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Líbano estuda compra de aviões Super Tucano da Embraer

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A-29B - 60 anos da Fumaça - foto 13 Nunão - Poder Aéreo

ClippingNEWS-PAO turboélice de ataque leve Super Tucano, da Embraer Defesa e Segurança, pode equipar os esquadrões de operações de contrainsurgência e reconhecimento armado da força aérea do Líbano. O governo libanês estuda a compra de um total de 10 a 12 aviões. Desde 2010, a transação faz parte da agenda bilateral de Beirute e Brasília. A Embraer não comenta o assunto.

O dinheiro para o negócio pode sair dos Estados Unidos, por meio do programa Light Air Suport (LAS), que já contemplou o Afeganistão, para onde irá a frota de 20 Super Tucanos comprados por US$ 427,5 milhões e produzidos na fábrica mantida pela empresa em Jacksonville, Flórida. A Embraer Defesa atua associada à Sierra Nevada Corporation. O primeiro avião do pacote será entregue este ano.

O Ministério da Defesa do Líbano está fazendo consultas internacionais para acelerar os programas de modernização do conjunto das forças armadas locais. Na semana passada, a Arábia Saudita anunciou uma linha de financiamento para apoiar o projeto até o limite de US$ 3 bilhões. Há recursos prometidos também pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. No dia 31, a página oficial da aviação militar libanesa revelou, sem detalhar, a oferta britânica de jatos subsônicos Hawk, de apoio aproximado à tropa, e de treinamento.

Em maio de 2012, durante visita do ministro da Defesa brasileiro, Celso Amorim, o ministro libanês Fayez Ghosn enfatizou a importância da cooperação bilateral – e mencionou o interesse pelas aeronaves brasileiras. O mercado internacional para o A-29 Super Tucano – uma classe de caças leves, dedicados ao ataque ao solo, à patrulha armada e à vigilância, além do apoio aproximado à tropa e o treinamento avançado – é estimado em US$ 3,5 bilhões, cerca de 300 aeronaves.

O A-29 é utilizado por nove nações. Nos EUA voa o único exemplar em uso por uma companhia privada. Há discussões em andamento no Oriente Médio, na África e na Ásia.

A-29B detalhe armamento - 60 anos da Fumaça - foto 2 Nunão - Poder Aéreo

Com capacidade de carga de combate na faixa de 1,5 tonelada de mísseis, foguetes e bombas, além de conjuntos eletrônicos destinados a expandir a capacidade de combate, o Super Tucano permite o emprego de bombas especiais, mais leves e de pequeno diâmetro, dirigidas até seus alvos por guiagem inercial, GPS ou luz laser. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FONTE: Estadão (reportagem de Roberto Godoy para a Agência Estado)

COLABOROU: Marcos

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Rinaldo NerybittMauricio R.Iväny JuniorOganza Recent comment authors
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Marcos
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Marcos

Tá meia confusa a reportagem.
Fala em conversa entre os Ministros da Defesa do Líbano e Brasil, mas fala em dinheiro do LAS dos EUA.
Se houver financiamento dos EUA, os ST sairão de lá!

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Na sua categoria considero o ST imbatível, é o que há de melhor no mundo. Poderíamos vender muito mais caso nosso “eixo” geopolítico estivesse em melhores direções. Mas: Caso Israel não vete via EUA, os pilotos serão israelenses ou Judeus Libaneses ou os armamentos ficarão “estocados” com alguém que só vai libera-los após ampla consulta multilateral. Poderão atuar armados, mas através do comando de forças conjuntas, este deverá ser o caminho caso a compra se efetue. Ou os A-29 ficarão lindos em desfiles. o governo Libanês enquanto formal, são mais de vinte correntes doutrinarias, religiosas, políticas, sociais, militares, facções, etc….tudo… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Caro Marcos,

o dinheiro vai sair mesmo da Arabia Saudita.
Os americanos estão nos bastidores para contrapor a “solução” russa para a Síria.

A França que sempre teve influência na região, deve “morder” uma fatia, menor mas vai morder.

O Hollande já tá “em cima”.

O Barak Obama comanda pelo satélite mesmo.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/12/hollande-viaja-a-arabia-saudita-para-discutir-crises-regionais-e-economia.html

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Bela foto parcial do perfil, adoro esse “pequeno” vetor.

Tudo fruto da inteligência, boas parcerias e ótima tecnologia na sua categoria. Não tem nada comparável a sua estatura.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Deus ilumine a todos, o Gripen NG tem tudo para ser “nosso ST” de 4ª/4.5ª geração, será muito bom, aliás será ótimo caso se concretize.

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Líbano estuda a compra de aviões-alvo Super Tucano para Força Aérea de Israel.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Caro Roberto F Santana

Vão economizar nos treinamentos, pô esses Israelenses são “os cara” em matéria de “como gastar menos e ainda com a grana dos outros”.

Mas continuo adorando o ST tá !

DrCockroach
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DrCockroach

Antes que teorias mirabolantes se propaguem; no Libano:

– O Presidente eh Cristao;

– O Primeiro-Ministro eh mulcumano Sunita;

– O Speaker do Parlamento eh Mulcumano Xiita;

– O Ministro da Defesa eh Cristao.

