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EUA bloqueiam venda de aviões A-29 Super Tucano para a Nigéria

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A-29 Super Tucano da Mauritânia

Sites nigerianos noticiam que existem sinais de que os Estados Unidos impediram a Nigéria de adquirir aviões A-29 Super Tucano de ataque leve considerados cruciais na campanha em curso contra o grupo terrorista Boko Haram.

Uma fonte da presidência nigeriana disse no sábado que a Nigéria e o Brasil estavam quase chegando a um acordo sobre a aquisição do avião de ataque leve quando os EUA, que produzem componentes da aeronave, impediram o acordo.

nigeria-map

A aquisição dos novos aviões tornou-se necessária para substituir os aviões Alpha Jet.

A fonte disse que os brasileiros, que inicialmente estavam entusiasmados com o negócio, de repente se tornaram relutantes.

A fonte também acrescentou que os EUA haviam dito aos brasileiros para colocar o negócio em espera devido a questões de direitos humanos envolvendo os militares da Nigéria.

FONTE: Today.ng

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JapaMan
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JapaMan

Acredito que com o “Pato” Donald Trump, as coisas agora tendem a piorar.

panzer
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panzer

Comprem da Russia la os eua não mandam

hamadjr
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Não compra da Russia não, compra da Embraer pois negociar faz parte da compra.

Clayton Kikugawa
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Clayton Kikugawa

A Africa é zona de retaguarda da Russia, sendo assim, não interessa muito aos EUA mantê-la estável.

alexandre
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viva!!!!!O serra esta certo!!!! o grande irmão sabe o que bom para nós!!!!Se a Arabia Saudita querer comprar nossos vetores com componentes estadudinenses devemos antecipadamente nos negar a vende-los pois o grande irmão é ferrenho defensor dos direitos humanos, incondicional defensor da democracia, guardião dos valores ocidental ! Jamais irá permitir que se use seus componentes para matar inocentes! Qualquer déspota que pensa que pode comprar aviões,tanques,bombas,munições, etc, com algum produto de origem da nação mais democratica do mundo para atacar civis de forma indiscriminada, ou tenha por conduta o desrespeito dos direitos humanos, sabe que isso não sera permitido!!!!!… Read more »

Iväny Junior
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Se o bloqueio dessa venda não gerar venda de Texan-II, tá tudo bem.

PauloR
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PauloR

Embraer poderia adotar um novo nome e se chamar Embraex como tentaram fazer com a Petrobrax

Renato B.
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Renato B.

Eu esperaria mais um pouco, as fontes da matéria parecem um tanto nebulosas. Uma fonte, um jornal… não sei não. E se for por questão de direitos humanos, com o Trump eu duvido que isso dure. Mais fácil seria perder para o Texan-II ou tentarem entubar o Scorpion para os nigerianos.

Bueno
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Bueno

“existem sinais ” existem sinais que minha vizinha , gastíssima, esta me dando mole. Nova novela do A-29

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

“Se o bloqueio dessa venda não gerar venda de Texan-II, tá tudo bem.” Hahahaha!!! E porque voce acha que botaram areia no feijão do Brasil??? Ai, vem ca que eu tenho uma ponte para te vender…rsrs

Gilberto Rezende/RS
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https://br.sputniknews.com/mundo/201605064468729-super-tucanos-nigeria/

Isso que dá… Concorrência do Super ToucanEagle by Sierra Nevada…

Venda Brasileira bloqueada e venda americana em liberação no Congresso Americano manobra típica dos amigos do Norte….

Brasileiro é tão bonzinho…

Maria do Carmo Lacoste
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Maria do Carmo Lacoste

alexandre 14 de novembro de 2016 at 14:43
PauloR 14 de novembro de 2016 at 14:47
Eu insisto que o melhor coisa que a Embraer teria a fazer, seria implantar unidades de produção na Venezuela, Equador, Cuba e Bolívia, pois assim, além de poder usufruir de toda a tecnologia local, seja de mão de obra ou equipamentos, ainda poderíamos vender a maior parte dos aviões da Embraer nestes gigantescos mercados para aviões.

Billy
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Billy

A América pode em futuro próximo adquirir o A-29, a Nigéria não fará falta, caso não se concretize o negócio.

João Bosco, o professor
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João Bosco, o professor

Pois é….. O Brasil consegue quase vender aviões à Nigéria e os EUA melam o negócio. Depois quando os nigerianos buscarem equipamentos russo – Su-25 e Mi-35 – e aumentarem sua influência na região, os americanos e os brasileiros choram. E não se esqueçam dos chineses, ávidos em vender equipamentos militares na África….

