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Mais fotos da maquete do Gripen E, exposta pela Saab em Farnborough

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Farnborough - maquete Gripen - foto 17 Saab

Nas imagens da maquete em tamanho real (mockup) do futuro Gripen E, cujo primeiro protótipo está em construção na Saab, pode-se perceber muitos detalhes interessantes que mostram mudanças em relação ao modelo monoposto atual do Gripen, o “C”.

Subimos algumas das fotos em tamanho grande, para clicar e ampliar. Para ver mais imagens em tamanho maior, assim como outros conteúdos relacionados à presença da empresa na feira de Farnborough deste ano, clique no link do site da Saab.

Farnborough - maquete Gripen - foto Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 10 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 15 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 14 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 13 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 12 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 11 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 9 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 8 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 7 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 6 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 5 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 4 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 3 Saab

Farnborough - maquete Gripen - foto 2 Saab

Farnborough - simulador Gripen - foto Saab

FOTOS: Saab

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Rogério
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Rogério

O trem de pouso dianteiro é monociclo 🙁

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

@Rogério

Eu nem tinha reparado. Fiquei tão preocupado com a fuselaem que nem reparei nesse detalhe. Bom olho.

– As saídas de ar atrás do canopi continuam as mesmas, ao contrário do que pensava o Vader;

– As protuberâncias à frente dos canards são maiores do que eu pensava;

– A carenagem do canhão parece mais estreita que a anterior;

– O painel tem 3 mostradores. Eu pensava que eles tinham mostrado um modelo com tela única;

– Eles continuam entrando pelo lado errado da aeronave…

Guilherme Poggio
Editor
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Clésio Luiz escreveu:

– Eles continuam entrando pelo lado errado da aeronave…

E reabastecendo (no ar) pelo lado oposto também.

André Sávio Craveiro Bueno
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André Sávio Craveiro Bueno

Sobre o IRST: ele enxerga apenas para onde o avião está direcionado ou pode ser movimentado?

eparro
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eparro

Rogério 21 de julho de 2014 at 19:58 #

O trem de pouso dos F-16, F-22 e F-35 também são monociclo. Existe alguma questão nisso?

Rogério
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Rogério

eparro,

Nada, é só minha preferencia pelos biciclos mesmo.

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Nautilus
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Nautilus

A Saab já havia anunciado essa mudança do trem de pouso biciclo para o monociclo há uns 3 meses, entre outras alterações do Gripen E para o atual NG Demo. Se mudaram, deve ter sido para melhor.

Victor Matheus
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Victor Matheus

André Sávio

Pelo que eu saiba, o IRST tanto pode ficar direcionado para onde o avião está apontado quanto para outras áreas.
Pelo que parece os mais modernos tem um sistema autônomo de busca pela área sobrevoada (como um modo de identificar / rastrear objetos que emitam calor) e também pode ser apontado para algum alvo em especial através da própria detecção do calor ou detecção do radar de bordo.
Me corrijam se eu estiver falando bobagem
Att.

Nick
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Nick

Esse cockpit não pode ser o do Gripen E. Se for, não vai ter mais o MFD único. 🙁

[]’s

eparro
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eparro

A sonda de reabastecimento em vôo parece “bem calibrada”.

Victor Matheus
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Victor Matheus

E sobre o Gripen: Agora sim, estas fotos estão beeem melhores.
Detalhes que me chamaram a atenção:
Os trens de pouso (me parece que as aberturas para onde são recolhidos os trens de pouso traseiros foram redesenhadas)
As tais “protuberâncias” como comentou Clésio.
E os novos trilhos na ponta de cada asa, bem como nos novos desenhos.

G-LOC
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G-LOC

Mudaram o trem de pouso para monociclo pois não planejam mais operar em pista de dispersão.

O IRST tem modo de busca, acompanhamento de alvo único e FLIR de navegação.

