recebimento do oitavo P-3AM - foto FAB

A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu a oitava aeronave de patrulha P-3AM – Orion, conhecida como a guardiã do pré-sal. A entrega do avião registrado sob a matrícula FAB 7205 foi realizada em Sevilha, na Espanha, na segunda-feira (16/12). O traslado da aeronave até o Brasil foi feito pela tripulação do Esquadrão Orungan (1º/7º GAV), sediado em Salvador (BA).

A nova aeronave faz parte do contrato de modernização da frota de patrulha da Força Aérea Brasileira (FAB) assinado pelo Comando da Aeronáutica (COMAER), por meio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).

O P-3A – Orion é usado na vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da Amazônia Legal e, de modo especial, a região do pré-sal. Além disso, a aeronave apoia as atividades de busca e salvamento no Atlântico Sul sob responsabilidade do Brasil.

O avião possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno. A aeronave permite localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas.

FONTE / FOTO: FAB

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

30 Responses to “FAB recebe mais uma aeronave de patrulha P-3AM” Subscribe

  1. Marcos 23 de dezembro de 2013 at 19:30 #

    Ai, ai, ai…

    Mais dessa coisa: Guardiã do Pré Sal!
    Quando isso ai foi pensado, nem sequer existia o Pré Sal, que aliás, a continuar desse jeite, nesse rumo, nessa velocidade, vai é ficar lá no fundo do oceano.

  2. JapaMan 23 de dezembro de 2013 at 19:38 #

    Papai Noel da FAB foi gordo!!!! quando a esmola é muito grande…

  3. Corsario137 23 de dezembro de 2013 at 21:08 #

    Caríssimos,

    Se pelo advento do “pré-sal” o governo conseguiu o álibi que precisava pra gastar em defesa, que essa fábula continue por muitos e muitos anos.

    O aporte político é que permitiu o PROSUB e o FX2. E pelo visto o pré-sal ainda vai ser aporte poitico para muitos outros programas. Aqui somos uma pequena minoria. A grande massa realmente acredita que o Brasil será a próxima Arábia Saudita e é nisso que o governo está se fiando.

    VIVA O PRÉ-SAL!

  4. Iväny Junior 23 de dezembro de 2013 at 21:40 #

    Pois é Corsário

    Acredito que o “Mito do pré-sal” vai no fim, ser muito bom para as defesas.

    Consta que algumas versões desses P3 operam armamento antinavio e antisubmarino. Alguem sabe se os nossos também operam?

    O datalink funcionando com Gripens, R-99, E-99, P-3 e os vetores da marinha proprocionarão o maior controle de informações e de reação do T.O. A FAB reassumirá o lugar que nunca deveria ter perdido.

  5. Carlos Alberto Soares 24 de dezembro de 2013 at 0:54 #

    Pura balela, pré-sal etc… pura balela.

    A verdade é: Só tínhamos os bandeirulhas, estávamos a pé, ops fora do ar.

    Particularmente achei este um bom programa, se alguém tiver a informação correta que o Iväny Junior solicita “Consta que algumas versões desses P3 operam armamento antinavio e antisubmarino. Alguem sabe se os nossos também operam?” e ela
    se confirmar, melhor ainda. Dentro do orçamento a época foi uma solução razoável, o resto é balela. A realidade é essa:

    http://www.aereo.jor.br/2013/12/22/enquanto-o-gripen-nao-chega-fab-fecha-bases-para-economizar/

    ESSA É A REALIDADE, EM CAIXA ALTA E BOM SOM !

  6. Galeão Cumbica 24 de dezembro de 2013 at 7:30 #

    Srs, Carlos e Ivany, a um mes mais ou menos fiz a mesma pergunta e o Nunão mostrou me uma materia aqui mesmo no Aereo sobre isso de um curso aprovado para operar os misseis Americanos antinavio.

    Eu tentei achar a materia pra colocar o link aqui mas não consegui, saiu no DOU.

    sds
    GC

  7. maxi47 24 de dezembro de 2013 at 9:03 #

    Essa estória de Guardião do Pré sal é tão down que spo dar certo no Brasil.

