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MD indiano diz que não haverá contrato do Rafale em 2014

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les-deux-rafale-presents-sur-le-salon-aeroindia - foto Armee de lair

O motivo é a falta de dinheiro, disse o ministro da Defesa AK  Antony, que também afirmou que as negociações continuam

Reportagem publicada pelo site indiano Frontier India nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, informou que o ministro da Defesa Indiano, AK Antony, admitiu hoje que o país não tem dinheiro para comprar o caça Rafale para a Força Aérea Indiana. As declarações do ministro foram dadas na DefExpo 2014. Antony disse que as negociações continuam e que o acordo não será assinado neste ano. “Não há dinheiro de jeito nenhum”, disse o ministro, afirmando que as negociações deverão continuar até o ano que vem e que, nessa época, a Índia poderá ter o dinheiro.

A Reuters indiana também noticiou as declarações do ministro (veja ao final)

A fala de Antony confirma o que o site Frontier India vinha dizendo há um ano, segundo sua reportagem. Contrariando o senso comum, um diário francês chegou a alegar que o contrato final do Rafale, produzido pela francesa Dassault, poderia chegar a 189 aeronaves, 63 a mais do que o solicitado originariamente no programa MMRCA (nota do editor: sigla para o programa de aquisição de avião de combate multitarefa de porte médio, no qual o caça francês foi o selecionado para negociações exclusivas).

O acordo pode não estar totalmente fora dos trilhos, já que a Hindustan Aeronautics Ltd (HAL – estatal indiana de aeronáutica) confirmou que as negociações estão andando. Porém, os atrasos do MMRCA podem levar a uma obsolescência tecnológica quando do recebimento das aeronaves, coincidindo com a entrada em cena de uma nova geração de caças e de aviões de combate não tripulados (UCAV).

Histórico – A Força Aérea Indiana planejou, no início da década de 1990, a compra de 60 caças Mirage 2000 adicionais, o que acabou se transformando, no final daquela década, num requerimento para 126 exemplares de MMRCA. O programa é considerado “a mãe de todas as concorrências”. Em 31 de janeiro de 2012, o Dassault Rafale foi anunciado vencedor após uma dura ocmpetição com caças como o F-18, F-16, MiG-35, Saab Gripen e Eurofighter Typhoon. Desde então, as negociações vêm sendo realizadas para atender a quesitos de transferência de tecnologia, produção e custos. Essas conversações, que se arrastavam, receberam um novo revés após o principal negociador indiano do programa de 12 bilhões de dólares falecer em outubro de 2013, devido a um ataque cardíaco. Nesse meio-tempo, a rúpia indiana perdeu valor devido à má condução da economia do país pelo atual ministro das Finanças, P Chidambaram.

Rafale - trabalho da equipe de apoio no Aero India 2011 - foto Armee de lair

Índia adia o contrato do Rafale após exaurir seu orçamento, diz reportagem da Reuters

Segundo reportagem da Reuters publicada também nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, os planos para a compra de 126 caças Dassault Rafale pela Índia foram adiados para o próximo ano fiscal. As declarações foram dadas pelo ministro da Defesa AK Antony. Havia uma expectativa para que o acordo estimado em 15 bilhões de dólares fosse finalizado até março deste ano, quando acaba o atual ano fiscal.

Porém, as negociações para comprar 18 exemplares “de prateleira” (produzidos na própria França, pela Dassault) e construir os restantes na Índia foram desaceleradas e deverão se estender até o próximo ano fiscal, conforme declarações do ministor AK Antony numa coletiva de imprensa realizada num evento do setor de defesa.

Segundo o ministro, as Forças Armadas da Índia, que foram os maiores importadores de armamentos nos últimos três anos, já gastaram 92% de seu orçamento para equipamentos de defesa neste ano: “Compras de grande porte só serão possíveis no próximo ano fiscal. Não resta mais dinheiro”, disse Antony. O país deverá realizar eleições em maio e um novo governo deverá tomar posse no mês seguinte.

