sábado, outubro 23, 2021

Gripen para o Brasil

Iraque recebe últimos três C-130J de uma encomenda de seis

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

C-130J para o Iraque - foto Lockheed Martin

Na segunda-feira, 29 de abril, a Lockheed Martin informou que a Força Aérea Iraquiana (IQAF) está recebendo os últimos três aviões de transporte C-130J de uma encomenda de seis aeronaves do tipo. O C-130J número 5721 foi o primeiro dos três a decolar, no dia 23 de abril, das instalações da empresa em Marietta, Georgia (EUA).

Todos os três C-130J passam primeiro por uma base da Força Aérea dos EUA antes da entrega à Força Aérea Iraquiana. A IQAF, que já operava os transportes C-130 de versões anteriores, recebeu seu primeiro C-130J dos seis encomendados em dezembro de 2012.

FONTE/FOTO: Lockheed Martin (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

VEJA TAMBÉM:

- Advertisement -

7 Comments

Subscribe
Notify of
guest
7 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Galeão Cumbica

Este ta saindo igual a pao quente!
GC

Soyuz

Aqueles números bonitos da Embraer quanto ao KC-390 ignoram uma variável importante. Chamada simplesmente de: Política. Esta variável invisível deu a Venezuela seis exemplares de Shaanxi Y-8 , um avião na mesma classe do C-130J ou KC-390. Ele não esta lá porque é mais barato, melhor, maior ou qualquer atributo que o valha. Esta lá porque é Chinês e faz parte de um contexto político amplo decidido pelo governo daquele país. Na Líbia, no Iraque e em muitos outros lugares esta variável estará presente da mesma forma. Via de regra haverá clientes cativos (dos EUA, Rússia, China) que podem até… Read more »

Guilherme Poggio

Eles sabem que o buraco é mais embaixo. Há 25 anos atrás o Osório já nos ensinou esta lição de como as coisas funcionam quando você entra em um mercado de gente grande.

Verdade Soyuz. E por este motivo a Embraer associou-se com “gente grande” chamada Boeing.

Por outro lado o caso do Osório possui implicações geopolíticas de um momento único na história mundial e implicações político-econômicas locais.

Corsario137

Aí há uma distorção do que a Embraer diz. O que ela afirma é que há um mercado potencial de aproximadamente 700 aeronaves e o que ela pretende é atingir uma fatia desse bolo, levando justamente em conta fatores como este.

E complementando o Poggio, foi justamente para mitigar essa barreira de entrada que se criou a parceria Boeing/Embraer.

Soyuz

Perfeito, os números da Embraer são 700 aeronaves potenciais com 30% de participação o que daria 210 células. A questão para mim são duas. Primeiro: Estas 700 células contemplam aeronaves com carga útil de 5 toneladas até 20 toneladas. E ai existem segmentos distintos. Uma aeronave de carga 5 ton é diferente de uma de 10 ton que é diferente de uma de 20 ton. No mapa que a Embraer apresentou para compor estas 700 aeronaves, entram aeronaves como o Antonov An-24/26/32 ou G222 que provavelmente não serão substituídas por aeronaves como o C-130J ou KC-390 e sim por células… Read more »

Marcos

O caso do Osório, de fato, é único: nem nós compramos!

Dai, hoje, nós importamos blindados alemães com trinta anos de uso.

Posso fazer uma longa lista de outros produtos.

Soyuz

Sem duvida Marcos. Soma-se ao fato que eramos um importante player em veículos de combate sob pneus e hoje estamos “alegres” de licenciar projeto de carro de combate sobre pneus italianos.

Últimas Notícias

Embraer comemora 20 anos do início das operações de ensaio em voo em Gavião Peixoto

Gavião Peixoto – SP, 22 de outubro de 2021 - Um dos principais complexos industriais da Embraer no Brasil,...
- Advertisement -
- Advertisement -