  8. Fernando "Nunão" De Martini 24 de dezembro de 2013 at 9:57 #

    Sobre mísseis antinavio nos P-3AM, como o Galeão Cumbica bem lembrou, tem engenheiro, sargento e tenente da área de armamentos fazendo curso nos EUA relacionado ao Harpoon, o “International EOD Specialized Missiles – HARPOON -EOD (MASL: P193135)”. Está no DOU de 24 de junho deste ano, para quem quiser pesquisar, é só entrar na página e procurar na data:

    http://portal.in.gov.br/

    Até onde sei, o sistema FITS dos P-3AM é compatível com o míssil, e o curso parece indicar que há uma disposição em adquirir e operar o armamento. Quando? Provavelmente estão aguardando a entrega de todos os aviões (se não me engano ainda falta um) e a renegociação dos pagamentos, para deixar sobrar alguma verba para essas armas. Quem sabe alguma novidade no ano que vem.

  9. Almeida 25 de dezembro de 2013 at 1:37 #

    O Programa Sem Fim. Começou em 1998 e até agora ainda não terminou de entregar todas as aeronaves. Dava pra ter projetado um patrulheiro do zero!

    http://pt.wikipedia.org/wiki/P-3_Orion#Emprego_na_For.C3.A7a_A.C3.A9rea_Brasileira

    Uma pena não terem decidido pelo P-99 ou uma versão do mesmo baseado no E-190.

    Sobre os mísseis ASM:

    http://www.naval.com.br/blog/2009/02/06/fab-teria-comprado-misseis-antinavio-harpoon-para-equipar-seus-p-3am-orion/

  10. juarezmartinez 25 de dezembro de 2013 at 22:44 #

    Tanto FAB quanto MB serão em 2014 operadores do excelente MAN Harpoon.

    A integração do Harpoon inclusive na versãode ataque ao solo foi uma sugestão da própria MB a FAB, dito pelos corredores pelo fato de que os marinheiros estavam/estão de saco cheio do embromation mui amigo do suporte da dita cuja.

    O cavalheirismo reinante na nota da Boeing após a perda FX 2 começa a ser entendido e será muito melhor compreendido após algumas coisas que estão para acontecer…..

    Grande abraço.

  11. Gilberto Rezende 26 de dezembro de 2013 at 0:15 #

    Cursinho não vale, quero ver publicado no DOU o fornecimento do HARPOON, que versão block, e QUANTAS UNIDADES serão fornecidas…

    São 8 aeronaves operacionais (1 de treinamento) P-3AM e cada uma é capaz de carregar 2 ou 4 Harpoons nos cabides externos…
    Só para carregar as aeronaves com 4 seriam 32 mísseis sem reservas…

    Vamos ver o que our friends fornecerão de Harpoon e em motores F-414…

  12. Fernando "Nunão" De Martini 26 de dezembro de 2013 at 10:28 #

    “Gilberto Rezende em 26/12/2013 as 0:15
    Cursinho não vale, quero ver publicado no DOU o fornecimento do HARPOON”

    Vale sim. Vale como mais um indicativo de um processo sobre o qual se sabe de algumas movimentações e negociações, e por fontes diferentes. Isso é um exemplo, uma evidência dentre várias outras, e não uma prova.

  13. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 11:09 #

    O Harpoon teve uma evolução limitada se comparado a outros mísseis anti-navios.
    Tirando aperfeiçoamentos graduais na cabeça de orientação e a introdução da capacidade de navegação GPS na versão Block II (que o habilita a atingir alvos no solo e melhora sua capacidade de operação no litoral)não há nada digno de nota.
    O alcance não passa de 130 km.
    Versões com 280 km nunca foram produzidas em série, embora tenham sido desenvolvidas (fora a versão SLAM-ER).
    A versão Block III iria agregar vários avanços, tais como data-link de duas vias, pelo menos o dobro do alcance, capacidade de ser lançado verticalmente pelo Mk-41, um sensor de imagem térmica combinado com o radar, etc.
    Foi cancelada!
    Esse aparente desleixo dos americanos aparentemente se deve ao sucesso do SLAM-ER, derivado do Harpoon, que se mostrou bem mais capaz e é hoje o míssil anti-navio lançado do ar padrão da USN. Versões avançadas lançadas de navios nunca foram bem vindas depois do término da Guerra Fria e a escalada americana contro o Terror.
    Hoje a coisa está mudando e parece que a USN pretende reduzir o gap que seus navios apresentam quanto à capacidade anti-navio se comparado aos de outras nações, tanto no Ocidente quanto russos e chineses.
    Mísseis como o DF-21D ASBM surtiu o efeito na USN de se imaginar sem cobertura aérea e a capacidade ofensiva individual das unidades de superfície parece que está sendo levada mais a sério na mais poderosa marinha do mundo.
    Interessante é que o Harpoon não foi elegido para ser aperfeiçoado e ser a ponta de lança anti-navio da USN. Nem mesmo houve interesse de integrar o SLAM-ER em navios, embora ele possa ser lançado da superfície a partir dos lançadores Mk-141 do Harpoon.
    Uma versão anti-navio do Tomahawk Block IV que deverá estar pronta em 2015 parece que irá segurar as pontas na USN até a provável chegada do LRASM.