A Índia está em meio a um programa de modernização de defesa de cerca de 100 milhões de dólares, voltado a substituir, por exemplo, aeronaves e carros de combate da era soviética, ao mesmo tempo em que diminui a distância em relação ao reequipamento da China, país que teve um conflito com  a Índia em 1962 e com o qual há disputas de fronteiras.

O programa, porém, vem sendo realizado lentamente, tanto quanto outros projetos do atual governo. Além disso, o ministro Antony insiste na transparência e na integridade dos programas de aquisição de defesa, que há muito tempo sofrem denúncias de corrupção. No mês passado, o Ministério da Defesa cancelou um acordo de 560 milhões de euros para 12 helicópteros da Augusta Westland, após alegações de que houve pagamentos de propinas para garantir o contrato.

O ministro disse que poderia haver atrasos nas decisões de compra de equipamento de defesa,  conforme ele procurasse dar transparência aos processos, mas que seria importante mandar uma mensagem de que a Índia não toleraria Antony irregularidades nos contratos: “Todos terão oportunidades, se os produtos forem bons e os preços, baixos. Não há necessidade de fazer lobby”, disse o ministro.

Quanto ao Rafale, Antony disse que os dois lados da negociação estão tentando resolver questões relacionadas ao custo do ciclo de vida da aeronave.

FONTES: Frontier India e Reuters India (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Força Aérea Francesa

COLABOROU: Cesar França

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Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Diazepan 10 nos franceses …. kkkk rsrsrsrs …..

Clonazepan dever ser melhor …. Dassault drugstore ….

A Jaca não decola mesmo no mercado internacional,
IMPAGÁVEL !

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

E tinha e tem gente que defende essa Jaca aqui no Brasil !

Valha – me Deus !

phacsantos
phacsantos
6 anos atrás

Carlos Alberto Soares
6 de fevereiro de 2014 at 12:21

Remédio? Que tal este?

comment image

É “Omnirole”, e é eficiente em vários cenários!

Abraço

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

“Negócios são negócios”.
Não basta querer comprar, tem que negociar. E dá-lhe declarações e “ameaças” pouco (ou nada) veladas.
Foi assim com a Rússia (compra do Porta Aviões Vikramaditya e sua ala aérea), está sendo assim com a França.
Poderíamos chamar de “negociações agressivas”. Mas ainda são negociações.
A Índia precisa de um novo caça. Mas não é por isso que vai deixar de negociar o melhor preço.
SDS.

Augusto
Augusto
6 anos atrás

Esse “de jeito nenhum” foi como rodar a faca já cravada nos peitos de Charles Edelstenne e Éric Trappier.

Antonio M
Antonio M
6 anos atrás

E gastaram os tubo$ com a modernização dos Mirage. Uma hora teria de faltar mesmo …….

Iväny Junior
6 anos atrás

A modernização dos mirage 2000 foi o pior negócio que se poderia ter feito. Por 65 milhões a unidade dá pra comprar dois Gripen NG ou um super lobby.

Agora a mesma dassault que estuprou os indianos naquele contrato vai ter que abrir as perninhas, e colocar um lucrinho de no máximo 10%, e depois engolir as exigências deles, pra tentar salvar alguma reputação pro Rafale. Depois que um jornal francês o qualificou como “invendável”, se esse contrato for perdido, teremos a frança de modelos americanos ou da comunidade européia em longo prazo.

Blackhawk
Blackhawk
6 anos atrás

Quanto mais tempo demorar, maior vai ser a pressão sobre a Dassault pra vender pelo menos algum Rafale pra algum país… E quanto maior a pressão… menor o preço.