Guilherme Poggio
Editor
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trem de pouso do nariz com apenas uma roda deve aumentar o espaço útil do interior da fuselagem. Isso é importante para acomodar todos estes sistemas que a Saab pretende colocar do “E”, incluindo radar AESA e IRST.

Mas isso é também um passa atrás para o desenvolvimento de uma versão naval.

André Sávio Craveiro Bueno
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André Sávio Craveiro Bueno

Gratos Victor e G-LOC!

Victor Matheus
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Victor Matheus

Opa!
Não pude deixar de notar.
Na 11ª foto aparecem 6 orifícios atrás do pilone subalar da direita. Seriam eles dispersores? Se sim de quê? Chaff ou Flare? Alguém sabe me dizer? Não achei nada à respeito e pra mim é novidade.
Att.

nadimchaachaa
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nadimchaachaa

Acho uma pena que os cabides de ponta de asa não possam receber BVR’s, como nos F-16 e fico pensando que se os cabides sub-alares aguentam os RBS 15, não seriam capazes de receber 2 A-Darter em cada. Totalizaria 5 BVR’s, 4 WVR’s e 2 tanques extras, ótimo para um caça dito leve…

Almeida
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Almeida

Versão naval pra quem? 12 unidades pra operar no NAe São Paulo? Não vale a pena comprometer as versões E e F por isso.

Já operar em pistas curtas e pouco preparadas é bem vindo. Mas mudar de bi para mono ciclo não deve atrapalhar tanto assim, basta reforçar o trem de pouso em si. Isso foi feito no traseiro, se comparerem o NG com o C/D verão que o novo trem de pouso é mais “fino” e leve, porém aguenta um peso maior de pouso e decolagem.

eparro
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eparro

Guilherme Poggio 21 de julho de 2014 at 22:39 #

Poggio, é certo que são outros tipos de equipamentos, mas os A4 Skyhawk e os Super Étendard também tem um trem de pouso do nariz com apenas uma roda.

Qual a questão de uma ou duas rodas no trem de pouso dianteiro?

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Qual a questão de uma ou duas rodas no trem de pouso dianteiro?

Robustez. Não é regra, mas se você reparar e maioria dos caças embarcados possui duas rodas no trem do nariz (com exceção dos dois que você já citou).

Outro que não tinha duas rodas no trem do nariz era o Cruzader. Mas o seu derivado, o A-7 Corsair II, já tinha.

O Rafale tem e o Typhoon não. O primeiro também é naval e o segundo não. E por aí vai.

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

A mudança é de fato curiosa:

– Por um lado, mudar de bi para mono não economiza espaço interno, apenas modifica o formato que a roda/pneu vai ocupar, de horizontal (bi) para vertical (mono);

– Por outro lado, uma triquilha monociclo não exclui operação fora da base, já que o avô do Gripen (o Draken) era monociclo. Soma-se à ele nos caças “fora de estrada monociclos” o Harrier, Jaguar, AMX e até F-5 e MiG-21, só para citar alguns.

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

@eparro

Os caças que você citou usam um esquema antigo de engate na fuselagem. Desde o A-6 intruder que todas as aeronaves navais lançadas por catapulta usam engate no trem dianteiro, que exige rodagem dupla.

eparro
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eparro

Clésio Luiz 21 de julho de 2014 at 23:31 #

Grazie Clésio!

Então o caso não é tanto de carga de decolagem ou de pouso e sim do arranque no lançamento por catapulta.
Daí os casos do AV-8 Harrier e do F-35 terem trem de pouso dianteiro monociclo, pois fazem decolagem e pouso verticais. É isso?

ci_pin_ha
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ci_pin_ha

As projeções, inclusive a maquete do São Paulo com Sea Gripen, mostra um trem de pouso bi.
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Rogério
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Rogério

eparro
21 de julho de 2014 at 23:57

Isso mesmo eparro, como o Clésio disse,

repare nessa foto, como a catapulta engata entre as rodas do trem de pouso:

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Rogério
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Rogério
Rogério
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Rogério

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nadimchaachaa
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nadimchaachaa