  14. Gilberto Rezende 26 de dezembro de 2013 at 11:20 #

    Fernando já vi no meu tempo na MB muito cursinho para equipamento yankee que na hora H o Tio Sam veta o fornecimento por ser uma decisão política fora do âmbito militar da USN…

    Cursinho só indicativo mesmo de pretensão de compra não garante NADA…

    A MB pode até ter pedido a versão mais moderna de ataque de navios em águas rasas/costeiras do Block II de último upgrade, mas vamos ver SE e qual a variante efetivamente oferecida do Boeing AGM-84…

    E a pergunta de um milhão de dólares que a turma do Saito não vai responder NEM A PAU…

    São os brasileiros que estão esperando a entrega do último P-3AM (ou o fim do FX-2) para pedir ao Tio Sam os Harpoons (alguém compreende isso???) ou os americanos estão no tal de embromation desde que a primeira unidade chegou da Espanha para liberar o armamento???

  15. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 11:40 #

    Gilberto,
    Mas não creio que o Harpoon seja nenhum item estratégico a ponto de nos ser negado. Muito pelo contrário!
    Dentre os mísseis antinavios ocidentais é o menos avançado, não tendo sequer data-link (nem precisa tendo em vista o curto alcance).
    O Harpoon está em operação em uns 40 países (inclusive no Chile) e não creio que tenhamos qualquer problema em adquiri-los temos em vista que somos uma democracia estável e aliada dos americanos, até que se prove o contrário.

  16. Fernando "Nunão" De Martini 26 de dezembro de 2013 at 12:00 #

    “Cursinho só indicativo mesmo de pretensão de compra não garante NADA”

    Gilberto,

    E por acaso eu disse que garantia alguma coisa?

  17. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 12:03 #

    O que é interessante sabermos é o que significa o termo “harpoon” para a MB.
    Nos sites especializados,incluindo o do fabricante, não há distinção do Harpoon (radar ativo) com o Slam (imagem IIR), sendo o segundo “apenas” uma versão do primeiro.
    Será que nossos P-3 podem vir a adquirir o SLAM-ER?
    Diferente do Harpoon (radar ativo) o SLAM-ER é um dos mais avançados mísseis antinavios/ataque de precisão a alvos em terra do mundo, tendo capacidade inclusive de atacar alvos móveis em terra.

  18. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 12:47 #

    Em algum momento da evolução do Harpoon para o SLAM-ER houve um desinteresse em aperfeiçoar a versão antinavio dotada de radar ativo em favor da versão dotada de cabeça de busca IIR.
    Até aí tudo bem, é compreensível tendo em vista a maior flexibilidade que um sistema de orientação por imagem IR proporciona, apesar da inegável capacidade “todo tempo” full que a versão radar guiada permite.
    O que nunca foi entendido foi o por que da não integração do SLAM-ER nas unidades de superfície.
    O SLAM-ER possui data-link de duas vias, de banda larga, capacidade ATA opcional, é stealth, alcance mais que o dobro da versão “harpoon”. etc.
    Tivesse sido instalado nos Mk-141 e até mesmo integrado aos Mk-41 e os navios da USN teriam disponível o melhor míssil antinavio do mundo (fora da Rússia ???), e mais, com capacidade de ataque de precisão submétrica a alvos em terra, inclusive móveis.

