segunda-feira, outubro 18, 2021

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Pentágono: ‘não faz sentido reviver projeto de motor alternativo para o F-35’

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Mas o Senado não pensa assim

 

F135 CTOL cutaway - imagem Pratt & Whitney

O Programa de motor da Pratt & Whitney “está 90% desenvolvido e por mais que nós gostaríamos de ter fontes competitivas em cada programa, isso não faria sentido neste momento para reviver um projeto antigo de outro motor para o F-35 “, disse o coronel do Exército Steve Warren, em comunicado.

O Pentágono encerrou em 2011 um esforço de 14 anos da GE para desenvolver um outro motor, orçado em 68.600 milhões dólares.

NOTA: o painel do Senado norte-americano na semana passada informou no relatório sobre o orçamento para o ano fiscal de 2015 que os líderes do Pentágono devem “reavaliar o valor” da retomada de alternativa aos motores P&W porque eles têm “enfrentado numerosos problemas, incluindo a falha de uma válvula de admissão de óleo e incêndio antes da decolagem”, que em junho que causou o groudeamento de 97 jatos.

NOTA: o relatório do Comitê informa que se o programa do motor alternativo tivesse continuado após 2011, a “competição teria incentivado a Pratt e Whitney a encontrar métodos criativos para fazer os custos baixarem e garantir a entrega de um produto de alta qualidade”.

FONTE: Bloomberg (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês)

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Nick

O incrível é falar que esse motor está 90% pronto, quando já deveria estar pronto faz tempo. 🙂

[]’s

Clésio Luiz

Qualquer empresa que detem o monopólio de algo, vai acabar abusando da posição. Só quando o Pentagono botar o pé no buxo dela é que a P&W vai entrar na linha. caso contrário, podem esperar mais atrasos e aumentos camaradas dos custos.

Marcelo Pamplona

Boa tarde a todos! O caso do motor do F-35 me lembra uma frase que cansei de ouvir: “Pior que um monopólio estatal, só um privado”. Lamentável a maneira como os EUA vem gerenciando este programa, com tamanhas somas envolvidas e com tamanhos atrasos e problemas; ainda mais numa época de “sequestration”, o que só faz aumentar a sensação de incoerência na “racionalização” de recursos. Lembrando que tal aeronave será o futuro pilar do poderio aéreo norte-americano e a cada atraso aumenta a indefinição sobre o fechamento, ou não, das linhas de montagem dos F-16, F-15 (este, em parte, substituído… Read more »

Carlos Alberto Soares

“F-16, F-15 (este, em parte, substituído pelo F-22) e F-18”.

Deverão “guardar” bem “guardadinho” toda cadeia de fabricação, caldo de galinha/canja não faz mal a ninguém ….

Marcelo Pamplona

Carlos Alberto Soares;

“Deverão “guardar” bem “guardadinho” toda cadeia de fabricação, caldo de galinha/canja não faz mal a ninguém ….”

Pois é, e isso tem um belo de um custo, meu caro! Daí que penso ser muito mais inteligente uma intervenção forte neste programa por parte do Pentágono, forçando o lobby a apresentar resultados factíveis e não envergonhar, vira e mexe, a indústria aeronáutica americana com atrasos, acidentes, ausência em Farnborough 2014, etc…

Mas como não sou contribuinte norte-americano, não sou eu a me preocupar com isso… já temos mazelas desse tipo por aqui até demais…

Sds.

Iväny Junior

O prazo operacional é de 2016. Daqui pra lá ou ressucitam aeronaves do AMARG ou compram uns Viper B60 e F-15 Silent Eagle pra dar uma moral pra boeing.

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