Home Aviação de Caça Dois ilustres visitantes na Base Aérea de Santa Cruz, em 1973

Dois ilustres visitantes na Base Aérea de Santa Cruz, em 1973

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Na foto, o protótipo Aermacchi MB-326K I-KMAK e o Hawker Siddeley Harrier Mk 52 G-VTOL na Base Aérea de Santa Cruz, em 1973.

O Brasil já tinha comprado em 1970 o biposto Aermacchi MB-326GB, aqui batizado como Xavante, mas os italianos vieram demonstrar a versão monoplace de ataque, com armamento mais pesado. Ironicamente, no final da carreira do MB-326 no Brasil, a FAB comprou algumas unidades do MB-326K Impala da África do Sul.

Já o Hawker Siddeley Harrier Mk 52 foi demonstrado no Brasil quando ainda não era famoso e muitos ainda não acreditavam no avião. Ele foi testado a bordo do porta-aviões Minas Gerais.

Em 1982, a versão naval Sea Harrier operada pela Royal Navy, viria derrotar os Mirage III da Força Aérea Argentina na Guerra das Malvinas, no Atlântico Sul.

O Harrier voando sobre Copacabana
O Harrier voando sobre o Rio de Janeiro, com as praias de Copacabana e Leme ao fundo

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RaulXOGallinaSergio Cintracontrol Recent comment authors
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Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Para alguns, pode parecer incompreensível esse meu comentário, mas sinceramente, creio que esse tópico foi um dos melhores já feitos pelo Poder Aéreo.
Simples, com ótima foto e com uma muito interessante informação. Muito poderia ser dito e comentado.
Excelente.
Parabéns ao editor.

Negrão
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Negrão

E se naquela época o Brasil tivesse comprado a versão naval Sea Harrier operada pela Royal Navy? O que essa aquisição poderia ter mudado na evolução das forças armadas até hoje?

Hawk
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Sensacional esta postagem! Parabéns!

Celso Reis
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Celso Reis

Sigo o comentário do Roberto Santana, a matéria é muito interessante.

Carlos Alberto Soares-Israel
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Carlos Alberto Soares-Israel

Pedro
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Pedro

Vale lembrar que estavam aqui para o “Primeiro Salão Internacional Aeroespacial”, no CTA, em 1973… Pena que ficou no “primeiro”…

Carlos Alberto Soares-Israel
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Carlos Alberto Soares-Israel

Ednardo de oliveira Ferreira
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Negrão,

A nossa marinha nem poderia sonhar em ter harrier porque a nossa força aérea ficava batendo pezinho gritando ‘num quelo, num quelo, num quelo. Viãozim é tudo meu’.

como o Minas tinha catapulta, seria mais interessante os A4, como os hermanos fizeram.

Alex Faulhaber, RJ
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Aviãozinho feio esse Harrier.

horatio nelson
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horatio nelson

esse trecho foi o melhor rsrs“Em 1982, a versão naval Sea Harrier operada pela Royal Navy, viria derrotar os Mirage III da Força Aérea Argentina na Guerra das falklands, no Atlântico Sul“.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Essa foto do Harrier sobre Copacabana….pura nostalgia. Que saudades do antigo Rio.

O Brasil era muito melhor nessa epoca dos anos 70.

A FAB estava comecando a receber os F-5 direto dos EUA. So nao sei se vinham de fabrica, ou se eram repassados pela USAF.

Raul
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Raul

Os F-5 vieram “zero” de fábrica.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Me enganei….nao e Copacabana. E a praia de Ipanema no Leblon.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Forget it…..e Copacabana sim.

André Bueno
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André Bueno

Tadeu, aqueles vieram de fábrica, F5 A e F 5E. Os F vieram mais tarde, tb de fábrica.

aldqueiroz
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aldqueiroz

Negrão 13 de outubro de 2016 at 11:51
Ednardo de oliveira Ferreira 13 de outubro de 2016 at 12:32
Arrisco dizer também que, mesmo que a FAB não criasse impecilhos à MB operar seus próprios vetores de asa fixa no Minas Gerais, os Harrier não seriam a melhor opção, dada a complexidade de sua operação e os seus custos operacionais consequentement altos…

aldqueiroz
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aldqueiroz

Alex Faulhaber, RJ 13 de outubro de 2016 at 12:59
Discordo do amigo. Acho o Harrier até muito elegante, com linhas bastante harmoniosas!
Pena que o projeto do Harrier supersônico não foi à frente…

Tomcat3.7
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Saudades de ver os Xavantes passando em grupos de três ou quatro sobre a casa de minha avó aqui em BH/Sabará, bem no limite de municípios, o som de sua turbinas nunca será esquecido. Belíssimas fotos .