  19. Iväny Junior 26 de dezembro de 2013 at 12:58 #

    Caros

    É interessante que eles venham com os Harpoon. Uma evolução considerável dos foguetes do Bandeirulha (que poderia ter sofrido uma ampliação de sistemas para esse tipo de operação). Obrigado pela resposta.

    Saudações.

  20. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 14:00 #

    Há dados conflitantes sobre o alcance do Harpoon, mas é comum acharmos o valor de 130/140 km para a versão inicial lançada de navios (RGM-84), e 185 km quando lançada de aviões (AGM-84)
    A versão Block IC (versão D) teve um incremento de alcance pela troca do querosene e consta ter um alcance de 220 km quando lançado do ar (AGM-84D).
    Não se informa o quanto houve de incremento na versão RGM 84D, lançada de navio, mas supondo que houve um aumento proporcional, seria na faixa de uns 30 a 40 km, o que nos permite supor que o alcance tenha se expandido para algo em torno de 170/180 km.
    Desenvolveram um Harpoon com 280 km quando lançada de navio, mas nunca foi encomendada. Era a versão Block ID.

  21. Oganza 26 de dezembro de 2013 at 14:10 #

    Sei que estou misturando os canais, mas eu acho é que deveriamos era definir 2 mísseis para nossas forças.

    – Um leve (Pinguin, Sea Skua, FASGW-ANL, Gabriel, etc)

    – Um médio (Harpoon, Exocet, SLAN-ER, Otomat, Raguda, etc)

    Já que um “pesado” como Tomahawk, LRASM e SCALP naval aparentemente estão fora de cogitação.

    Putz, a marinha opera hj Pinguin, Sea Skua, Exocet e a FAB aparentemente vai operar o Harpoon… uma BAGUNÇA só… e TODOS eles são dedicados a suas respectivas plataformas… uma lambança feita por eles que tem que ser resolvida por eles, mas tem que ser logo.

    Sds.

  22. juarezmartinez 26 de dezembro de 2013 at 20:43 #

    Oganza é o seguinte:

    O Harpoon veio integrado ao FITS dos P 3, o A 4 tem ensaio de lançamento pronto do Harpoon. A MB vai se utilizar de toda a logística que a FAb adquirir da Boeing para o míssil.

    Grande abraço

    Ps. Por favor alguém providencie um…
    EDITADO

  23. Oganza 26 de dezembro de 2013 at 21:01 #

    juarezmartinez

    Muito obrigado… vlw.

    Mas ainda falta resolver o fato da MB ter Pinguin, Sea Skua e Exocet, isso não me parece nem um pouco prático tanto em futuras aquisições, logistica e manutenção.

    A única vantagem, é o “inimigo” não saber o que pode vir contra ele… =/

    Gostaria que alguém pudesse me explicar essa situação que ainda tem cara de lambança pra mim.

    Sds.

  24. Fernando "Nunão" De Martini 26 de dezembro de 2013 at 21:33 #

    Oganza,

    Até onde sei, Sea Skua é um míssil em final de vida útil e que era o padrão do Lynx, nem sei se ainda é fabricado e não lembro qual o seu sucessor.

    O Penguin é um míssil já integrado ao helicóptero Seahawk, e esse foi o motivo de sua compra. Até onde sei, não foi comprado em grande quantidade. Pode vir a ser um padrão no futuro, pode ser que não.

    E o Exocet AM39 aerotransportado é um míssil ar-mar que, provavelmente, no médio prazo será substituído na MB por uma versão aerotransportada de um míssil ar-mar nacional, nos moldes do MM40.

    Sobre falar em “lambança”, se você parar para pensar na aquisição de cada aeronave de asas rotativas da MB, em cada época, para cada propósito, e nos tipos de armamentos disponíveis para cada uma delas nesses momentos distintos, vai ver que a palavra lambança não se aplica.

    Não adianta olhar um processo histórico de décadas com o olhar de hoje (que sem dúvida deve ser um olhar crítico como o seu agora) sem levar em conta todo o processo, como se pensava o uso de helicópteros navais décadas atrás, com uma visão bem diferente quanto a meios especializados versus multifuncionais, assim como as soluções integradas e disponíveis para compra em cada situação e as tecnologias das várias épocas. Porque isso reflete na situação atual e nas possibilidades abertas para o futuro.