Maria do Carmo Lacoste
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Maria do Carmo Lacoste

João Bosco, o professor 14 de novembro de 2016 at 15:48
Esse é o problema, mais um país e uma economia a cair no colo de Putin ou dos chineses.
Venezuela, bem, deu no que deu, e diga-se, com o total apoio do governo bolivariano brasileiro.
O mesmo está ocorrendo com as Filipinas.

Alexandre Galante
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Os participantes que continuarem as provocações e xingamentos pessoais terão seus comentários bloqueados permanentemente.

Carlos Campos
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Carlos Campos

Tiro no próprio pé, pq se eles fizeram isso, perderam dinheiro, talvez a Nigéria recorra à Rússia ou China. Antes de crucificarem os EUA lembrem do LAS

Pedro Lemos
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Pedro Lemos

Maria do Carmo Lacoste 14 de novembro de 2016 at 15:51
Correto Maria, a Bolívia caiu no colo dos chineses faz tempo, e a Venezuela é quase um protetorado russo na região.
Fruto dessa política aí.
Mas a Embraer não pode se dar ao luxo de desprezar o mercado americano, mais de 60% de seus aviões são vendidos lá.

hartmam
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Seria possível a EMBRAER construir aviões A-29 sem componentes americanos, não é mais
tolerável em cada venda ter a interferência dos yankees (e o pior é não poder contar com o
atual governo para nada). Acho que a EMBRAER vai ter de fazer escolhas difíceis em um
futuro próximo.

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Alexandre Galante 14 de novembro de 2016 at 16:14
Te peço perdão amigo… mas não começou por mim, e nem é de hoje que isso ocorre.
Obrigada, não é minha intenção avacalhar o PA. o problema é que ninguém aguenta.

timuskukii
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O governo do EUA é hipócrita, eles armaram e treinaram grupos terroristas na Síria, mas não deixam outro país vender aeronaves para combater grupos islâmicos. Trump tem que acabar com essa farra, se não a solução vai ser Putin apertar o botão nuclear.

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

alexandre 14 de novembro de 2016 at 16:15
Antes que eu seja alvo de uma 900 libras do Galante, pano rápido, pelo menos 50% dos aviões da Airbus são fabricados por empresas dos EUA, e ou dentro do território dos EUA, o motivo é simples, se não for assim, não entra no mercado americano.
Entende o poder dos caras?

romario
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romario

Toma Brasillllll¹

Maria do Carmo Lacoste
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Maria do Carmo Lacoste

romario 14 de novembro de 2016 at 16:44
Você é conhecido, só me diz uma coisa: Qual seria a solução?

aldqueiroz
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aldqueiroz

@hartmam 14 de novembro de 2016 at 16:05

Seria possível a EMBRAER construir aviões A-29 sem componentes americanos” — acho que faltou o ponto de interrogação (‘ ? ‘) na sentença para ela fazer mais sentido. E aí, a resposta direta é: NÃO, não é possível à EMBRAER fabricar NENHUM de seus aviões sem componentes americanos!, a começar pelos motores… Não temos infraestrutura industrial no país pra isso! Aliás, quais os fabricantes de aviões civis e/ou militares no mundo que não utilizam nada de componentes ‘made in USA’? Os russos e os chineses, talvez?, não sei…

JT8D
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JT8D

Maria do Carmo Lacoste 14 de novembro de 2016 at 16:46
Maria, a pergunta não foi para mim, mas gostaria de responder. É só a Embraer usar componentes russos no A-29. Poderíamos usar o motor Prattsky &Whitnov. Vai ser um sucesso. Venderemos 10 mil aviões só para a Venezuela

donitz123
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Os nigerianos já farejavam isto e encomendaram Mi-35 adicionais. Os russos agradecem.

aldqueiroz
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aldqueiroz

JT8D 14 de novembro de 2016 at 16:57
Kkkkkkk! Claro, e a EMBRAER abrirá uma conta em um banco em Moscow para receber em rublos!!!
Quanto à venda das 10.000 unidades do A-29 para a Venezuela, “vão pagar com o quê”?! (“com o cooorpo”!, como diria minha mulher… de brincadeira, claro!) Ou vai ser na base do escambo mesmo? (‘aviões por óleo’)
É que nem dizia meu antigo chefe: ” a gente ganha pouoc, mas se diverte!!”
Abraços!!!

mauriciosilva2014
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mauriciosilva2014

