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Saab Sea Gripen é destaque na LAAD 2013

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LAAD 2013 199a

O stand da Saab na nona edição da LAAD – Feira Internacional de Defesa e Segurança, no Rio de Janeiro, trouxe uma novidade que chamou a atenção dos visitantes: uma maquete do navio-aeródromo “São Paulo” com jatos Sea Gripen nas cores do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) da Marinha do Brasil. Para saber mais detalhes, clique aqui.

14 COMMENTS

  1. Caro editores, haveria a possibilidade deste modelo ser ganho pela PA e mas tarde fazer parte de um sorteio entre os que compram a revista?

  2. Hamadjr, já vou adiantar, esse modelo é da SAAB e a equipe da Trilogia tirou fotos e fez a matéria. Eu o vi na LAAD, ele era da ilha para frente, mas muito legal mesmo.

    Galante e Poggio, excelente matéria, pois vai dar o que discutir!!!

    Abração e tudo de bom

  3. Obras da fértil imaginação dos profissionais de marketing.

    Afinal;

    “Com Avanço elas avançam”

    “Você que é brahmeiro agora faz parte de um seleto grupo que ajuda a melhorar o futebol”

    “Se a BMW não conseguiu, como a Hyundai conseguiu?”

    “Sea Gripen em um porta aviões perto de você”

  4. Impossível se depender de “encomendas” brasileiras.

    Segundo a Saab, pelas matérias já publicadas aqui no blog, devido a suas características de pouso/decolagem em pistas curtas/despreparadas (estradas) o Gripen com alguns desenvolvimentos poderia chegar a essa versão embarcada. Deveriam fazê-lo então como única versão e comercializá-lo dessa forma como a Boeing faz com o F18, pois não precisariam de escala para dois modelos distintos e eventuais operadores menos custos de manutenção caso viessem operá-lo nas duas forças com um modelo somente.

    E se esse sonho se tornasse realidade o Nae São Paulo, com mais armamento de auto-defesa, daria um salto tremendo em termos de poderio.

  5. Lindo diorama, lindo mesmo, e louvável o esforço de marketing da SAAB. Pena que não passará daquele e deste. Espero que eles encontrem um parceiro à altura de seu projeto.

    O Brasil está longe de ser o único, ou o primeiro, operador em escala razoável e confiável para sustentar finaceiramente o desenvolvimento da versão naval do Gripen.

    Seria interessante o projeto, mas defesa aérea, defesa naval e defesa terrestre, não são prioridades neste governo, mas o são, não necessariamente nessa ordem: GTE, empreiteras e comissão da (in)verdade…

    A escala é 1:144, estou certo ? Não estou falando da estatura de nossos líderes políticos e navais, estou falando da proporção do diorama…

  6. A escala parece ser a clássica 1:72. Infelizmente só montaram a metade do porta-aviões, valeria a pena montar todo o modelo, não é lá muito grande.
    E mesmo o Gripen, que é pequeno, fica “grande” no São Paulo.
    No Smithsonian existe um modelo em escala 1:72, de um porta-aviões da classe Nimitz, só mesmo dando umas boas e longas voltas em torno dele para se ver a riqueza de detalhes.
    Já no museu de Le Bourget, existia, ou existe, não sei se ainda está lá, uma maquete, também em 1:72, de uma base (somente o pátio principal) francesa moderna, um modelo imenso, mostrando a força aérea francesa em plena atividade, com os principais aviões.Foi lá, que admirando esse incrível diorama, eu fui me dar conta que um Transal era praticamente do mesmo tamanho de um C-130!

  7. Valeu, Nunão, não pensei que fosse uma escala tão grande, é incomum reproduzir um NAe nesta escala, pois fica imenso, mesmo um NAe do porte do São Paulo.

    Prezadíssimo Roberto Santana, existe à venda um diecast do USS Nimitz, com seu grupo aéreo embarcado em 1978, sua lindíssima ala de caças F-14 nas cores dos esquadrões Jolly Rogers e Black Aces, estes vendidos por unidade e separadamente, todos em escala 1:144, da Century Wings.