  25. juarezmartinez 26 de dezembro de 2013 at 21:34 #

    Tchê! Isto aí é um assunto para o Admiral Dalton fazer algumas elocubrações alucógenas masturbativas, mas eu vou me meter mais uma vez em assuntos de marinheiros(by mestre Ivan).

    Sea Skua: Está aí no inventário da marinha, tem que usar, gastar e tchau….
    Penguim: Integrado ao SH(eu leio nas entrelinhas da seguinte forma: a gambiarra UH 15 A não vai funcionar direito, precisamos de algo que funcione, bem o Penguim está homologado e funciona no MH 16, então junte-se a fome com a vontade de comer….

    Exocet: A MB opera a versão mar mar e ar mar, taí integrada tem alcance superior aos dois anteriores, deixa aí como está até ver aonde vai dar…..

    Grande abraço

  26. Oganza 26 de dezembro de 2013 at 21:50 #

    Nunão,

    ok… concordo, “lambança” deletada, mas os Lynxs provavelmente continuarão em serviço, seria muito difícil a integração do Pinguin neles? Pq se comprar mais lotes de Sea Skua (ainda são fabricados?) ai o que deletei vai ter que ser reescrito… =/

    No fim, a visão do Juarez pode fazer sentido, principalmente a parte – “…a gambiarra UH 15 A não vai funcionar direito…”

    rsrsrsrs

    Ma se ficarmos com Harpoon e Exocet, acho meio redundante, mas valeria termos Exocet e SLAN-ER.

    Vlw Nunão e Juarez.

  27. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 23:07 #

    Não tem pra onde correr.
    Os P-3 irão operar o Harpoon.
    Os A-4 pelo jeito também (achava que iriam de Gabriel)
    Os EC725 devem operar os SM-39 remotorizados e futuramente o MAN-1
    Os Linx operam o Sea Skua e não há nada que sinalize que irão integrar seu substituto na RN, o FASGW-H
    Os S-70 operam o Penguin.
    As corvetas e fragatas continuaram a operar os MM-40 e futuramente os MAN-1.

  28. joseboscojr 26 de dezembro de 2013 at 23:08 #

    SM-39 = AM-39

  29. Gilberto Rezende 27 de dezembro de 2013 at 9:07 #

    Já que seu Juarez gosta de fazer suposições sobre o UH-15 eu lanço a minha…

    Os “amigos” americanos se negam a fornecer o Harpoon para o Brasil e aí a gente continua surfando a onda sueca e vai integrar aos P-3AM e aos A-4 é o genérico da SAAB RBS-15F Mk.3….

    E para constar estamos nos qualificando a longo prazo para também possuirmos o “nosso Tomahawk” de longo alcance, o AV/TM-300 ou o nosso TACAPE com seu motor de tecnologia Polaris… Dentro do projeto Astros 2020 que poderá ser portado mais a frente para as unidades navais…

    Não sei de ONDE vem o otimismo que os EUA irão fornecer este míssil ao Brasil. AINDA MAIS com o intento “revelado pelo mestre juarez” de dotá-lo nos A-4 e usá-los a partir de um Porta-Aviões… CAPAZ que os yankees vão autorizar isso seria contra TUDO o que eles SEMPRE fizeram.

    Seriam 8 P-3AM e pelo menos 12 A-4 considerando que os primeiros caregam ate 4 Harpoon e o pequeno A-4 só poderia levar um no seu pilone central, quantos Harpoons seriam encomendados (44, 88 ou 132) entretanto…

    http://www.aviationspectator.com/files/images/Douglas-A-4-Skyhawk-230.preview.jpg

    O que sei que o PRIMEIRO P-3AM chegou ao Brasil no final de julho de 2011 e são 2 anos e meio que a aeronave opera sem seu suposto míssil yankee.
    Só acredito quando me mostrarem a liberação no FMS americano…

  30. Rinaldo Nery 28 de dezembro de 2013 at 15:12 #

    A compra dos HARPOON já está definida. Um companheiro da DIRMAB, um dos responsáveis pela compra, me informou que o único problema é que a FAB não sabia que a versão treinamento é bem mais cara que a de emprego. Só estão definindo a quantidade das duas versões. Não tem nada a ver com a entrega de todas as aeronaves.

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