Almeida
Almeida
6 anos atrás

A gente vive malhando o Brasil, mas essa Índia é outra piada de mau gosto. Primeiro transformam 60 caças em 126. Depois fazem uma concorrência cujo principal requisito é custo e selecionam pra shortlist os dois vetores mais caros. Só não sabia que não haveria dinheiro quem não queria ver. Me lembra até os devaneios da MB, querendo duas esquadras nucleadas em NAes, PROSUB, PROSUPER, PRONAE, PROANF… Entre centenas de Su-30MKI, modernizações caríssimas à preço de caça 0Km, caça leve indígena e caça médio multipropósito com “ToT irrestrita”, ficarão só com os gigantes russos mesmo. Digo e repito: deveriam ter… Read more »

Almeida
Almeida
6 anos atrás

Rafale, Rafale… tão bonito, tão bom, tão invendável…

Agora pergunto o que a Dassault e as forças armadas francesas farão. Eles já estavam contando, agora em 2014, em reduzir a já mínima produção de 11 unidades por ano. Estavam contando com este contrato, com pelo menos aquelas 18 unidades “de prateleira” pra cobrir a lacuna.

E agora? Produzirão 7 unidades por ano, pagando ainda mais caro por cada unidade? Fecharão a linha de produção mais cedo? Vão finalmente descer do palco, abrir as pernas, e cobrar um preço justo para algum cliente externo?

Almeida
Almeida
6 anos atrás

E pra quem dava como certo este contrato… HAHAHA! 🙂

Vader
6 anos atrás

Cadê o Juarez??? Cadê ele? Preciso urgentemente falar com ele! Preciso que ele mande pra uns certos blogs aí alguns lotes de fraldas geriátricas tamanho GG, porque hoje à noite vai ter um monte de rafalechetes cometendo “analkiri”! 🙂 A JACA invendável perdeu mais um “contrato certo”!!! Há quanto tempo a gente fala que essa porcaria não vende pra NINGUÉM??? 5 anos? 6 anos? Os hindús se mostraram mais lerdos do que muuuuuitos outros, mas no final perceberam a patranha em que estavam entrando com a porquêra da Dassault. Ano que vem tem eleição e a Dassault SABE que seu… Read more »

Vader
6 anos atrás

Ah sim, mas é claro, como eu uso a LÓGICA, já sei o que “eles” irão falar…

Que é “nutícia du PIG” ahahahahahahahaha…

Pros neófitos aqui eu explico: tudo que é notícia que desagrade a vermelhuxada antiamericanalha provém do “PIG” que tem tentáculos na Reuters, no Lê Figarô, no Times de Londres, na Voz da Rússia e até mesmo na Mars News…

🙂

Justin Case
6 anos atrás

Amigos, boa noite.

Pelo que pude compreender do que estava escrito nos artigos referenciados, principalmente da reportagem mais completa (Reuters), não há recursos suficientes no atual exercício fiscal, que termina em março de 2014, pois já foi consumido 92% do valor disponível.
Disse que teria que postergar a aquisição para o próximo exercício. Ou seja, para o ano fiscal que inicia no segundo trimestre de 2014.
Entendi errado?
Abraços,

Justin

Antonio M
Antonio M
6 anos atrás

Justin Case
6 de fevereiro de 2014 at 18:11 #

“Postergar” pode ser um sinônimo para “deixar para o próximo governo desistir da compra” .

Mas tudo pode acontecer, como aconteceu o absurdo de se modernizar uma caça por US$65 milhões a unidade ….

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Justin.

A leitura simples do artigo mostra exatamente o que você escreveu.
Quanto a mim, entendo que no meio do processo de negociação, pode haver pressões e pedidos de acerto das garantias e responsabilidades de ambas partes. Creio que seja um cenário normal. Parece ser isso o que está ocorrendo no Índia, de acordo com as informações disponibilizadas.
Agora, torcida é torcida né?
SDS.

Lyw
Lyw
6 anos atrás

Maurício e Justin

Eu entendi o mesmo que vocês!
Os indianos não administram corretamente os seus recursos e no final querem grana extra, o que, desta vez, não rolou, porque a economia indiana está com problemas.