Sds.

Billy
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Billy

Olha só! chapéu mangueira nem tinha tomado conta do pedaço embora cantagalo já dominasse…

Renato Carvalho
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Nessa época a turma do Dadinho….ops, Zé pequeno ainda tava se criando!

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Mas os Erros continuam , a FAB continua a Monopolizar o Poder Aéreo , não é possível ela ter recebidos os Helicopteros de Ataque russos , e continuar com a Aviação de Patrulha e Antisubmarino e até a totalidade dos A 29, procuramos então a sua função principal a Superioridade Aérea , aí a coisa pega ! Não aprenderam com os Erros italianos na II Guerra .

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Uma das características da beleza dos objetos, no caso dos aviões, é a curva. O traço da curva é algo difícil de fazer no desenho e nos projetos e ele provoca uma incrível atenção ao gosto humano.Nas artes, tudo que tem curvas exerce um apelo, na escultura, na arquitetura, na pintura, a curva é sempre mais bela que a simples reta. Na natureza, desnecessário dizer, as curvas, exercem atração até mesmo sobre o mais perfeito idiota dos homens, mesmo que de maneira instintiva. Na aviação não é diferente, aviões com bons traçados de curvas, geralmente são os mais bonitos, a… Read more »

Klesson
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José Luiz Esposito…
Já comentei sobre isto. O porque a Marinha ainda não operava o T-27 e agora o AT-29 para manter os pilotos operacionais.
Muita perda de tempo, oportunidades. Poder-se ia até desenvolver um AT-29 naval ou outro derivado.
No Exército, o porque de não estar operando asa fia a muito mais tempo.
Este paradigma tem que ser quebrado mais cedo ou mais tarde.
Até os Fuzileiros deveriam ser mais independentes, como uma quarta força, com meios adequados e direcionados as suas necessidades.
.
Abraços.

Lopes
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Lopes

Bem lembrado por alguém, em 73 foi o ano do salão aeronáutico no CTA. Entretanto, foi também por essa época que os F5 foram adquiridos. Se o contrato ainda não tivesse sido fechado, não teria sido essa uma tentativa de ingleses e italianos empurrar seus modelos para a necessidade brasileira de caças táticos que já corria os fabricantes?

Klesson
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fia = fixa

Ednardo de oliveira Ferreira
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jose luiz esposito,

Vejamos a recente guerra das malvinas, onde apesar da armada hermana ter aviões até de combate, eles tiveram gravíssimos problemas de troca de informações e operacionais. as forças se comunicavam pouco e mal.

Ivan da Silveiraa
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Ivan da Silveiraa

Boa noite

Muito bacana essa matéria!

André Bueno
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André Bueno

André Bueno 13 de outubro de 2016 at 13:43

Corrigindo: F-5 B e não F-5 A.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

José Luis Esposito e Klesson, prestem bem atenção e não esqueçam: 1 – Os Mi-35 (AH-2 Sabre) vieram “goela baixo” devido ajuste de balança comercial Brasil/Rússia. Foi oferecido às 3 Forças, porém, SÓ A FAB QUIS. 2 – A Aviação de Patrulha já foi oferecida para a MB, e a MB NÃO QUIS. 3 – Os aviadores navais de asa fixa são formados na AFA. Por muitos anos voaram Xavante no Pacau, em Natal. Alguns caçadores navais foram formados pelo 2°/5° GAV. Muitos voaram A-29 nos Terceiros. Um morreu em Campo Grande devido desorientação espacial após a decolagem. Há aviadores… Read more »

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Rinaldo Nery ,principalmente o EB não, quis já a FAB aceitou ,porque descartaram os Sukhoi da concorrência do FX ,e os Helis seriam um prêmio de consolação do PT e FAB aos russos , mas de uma forma geral as Três Forças têm preconceito contra material russo , eu acredito que os Gripen foram uma boa escolha , mas quando da abertura da concorrência estava claro que deveríamos ter comprados pelo menos 30 Sukhois e agora estaríamos confortáveis esperando os GRIPEN ; já a falta de dinheiro ; nos últimos 13 anos jogamos fora pelo menos 1 1/2 PIB ,… Read more »

Caçador Cometa
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Caçador Cometa

Jose Luiz Esposito,

Não é questão de preconceito. É questão de logística mesmo. Filosofia de operação, essas coisas.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Não foi nada disso. Quem gerenciou a compra foi o CELOG, e eu assisti a palestra do Diretor, em 2009, explicando a compra. O EB não quis arriscar um equipamento russo.
Quanto aos roubos, concordo. Todos sabemos que dava pra ter adquirido até o F-35.

