-35A deployment to Red Flag since the Air Force declared the jet combat ready in August 2016. (U.S. Air Force photo/R. Nial Bradshaw)

Depois de oito dias “em guerra”, o F-35A Lightning II está provando ser um recurso inestimável durante o Red Flag 17-01, exercício de combate aéreo da Força Aérea dos EUA (USAF) realizado na Nellis Air Force Base (AFB), no estado de Nevada.

O F-35A é um caça furtivo de quinta-geração, multimissão, projetado para recolher, fundir, e distribuir mais informação do que qualquer outro caça na história.

O tenente coronel George Watkins, piloto de F-35 e comandante do 34º Esquadrão de Caça, disse que voar o F-35A em combate “parece um domínio aéreo”.

“Quatro de meus pilotos (de F-35A) voltaram de missões, indivíduos que voaram F-15 e F-16 em Red Flag passadas, dizendo: ‘Isso é incrível. Eu nunca tive tanta consciência situacional enquanto estou no ar. Eu sei quem é quem, eu sei quem está sendo ameaçado, e eu sei onde eu preciso ir em seguida. “Você simplesmente não tem todas essas informações de uma vez em plataformas de quarta geração”, disse Watkins.

Desde o início do exercício foram 110 saídas. Nenhuma saída deixou de ocorrer por questão de manutenção e taxa de missão está em 92%. As aeronaves de quarta geração estão com uma taxa de 70 a 85%.

“No primeiro dia em que estivemos aqui, voamos em contra-ataque defensivo e não perdemos um único avião das nossas forças”, disse Watkins. – Isso é inédito.

Enfrentar ameaças superfície-ar altamente sofisticadas é um desafio para aeronaves de quarta geração. Com o F-35A, os pilotos podem reunir e fundir dados de uma multidão de fontes e usar os sensores avançados do jato para identificar com precisão uma ameaça. Em seguida, eles podem eliminá-la com uma bomba de 2.000 libras. Seria impossível para uma aeronave de quarta geração sobreviver a tal missão, de acordo com o Tenente-Coronel Dave DeAngelis, piloto do F-35 e comandante do 419 Grupo de Operações, Destacamento 1.

Enquanto os F-35A eliminavam as avançadas ameaças terrestres, os F-22 estavam dominando as ameaças aéreas e os dois abriam caminho para que os caças de quarta geração operassem.

“No primeiro dia em que estivemos aqui, voamos em contra-ataque defensivo e não perdemos um único avião da nossa força”, disse Watkins. – Isso é inédito.

Os primeiros F-35A operacionais chegaram a Hill AFB em outubro de 2015. A base será eventualmente o lar de três esquadrões de caça F-35 com um total de 78 aeronaves até o final de 2019.

FONTE: nellis.af.mil (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês)

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