Além disto, a estatal que é a responsavel pela produção do MRCA, está agindo como uma típica empresa estatal nas negociações.

Lyw
Lyw
6 anos atrás

Produção local do MRCA*

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

My Lord Vader! A minha demora em aparecer hoje deveu-se a contratação em regime de urgência um 747 Kombi que fará o transporte das fraldas e dos absorventes ultra “grossos”. Caso haja alguma preferência homoafetiva masculina, também providenciamos centenas de vibradores que estão sendo carregados.
Pai, o senhor é tãobom para n´so, e mais uma vez o tempo mostrou-se senhor de todas as verdades.

Viu, vocês não ouviram Jesuixxxxxx

Grande abraço

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Só para refletirmos: Nos 2 próximos anos os emergentes vão comer o pão que o diabo vomitou, a coisa vai ficar MUUUUIIIIITO feia para as nossas encomias e nada não está tão ruim que não possa piorar. Então a única coisa para que eu torço é que isso não atrapalhe a aquisição da nossa Pulga Atômica. Quanto ao Rafale na Índia, a não ser que ocorra um milagre, provavelmente ele já era. Com seu custo de aquisição + o custo da TOT francélica + o seu custo de ciclo de vida + desvalorização da Rúpia, que provavelmente vai continuar, visto… Read more »

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Oganza. Creio que o grande problema tenha sido que os projetos não foram unificados (e é ai que a Europa acaba “patinando”). Deveria existir ou Rafale ou Typhoon. A existência (e concorrência) dos dois acaba por elevar o preço de produção de ambos. Mas são bons caças, com características de multi missão e bom desempenho. As atualizações os tem deixado no “estado da arte” para caças não furtivos. E isso não é pouca coisa. Tanto assim, que ambos custam caro. Se salva nessa “briga” o Gripen, por ser mais barato. Eles não estão desatualizados. Apenas tem um custo muito… Read more »

Colombelli
Colombelli
6 anos atrás

Modernização dos Mirages poderiam ter feito com os israelenses muito mais barato e com boa transferência real de tecnologia.

Rafale só seria viável se desde o começo fosse resultado de um consórcio multinacional. Nenhuma aeronave deste nível hoje pode ser desenvolvida por um único país (exceto EUA) sem risco de quebra financeira ou gravíssimo prejuízo.

Apostaram e pagarão o preço. Nada contra o avião, tudo contra o aspecto financeiro.

Este contrato não vai sair. Depois não digam que o cigano não avisou.

Guilherme Poggio
Reply to  Colombelli
6 anos atrás

Modernização dos Mirages poderiam ter feito com os israelenses muito mais barato e com boa transferência real de tecnologia.

Caro Colombelli. Para os israelenses modernizarem o M2000 eles precisam de aceso ao código-fonte do avião. E isso eles não possuem (pelo menos até onde eu sei).

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Colombelli

E pode ser que a “novela” continue com o nEUROn e o Taranis…
SDS.

Nick
Nick
6 anos atrás

Parece que o vencedor do MMRCA levou um BVR bem no meio daquele lugar. 🙂

Jaca is down, I repeat, the jaca is down!

[]’s

ps: Ok, pode ser que ele volte em 2015, portante dêem calmantes para os franceses. 😉

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Poggio. “Para os israelenses modernizarem o M2000 eles precisam de aceso ao código-fonte do avião. E isso eles não possuem (pelo menos até onde eu sei)” Esquecendo o aspecto econômico e ficando restrito a tecnologia, não seria “impossível” a total substituição da aviônica de um aparelho, como o Mirage 2000, por outra equivalente. Os atuadores finais (responsáveis pela movimentação dos planos móveis, por exemplo) poderiam ser mantidos. O comando e controle poderia ser substituído. E, dependendo da circusntância, nem isso; bastaria (como se isso fosse simples…) a troca da programação gestora do aparelho. Possivelmente, seria necessário a troca do… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás
Oganza
Oganza
6 anos atrás

