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Desvalorização de coroa sueca faz Brasil economizar US$ 1 bi em caças

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Gripen NG montagem com cores da FAB - imagem K Tokunaga - Saab

Ana Siqueira, Jornal Do Brasil

ClippingNEWS-PAO acordo do Brasil com a Suécia para a compra de 36 caças Gripen da Saab poderá gerar uma economia de quase US$ 1 bilhão para o governo brasileiro. Isso porque o contrato, assinado em outubro de 2014, foi feito em coroa sueca. Na época, o montante equivalia a US$ 5,4 bilhões. Com a desvalorização da divisa local, que no ano já soma mais de 12%, o valor do negócio hoje gira em torno de US$ 4,5 bilhões.

Durante as negociações, o Ministério da Defesa também conseguiu reduzir a taxa de juros inicialmente prevista no acordo, que era de 2,54%, para 2,19% ao ano. O financiamento será feito pela SEK, a agência de promoção de exportações do país escandinavo.

As aeronaves serão entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2019 e 2024. Dos 36 caças, 15 serão produzidos no Brasil. Nesta segunda-feira (19), 46 brasileiros começaram a trabalhar no projeto, na Suécia. Dilma prestou uma visita ao grupo na fábrica da Saad em Linkoping, acompanhada de autoridades locais e dirigentes da empresa sueca.

FONTE: Jornal do Brasil

10 COMMENTS

  1. Se o Brasil produz em reais, e não em dólares, acho que a matéria cai no vazio. O que interessa é a flutuação entre o real brasileiro e a coroa sueca.

    Parece coisa de blogueiro chapa-branca.

  2. Chapa branca? No meio, a fama do jornal em questao faz inveja ao branco total radiante do Omo, tanto quanto a Veja tem a fama oposta.

  3. Não vejo como esta informação seja ruim, nem mesmo se o Jornal do Brasil fosse um jornal chapa branca (o que duvido ser). Temos uma sociedade avessa a assuntos de defesa, com uma classe política ainda mais avessa, em tempos de crise econômica (sabemos o culpado, então falar sobre isto é repetir o mesmo), qualquer informação neste sentido (menor peso orçamentário, consequentemente menos demanda de arrecadação tributária) é benéfico para que projetos importantes de reaparelhamento das FFAA não sejam mais impactados do que já estão sendo.

    No mais, só reforça a minha argumentação de que questões cambiais devem sim levadas em consideração quanto a seleção de equipamentos militares, claro, quando isto for possível. Num país que não possui moeda forte, aonde as variações cambiais bruscas se apresentam de forma cíclica, num espaço temporal mais curto do que em países mais estáveis economicamente, isto não pode ser ignorado.

    Projetos deste tipo são de longo prazo, seu êxito acaba por depender de mais esta variável.

    É o que penso.

    Até mais!!! 😉

  4. Rinaldo Nery,

    Vc poderia dizer se os 14 A-1 que estão sendo modernizados pertencem ao primeiro lote, ou é um misto de lotes? Se não, a FAB vai ter 4 modelos desse caça. …

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