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Air Canada não substituirá jatos da Embraer por aviões CSeries da Bombardier

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ClippingNEWS-PA  A Air Canada disse que não irá substituir 25 aviões de corredor único da Embraer, em um golpe nas esperanças da Bombardier de colocar suas aeronaves CSeries na frota da companhia.

Os CSeries têm sido afetados por diversos atrasos e estouros de orçamento, mas estavam na disputa para substituir estas aeronaves, que fazem parte da frota de 45 aviões E190 da Air Canada, fabricados pela brasileira Embraer.

“Após uma análise cuidadosa, a Air Canada decidiu continuar a operar as aeronaves (da Embraer) dada a baixa idade da frota … e para evitar investimentos e dívidas adicionais”, disse a maior companhia aérea canadense em um comunicado nesta quinta-feira.

A decisão da Air Canada vem depois que a companhia divulgou um prejuízo maior no primeiro trimestre, principalmente devido a um dólar canadense mais fraco.

Em teoria, no entanto, as aeronaves CSeries ainda podem vir a substituir estes jatos no futuro.

No mês passado, a Air Canada fechou um acordo para vender o restante de seus aviões E190 à Boeing. Como parte deste acordo, a Air Canada finalizou seu pedido por 61 jatos 737 Max de corredor único da Boeing, completando a primeira fase do plano de renovação da frota de jatos de corredor único da companhia aérea.

FONTE: Reuters

FOTO: Embraer

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Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Eu conheço alguém que ficou um pouco desapontado com essa notícia… Mas pelo menos vão comprar os Boeings 🙂

phacsantos
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phacsantos

A pergunta que não quer calar:

A decisão foi graças ao “lobby do eixo do mal de SJC”?

Afinal, segundo alguns, tudo que envolva a Embraer é devido a isso….

Nick
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Nick

Air Canadá: Seguinte, Bombardier, vamos aguardar os E2 da Embraer ficarem prontos. 🙂

Bombardier: Até tu Brutus?? 🙁

[]’s

Jackal975
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Jackal975

Esse foi o um dos maiores erros da Bombardier: posicinou o CSeries numa faixa de concorrência na qual ele nem faz frente totalmente à “Família E-jet” e tampouco faz frente à toda a “Família 737″…fica no meio termo, concorrendo apenas com os “maiores E-jets” e com os “menores 737”. O gráfico abaixo ilustra bem isso, vejam: Ficou no “meio termo”, no “meio do caminho”: grande para rotas regionais, internas (muito bem atendidas, de modo econômico, pela família E-jet ) e pequeno para as rotas “de entrada” operadas por 737 e A320. As próprias “grandes” já haviam cometido erro parecido ao… Read more »

Marcos
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Marcos

imagens do Legacy 500 em voo

https://www.youtube.com/watch?v=D9yiMTAhNxc

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá.
Esta notícia pode ser ruim também para a Embraer. Tal qual aconteceu antes, com os jatos regionais de menos porte (CRJ-200 e EMB-145) que perteram espaço para os turbo hélices, os regionais “grandes” (E-170/195 e CRJ-900/1000) podem estar perdendo espaço para os “mainstream” pequenos (B-737 e A-320) nas suas novas versões mais econômicas/eficientes. Tanto que a Embraer não anunciou uma versão E-2 do E-170. Duvido que a família E-2 tenha o mesmo sucesso que a E-1.
SDS.

Luiz Fernando
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Luiz Fernando

Não acho não… Os E2 serão mais econômicos que os novos 737 e A319 (versões menores), e a diferença de assentos é considerável para que sejam utilizados em rotas e de maneiras diferentes. São dois mercados. Com certeza os 737 MAX e A320NEO vão reinar na faixa de 150 assentos. Mas na faixa de 120 – assentos, eles podem ser menos econômicos que os novos E2. No mercado existem duas métricas… custo por assento e custo por viagem. Supondo que um A320NEO possua um custo por assento menor que um 190E2… se o avião voar cheio, vale mais a pena… Read more »

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá Luiz Fernando. Repare que a faixa de 150-120 assentos é muito próxima. Na minha opinião, as aeronaves para trajetos de baixa densidade/curto alcance serão os turbo hélices. Para os trajetos de alta densidade/curto alcance, serão os aparelhos classe do B-737 e A-320. De forma geral, as companhias aéreas “não gostam” de aparelhos de curto alcance (baixa flexibilidade na operação). Creio que os destinos de alta densidade/curto alcance sejam cumpridos por esses aperelho em regime de “pinga-pinga”. Até pelo fato de não haver uma versão E2 do 170, creio que a função dos E-2 seja substituir os E-1 mais antigos.… Read more »

Corsario137
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Corsario137

Maurício, Numericamente falando 120-150 é bem próximo mas, se tratando de aviação comercial, isso é um universo de distância. São coisas bem distintas. E eu acho que os E2 serão um enorme sucesso. Tudo tem caminhado neste sentido. Os próximos 2/3 anos serão cruciais. Veremos afinal como o mercado irá se comportar. Como será o ritmo de encomendas e pra quem. Quanto a Bombardier, o trunfo ainda está na aviação executiva. Os novos jatos são primorosos. Darão muito trabalho a Gulfstream e principalmente a Dassault. Nesse campo ainda estamos engatinhando, mas com grande sucesso. Outro dia havia uma discussão aqui… Read more »

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá Corsário. Sem dúvida que os produtos da Embraer são um sucesso. E o seu crescimento/penetração no mercado executivo é um verdadeiro “fenômeno”, com o perdão do trocadilho… A aviação comercial está passando por uma das suas periódicas restruturações. E isso não começou agora. Aviões pequenos à jato (os famosos jatos regionais) estão saindo do mercado. Os aparelhos ERJ e CRJ estão sendo substituídos por turbo hélices (mais econômicos). Acredito que esses modelos vão dominar a categoria até 100 assentos. Acima de cem assentos é o “território” dos jatos. E em tempos de economia de recursos e custos elevados de… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.

Vamos ser justos, não é somente a Air Canada, que não está nada satisfeita c/ o C Series:

(http://www.flightglobal.com/news/articles/Republic-puts-off-decision-on-CSeries-order-399322/)

“…has put off making a decision on its order for 40 Bombardier CSeries aircraft for the time being, says…”

“Bombardier has firm orders and commitments for 452 CSeries aircraft, Flightglobal’s Ascend Online database shows.”

Marcos
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Marcos

A Embraer não teria lançado os E2 sem ter feito um sério levantamento de mercado.

O concorrente direto do CSeries SERIA o Sukhoi RRJ, que também vai mal das pernas.

Mauricio R.
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Mauricio R.

“O concorrente direto do CSeries SERIA o Sukhoi RRJ, que…”

Cumã???
O avião senta de 108 a 125 pax em uma versão e de 130 a 160 na outra, e é somente concorrente direto do Super Jet???

“The CSeries is to compete with the Boeing 737 series and the Airbus A320 family, as well as the Embraer 195 regional jet.”

(http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=7&ved=0CEcQFjAG&url=http%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FBombardier_CSeries&ei=pZl3U4urJ4TJsQT94IB4&usg=AFQjCNFZPu-cK5Gha1uDvruIxNsHwsXumg&bvm=bv.66917471,d.cWc&cad=rja)

É pelo visto aquele número, o 452, assustou…

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá.

Vale lembrar que as encomendas dos C-Series e dos E-2 são equivalentes (203 contra 200), pelo menos por enquanto.
SDS.