Mauricio Silva, concordo com você 100%. Mas além do problema da unificação de projetos/requerimentos europeus, que tem que ser superado antes de qualquer outra coisa, eles terão que superar a politicagem perniciosa que envolvem tais empreitadas e pessoalmente, não vejo esse quadro se alterando nos próximos 20 anos no mínimo. O que acontece, é que nem o Typhoon (4 “líderes de projeto”) conseguiu ser barato e olha que ele tem escala para isso, com mais de 550 encomendas, não conseguiu nem chegar próximo dos valores do SH por exemplo, que tem uma escala muito parecida e tudo por politicagem. Os… Read more »

rommelqe
rommelqe
6 anos atrás

Reitero proposta de ” negócio da india” e para a Índia: 40 Gripens NG-BR, versão NA, com integração do Bramhos dotado com ogiva nuclear e produzido na Índia; essa integração poderá ser realizada por brasileiros e no Brasil, pois os Códigos fonte serão entregues À FAB, conforme contemplado em contrato a ser referendado até o final do presente ano. Essa versão NA, será produzida com telecomunicações encriptadas de alta segurança como requer qualquer aparato bélico destinado a lançar armamento nuclear; além disso, obviamente, esta versão contará com blindagens adequadas a torná-lo minimamente à prova de intensos pulsos eletromagnéticos oriundos destas… Read more »

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Oganza. “Os caras me fizeram 4 linhas de montagem, os motores tiveram perdas nos prováveis lucros em patentes das tecnologias do XG-40, que originou os motores, pelo simples fato de que MTU, AVIO e TODOS os agregados queriam fabricar alguns parafusos da jossa e o mesmo aconteceu com diversos sistemas do AC… tudo porque os políticos queriam dar empregos em seus países e garantir as próximas eleições… e tem sido assim durante toooodo o programa.” Perfeito! E a alternativa também é conhecida: construir uma empresa Joint Venture entre os países/empresas participantes do projeto. Assim os recursos seriam otimizados, pois… Read more »

Colombelli
Colombelli
6 anos atrás

Poggio A parte de aviônica eu não vejo maiores dificuldades para se substituir toda e com certeza sairia muito mais barato que o que estão pagando. O motor pode ser mantido o atual. O resto os israelenses podem fornecer tudo. Basta ver o que fizeram nos F-5 e nas gerações do Kfir. No F-5 há aviônica de quarta geração por pouco mais de um décimo do que estarão pagando pelos M-2000. Até Radar de varredura eletrônica poderia ser providenciado. O que vai em um Kfir não precisa muito para ir a um Mirage 2000. A modernização não precisa ser contratada… Read more »

Guilherme Poggio
Reply to  Colombelli
6 anos atrás

Aliás, é de se perguntar o que vai neste pacote contratado com os franceses que justifique serem somente eles capazes Caro Colombelli Esta questão é interessante e existe um divisor de águas entre os aviões projetados antes da década de 1970 e os projetos posteriormente. Eu concordo plenamente que os israelenses podem fornecer de tudo para modernizar o Mirage 2000 indiano ou de qualquer outro país. Mas diferentemente dos velhos MiG-21 e F-5, onde tudo originalmente era analógico e os comandos de voo eram tradicionais, o Mirage 2000 é uma aeronave “eletrônica” e sua arquitetura foi construída em cima de… Read more »

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Colombelli. Há um problema: o desempenho final da modernização/modificação. Ninguém vai querer que o modelo modificado tenha um desempenho inferior ao modelo de origem. Quando se fala do F-5 ou mesmo do Mirage III, são aparelhos completamente defazados da atual tecnologia. Assim, mesmo um “somente” um up grade tecnológico (como foi o caso dos nossos F-5) pode ser suficiente para uma significativa melhora no desempenho do aparelho. Já os Mirage 2000 são (bem) mais sofisticados, com recursos que não eram comuns nos caças de 2ª geração. Assim, uma mudança complenta dos aviônicos não sairia barata. E, como muito bem… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Estimado Colombelli e demais caros colegas,

Colombelli, compartilho com seus comentários, chama o Tio David e o Primo Jacob que a fila anda, anda mesmo !
Com tecnologia e armamentos de ponta, custo x benefício imbatíveis.
Sabemos disso e caso haja uma participação/solução Israelense para a Índia, será a missa de corpo presente do Rafale e da Dassault na aviação militar de combate.

