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Não perca hoje na TV Senado, às 14h30, audiência pública sobre o F-X2

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As comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara e do Senado fazem uma audiência pública conjunta nesta terça-feira (13) para discutir a compra, pela Força Aérea Brasileira, de 36 aeronaves de caça de múltiplo emprego, incluindo itens como os simuladores correspondentes.

O Comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, deve comparecer à audiência e falará sobre a atualização da frota da FAB.

Na avaliação do presidente da CREDN, Nelson Pellegrino, “renovar a frota é uma necessidade para responder aos novos desafios da defesa como o combate ao narcotráfico e o terrorismo, a proteção do espaço aéreo, das áreas sensíveis como as do pré-sal e da Amazônia, e os mais de 17 mil quilômetros de fronteira”.

O deputado também está preocupado com a situação dos aviões destinados à defesa aérea do Centro-Oeste, baseados em Anápolis (GO) e que serão desativados em 31 de dezembro. “O encerramento do contrato de modernização dos 12 Mirage 2000 e a demora nas negociações para a aquisição dos novos aviões pode gerar prejuízos à capacidade de defesa do espaço aéreo brasileiro”, afirmou o deputado.

A audiência será transmitida no canal 2 da TV Senado na Internet. Para assistir, clique no link abaixo:

21 COMMENTS

  1. Considerando que se bata o martelo em relação a qualquer um dos finalistas, o Senado não teria que autorizar a transação? Se sim, então, uma vez decidida a compra a bola passa para essa câmara legislativa. Em suma, a responsabilidade não é apenas do GF. Por fim, o GF não toma a decisão pq não quer já que o ônus não é apenas dele.

  2. Perguntado pelo presidente da mesa o Cmdte Saito se saiu bem e de forma precisa, quando perguntado sobre a TOT. Saito disse que os códigos fonte são muito bem vindos, porém é algo que define muitas capacidades de uma aeronave, por assim dizer, e que, mesmo com ele em mãos, não é possível alterá-lo de forma rápida e eficaz. Acrescentou que todos oferecem TOT de forma parecida, porém nada garante que os fabricantes cumprirão essa oferta.

    Suplicy, enrolando, enrolando…

  3. Saito, em outras palavras:

    1 -Contrato demorará 8 meses a 12 meses para ser assinado após a escolha.

    2 – Começaremos a receber os caças dentro de 4 a 6 anos!

    Ou seja, na melhor das hipóteses os primeiros chegarão aqui em 2019!

    Legal…caminhamos bem não é? Para a irrelevância…

  4. phacsantos disse:
    13 de agosto de 2013 às 15:51

    Com relação ao prazo entrega ele enfatizou que seriam aeronaves “desenhadas por nós”, ou seja, customizadas. Quanto menos demoraria se fossem de prateleira?

  5. Asbueno

    Não foi isso que entendi. Mas tudo bem….3 anos a mais, 3 anos a menos não faz diferença mesmo……não é?

    Ele não respondeu sobre a desvantagem perante nossos vizinhos.

    Disse que a presidente deve tomar decisão em breve (Isso já foi dito, nessas mesmas palavras, por diversas autoridades, em 2012, 2011, 2010, 2009….)

    • Rapaz, cada uma que aparece! Um senador (que não vi o nome) do partido no poder acabou de AFIRMAR que teremos de instalar uma Base Aérea (!) do país o qual for selecionado. O argumento dele foi claramente tendencioso contra a proposta americana, uma vez que citou o “apagão” de comunicação em satélites gerado pelos EUA na Argentina no episódio das Malvinas, na década de 80. O TB corrigiu, informando que a FAB irá implantar uma “base” da empresa selecionada aqui no país.

      Imagino a Força Aérea Sueca investindo recursos pra criar uma Base Aérea a uns 20.000 km de seu país.

      A propósito, este senador informou também que fez parte do Conselho da Helibras na época do contrato dos EC725. Isso explica muita coisa do que discutimos por aqui há alguns anos.

      • Um senador (que não vi o nome) do partido no poder acabou de AFIRMAR que teremos de instalar uma Base Aérea (!) do país o qual for selecionado.

        Era o Viana, aquele que “ajudou” a Helibras.

        É só digitar “Viana” aqui no campo busca do PA e as notícias sobre ele virão.

  6. Gostei da parte: ” a tecnologia a gente faz junto, desenvolve junto…” pra mim o Brig. Saito deixou implicito as preferências pelo Gripen…

  7. Achei estranho o Brig. Saito dizer que a FAB poderia absorver os custos da compra em seu orçamento…

    Pensava que seria por financ. internacional e tratado à parte.

    Ou ele apenas “supôs”?

  8. Poxa gente to curiosaço pra saber o que rolou, se escapoliu alguma informaçao e tal, aqui no pc do serviço ver vídeos é bloqueado ,só traillers no site do Estadao e se quiser!!

    Aguardando o post mencionado pelo Poggio ansiosamente!!

    Sds.

  9. Mais do mesmo!
    36 aparelhos e la se vão 15 anos, isso que nunca teriamos 36 a disposição.
    Vamos falar sério, U$$ 10 bi. para o Brasil não é NADA!
    Puro descaso com as forças!

  10. O Bravo Comandante Saito saiu-se muito bem ao ser inquirido na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Sem ser desrespeitoso deixou de forma muito clara e inequívoca que a escolha cabe agora ao executivo ressaltando que a FAB, em consonância com a sua função institucional, entregou o relatório no começo de 2010. Essa assertiva desmonta de forma cabal acusação aqui proferida por uma conhecida Rafalete, segundo o qual o Comandante Saito teria trabalhado desde o início para direcionar o certame para a vitória da Boeing.

    Entretanto, ele se saiu melhor ao discorrer sobre a transferência de Tecnologia. Ao afirmar que as três propostas são parecidas e que nada garante que qualquer dos fabricantes irá cumpri-la, ele expôs a falácia repetida ad nauseam et extra pela Dassault, e incessantemente replicada pelas Rafaletes de plantão, segundo a qual haveria ToT irrestrita pela Cocote francesa.

    Ao finalizar, contudo, e ao mencionar que a Boeing teria melhorado a proposta, certamente não faltarão acusações de que o comandante da FAB prefere o SH afinal, uma vez que a cocote francesa cada vez se mostra mais e mais inviável, o jeito é partir para os impropérios.

  11. phacsantos disse:
    13 de agosto de 2013 às 15:58

    Independente de nosso entendimento ser divergente é tempo demais para espera, algo que seria menos ruim se a decisão tivesse sido tomada, por exemplo, em 2009.

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