Consta que o NGBR deverá ter um painel diferente do que aparece nas fotos e que também a versão de 2 assentos deverá ser desenvolvida pela AKAER.
Se existe real interesse no desenvolvimento de uma versão naval e o trem de pouso monociclo seja incompatível com o uso em porta-aviões, questiono se o nosso NG não seria a versão de treinamento com um assento. Nesse caso haveria espaço de sobra para instalação de sistemas, quem sabe mais munição para o canhão e a continuidade do uso do trem biciclo.

eparro
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eparro

Pô, será que não teremos comentários de juarezmartinez e nem de Maurício R.?

eparro
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eparro

Rogério 22 de julho de 2014 at 0:07 #

Grazie Rogério.

Meu, imagem e vídeo elucidativos!
Aliás, o primeiro, no vídeo da catapulta é um S-2 Tracker semelhantes ao que a MB adquiriu para o A-12?

Rogério
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Rogério

Não eparro, esse é um Grumman E-2 Hawkeye:

comment image

eparro
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eparro

Rogério 22 de julho de 2014 at 0:33 #

Alerta antecipado da frota?

Rogério
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Rogério

Ele mesmo 😀

[]s

eparro
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eparro

Grazie Rogério!

Vader
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“- As saídas de ar atrás do canopi continuam as mesmas, ao contrário do que pensava o Vader;”

Mudou Clésio. Antes era uma saída única; agora parece haver uma “trave” que a divide em duas, mas que dependendo do ângulo parece que é continuidade do canopi, como no F-5.

Sds.

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

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Gilberto Rezende
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Gilberto Rezende

Lista de customizações do Gripen BR: Inverter a abertura do canopi. Inverter a instalação do probe retrátil de reabastecimento para a direita . É outro ponto ruim que deve ser mudado para o Sea Gripen pois quem está no meio do mar não gosta de depender de sonda retrátil que pode dar xabu. Aliás ficou faltando um espelhinho na esquerda do canopi para o piloto conseguir emxergar a conexão do drogue com seu probe sem ter que ficar voando durante o REVO olhando pro lado e dando beijinho no ombro… 🙂 Provavelmente a turma vai improvisar aqui uma solução para… Read more »

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Gilberto Rezende escreveu

É outro ponto ruim que deve ser mudado para o Sea Gripen pois quem está no meio do mar não gosta de depender de sonda retrátil que pode dar xabu.

Pilotos de F-14 Tomcat nunca reclamaram disso.

carvalho2008
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carvalho2008

“E quem sabe este “projeto brasileiro” do Gripen F/Sea Gripen F para a FAB/MB também possa receber alguma contribuição ou mesmo interagir tecnicamente com o projeto Gripen TX da SAAB e Boeing cujos requisitos da USAF incluem a necessidade de uma aeronave BIPLACE e de custo e consumo de combustível econômicos” ……

A questão mestre Gilberto, é como fazer para que um Gripen TX possa custar uns US$ 30 milhões….mas seria um exercício interessante de se fazer…

Almeida
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Almeida

Gilberto Rezende, Gilberto Rezende…

Você vem falar de dois porta aviões mais 48 caças navais pra MB e EU que estou DUPLAMENTE errado?

HAhahaha, você me diverte muito cara! 🙂

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Juarez Martinez, Juarez Martinez, Juarez Martinez

Amigo, pô me ajuda ai ô meu …..

1.- Tem gente falando do Nae 12 o maior navio de cabotagem do mundo;

2.- Dois(2) Nae’s, fico imaginando as duas escoltas e suas “reservas”;

3.- 48 G NG Sea e

SOCORRO JUAREZ MARTINEZ, ME AJUDA BARALHO …

Do epicentro da traseira do seu dog ! rs

Abraços

Gilberto Rezende
Visitante
Gilberto Rezende

Amigo o que eu digo é o anda sendo planejado pela MB para o futuro de um Brasil exportador de petróleo daqui a 10 anos pois a previsão do novos NAe é para 2020/25. Segundo fontes da MB restam no atual estágio do PRONAE a análise de 4 propostas de projeto de 3 países EUA, Inglaterra (2 empresas) e França. E o porte das unidades nos projetos contratados PODE chegar até 50 KTn de deslocamento. Se você acha engraçado problema seu camarada, o PRONAE é um programa naval ativo em andamento. Até concordo que pelo seu perfil político/economista que Dona… Read more »

Rogério
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Rogério

“Pilotos de F-14 Tomcat nunca reclamaram disso.”

