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BVR2/Sabre: exercício de guerra simulada inicia segunda fase

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Esquadrilha de caças F-5M - foto cb Vinicius Santos - Ag Força Aérea - FAB

Diferentes cenários de guerra e novas aeronaves elevam o nível de complexidade na Operação BVR2/Sabre

O Exercício Operacional BVR2/Sabre, que reúne mais de 60 aeronaves e 500 militares na Base Aérea de Anápolis (BAAN), entra em uma nova fase. Vão entrar em ação as aeronaves A-29, A-1, R-35A e, pela primeira vez nesse tipo de exercício, a Aeronave Remotamente Pilotada Hermes 450. Também irá participar o Primeiro Grupo de Defesa Antiaérea (1° GDAAE).

F-5FM - foto cb Vinicius Santos - Ag Força Aérea - FAB

“Até agora nosso treinamento estava voltado somente para o combate aéreo simulado. A partir da próxima semana passamos a incluir ataques de solo, além de novas aeronaves”, destaca o Coronel Paulo Roberto Moreira de Oliveira, Chefe do Estado-Maior da Terceira Força Aérea (III FAE). Já estavam em ação caças F-5M, aviões-radar E-99 e o reabastecedor KC-130 Hércules.

Iniciado no dia 18 de agosto, o exercício segue até o dia 18 de setembro.

FONTE / FOTOS / VÍDEO: FAB

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5 COMMENTS

  1. Colombelli

    “Colombelli
    28 de agosto de 2014 at 16:16 #

    Por ora, o melhor possivel ainda é mais do que podem nossos potenciais adversários em volta, ainda que com equipamentos melhores alguns. Bom, vibrei.”

    Bom, muito bom.

  2. Como o f-5 é belo e compacto, a despeito de tudo. No fim, o combate BVR é vencido com uma plataforma veloz de lançamento, radar potente (incluindo AWACS) e mísseis capazes.
    O tal do derby é muito bom. Quando o datalink estiver a pleno funcionamento, integrado com o E-99, será possível adquirir alvos mais longe. Porém, no sistema de matilha, já estamos na ponta do T.O.

  3. Há alguns anos, lembro de um brigadeiro. não recordo exatamente qual, ter dito: “o que precisamos é um bom radar e um bom missil”. Esta a essência do combate BVR e mesmo do combate aéreo moderno. Claro que há mais, claro que é melhor ter um F-15 ou um flanker, muito melhor um F-35 ou um Raptor, mas com um bom radar e um bom missil, qualquer aeronave é um adversário de respeito, sobretudo com data link. Inclusive muitas deficiências de material podem ser relativizadas com táticas e pessoal bem treinado.

    Dai que concluo pela validade da modernização dos A4. Aqui, pelo menos, na AL, fazem a diferença, ainda mais com pessoal bem adestrado e data link. A marinha deve imediatamente se engajar em exercícios deste tipo, preferencialmente em conjunto com a FAB,que ja tem a expertise. Estamos galgando um patamar que ainda não é dominado completamente por nenhuma outra força, nem o Chile e muito menos a venezuela ou peru.

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