Antonio Palhares
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Antonio Palhares

É muito comum ouvirmos comentários afirmando que não compramos isto ou aquilo por falta de dinheiro. Um país que tira dos seus cidadãos mais de duzentos bilhões de reais por ano para alimentar a corrupção, com as obras mais caras do mundo, e tira mais de quinhentos bilhões de reais por ano para juros repassados aos banqueiros, os maiores do mundo dito civilizado, teriam condições sim, de terem forças armadas bem equipadas e treinadas para o real desempenho das demandas de defesa do país. O que realmente falta é governo sério e honesto. Qualquer dia vamos falar dos custos das… Read more »

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Dava pra termos FFAA com equipamentos de 1º Mundo com o que foi gasto em Copa e Olimpíadas.

Carlos Alberto Soares-Israel
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Carlos Alberto Soares-Israel

Cel R Nery
Fico com 95% dos seus comentários, é isso.
Parece que o Raul J. está tentando verba para 30 A 1 irem para o M. (Difícil).
Reitero, se colocarem os Israeli na coordenação eles financiam,
nada contra a Embraer participar, aliás na opinião deles é até melhor.
A unica exigência é eles serem lideres do consórcio,
o Senhor sabe o porquê disso, com certeza.
Basta aditar o contrato e as partes concordarem,
não mexe em valores, está tudo em dólares.
(Há outras “coisinhas” mas ….)
Infelizmente não posso revelar a fonte Israeli,
mas vou dar uma dica:
O assunto começa no Brasil e …… (rs)

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

Falaram muito no F 39, G NG-BR:
___________________________

Por isso defendo com unhas e dentes a modernização do A 1,
mais colocar todos jordanianos para padrão Mike.
Nos dois casos todas as células possíveis,
em condições de receberem o padrão M.
___________________________

Explico: 2022
___________________________

Não teremos F 39 operacionais antes 2022, quiça entregues !
2022 é a data do início das entregas, minha opinião, leiam link abaixo.
___________________________

O GAP é real e já está acontecendo.
___________________________

http://www.ovale.com.br/suecia-recebe-os-primeiros-engenheiros-brasileiros-que-v-o-trabalhar-no-novo-gripen-1.622585

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

Delfin Sobreira. É isto ai.

Marco Passamani
Visitante
Marco Passamani

Essa visão que muitas vezes vejo e vi principalmente nas manifestações populares de 2013 sobre os gastos da Copa e Olimpíada, que teríamos melhores hospitais, escolas, transporte público, segurança, etc. é muito simplista. O que nos impede de termos muitas coisas de primeiro mundo é corrupção e desvio de verbas que ocorrem todos os anos. Vário estudos feitos por instituições sérias estimam na média 100bi por ano. Daria para fazer uma Copa e Olimpíadas todos os anos e sobrariam bons trocados. Fora que comprar não significa operar. Se tivéssemos comprado material militar com as verbas da Copa e Olimpíadas, o… Read more »

Juarez
Visitante
Juarez

Seu Jose Esposito, Cel Neri foi educado ao lhe responder, eu vou ser mais direto: Om MI 35 vieram para no colo da FAB porque ninguém queria saber de equipamento Russo, o Babalorixá de Garanhuns chamou o Brig Saito e mandou ele receber o negócio da forma como foi feito, com a intermediação de um conhecido traficante de armas Paquistanês agenciando o negócio a fim de esquentar dinheiro que o PT devia para grupos radicais internacionais que financiaram a causa ideológica do PT,e e precisavam acertas as contas com esta gente. Hoje, se o EB dissesse, olha FAB vocês podiam… Read more »

Juarez
Visitante
Juarez

CelNeri, sobre a informação de sua fonte sobre a modernização do A 1, ou ele n]ao sabe do que está falando, ou está lhe dando contra info, porque: Cel, tem vários itens hidráulicos, elétricos, mecânicos do A 1 que eram fornecidos por fornecedores Italianos e com a desativação do AMX na AMI estas linhas forma encerradas, os fabricantes consultaram a FAB se haveria interesse em contratar a manutenção destes itens, só que, claro, a FAB não tinha e não tem dinheiro para manter as linhas abertas, então meu caro Cel, para suprir isto somente com canibalização de scrappers. Se, na… Read more »