A-7, AV-8B, F-14, F-18, F-18E, Super Etendart, Su-33 e F-35 tb não 😀

Vader
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Nossa, passo um tempo longe e qdo volto o primeiro comment que leio é do “Seo” Gilberto falando de porta aviões pra MB com 48 Sea Gripens…

Jesus, me chicoteia…

Vader
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“Pilotos de F-14 Tomcat nunca reclamaram disso.”
A-7, AV-8B, F-14, F-18, F-18E, Super Etendart, Su-33 e F-35 tb não

Kkkkkkkkkk

Marcos
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Marcos

off topic

KC-390: sistemas de reabastecimento; opção de tanques internos; terceira sonda de reabastecimento (ventral); reabastecendo um Gripen. Segue…

https://www.youtube.com/watch?v=v4g_EqE_9Oo

Marcos
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Marcos

falha nossa!

Não existe terceira sonda ventral.

Mas poderia ter! 🙂

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Valeu pelo vídeo Marcos. Quanto a uma terceira cesta, acho pouco provável por causa do tamanho do KC-390. Um terceiro caça ficaria meio espremido no meio dos outros dois, a não ser que seja uma cesta pensada para aeronaves de grande porte (de maior vazão, como no nosso futuro KC-767), como o próprio KC-390 e o R-99, que geralmente reabastecem sozinhas.

E vendo essa simulação do KC-390 e do Gripen, fico imaginando em como deve ser mamata reabastecer nesses caças modernos com FBW, com um tanqueiro veloz e toda a estabilidade que o sistema digital proporciona. Antigamente as coisas eram dureza:

https://www.youtube.com/watch?v=_7C6J9EO608

G-LOC
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G-LOC

Clésio, a terceira cesta, na parte central, seria útil para reabastecer outras aeronaves maiores como o própio KC-390.

A posição do probe no caça é irrelevante visto que o piloto não olha para o probe e sim para a cesta. Ele imagina que está alinhado e tenta o contato. No começo é dificil mas todos pilotos aprendem.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Existe um paradigma no Alto Comando que só avião de caça faz REVO. Não conseguimos emplacar o probe nos SC-105. O próprio TB Saito questionou a validade. Nos E/R-99 também não vingou. Vamos ver como vai ficar nos H-36 do Pelicano… Vai ser impossível penetrar o território inimigo e resgatar alguém sem essa capacidade. A maioria dos oficiais generais esquece que as aeronaves possuem peso máximo de decolagem (que varia com a temperatura, altitude do campo, vento etc.), e que nem sempre dá pra decolar full. No caso dos E/R-99 é típico. Pouquíssimas vezes decolei full. Se tivessem capacidade REVO,… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.

“…mas se você reparar e maioria dos caças embarcados possui duas rodas no trem do nariz…”

Nas aeronaves de bequilha dupla, a catapulta engata por meio de uma barra de metal; entre as rodas.
Antes era um cabo de aço, preso por ganchos, em algum lugar nas asas.

“…não tinha duas rodas no trem do nariz era o Cruzader.”

A bequilha do F-8 era pródiga, em causar acidentes.

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Mauricio R. escreveu:

Nas aeronaves de bequilha dupla, a catapulta engata por meio de uma barra de metal; entre as rodas.

É o mais comum, mas não é a regra. O Phantom II tinha duas rodas no trem do nariz e o seu lançamento se fazia pelo cabo preso na raiz das asas.