O efeito “dominó” será multiplicador.

Espero que meus primos estejam bem atentos.

Sds

Iväny Junior
6 anos atrás

Caros Voltamos ao eterno confronto Rafale x Typhoon, descendo pro f-35. O melhor avião do mundo, especificamente como a Luftwaffe queria, como bem pontuou o Oganza, é caro, mas é top. Ele entrega o que existe de melhor em geração 4.5. Sobre qualquer vetor da 5ª geração, não existem resultados palpáveis e eu duvido muito que o f-35 vá cumprir os requisitos básicos. Esse negócio já estolou faz tempo, e esse argumento eu baseio em vários fatos que já postei aqui, mas não é o caso repetir detalhadamente (temperatura, chuva, neve, revestimento absorvente, entre outros específicos do f-35). Mas é… Read more »

Iväny Junior
6 anos atrás

P.S.: Se não fechar essa compra da Índia, vai ficar difícil a dassault não ser incorporada pela Airbus Defence.

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Certa feita o pessoal a Elbit comentou por estas paragens que tinham feiro o SU 30 MKI “rodar”, o pessaol da FAB pensou: “Ahh tão se achando”, só que lá pelas tantas eis que aparece pelas paragens sulinas um oficial Indianor que veio voar o A 1. E um dos oficiais que tinha ouvido esta história perguntou ao Indiano e este prontamente responde:” O SU 30 MKI só se tornou operacional pela ajuda de Isael que fez o radar Russo falar com os aviônicos Franceses”. Nada do que nós já não soubessemos, ou seja,a tchurma da plug and playlândia vende… Read more »

Justin Case
6 anos atrás

Poggio, bom dia. Realmente, se alguém quiser mexer nas leis de comando de voo, vai ter que conhecer a fundo o programa original. Mas há três observações sobre seu comentário: 1. Não haverá necessidade de modificar o comportamento do sistema de comandos de voo (“control law”) se a nova configuração não for alterar significativamente os limites de CG, de peso, ou a configuração aerodinâmica da aeronave. Os aviões já são certificados desde a origem para operar com uma variedade enorme de tanques, armas, sensores. Esses limites são até bem amplos. 2. Se alguém resolver modificar as leis de controle de… Read more »

Mauricio Silva
Mauricio Silva
6 anos atrás

Olá Justin. “2. Se alguém resolver modificar as leis de controle de voo, terá que ensaiar novamente o sistema para validar seu comportamento no envelope. Isso toma tempo e é muito caro.” Se não houver significativas mudanças estruturais nem alguma alteração do CG, pode se usar o programa original de simulação de comportamento de voo (com as devidas alterações de parâmetros). E isso não sai caro nem demora tanto assim. Obviamente, a empresa responsável tem de ter acesso ao referido programa, desenvolvido pelo fabricante. Sem ele, ai a coisa muda de figura. E tome tempo e dinheiro, como você escreveu.… Read more »

Jackal975
Jackal975
6 anos atrás

Tomara que nenhum francês leia os comentários neste artigo. Depois vai que a França ergue a taça em julho, em pleno Maracanã, e o capitão do time diga: “dedico este troféu ao pessoal que comenta no site Poder Aéreo e tá sempre avacalhando o nosso Rafale” rsrsrsrsrs
Mas é aquilo né: eu não sou fã da máquina francesa, mas torço para que o Rafale dê certo na Índia, assim teremos uma oportunidade a mais de vê-lo pelos céus do mundo nas próximas décadas.

