terça-feira, agosto 16, 2022

Gripen para o Brasil

Embraer cumpre estimativa de entregas de 2013 com 90 jatos comerciais e 119 executivos

Destaques

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

E-jets no solo - foto Embraer

São José dos Campos – SP, 15 de janeiro de 2014 – A Embraer S.A. (NYSE: ERJ; BM&FBOVESPA: EMBR3) entregou 32 jatos comerciais e 53 executivos durante o quarto trimestre de 2013 (4T13), encerrando o ano com 90 aeronaves entregues para o mercado de aviação comercial e 119, sendo 90 jatos leves e 29 jatos grandes, para o de aviação executiva.

Dessa forma, a Embraer cumpriu sua estimativa de entregas proposta para o ano de 2013, tanto para jatos comerciais quanto para jatos executivos leves e grandes. Já a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) fechou o ano em USD 18,2 bilhões.

Embraer detalhamento entregas - 1

O principal destaque do trimestre foi a assinatura de contrato com a American Airlines, Inc. para 60 jatos E175, com opções de compra para 90 jatos adicionais do mesmo modelo.

Embraer detalhamento entregas - 2

DIVULGAÇÃO: Embraer

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mdanton

SJC me enche de orgulho! PARABÉNS EMBRAER e a todas as outras desse pólo tecnológico. Agora missão para você cumprirem até 2020.
Aumentem o conteudo nacional em PEÇAS e não valores, para mais que 65%. Seria melhor ainda a fabricação das turbinas totalmente no BRasil.

Marcos

MDanton No primeiro trimestre do primeiro ano do governo Lula, Zé Dirceu contatou a Rolls Royce para que a mesma montasse uma unidade aqui no Brasil. A RR apresentou a fatura e ninguém mais no GF tocou no assunto. Coisas sérias precisam mais que gogó de ouro, precisam de seriedade e dinheiro. De resto, parabéns à Embraer e fornecedores que conseguiram cumprir aquilo que prometeram. No que se refere a SJC, a Prefeitura sentou em cima de sua arrecadação e não fez mais nada. Como disse um outro: não tivesse sido privatizada, estaríamos fabricando aviões agrícolas e dizendo “nunca antes… Read more »

Marcos

Enquanto isso, em Seattle WA, Boeing confirma novo problema nas baterias do Boeing 787.

(by flightglobal)

mdanton

Marcos!
Deixa eu sonhar de vez em quando…kkkkkkkk
Aposto que tem gente que pensou: “putz o cara sonha sempre… ” kkkkkk
Minha orelha esquentou aqui.

wilton feitosa

a competência e a percepção comercial do pessoal da Embraer é incontestável …

só não entendo muito bem o porque de tanta rejeição ao nome da Embraer quando se fala em Defesa, FA …

quanto a privatização, ela não privatizada e sim entregue como um presente, e souberam aproveitar muito bem este mimo..

Marcos

Feitosa: Os únicos que tem rejeição à Embraer são algumas empresas que costumam cair de paraquedas nas necessidades das FFAA, alguns políticos interessados nas empresas paraquedistas e o pessoal do sindicato. E, não, a empresa não foi entregue como um presente, foi vendida. Quem assumiu a empresa teve de penhorar até a última cadeira dentro da empresa para garantir um fluxo de caixa mínimo. Sem vendas, sem dinheiro em caixa, sem nada. A empresa estava pré falimentar. Os novos donos andaram por tudo quanto é canto do planeta com pires na mão tentando achar um sócio e ninguém queria aquilo… Read more »

Marcos

E, novamente, parabéns à Embraer, que chegou onde chegou apesar de muita gente jogando contra, inclusive àqueles que, quando da privatização da empresa, sabotaram várias aeronaves, cortando cabeamento. Uma vergonha!!!

Carlos Alberto Soares

Tem que ter participação significativa no G NG, nem que seja somente integradora/sistemista.

Mauricio R.

E apesar de tdo o sucesso da Embraer, os aviônicos usados em suas aeronaves, exceto o ST, continuam sendo importados. Mesmo sendo a 3ª “airframer” do mercado, a demanda criada por mais de 3000 aeronaves (incluíndo aí o -145, os ERJ, Legacies e Phenoms, ) não foi suficiente p/ alavancar a fabricação desses componentes no país. No mto um escritório de representação técnico-comercial. O que contrasta fortemente c/ a iniciativa igualmente canhestra da FAB, privilegiando indevidamente a aviônica Elbit, em pouco menos de 400 aeronaves ST, F-5, A-1, C-95 e a MB c/ seus 12 A-4. Qnto a participação da… Read more »

mdanton

Maurício… é isto que precisa ser resolvido e mitigado URGENTE!

mdanton

O BRASIL tem uma deficiência eletro-eletrônica muito grande.
Atinge toda a econômia e impacta fortemente as FA.

Hoje afirmo categoricamente….nossas “defesas” estão eternamente “mancas” sem uma solução neste item.

Marcos

mdabton Falta muita coisa de ponta no Brasil: indústria eletro-eletrônica, metal mecânica, químico farmacêutica, só para começar. No que se refere a Embraer, a mesma domina muitas coisas, não tudo, umas por não haver viabilidade econômica, outras por não deter conhecimento. Muita coisa é feita fora. Mas mesmo as empresas de fora, muitas vezes também não dominam todos os processos. Vide o caso do Legacy 500, que atrasou o primeiro voo em um ano por conta de a empresa americana contratada para efetuar a integração de todo o sistema não der dado conta. Chamou-se a BAE. Não sei se a… Read more »

Marcos

off topic

Bombardier C Series: fabricante informa atraso de doze meses para primeiras entregas (Flightglobal/AviationWeek)

mateus018

Marcos,

o que aconteceu com a porta traseira do KC-390?

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