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Os aviões da Embraer em 1985

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Na reprodução da foto de divulgação, os aviões da Embraer em 1985: EMB-312 Tucano, EMB-121 Xingu, EMB-110 Bandeirante e EMB-120 Brasilia.

A jovem indústria aeronáutica brasileira aos poucos ia conquistando os céus do mundo inteiro, com seus aviões elegantes e inovadores.

Tudo começou com o sonho de fazer um avião turboélice de transporte regional para 19 passageiros, que se materializou no Bandeirante, ultrapassando as 500 unidades vendidas.

O turboélice executivo Xingu, baseado no Bandeirante, foi escolhido para treinar os pilotos militares da França.

O turboélice Brasilia para 30 passageiros foi vendido em sua maioria nos Estados Unidos. Algumas companhias aéreas europeias, como a Régional na França, Atlant-Soyuz Airlines na Rússia, DAT, na Bélgica, e DLT na Alemanha, também compraram o EMB-120.

O treinador turboélice Tucano feito para atender às especificações da FAB para treinamento avançado, a fim de substituir os jatos T-37, acabou se tornando o padrão internacional para aeronaves do seu tipo.

21 COMMENTS

  1. O T27 foi o novo T6. O 121 é para mim o mais belo tp já feito. E o 110, a escolha do nome foi perfeita: foi um Bandeirante no desenvolvimento de aeronaves no Brasil bem como no transporte pelo interior do país. E o 120 foi o mais rápido avião de sua categoria.

  2. Marcos 16 de outubro de 2016 at 15:49
    A tradução de Bandeirante nos Estados Unidos é “Pioneiro”.
    Segundo eles, a palavra Bandeirante significa Pioneiro.
    O 120 me parece deu origem a linha dos modernos E-jets.
    Veja que o Emb145 tem toda a pinta de um Brasília com turbinas.
    Me lembro de uma matéria na Globo, não lembro se no Fantástico ou no Globo Repórter, acho que foi no Globo Repórter, o jornalista era Alberto Gaspar, era sobre a Esquadrilha da Fumaça nos Estados Unidos, podem falar mal da Globo, mas sua edição é única, e seus jornalistas também.
    Me lembro dos Tucanos na cabeceira da pista acelerando os motores antes da decolagem e Alberto Gaspar tascou essa: “Os nossos Tucanos já estão todos empoleirados”, em seguida decolaram e saíram do chão rapidamente em formação…muito legal.. era do tempo que ainda eram pintados de vermelho.

  3. Tb acho o Xingu uma bela aeronave, até hoje, difícil e o francês falar “Xingu” !!

    Maria, a matéria a qual vc se refere foi um Globo Repórter comandado por Celso Freitas sobre a “Operação América” , as apresentações da Fumaça em Dayton, onde fica o Museu da USAF , em Washington, em Corpus Christi – Texas e na Cidade do Panamá. Foi em 1992 ou 1993 se não me engano. Tem no YouTube!! Um C-130 acompanhou a Esquadrilha que vou sobre a Amazônia, onde o Alberto Gaspar disse: ” Não é exagero dizer que os Tucanos estão em seu habitat natural”

    Acho este Globo Repórter e o outro sobre os 50 anos da Aviação de Caça, em 1993, antológicos!!!!

    Gravei os dois em VHS e tenho hoje passados para CD!!!!!

  4. @Clesio, não é bem assim. O CBA-123 foi batizado Vector. A versão executiva dos ERJ foram baixadas Legacy, nome mais tarde utilizado para os executivos middle-size. A versão executiva dos E-Jets é chama Lineage. E ainda tem os pequenos jatos executivos Phenom.

  5. Clésio:
    Na verdade a Embraer continua dando nomes para suas aeronaves: Phenom, Legacy, Lineage!
    E por questão de mercado, evidente, em inglês.

  6. Acho que ate hoje os Xingus ainda são utilizados na França. Destes quatro so não voei no Tucano…maravilhosos voos. Nunca tive problemas.

  7. Rommelqe 16 de outubro de 2016 at 19:45
    Acho que fui traído pela memória,
    eles tem o Grob 120 – Epsilon, mas é para instrução básica.

  8. A França ainda opera muitos Xingu, tanto na Força Aérea como na Marinha. Passaram até por um programa de modernização recentemente.

    Ainda vão operar por lá por uns bons anos.

  9. Essa ida p os EUA em 1992 foi atendendo ao convite da USAF para as comemorações dos seus 45 anos. Eu era instrutor na AFA, nesse ano, implantando o simulador do T-27, fabricado pela ABC Avionica, de São José dos Campos.

  10. Perguntinha básica minha: será que a Embraer vai passar o resto de sua existência sem aperfeiçoar, evoluir o Super Tucano ? Será que não seria interessante , já que a empresa não desenvolve mais jatos de combate, dar uma repaginada na aeronave e faze-la mais potente e veloz, ou mesmo desenvolver um novo turboélice a partir do Super Tucano ? E um novo Xavante , com envelope aerodinâmico novo e remotorizado ?

  11. Carlos Alberto, td bem!
    Lúcio, acho que sua pergunta tem todo o sentido. Acho um up-grade no SH seria bem aceito pelo mercado. Cmde Nery, essa asa nova poderia ser instalada nas aeronaves hoje em operação, certo? Pelo que entendi de seu comentario anterior, as longarinas seriam em titânio, e a um custo da ordem de M$2, com um aumento na envergadura, teríamos uma ave repaginada; mas aí não sei se as pt6 podem ser substituidas por uma versão mais potente, o que parece que requereria uma nova fuselagem no bico. Confere? Abs

  12. Agora, que o Xingu é um baita de um avião não ha duvidas. Tenho um, entre outros amigos piloto, que voa há anos em King Air. Mas na opinião dele o Xingu ganha facil….sera que os custos para repgina-lo seriam tão proibitivos assim? “Embraerianos” com a palavra, vcs bem que podiam dar ima dica a respeito.Abs

  13. Sim, a nova asa substituirá a antiga. Plug and play, porém, com novos ensaios aerodinâmicos, de fadiga, e nova certificação. Não creio ser necessário longarinas de titânio. O motor tem 1600 SHP. É mais que suficiente pruma aeronave daquele tamanho. Tem potência de sobra.

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