Olá. O problema não está no tamanho do mercado nigeriano, venezuelano ou outro qualquer em comparação ao americano; o problema está na necessidade de alinhamento dos mercados da EMBRAER com a política externa americana. Ou seja, o ST só será vendido onde houver aval americano. Aliás, até agora, o “fabuloso” mercado americano não se mostrou para o A-29. O que há é uma ferrenha disputa com o A-6, onde os aspectos técnicos nãos são necessariamente os quesitos determinantes para uma compra. E em época de nacionalismo exacerbado, produtos “genuinamente made USA” levam vantagem a “importados produzidos localmente” (que o diga… Read more »

Jakson de Almeida
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Jakson de Almeida

A culpa e dos americanos?Claro que não ,a culpa e do Brasil que deveria ter uma segunda e ate uma terceira linha de fornecedores.Imaginem com o KC 390!!!

Pampa_CX-S
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Pampa_CX-S

É só analisar racionalmente a situação, não é nada contra a Embraer, ela tem o mesmo tratamento das empresas americanas e europeias..

Se a Embraer não vende pra Nigéria, no ocidente ninguém vende. Esse é o fato. Tá bloqueado a venda pra todo mundo..

E se algum europeu tentar vender leva uma dura e não vende também….E por ultimo, os EUA compram mais de 100 aviões da Embraer por ano, China e Russia é uma encheção de saco pra conseguir concretizar uma venda…

Porque criar atrito com um cliente que compra mais de 100 aviões por ano?..

.

Carlos Alberto Soares-Israel
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Carlos Alberto Soares-Israel

“Sites nigerianos noticiam ….”
Tendi ….

mauriciosilva2014
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mauriciosilva2014

Olá.
Mas Carlos Alberto Soares, notícias verídicas não vem somente do NYT ou do Haaretz…
Por que não da Nigéria?
SDS.

JT8D
Visitante
JT8D

Meninos, pensem comigo: a Embraer é uma empresa que precisa dar lucro para se manter viva. Acompanharam até aqui? Muito bem. Então todo projeto tem que ser viável economicamente, isto é, tem que dar um retorno maior do que o investimento necessário para concretizá-lo. Entenderam? Pois bem. Se houvesse um mercado significativo para um Super Tucano sem componentes americanos, a Embraer certamente estaria explorando esse mercado. Se ela não lança um produto assim, é porque o investimento não teria retorno, entenderam? E parem de pensar que a Embraer usa componentes americanossó porque é uma empresa “alinhada com os interesses capitalistas… Read more »

joshua
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joshua

Embraer transformou-se em mera montadora de aviões e, tal como ocorre na indústria automobilística, as decisões estratégicas de pesquisa, desenhos e novos projetos provavelmente serão tomadas no exterior. Até a venda de aviões ja estão sendo decididas no exterior.

augusto
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augusto

Obama e sua politica de direitos humanos perdeu muitos aliados por causa disso e os que não perdeu desconfia. só uma lista : Egito, Sri Lanka, Barhen, Qatar, Filipinas, Thailandia e a agora a Nigéria, Israel e a Arabia Saudita apesarem de ainda serem aliados dos americanos não confiam mais nos americanos. O RU e a França só não contam tudo pro Obama. A politica externa desse sujeito consegue ser pior que uma mistura de George Bush e Jimmy Carter junta.

augusto
Visitante
augusto

Uma forma de contornar essas sanções é espionar o governo americano e descobrir se é uma jogada politica para vender seus produtos (o que eu duvido) ou se é mais uma trapalhada da administração Obama ( o que é mais provável) e ai usar sua própria população,mídia e intelectuais contra ele. A maioria dos americanos e especialistas são contra a politica externa do Obama. É o que Israel faz usa da sua influencia para minar a administração Obama deveríamos fazer o mesmo

Rodrigo M
Visitante
Rodrigo M

Então é isso senhores!
O mundo não é cor de rosa e as nuvens não são de algodão.
Ficaram magoados? Fizeram beicinho?
Não existe país amiguinho, nem os EUA como acreditam de pés juntos alguns comentaristas aqui.
Se o bendito motor ou sei lá o quê, fosse russo, chinês, alemão ou marciano, seria a mesma novela a partir do capitulo que algo interferisse em seus respectivos interesses.
Parafraseando o saudoso Dr. Enéas: “Só a educação liberta o homem”
Ou se faz, se desenvolve, ou se DEPENDE dos outros.
Simples assim.