    Nesta escala, que desejo há meses, e o que me impede de autorizá-lo no meu “PRONAE” é o espaço para “atracação” na minha base naval, rsrs…, o Nimitz tem aproximadamente 2,30 metros de comprimento por 0,54 de largura !

    VEJA AS FOTOS:
    http://www.centurywings.com/diorama/721081.html

  8. Prezado Ozawa,

    É incrível!
    Será difícil até mesmo passar pela porta do quarto.
    Penso que para que haja equilíbrio na exposição de modelos a escala ideal seja mesmo a 1:72, embora isso, no caso de embarcações, fique impraticável para o colecinador particular.
    Esses porta-aviões são imensos, e se a escala clássica de barcos seja 1:400 ou 1:700 (é isso?), e a dos aviões é 1:72 por assim dizer, trazê-los então, ambos à escala 1:144, um deles sairia perdendo (os aviões), e a atenção seria voltada onde seria possível maior cuidado com os detalhes, no caso, o navio.
    Não sei se o diecast tem origem comum com o plastimodelo, mas eu ficaria fiel a tradição do 1:72, opinião minha é claro, mas veja, tenho um Hawker Hunter da Corgi, todo no metal natural, sem pintura, acho que é um laçamento moderno de colecionador*.Mesmo assim, quando abro sua bela caixa preta, é possível ainda sentir toda uma atmosfera dos anos sessenta dos clássicos diecast ingleses, e de toda aquela grande e já moribunda industria britânica de aviação.
    Mas, enfim, é de colecionador para colecinador, as preferencias podem mudar, são delicadas peças e têm um valor sentimental muito forte.

    *Sabe-se lá, se esse meu aviãozinho não tenha sido feito na China!

  9. Prezado Roberto Santana,

    Em minha residência todos os meus modelos, da II GM e, após, de todas as gerações de caças, são em escala 1:72, sendo certo que é a escala mínima para o não comprometimento da riqueza dos detalhes e aceitável num espaço reduzido para uma base aérea doméstica, rsrs…
    Exceto para réplicas dos pilotos dessas gerações, a melhor escala pelas mesmas razões é a 1:6. E, de colecionador para outro, sei a atmosfera da qual você fala, reproduzida nessas miniaturas.

    E quanto à fabricação, prezado RS, seu aviãozinho é sim fabricado na China… Hobby Master, Corgi, Century Wings, enfim, todas comercializam as réplicas dos modelos das famosas aeronaves sob licença dos fabricantes originais ou os que detém o acervo patrimonial do falido, mas transferem a fabricação efetiva para o maior manufatureiro mundial de hoje, a China.

    O die cast de modelos militares, prezado RS, se difundiu, com a guerra. Na II GM, com a evolução do processo em escala de manufaturas em plástico e metais, se podia reproduzir réplicas, e dioramas, das aeronaves e navios como forma de orientar pilotos, artilheiros aéreos, submarinistas, sobre a silhueta de seus alvos, ou mesmo orientar manobras táticas aéreas, navais ou anfíbias. O conceito se difundiu nos dias de paz. Acredito ter surgido antes do plastimodelismo.

  10. Se nem o Gripen E/F está 100% CERTO com o atual recuo dos Suíços…

    Que dirá este esta miragem sem financiador aí…

    P.S. Aeronave para o São Paulo é o AF-1M e SÓ.
    A aeronave naval oriunda do FX-2 só existirá se o ProNAe da MB decolar no futuro..
    Em resumo uma miragem em cima de outra….
    Sonhar não custa nada. Mas é bonito…

  11. Prezado Ozawa,

    Confesso a você que fiquei desconcertado sobre o fim que levaram essas marcas, eu não sabia disso.

    Enfim, é por isso que me alegro quando vejo gravadas nas coisas, avisos como:
    Made in England, Made in USA ou Made in Japan; raridades que só agora damos o devido valor. 🙂

  12. Pois é, prezado Roberto, deixam eles fabricarem esses modelos em escala reduzida e aí eles aprendem a reproduzir em escala natural…

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