quarta-feira, dezembro 1, 2021

Gripen para o Brasil

‘Plano B’ da Marinha dos EUA é comprar menos F-35C e mais F-18E/F

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Super Hornet pousa no CVN 74 em março de 2013 - foto USN

Segundo artigo de David Axe publicado no “Danger Room” em 25 de março, a Marinha dos Estados Unidos (USN) está cuidadosamente dando as costas ao complicado programa do F-35 e colocando, no lugar, um plano substituto para o caso do novo jato furtivo não se recuperar de seus problemas técnicos e orçamentários.

Esse plano da USN está no seu início, mas suas linhas gerais estão transparecendo, em grande parte graças a recentes comentários de sua liderança. O ‘plano B’ envolve a compra de menos F-35 da Lockheed Martin (a marinha continuará comprando alguns)  e mais unidades do caça embarcado F/A-18E/F Super Hornet da Boeing. Caso ocorra o improvável – o cancelamento da versão F-35C destinada aos grandes porta-aviões  americanos – o Super Hornet poderia ser aprimorado para ir além de sua atual vida útil. O jato bimotor já vem ganhando novas armas e poderá ter adicionados novos tanques de combustível extras e alguns “tratamentos” para furtividade.

A USN tem sido a menos entusiastas das Forças Armadas americanas em relação ao F-35, que inclui versões para a Força Aérea e os Fuzileiros Navais. Como a Marinha tem a força de caças mais nova em relação às demais forças, sua urgência para aviões novos de fábrica é menor. Além disso, a USN estaria minimizando a furtividade ao radar em seus planos de guerrra e preferiria, ao invés, abrir caminho lutando por entre as defesas inimigas ou disparar armas a grandes distâncias. No ano passado, o “U.S. Naval Institute journal Proceedings” trouxe texto a esse respeito assinado pelo almirante Jonathan Greenert: “É tempo de considerar a mudança de nosso foco de plataformas baseadas unicamente na furtividade e também incluir conceitos de operações mais longe dos adversários utilizando armas ‘standoff’ e sistemas não tripulados – ou empregar sistemas de guerra eletrônica embarcados para confundir ou ‘jamear’ sensores inimigos ao invés de tentar se esconder deles”.

Super Hornet sendo lançado do CVN 69 em março de 2013 - foto USN

Greenert é o oficial “top” da Marinha dos EUA, e esse texto foi considerado um tiro na proa do F-35. Porém, ele nega que tenha feito isso: “Nós precisamos do F-35C, precisamos de suas capacidades”, disse o almirante há duas semanas, completando: “Ele tem furtividade, grande capacidade de carga e um gigantesco (potencial) de ataque eletrônico.”

Ao mesmo tempoo, Greenert deixa escapar que a Marinha poderia adquirir menos jatos F-35C do que os 260 encomendados no momento. “A questão aponta para quantos comprar, e como eles se integram na ala aérea”, acrescentando que o cancelamento da nova aeronave é pouco provável devido a razões políticas: “Se não comprarmos nenhum F-35C isso seria muito prejudicial ao programa como um todo.”

F-35C LIGHTNING II - foto Lockheed Martin

Qualquer redução nas encomendas do F-35 afetaria os intrincados planos de produção do novo caça, aumentando o custo unitário. Porém, a compra de menos jatos F-35C e mais versões aprimoradas do F/A-18 poderia ser possível sem destruir o programa desse novo jato furtivo. Uma análise do Pentágono obtida pela Reuters indicou que uma redução de 2.400 para 1.500 caças F-35 aumentaria o custo unitário dos remanescentes em apenas nove por cento. Hoje, um único F-35 custa mais de 100 milhões de dólares, e um F/A-18 custa aproximadamente metade desse valor. A troca de exemplares de F-35C por Super Hornets poderia resultar numa economia de bilhões de dólares para a Marinha e o Pentágono, e vale lembrar que a USN já pensa num novo projeto de caça para vir após o F-35 e o Super Hornet.