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Jackal975,

hahahaha verdade… devem estar falando: esses brasileiros de merda… cospem no prato que comem… “demos” TOT de Sub, TOT de Helo e ainda sim desdenham… esse ingratos… hahahahahaha.

Sds.

Corsario137
Corsario137
6 anos atrás

O aparente fracasso do Rafale é só a ponta da lança, como já foi dito por alguém aí em cima, deverá ser o fim da aviação de caça da Dassault. Na esfera civil, mais propriamente executiva, a Bombardier está prestes a colocar no mercado um concorrente de peso contra o Falcon 7x, as séries 7000 e 8000. Recebi um material deles e olha, eles vão direto no calcalnhar da Dassault. E sim, a política de curto prazo falou mais alto. Não há espaço para dois, sequer 3 caças (incluíndo aí o Gripen) 4G no mesmo microcontinente (excluíndo-se o leste). Ficou… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

“Jackal975
7 de fevereiro de 2014 at 9:37 #

….mas torço para que o Rafale dê certo na Índia, assim teremos uma oportunidade a mais de vê-lo pelos céus do mundo nas próximas décadas.”

P.
Por que os Duendes voam e os gnomos não conseguem ?

R.
Os Duendes tomam Red Bull….e os Gnomos não !

Inédito:

HAL divulga primeira foto da tela MD do Le Danssoult hindu:

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Almeida
Almeida
6 anos atrás

rommelqe, tá de brincadeira ao propor que um Gripen carregue um Brahmos, né? O bicho é pesado demais até mesmo pra um Su-30MKI, quanto mais um Gripen.

Colombelli, tá de brincadeira achando que os franceses vão deixar alguém fazer qualquer tipo de modernização nos Mirage 2000 né? Diferente de seus antecessores, este é uma caixa preta lacrada de propósito para poder extorquir o que quiserem com manutenção e modernização. Vide Índia, Peru e até Brasil. Reescrever o código do sistema fly by wire simplesmente sai ainda mais caro. Seriam milhares de horas de voo só de testes e validações.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Caro Almeida,

Jamais e reitero jamais desafie o Tio David e o Primo Jacob.

Ai é que eles vão e fazem mesmo.

Hilário no minimo, convenhamos os Israelenses nunca morreram de amores pelos France$e$ mesmo.
Área militar e de defesa ressalto.

Veja o comentário:

“juarezmartinez
7 de fevereiro de 2014 at 6:50 #”

E o Juarez Martinez é alta confiabilidade e seriedade heim !

Vespão
Vespão
6 anos atrás

O Ano fiscal na Índia termina em Março. nada de anormal ,
como pressuposição do rapaz do lado negro da força .

A Índia vai contar com o Tejas , caça pequeno e barato ,não teria nunca o gripen chances lá ,agora com o pé no chão poderiamos supor mais caças SU-30 até o contrato do Rafale ser assinado .

É menino caps nada de novo na informação ,,,,

SDS

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Vespão

Tejas ? Perfeito e lógico !

Inédito:

Vazou na internet, vários Tejas em formação”caçando/perseguição” ao inimigo :

http://www.youtube.com/watch?v=bZZhyXV_hVw

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Viu o pacote ?

Armamentos, datalink, comunicações, misseis ….

rommelqe
rommelqe
6 anos atrás

Prezado Almeida 8 de fevereiro de 2014 at 14:44# Logico que meu comentário está mais vinculado à vontade de substituir a venda de Rafails por Gripens no MMRCA. Mas por outro lado, essa questão de utilizar os ” GRIPEN NG NA” como vetores para os BrahMos nucleares não é tão inviável assim. Claro que para a India é muito mais negocio empregar os SU-30MKI nesta missão, mas não esquecer que o pay-load previsto para o Gripen NG é de 6000Kg, enquanto que o BrahMos versão ar-terra pesa 2500Kg . Por outro lado, estaríamos desenvolvendo, pelo menos em tese, uma nova… Read more »