Home Aviação de Transporte Aeronáutica divulga vencedor da licitação de leasing de Boeing 767-300ER

Aeronáutica divulga vencedor da licitação de leasing de Boeing 767-300ER

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KC-767 Flavio Cardia

A Comissão Aeronáutica Brasileira em Washington (BACW) divulgou a empresa vencedora da licitação para leasing de uma aeronave  B767-300ER.

A vencedora é a empresa brasileira Colt Transportes Aéreos S.A., do grupo Colt Aviation.

O Documento “Final Result of Bidding Judgement”, com data de 31 de Maio 2016, pode ser acessado no seguinte link.

O contrato de quase US$ 19,8 milhões será válido por 36 meses, podendo ser estendido por mais 12 meses, prevendo uma disponibilidade operacional igual ou superior a 80%.

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Antonio Ribeiro
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De acordo com o Aeromuseu, do grande Lineu Carneiro Saraiva, a Colt encomendou e desistiu de dois B737-400, um B737-300 e outro B757-200, todos para uso próprio.

Seria muito mais negócio para a FAB ter comprado os B737-300 usados pela Webjet e convertê-los para uso misto, tal qual a FAC da Colombia fez com um B737-400 ex-BRA. Eram aeronaves relativamente bem cuidadas e a maioria com histórico operacional baseado em empresas brasileiras.

A Colt não tem cacife para bancar a compra de um B767-300ER, ainda mais convertido, que dirá para manter essa operacionalidade.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

O 757 a COLT recebeu. O vi em Recife. Mas 767? O que tem a ver? Não entendi nada. Vão sublocar? Se for, é o fim.

Bille
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Bille

Só uma correção: é CABW, não BACW.
Buenas!

douglasfalcao
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Empresa brasileira Colt?????

Walfrido Strobel
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A Colt possui mais de 20 avioes entre LearJets executivos a Boeing 737-400 Cargo e Boeing 757-200 Cargo e trabalha a anos intermediando a compra, venda e leasing de aeronaves. Para eles com o contrato da FAB nas mãos é fácil arrendar sem burocracia um 767. Cabe lembrar que o consórcio Elbit/IAI ganhou a concorrencia de Israel para arrendar vários Grob G120 de instrução sem ter nenhum em estoque. Depois que garantiram o contrato com a F. Aérea de Israel é que adquiriram os aviões para arrendar, é assim que funciona. A Fadea argentina faz o mesmo, ganhou um contrato… Read more »

Ádson Caetano Araújo
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Ádson Caetano Araújo

Acho, posso estar muito enganado, que este avião não é convertido para KC como o da imagem acima, ele é um 767 normal para transporte aéreo. O projeto de aquisição e reconfiguração de três KC-767-200ER esta parado, e esse ai esta sendo um tapa buraco principalmente por causa do Haiti.

Walfrido Strobel
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Foto do Boeing 757-200 da Colt Cargo citado acima.
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Walfrido Strobel
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A AMI(Força Aérea Italiana) ja fez isso no passado, arrendou um B767 usado de passageiros que tinha sido devolvido pela BRA daqui para preparar suas tripulações e ativar o Esq. de KC767. Mesmo depois de recebidos os seus KC767 novos continuou a usar o B767 em missões de transporte por mais uns anos até chegar a hora de uma grande revisão, quando foi devolvido e não renovaram mais o arrendamento.
Apesar de usar o avião por anos, não chegaram a pintar, usando na cor branca, pois se pintassem teriam que devolver branco depois.
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Ádson Caetano Araújo
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Ádson Caetano Araújo

Fiz uma rápida pesquisa e no contrato esta aeronave cumprira função logística e transporte de pessoal, não faz referencia nenhuma a REVO.

Nonato
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Nonato

Transporte de pessoal?
Que pessoal?
Para quê?
Uma época a presidetA estava preocupadA com o Airbus e falou de comprar um Boeing.
Seria para transporte presidencial?
Para tropas?

Walfrido Strobel
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Nonato, um B767 de passageiros atende as nessecidades de transporte de tropa. Haiti, Libano e dentro de nosso extenso território.
Veja esta foto dos militares da Indonésia embarcando em um B767 civil de passageiros fretado para transporte ao Líbano.
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Walfrido Strobel
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Ui….Dois erros no post acima.
1- ……necessidades. ………
2- A foto é da saída da tropa da Polícia da República da Indonésia(POLRI) do Sudão. UNAMID.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Dilmadrasta deve estar lendo esta notícia e pensando : FDP da FAB, só divulgou o resultado depois que eu saí.
Não era nenhum segredo que ela queria uma aeronave maior que o A-319, e que tratava sua tripulação feito cachorro. A FAB deixou-a no vácuo chupando o dedo.
Aliás a Casa Civil cortou suas asas, avião da FAB apenas no eixo Porto Alegre-Brasília, se continuar esperneando nem isso. Eu disse em outro tópico que não se deveria dar asa à cobra.
Nada como um dia após o outro…

zorannn
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Excelente notícia!
.
Para a FAB só tem que voar. Todos os custos de manutenção estão incluidos, disponibilidade mínima de 80%, seguro, 1000 horas de voo por ano. Se a aeronave tiver de passar poor alguma manutenção mais longa, a empresa tem um prazo para fornecer outra aeronave. Enfim, é por combustível e voar.
.
Se a FAB fosse comprar, possivelmente não teria esta disponibilidade e sairia mais caro. Ainda mais se levar em conta o preço em si do avião. Isto pode ser uma solução interessante para este tipo de aeronave.