Rodrigo M
Visitante
Rodrigo M

Complementando meu comentário anterior, estava falando em relação a países sérios.
Não de um Brasil da vida que tem uma refinaria roubada por uma Bolívia e ainda agradece por isso..

Glasquis 7
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augusto 14 de novembro de 2016 at 18:44

“Obama e sua politica de direitos humanos”…

Augusto, esta política não é do Obama, é dos Americanos e vem de longe.

Space Jockey
Visitante

Billy: A América vai adquirir este avião ?! o Continente se unificou como nação ? Quantos vão ficar estacionados na Bolívia ?

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Boa noite a todos: Vamos às realidades nuas e cruas: Se a EMBRAER que é uma empresa privada e que portanto, tem como objetivo principal o LUCRO, certamente seleciona seus fornecedores sob diversos requisitos, dentre os quais Aplicabilidade no Projeto que por sua vez determina os requisitos específicos para Qualidade, Disponibilidade, Preço, Garantia de Suprimento dentre outros vários. Esses requisitos, na conjuntura atual jamais seriam cumpridos por empresas russas ou do bloco da Ex-URSS (vide o prejuízo com os ucranianos no Projeto do CICONE). Um “TUCANOY” não sairia do chão por indisponibilidade de componentes. Esse filme é velho. A EMBRAER… Read more »

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Correção: “Projeto do CICLONE”

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Nem a Bombardier e nem mesmo a Airbus fabricam algo “genuinamente” europeu ou genuinamente canadense, essas duas empresas também “só montam”. Para vender avião dentro do mercado americano, pelo menos 50% de seus componentes devem ser fabricados por empresas americanas, sem isso não entra lá. Há os que desmerecem e desdenham da Embraer por ignorância, e há os que façam isso por questões de frustrações pessoais, sinto muito amigo. Fabricar (ou só montar) aviões com componentes americanos, não diminui, e sim aumenta o mercado da Embraer. Um KC-390 com componentes da BAE, AEL ou Rockwell Collins, por exemplo, são um… Read more »

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

mauriciosilva2014
Por quê sim ?

bosco123
Visitante

O dia que o Brasil fabricar aviões ele não terá que ver suas vendas de aviões “bloqueadas” por ninguém.

Pedro Lemos
Visitante
Pedro Lemos

bosco123 14 de novembro de 2016 at 21:04 É um bobagem isso de fabricar e exportar aviões, se já temos soja, frango e café a vontade para exportar. Veja que em toda a América Latina, nenhum país se preocupa com isso, comprando sempre tudo de prateleira, sejam aviões de combate, transporte civil ou militar, além de material de defesa, tudo de prateleira, o que me parece mais correto. Chile, Argentina, Colômbia, Venezuela, Equador, México, todos eles, preferem comprar tudo de prateleira. É um tremendo contra senso e perda de tempo, gastos desnecessários, estamos na contra mão dos países latinos em… Read more »

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

bosco123 14 de novembro de 2016 at 21:04 E nem vai vender pra ninguém. Como eu falei, pela sua lógica, nem Bombardier e nem Airbus fabricam aviões, pelo menos aviões civis não, e a Bombardier não fabrica aviões militares. Nem o Rafale é 100% francês, é provável que nenhum avião do mundo o seja 100% made in alguma coisa, ou seja, pela sua teoria, a Dassault também não fabrica aviões, o Rafale tem componentes sensíveis de fabricantes americanos e ingleses, se quiser, vetam também e os franceses que se virem. Em última instância, Donald Trump pode vetar o Rafale também… Read more »

Carlos Alberto Soares-Israel
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Carlos Alberto Soares-Israel
Glasquis 7
Visitante

bosco123 14 de novembro de 2016 at 21:04 Ninguém fabrica aeronaves de alta performance com recursos 100% locais. Até a NASA compra motores Russos pra seus foguetes. Não vai ser a EMBRAER que vai iniciar este processo. Todas as fabricantes de aviões recorrem a fornecedores especializados espalhados pelo mundo. Acho que no caso de aeronaves militares isso fica um pouco mais restrito devido à procedência do armamento a ser integrado que neste caso deve ser Americano ou de algum país alinhado. O fato da EMBRAER encomendar alguns componentes não faz dela uma mera montadora. No caso dos A 29 ela… Read more »

EduardoSP
Visitante
EduardoSP

Sem chororo ou mimimi, essa é a regra do jogo, não importa se seu produto tem peças americanas, russas ou chinesas. Quem não quiser seguir as regras, é só não jogar.