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USAF reforça defesa aérea do Báltico com mais seis caças F-15

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F-15 C de reforço ao destacamento no Báltico - foto MD Lituânia

Estados Unidos já tinham quatro jatos F-15 cumprindo a missão a partir de base na Lituânia, no rodízio mantido por nações da OTAN. Reabastecedor KC-135 também segue como reforço

Na quarta-feira, 5 de março, a Força Aérea dos EUA (USAF) divulgou nota sobre o envio de mais seis caças F-15 para a Base Aérea de Siauliai, na Lituânia, onde atualmente um destacamento de quatro jatos do tipo já cumpre a missão de garantir a defesa aérea dos três países bálticos (Letônia, Lituânia e Estônia), dentro de um revezamento realizado de três em três meses entre nações da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Dentro desse rodízio, que ocorre há 10 anos, o destacamento de F-15 da USAF opera em Siauliai desde janeiro, com previsão de passar a missão a outro membro da OTAN em abril (nota do editor: para saber mais sobre esse rodízio de destacamentos da OTAN na defesa aérea do Báltico, clique nos links ao final da matéria).

Caças F-15 C de reforço ao destacamento no Báltico - foto MD Lituânia

A decisão segue anúncio feito pelo secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, de que o país está ampliando sua participação nessa missão de policiamento aéreo do Báltico e de que irá ampliar o treinamento conjunto com a Polônia, a partir de um destacamento de aviação que opera em território polonês.

Além dos seis F-15 de reforço, foi anunciado o envio de um reabastecedor aéreo KC-135. Os caças que reforçam o destacamento em Siauliai são provenientes de Lakenheath, no Reino Unido. A ampliação da presença, segundo a nota da USAF, vem como resposta a uma solicitação de aliados no Báltico.

Reforço já chegou, segundo nota do Ministério da Defesa da Lituânia

Dois KC-135 em Siauliai para reforço do destacamento no Báltico - foto MD Lituânia

Nota de hoje (6 de março) do Ministério da Defesa da Lituânia informou que já chegaram a Siauliai os seis caças F-15 C Eagle, reforçando os quatro jatos de mesmo tipo que cumprem atualmente a missão de policiamento aéreo dos países bálticos.

A nota, acompanhada das fotos mostradas aqui, também informou que dois (e não um) reabastecedores KC-135 também pousaram em Siauliai, trazendo pessoal de manutenção das aeronaves.

F-15 C de reforço ao destacamento no Báltico - foto 2 MD Lituânia

Ainda segundo o MD da Lituânia, as aeronaves americanas também participarão, no início de abril, de treinamento regional da OTAN no Báltico (NATO’s Baltic Regional Training Event – BRTE), juntamente com os  parceiros da OTAN Suédia e Finlândia.

Apenas como complemento trazemos a  imagem abaixo, divulgada no início do ano, que mostra os quatro caças que já operam na base desde 3 de  janeiro.

Caças F-15 C que operam no Báltico desde janeiro de 2014 - foto MD Lituânia

FONTE / FOTOS: USAF e Ministério da Defesa da Lituânia (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

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André Sávio Craveiro Bueno
André Sávio Craveiro Bueno
6 anos atrás

Off Topic:

Nas alturas: piloto faz selfie no ar após lançar míssil

http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/nas-alturas-piloto-faz-selfie-no-ar-apos-lancar-missil,c3464becf4894410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

Perdão pela postagem, mas se real é uma bela imagem. Se desejarem deletem o post.

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Como eu tinha comentado, enquanto os Eurobambis fazem reuniões e ameaçam dar “unhada” no Putin, Tio Sam mandou a cavalaria, ou seja, pelo sul, no mar Negro, o USS Truxtun e pelo norte os Eagles.
Quero ver o Putin trancar mais algum porto afundando ferro velho Russo.

Grande abraço

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Caro Juarez Martinez “Tanto Kerry quanto o chefe do Pentágono, Chuck Hagel, entrevistados pelo programa Face the Nation rede CBS, disseram que o presidente Barack Obama mantém abertas todas as opções. A Ucrânia, da mesma forma que Geórgia, país invadido pela Rússia em 2008, expressou interesse em se incorporar à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e tem fronteiras com a Polônia, Eslováquia, Hungria e Romênia, todos membros da aliança. Uma base aérea temporária americana na Romênia, que servirá como ponto principal para as forças norte-americanas que saem do Afeganistão, alcançou oficialmente sua capacidade operacional plena na sexta-feira passada,… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás
Almeida
Almeida
6 anos atrás

Tá esquentando…

Leonardo
Leonardo
6 anos atrás

Pessoal aqui do blog acha que isso é tabuleiro de WAR!!!!

Ivan
Ivan
6 anos atrás

Leonardo,

O que vc tem contra o jogo WAR?

Quando garoto adorava este jogo, partidas intermináveis e super divertidas.

Os mapas são ótimos e cria uma perspectiva legal de movimentação e uma infantil introdução ao que os intelectuais e acadêmicos chamam pomposamente de “geopolítica”.

Sim, o “tabuleiro de WAR” é uma introdução leve e divertida.

Para não perder o hábito, olha o mapa da Rússia européia:
comment image

Grande abraço,
Ivan, um antigo (e retirado) jogador de WAR.

Leonardo
Leonardo
6 anos atrás

Caro Ivan, Não tenho nada contra o WAR muito pelo contrário também joguei algumas vezes quando era moleque, embora esse não fosse meu jogo predileto, mas o que falo é em relação a alguns colegas acharem que questões diplomáticas tem que ser resolvidas em conflito armado, muitos achavam que o Lula deveria ter invadido a Bolívia na época da crise do gás, ou seja, acham que diplomacia é um tabuleiro de WAR. Já comentei em outro post, que não acredito em qualquer tipo conflito armado, pois na atual conjuntura mundial ninguém quer um conflito,ainda mais por um país de pouca… Read more »

Leonardo
Leonardo
6 anos atrás

Uma pergunta que algum colega já fez a ti hoje, mas também partilho da mesma curiosidade, vc tem formação em Geografia, História ou é Engenheiro Cartográfico?

Pois, ao que parece, vc se amarra num mapa!!!

Grande abraço.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
6 anos atrás

Concordo com o ponto de vista do Leonardo.
Complementando, nas duas guerras mundiais a economia não era globalizada como hoje. Atualmente, os interesses econômico prevalecem.