Com melhorias, o Super Hornet poderia igualar as capacidades do F-35, embora com diferentes táticas, embora essa questão esteja aberta ao debate. A USN já trabalha para fazer do F/A-18E/F um vetor para mísseis de longo alcance com algumas qualidades furtivas opcionais, em oposição ao totalmente furtivo F-35, projetado para passar despercebido pelas defesas inimigas a curta distância e lançar bombas guiadas antes de se evadir.

FA-18EF International Roadmap - foto Boeing Japão

A USN já colocou no orçamento um novo míssil antinavio e para ataque terrestre com alcance de 500 milhas para o Super Hornet e, neste ano, também deverá testar tanques de combustível conformais sobre as asas, que poderiam adicionar centenas de milhas ao alcance da aeronave, possivelmente permitindo um alcance maior que o do F-35. O Super Hornet também poderia receber coberturas (pinturas)  extras de absorção de radar e uma nacele furtiva carregada na estação ventral para levar armas. A USN ainda precisaria reservar verbas para essas opções.

Para a Força Aérea, a adição de caças F-35 não significam uma mudança fundamental em suas estratégias, ao passo que a Marinha seria forçada a reescrever doutrinas de décadas. Enquanto a Força Aérea pensa em infiltração em território inimigo usando o caça F-22 e o bombardeiro B-2 (ambos furtivos), a Marinha preconiza o uso de aviões de guerra eletrônica EA-18 Growler (da família do Super Hornet), que interferem eletronicamente nas defesas inimigas e permitem que os Super Hornets ataquem.

Em todo caso, a USN pode esperar e ver se o F-35 supera suas dificuldades, pois a linha de montagem da Boeing para o Super Hornet, em St. Louis, tem encomendas suficientes para permanecer aberta ao longo de 2015. Após isso, a Marinha poderia optar por seu plano B, ou arriscar com o F-35.

FONTE: Danger Room (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Marinha dos EUA e Boeing Japão

COLABOROU: Maurício R

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Blind Man's Bluff

Esses Super Super Hornets com tanques conformais cairiam como uma luva para o Brasil…

HMS TIRELESS

O que existe são diferenças de pensamento e de doutrina. A marinha é mais cautelosa quanto à tecnologia furtiva e raciocina com um mix entre tecnologia stealth e outras capacidades tais como armas de longo alcance, jammers mais poderosos e plataformas não tripuladas. Por outro lado a USAF tem mais experiência com plataformas furtivas visto que operava o F-117 desde os anos 80 e o F-22 desde 2005 passando pelo B-2. Agora seria interessante a Força Aérea olhar com cuidado o desenvolvimento de uma variante de ataque terrestre do novo míssil antinavio de longo alcance da marinha. Integrado ao F-15E… Read more »

Nick

De certa forma a US Navy já vem praticando o Plano “B”, com as recentes encomendas de F-18E/F/G. O que pode acontecer é esticando o mesmo, à medida que o F-35C/B vá se atrasando, ou os custos dos mesmos continuem subindo.

[]’s

Clésio Luiz

Os incidentes do gancho de pouso curto e da incrível diminuição da aceleração supersônica, na versão C do F-35, deve ter feito a USN desconfiar do cuidado com a sua versão por parte da Lockheed. Por um lado, o F-35C traria vários ganhos sobre o SH, mas por outro a USN pode estar examinando a possibilidade de substituir parcialmente o F-35 pelos novos Vants armados, que teriam uma furtividade muito mais completa que a possível com o F-35. E ainda custariam mais barato. Com os recentes (e futuros) cortes no orçamento, essas e outras medidas com certeza estão sendo estudadas… Read more »

Guilherme Poggio

A USAF tem um problema que a Marinha não tem.

Com o fechamento da linha de produção do F-22, a Força Aérea jogou todas as suas fichas no F-35.

Já a Marinha pode continuar com os seus atualizados Super Hornet sem a mesma pressa que a USAF tem.

A Marinha tem plano B, a USAF não.