O Hezbollah, que alem do braco armado tb tem assentos no Parlamento, tem apoio de muitos Cristaos (alguns apoiam os Sunitas).

O atentado de hoje contra o Hezbollah no Liabno eh, provavelmente, de radicais ligados ao Al Qaeda que estao furiosos com o apoio do Hezbollah ao Assad na Siria.

[]s!

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Ponta do Iceberg, essa é a parte acima da lâmina d’água.

Fabio ASC
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Fabio ASC

O Super Tucano voa com motores americanos, armas americanas, e, dizem algum, aviônica embarcada israelense…

Será que vamos poder vender??????

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Caro Nunão,

podes colocar a matéria dos Dragonfly do Chile para El Salvador por favor. De antemão obrigado.

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

O Líbano precisa.

Jogar bomba a partir de Sapão está ficando fora de moda. (além do vídeo abaixo, leia também o post)

http://www.aereo.jor.br/2009/12/01/bomb-huey/

Oganza
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Oganza

Caraca Poggio, que dureza, e nós reclamando dos nossos bicudos… rsrsrs

Muito ilustrativo o vídeo.

Sds.

Iväny Junior
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Dada a conjuntura, bom mesmo é vender pra Israel…

Oganza
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Oganza

Israel quebrou seus inimigos, ao menos os que insistiram em ficar levando a guerra até eles… veja bem, não estou defendendo esse ou aquele país, mas isso é um FATO. TODOS aqueles que insistiram em não dialogar ou largar de mão, simplismente quebraram, perderam suas forças, equipamento e pessoal minimamente qualificado para operalos. Na boa, hoje o Tio Jacó tem que lidar mais com garotos que ficam passando a porta tocando a campainha e jogando pedras no telhado para depois sairem correndo do que com alguma FFAA de verdade que ofereça uma real preocupação do ponto de vista bélico. É… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.

Bem, tá tdo moto bom, mas vão comprar os ST, p/ usar contra querm???

Israel???
Sinceramente…

O Hezbollah???
Fala sério…

Deveriam assumir de vez que não tem nem vontade e menos ainda competência, em remover o Hez do sul do Líbano.
E deixarem Israel faze-lo.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Jacob é o sobrinho, o Tio é o David.
Veja a bandeira, estrela de ………..

Mexe com eles ….. mexe:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,de-olho-na-siria-e-no-ira-israel-testa-missil-arrow,1114613,0.htm

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Mais informações, se acordar o Tio David ….

http://defense-update.com/products/a/arrow3.html

bitt
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O Líbano é um exemplo acabado de como a saída das ex potências coloniais das antigas colônias, combinando problemas políticos e estratégicos (leia-se Guerra Fria) acabou criando, no Oriente Médio uma lambança que perdura até hoje. Esse é um lado da coisa. Outro foi a insistência dos EUA em apoiar Israel a partir dos anos 1960. A criação do estado judeu não era prioridade política para os n.americanos – tanto é q não esteve em pauta em nenhuma das conferências interaliadas durante e imediatamente após a 2ª GM. Basta ver que o único “empate” real conseguido pelos nacionalistas árabes em… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Bitt, que aula de geopolítica! Parabéns! Sugiro a leitura do livro ALTO E BOM SOM, do Gen Iftach Spector, da Força Aérea Israelense.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“bitt 3 de janeiro de 2014 at 23:41 #” Caro Bitt, após sua aula de história detalhada, aliás você colou algo da internet ou é “professor/estudioso” ? Usei uma linguagem acessível, boa parte do que é colocado está correto, mas afirmar que minha afirmação é estúpida quanto “a inveja Síria” sob o Líbano, ai você se perde. Não me refiro ao seu povo(Sírio) com também suas diversas correntes, inclusive em minoria há Judaicas também, é tem (ou tinha) Judeus na Síria, o que o imbecil (Hafez al’Assad, é problema mesmo, tal pai, tal filho) fez e criou contra o Líbano… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Corrigindo, “mas afirmar que minha afirmação “,

mas colocar que minha afirmação …..

bitt
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CAS, antes de mais nada, peço desculpas, não quis ofende-lo – a afirmação era generalizante. Falar no Líbano atual é falar em Israel e na Síria, mas até os anos 1980. A história hoje é outra. Qualquer interessado em grande estratégia da região não pode ignorar o estado judeu. É uma comunidade extremamente competente em todos os sentidos. Mas se trata de uma nação tão artificial qto, digamos, a Grande Alemanha: as reivindicações judaicas sobre o território Eretz’Israel são produto do nacionalismo europeu do século XIX, e não de nenhuma revelação bíblica. O “direito” que eles afirmam terem de “estar… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“bitt 4 de janeiro de 2014 at 22:56 # ” Caro bitt Vou procurar ser mais direto: Sua primeira intervenção bem colocada e detalhadamente explanada na segunda manifestação são aulas acadêmicas que cabem bem em ambientes universitários, grupos de estudo sobre relações internacionais, grupos de estudos militares sobre a ótica da história etc…. Quando fiz minhas colocações são baseadas na convivência com as pessoas que lá “tocam” suas vidas no dia a dia. Fui casado com uma Libanesa Cristã Maronita e convivi com sua extensa família, por conta estive no Líbano por períodos razoáveis (3 x), Israel (4 x) e… Read more »