Ederson Joner
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A FAB precisa mesmo de uma aeronave deste porte para a função de transporte de tropas, seja da FAB, da MB ou do EB, com o território que temos, já estava na hora.
Mas esta aeronave nada deveria ter a ver com outras do mesmo porte destinada a função KC, estas são outros 500!

Marcos
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Marcos

“Para a FAB só tem que voar. Todos os custos de manutenção estão incluidos, disponibilidade mínima de 80%, seguro, 1000 horas de voo por ano. Se a aeronave tiver de passar poor alguma manutenção mais longa, a empresa tem um prazo para fornecer outra aeronave. Enfim, é por combustível e voar.”

Na prática as coisas não são bem assim. A realidade pode ser bem mais difícil. Dá qualquer imbróglio jurídico não previsto no contrato e a FAB pode ficar sem ele por um, dois anos. Ainda preferia a aquisição de quatro aeronaves NOVAS com manutenção privada.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Marcos, sua proposta talvez seja a melhor, mas com a herança maldita que o Temer recebeu mais o foco nos Gripen, talvez este seja o jeito.

Marcelo
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Marcelo

Boa notícia, mas pena que o processo dos KCs está parado.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Tem o handling, e a FAB não possui os equipamentos de solo p ele. Espero que esteja no contrato.

Ádson Caetano Araújo
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Ádson Caetano Araújo

Ederson, os KC 767 que estão nos planos da FAB são multi propósito. Em questão de horas ela pode ser preparada para 260 pax, ou 70 macas, ou um número menor de UTI’s, ou transporte de contêinerse ou REVO. Já houve até uma licitação vencida pela IAI de Israel ( http://www.defesanet.com.br/fab/noticia/10055/KC-X2—IAI-vence-com-B767-300ER-convertido/ ). É a plataforma perfeita, atende vários propósitos evitando assim a ociosidade, vale cada centavo investido, maaas quando será?

zorannn
Visitante

Olá Marcos!
.
Esta aeronave nova, custa US$ 200 milhões. Vi preços de aeronaves usadas a partir de US$ 17 milhões (ano 1988).
.
Para a FAB que não tem nem dinheiro para combustível, esta foi uma boa solução.

Tamandaré
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Tamandaré

Se forem Boeings 737, 747, 757 ou 767 em boas condições, com poucos horas de voo e bem conservadas, essa faixa de preços de até US$ 20 milhões me parece estar ótima.

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

Aliás, essa história dos KC 767 da IAI….. foi pro telhado msm?? Ou ainda está de pé a proposta?? Alguém tem informação confiável?

Boa noite a todos

Ben-Hur
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Ben-Hur

Até onde sei não serà convertido para a missão de REVO.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Tamandaré.
Como é sabido, ainda perdura um impasse diplomático entre Brasil e Israel, mesmo com a queda da Dilmadrasta. Talvez Nethanyahu tenha certo receio, visto que fincou pé que só enviará embaixadores comprometidos com a ocupação israeli da Palestina, e como Temer é de origem libanesa, talvez não pague pra ver.
Pior pra Israel, que está perdendo vendas; ao Brasil não faltam opções, inclusive dos “americanuzmarvadus” execrados até há pouco.

Tamandaré
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Tamandaré

Sr. Delfim, então o motivo é politico?! Não é de ordem financeira, como já ouvi outros dizerem?!

Grato pela atenção

Walfrido Strobel
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Israel não se nega a vender nem para país sob embargo.
Supriram a Africa do Sul e a Indonésia em seu periodo de embargo e agora iriam se negar a modernizar um avião para o Brasil?
Pode assinar o contrato que eles fazem o serviço.

André Lourenço
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O plano B seria modificar pelo menos um dos Embraer E 190 para essa função de revo, o plano C poderia ser a compra de alguma aeronave encostada aqui no Brasil Ex Varig, Trans Brasil ainda em condições de voo, o que não falta aqui são semitério de aviões mias novos que os KC 135.
Se não tem grana para modificações o ITA poderia fazer esse trabalho.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Não existe aeronave ex VARIG em condições de vôo, quiçá da Transbrasil. O ITA é uma Universidade, não oficina de manutenção. Esse tipo de trabalho a TAP Manutenção, em Porto Alegre, tem condições de fazer. Acho que até a DIGEX, em São José dos Campos, faz.

camargoer
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Olá André. Não há plano B. A espinha dorsal do transporte da FAB, incluindo REVO, será o KC390. Os C105, C95M e KC-x (acho que ninguém duvida que serão 767 adaptados) auxiliarão os KC na missões específicas quando precisarem de pistas menores ou distancias intercontinentais. O cronograma está um pouco atrasado mas não está afetando a força. Os KC130 está sustentando o REVO e o 767 deste post irá cobrir o transporte intercontinental. Em dois anos o KC390 entrará na FAB. Sem improviso.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Strobel.
Vender Israel vende, mas o Brasil não vai comprar.

Cabral
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Cabral
Bueno
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Bueno