Galeão Cumbica

Alguem saber me explicar o que o “roadmap” tem a mais, alem desta mochila nas costas e o tanque no meio das pernas! rs

abraço
GC

andreas

Galeão Cumbica, esse “tanque” no ventre dele na verdade é um EWP (Enclosed Weapons Pods), que são casulos porta-armamentos, podendo levar por exemplo 4 AIM-120 Amraam. Você pode notar pela foto que o EWP possui linhas irregulares para diminuir sua assinatura radar. Veja os detalhes sobre o Roadmap no link:

http://www.aereo.jor.br/2011/11/05/boeing-revela-mais-detalhes-do-international-roadmap-do-super-hornet/

Vader

Ao contrário do que um certo cretino desinformado apregoa AÍ AFORA (ok, Soyuz? 🙂 ), o F-35C é a versão mais complicada do JSF, estando na verdade o F-35B de vento em popa, seguindo à risca o cronograma, e sendo de longe a mais fantástica de todas as versões do JSF. Quanto ao C, não há a menor dúvida que ele vai sair. Mas a Marinha realmente não tem porque ter pressa em sua aquisição, ao passo que a USAF e, principalmente, o USMC, possuem tremenda pressa para receber as versões A e B da aeronave, respectivamente. O F-35C é… Read more »

Gilberto Rezende

A Equação é simples tanto o F-35C como o F/A-18 E/F Super Hornet são aeronaves DE PROJETO destinadas a compor as alas aéreas dos Porta-Aviões nucleares americanos da classe Nimitz. Para a USN, as características furtivas dos F-35C seriam mais um recurso desejável mas não ESSENCIAL. Afinal não há surpresa total na aproximação de um porta-aviões e seu grupo-tarefa e em geral a missão desta unidade é aproximar-se e combater o território do inimigo. Nesta missão o poder de choque inicial é mais importante que a furtividade para esmagar os recursos inimigos. Assim as limitações de carga do F-35C em… Read more »

joseboscojr

A USN tem em mente que muito em breve dará um salto qualitativo e as dúvidas acerca da real necessidade do F-35B são compreensíveis. Esse salto qualitativo é relativo aos UCAVs e por incrível que pareça o F-35C representa um avanço linear. Muito provavelmente menos F-35 serão necessários à USN tendo em vista a capacidade esperada dos UCAVs, sem falar que ela ainda conta com uma arma singular, que não está disponível à USAF, que é o Tomahawk, com planos de substituí-lo no futuro por mísseis mais capazes e de maior alcance. O maior desinteresse da USN em relação ao… Read more »

Guilherme Poggio

Esse salto qualitativo é relativo aos UCAVs e por incrível que pareça o F-35C representa um avanço linear.

Estou com o Bosco e com o Clésio.

Se o manual da USN for reescrito, ele será para o emprego de UCAV embarcados. Isso sim é o limiar da tecnologia atualmente.

Para quem quiser saber mais:

Marinha do EUA embarca X-47B para testes no porta-aviões ‘Harry S. Truman’

Começam os primeiros testes do X-47B a bordo do USS ‘Harry S. Truman’

Outras informações podem ser consultadas no site do Poder Naval digitando “X-47” no campo “busca”. Tem matérias sobre ele desde 2008.

joseboscojr

F-35B = F-35C

Soyuz

Na segunda metade da segunda guerra, havia aviões a jato em ação. Mas eles não influenciaram o curso da guerra aérea de forma decisiva. O resultado da guerra no ar foram decididos pelas batalhas entre Spitfire Mustang, Me-109, Zero, Hellcat entre outros. Mas uma coisa era certa. O futuro pertencia aos jatos. Menos de uma década depois, na Coréia o que se viu foram combates entre aviões a jato, onde modelos a hélice da IGG seriam facilmente abatidos. Nesta época já haviam aviões supersônicos, mas eles não influenciaram o curso da guerra aérea. Uma coisa era certa, o futuro era… Read more »

