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Fotos do Dia da Aviação de Caça da FAB, 2014

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Nosso fotógrafo e colaborador Ricardo Pereira esteve ontem na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro e fez estas imagens para os leitores do Poder Aéreo. Confira!

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FOTOS: Ricardo Pereira – www.assuntosmilitares.jor.br

9 COMMENTS

    • Senti falta das jacas. 🙁

      Ahahaha

      Não tinha me tocado disso até ler o comentário. Desde 1973 até o ano passado (descontado o período de transição entre o MIII e o M2000) sempre teve Mirage no dia da Aviação de Caça.

  1. Uma coisa que eu acharia interessante que tivesse entrado na modernização dos F-5 seria o bico de pato e os LERX maiores que saíram nos últimos F-5 e se eu não me engano estão presentes nos nossos F-5F.

    O quanto melhora na agilidade da aeronaves seria algo que eu gostaria de saber.

  2. Exato, Clésio.

    Com a mudança no radar, o radome ficou maior (à custa de corte na fuselagem frontal, para manter o mesmo comprimento do avião) e foi padronizado o mesmo radome (que não tem o formato do bico de pato, que reduziria seu volume interno) para toda a frota, seja biposto ou monoposto.

    Há várias fotos do F-5F na edição 6 da revista Forças de Defesa.

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/12/In%C3%ADcio-mat%C3%A9ria-F-5FM-na-FAB-os-poucos-revista-For%C3%A7as-de-Defesa-n%C3%BAmero-6.jpg

    Lembrando, aos que não sabem, que os quatro F-5F da FAB comprados no lote “ex-aggressor” no final da década de 1980 tinham o tal do “bico de pato” por serem de lotes mais novos (construídos em 1982-84) que os monopostos tanto do primeiro lote (caças comprados novos e fabricados em 1974-75) quanto do lote de ex-aggressors usados da USAF (cujos monopostos eram ainda mais velhos do que os que compramos novos, fabricados em sua maioria em 1972-73).

    Interessante é que, no caso dos três F-5F “ex-Jordânia” que adquirimos, um é de 1982, enquanto os outros dois são de 1975 e 1978, segundo uma fonte que tenho aqui.

    Como na maioria das fotos que vi (ou fiz) deles estocados ainda no PAMA-SP eram já sem radome, fica difícil distinguir se algum tinha o bico de pato. Vai precisar distinguir pelas mudanças nas extensões dos bordos de ataque (com maior área) que caracterizavam as melhorias aerodinâmicas na década de 1980, caso estas ainda sejam originais. Não lembrei, à época, de checar esse detalhe – mesmo porque, em geral, as asas estavam estocadas em local separado das fuselagens, e não dava pra saber direito de que jato era cada asa (que no caso do biposto ainda têm uma aleta ou “fence” no sentido da corda.

  3. Agradecemos ao Ricardo Pereira, que realizou a cobertura para o PA.

    Pelo menos este ano tinha teto para o lançamento das bombas. No ano passado só os ST lançaram. Naquela oportunidade o teto não favorecia o lançamento das bombas em modo visual do alvo com a devida segurança para os AMX e F-5.

  4. Um evento muito interessante nas comemorações do Dia da Aviação de Caça é a Ópera do Danilo, encenada no auditório da Base. Pena que é um evento restrito ao público interno. Todos deveriam poder assistir.
    Parabéns aos Caçadores no seu dia!
    A la chasse!!!
    Bordel!!

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