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

Carlos Alberto Soares, concordo (quase) plenamente!!! A modernização dos A-1 é simplesmente IMPRESCINDÍVEL, já a dos F-5 ex-jordânia eu não sei se concordaria. Acho que seria melhor ir atrás de uns Gripens C/D. Compreendo que este assunto já foi muito falado por aqui, que dizem que os suecos não têm células disponíveis para “leasing”, mas nada que uma boa conversa não possa resolver. Têm também os sul-africanos, que na verdade estão é estocando alguns dos seus Gripens…. enfim; o A-1M é um baita avião e ainda tem um bom tempo pela frente!!
.
Boa noite

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Juarez, você tem razão em tudo. Imagino o Brig Chã, lá na COPAC, deve estar cortando um dobrado. Não queria estarna cadeira dele. O A-1, você sabe melhor que eu, sempre foi complicado. Tem muito Brigadeiro querendo se livrar de vez dessa dor de cabeça. O ex gerente do Projeto, na COPAC, foi meu comandado no 2°/6° GAV, mas se eu postar algo sobre nossa conversa algum 4 estrelas vai ligar no meu celular pra me dar mijada. Deixa pra lá. Como dizem por aí, “isso não me pertence mais”. Tem muita gente graúda lendo nossos posts.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Comentário retido.

Ivan da Silveiraa
Visitante
Ivan da Silveiraa

Boa noite Antonio Palhares 14 de outubro de 2016 at 9:12 DIZ: …e tira mais de quinhentos bilhões de reais por ano para juros repassados aos banqueiros, os maiores do mundo dito civilizado… – Antonio, concordo com o seu texto, exceto nessa parte. Gostaria de comentar alguns possíveis mitos desse assunto: Primeiro, quem faz dívida pública é o governo quando lança títulos públicos e não os banqueiros, essas instituições apenas compram os títulos. Inclusive para eles o excesso de título público (gasto público – dívida pública) é ruim, diferente do que muitos pensam (perda de credibilidade do credor). Entre 2002… Read more »

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

“Juarez, você tem razão em tudo. O A-1, você sabe melhor que eu, sempre foi complicado. Tem muito Brigadeiro querendo se livrar de vez dessa dor de cabeça.”
.
Cel., desculpe a pergunta, mas o que quis dizer com “complicado”?? O avião têm problemas de projeto? É difícil de manutenir? Não precisa entrar em detalhes classificados, não quero que o sr. se complique… 🙂
.
Forte abraço

control
Visitante

Srs O jovem Ivan tem razão: Quem faz a dívida é o tomador de crédito, no caso um governo irresponsável que, entre outras coisas, tomou empréstimos para dotar o BNDES com recursos para financiar, a juros baixos “amigos” internos (amigos diletos e as famosas operações de apoio aos “campeôes nacionais”) e “amigos” externos (bolivarianos, ditadores africanos, etc., todos bem relacionados com o grupo no poder em Brasília). Isto foi o fator maior do endividamento, porém, por outro lado, todos sabem que o Brasil é o campeão inconteste de juros altos, situação que não é nova (vem desde o tempo do… Read more »

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Tamandare, Juarez explicou em parte no post dele e, inclusive, pode complementar. O A-1 sempre foi um avião “semi acabado”. Nunca lançou um míssil. O radar demorou décadas p ser implantado. O motor não possui mais spares. A AVIO teve que reabrir a linha de produção dos fans só pra atender a FAB. E por aí vai….

Sergio Cintra
Visitante

Juarez / Nery
Não é só ex-fabiano, na folha, tem mto verde-oliva e estão atrás dos “pensadores” dos seekers.
Lobby forte!

Juarez
Visitante
Juarez

Cel, o ideal seria fazer 18 células, acelerar a fusão dos dois décimos,picar o restante das células transformando em prateleira, comprar todo o estoque de sobressalentes da A M I principalmente motores e hidráulicos.

G abraco

Juarez
Visitante
Juarez

Sérgio comentei teu post, maso Buldog não deixou postar.

Gallina
Visitante
Gallina

Ahh, tem muita gente graúda lendo os posts ?? Que bom. Além da questão da transparência no processo de reestruturação da FAB, que comentamos aqui por esses dias, gostaria de enfatizar algo aos Srs. Somos uns poucos milhares de pessoas que, aqui de fora, gostam e acompanham os assuntos militares. Num país de mais de 200 milhões de pessoas. Cativem esse público. É importante para todos, mas principalmente para a própria FAB. Ninguém quer saber o alcance do armamento A, ou a autonomia de B. Agora, informações que são de conhecimento de todos, sobretudo de outras forças aéreas, não vai… Read more »