Guilherme Poggio

O futuro da guerra aérea é inexoravelmente aviões furtivos. Não tem choro é a evolução tecnológica. Ou vocês é furtivo ou tem superioridades numérica de uns 5 a 10 pra um que é a taxa de perdas de aviões convencionais contra furtivos. Partindo desse presuposto, já existe superioridade da 4ª geração sobre a 5ª. A linha de montagem dos F-22, único caça de quinta geração em atividade, já fechou. São 180 unidades contra milhares de F-15 e F-16 na USAF. F-22 foi derrubado pelo seu custo (e outros pequenos problemas técnicos). Além da evolução tecnológica existe a evoluçõa econômica. Se… Read more »

Soyuz

Eu vejo esta questão dos UCAV´s com otimismo em alguns aspectos e ceticismo em outros. Algumas empresas como a Dassault desenvolvem UCAV mais para manter seus departamentos de projetos ocupados porque deveriam estar projetando um caça de quinta geração, mas não estão por motivos econômicos e políticos. Alguns vendem a ideia de que um UCAV vai tornar caças obsoletos. Penso que não. O UCAV complementa outras formas de ataque como misseis de cruzeiro e aviões tripulados, permitindo maximizar danos e diminuir perdas. Mas tem aquelas missões onde somente um caça tripulado pode fazer. Situação similar aconteceu no passado com aviões… Read more »

Soyuz

Partindo desse presuposto, já existe superioridade da 4ª geração sobre a 5ª. A linha de montagem dos F-22, único caça de quinta geração em atividade, já fechou. São 180 unidades contra milhares de F-15 e F-16 na USAF. F-22 foi derrubado pelo seu custo (e outros pequenos problemas técnicos). Poggio, A linha do F-22 fechou, mas a do F-35 esta abrindo. E de lá sairão milhares deles, o programa tem problemas é verdade, mas ele irá dar frutos. Também pode haver com os furtivos a mesma coisa que já aconteceu com os “convencionais”, um dia aviões como o F-14 ou… Read more »

joseboscojr

Nunão, Mas talvez o fato de ser “invisível” faça com que o F-35 prescinda de um segundo assento, já que o piloto mesmo pode se ater à função de comandar UCAV/UAVs por não ter que se preocupar tanto com sua defesa. Mesmo porque, diferente do que ocorre hoje com um Reaper por exemplo, no futuro o gerenciamento de voo de um UCAV será menos intensivo e sua interação com o piloto será bem mais parecida com a que hoje ocorre com a comunicação de um piloto de caça com seu ala. Vão ser apenas ordens gerais e a IA embarcada… Read more »

Guilherme Poggio

Mas, até o médio prazo, dois assentos só na geração 4,5, pois os atuais de quinta como o F-22 e o F-35 são monopostos.

Lembremos também que o PAK FA no momento só conta com um assento. Para a versão indiana até foi nencionado uma versão biposta, cancelada porteriormente. Os protótipos furtivos chineses são todos monopostos também.

Almeida

A verdade é que quem tem Growler não precisa tanto assim de furtividade. Não ficaria espantado se a USN cancelasse o F-35C, já que de todas as versões, é a que está mais atrasada no cronograma original e que tem apenas um único operador até agora.

Almeida

ERRATA

A verdade é que quem tem Growler E TOMAHAWK não precisa tanto assim de furtividade.

Primeiro dia de combate? Chuva de Tomahawks. Dias, semanas, meses e até mesmo anos seguintes? F/A-18 E/F.

Guilherme Poggio

A verdade é que quem tem Growler E TOMAHAWK não precisa tanto assim de furtividade. Primeiro dia de combate? Chuva de Tomahawks. Dias, semanas, meses e até mesmo anos seguintes? F/A-18 E/F. Verdade caro Almeida O raciocínio de parte da USN deve ser mais ou menos esse. Lembro de alguns exercícios da USN com a MB durante Operações Unitas quando eles vinham com porta-aviões. Em um certo momento o controlador do radar de vigilância da fragata Niterói ficava com uma enorme faixa negra na tela. Era o corredor de “boas vindas” da aviação naval norte-americana com os EA-6B Prowler liderando… Read more »

Almeida

E antes que digam que os Tomahawks são caros, já existem estudos que demonstram que o mesmo é mais barato, alvo destruído por alvo destruído, que os F/A 18 E/F e MUITO MAIS BARATO que a operação de aeronaves de quinta geração, quando se leva em conta os custos de treinamento e certificação dos pilotos navais.

joseboscojr

E a USN deseja uma nova geração de mísseis de cruzeiro com pelo menos o dobro do alcance do Tomahawk Block IV e um míssil hipersônico com 5000 km de alcance.
Todos deverão ter em torno de 5000 lb de peso e provavelmente não serão compatíveis com os atuais lançadores Mk-41.

ricardo_recife

Acho a solução completamente lógica. Mas, aviões de combate nas primeiras versões sempre apresentam problemas vindo de erros de concepção. O que me intriga é a seguinte frase: “Com melhorias, o Super Hornet poderia igualar as capacidades do F-35, embora com diferentes táticas, embora essa questão esteja aberta ao debate”. Que melhorias seriam estas e quais capacidades seriam igualadas? Tanques conformais e mais o que? Cada vez mais vejo que o F-18 vai ter vida longa! A Lockheed Martin deve ter ódio mortal do Super Vespão. A cada má notícia a Boeing aumenta vem com uma boa notícia. Tomahawks são… Read more »

Mauricio R.

E ainda tem aqueles que além de não ajudarem, ainda atrapalham:

(http://www.flightglobal.com/news/articles/Former-USN-chief-suggests-DoD-should-cancel-F-35A-in-favour-of-C-model-383969/)

Imagina só…
USAF e US Navy saindo no braço, por causa do brinquedinho caro e complicado da Lockmart.
Não seria o máximo!!!

Vader

Maurício, esqueceram de falar pro cara que a versão da USAF está virtualmente pronta (ao contrário da da Marinha, que está bastante atrasada), é muito mais barata que a versão C, e será a que será mais comercializada pros demais parceiros do projeto e pra outros países. Deve ser por isso que ele é “ex”… 🙂 Mas não deixa de ser interessante notar o desespero da Marinha para ter o seu F-35C, ao perceber que a LM está deixando de lado temporariamente a versão C em prol das outras duas. Para um caça que muita gente diz que ninguém quer…… Read more »

Mauricio R.

O Super Hornet International Road Map, pode não ser tdo isso que seespera dele.
De volta ao futuro…

(http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2013/03/super-hornet-international-in-reality.html)

Gilberto Rezende

Só um pitaco, um 4,5 G biposto tem WSO que PODE ser também piloto.

Coloque eletrônica suficiente e mais uma esquadrilha de apoio de 4 a 6 UCAV furtivos com capacidade de acompanhar o mesmo envelope de missão (velocidade, alcance e etc) sobre seu controle e estes UCAVs dotados de programas com inteligência artificial e táticas pré-programadas que o WSO precise só acionar a rotina e só precise assumir o controle efetivo na final do procedimento.

Começamos a vislumbrar um excelente plano B para a USN…

Talvez até melhor que o plano A…

Almeida

Gilberto, a F-35C já é o plano B da USN. Aliás, é o plano C! Para esta missão de ataque em profundidade com características furtivas, semelhante ao que a USAF tinha com o F-117, a USN lançou o programa ATA que gerou o A-12 Avenger. Como este estourou o orçamento, foi cancelado. Para tapar esse buraco foi lançada uma modernização do F/A-18 C/D para aumentar seu alcance e deixá-lo mais furtivo, o que gerou o Super Hornet, o plano B! E agora o Vespão periga se tornar o plano B ao programa JSF (se já não o é) e portanto… Read more »

Almeida

Mauricio R. ri muito ao ver o Bombcat sendo comparado ao Super Hornet hahaha! Pessoal não larga o osso! 🙂 Verdade seja dita, o que importa pra USN é alcance. Foi o que ditou o update do Hornet e o que deixou o F-35 tão maior que o X-35, seu protótipo. Eles precisam manter seus preciosos carriers bem longe do inimigo se não quiserem passar vergonha perdendo 6000 vidas e 15 bilhões de doláres pra um punhado de Exocet ou torpedos. Por isso eu digo e repito: a USN não tá nem aí pra furtividade do F-35C! E depois do… Read more »

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