F-15E Strike Eagle atualizado no Air Warfare Symposium da AFA

F-15E Strike Eagle - 1

A Boeing apresentou uma maquete do F-15E Strike Eagle atualizado durante o Air Warfare Symposium da Air Force Association da USAF, em Orlando.

O modelo da aeronave mostra o F-15E com cabides extras nas asas com carga assimétrica, um radar AESA e motores F110, que o tornariam representativo do F-15SA da Arábia Saudita.

F-15E Strike Eagle - 2

F-15E Strike Eagle - 3

FONTE: Blog The DEW Line

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Nick

Sonho de consumo…. 36 deles + 88 caças leves.

[]’s

Almeida

Impressão minha pelo angulo da última foto ou eles ainda querem usar as derivas inclinadas do Silent Eagle?

E é impressionante a quantidade e diversidade de armas que eles poderão usar! 10x AMRAAM mais 2x AIM-9X não é pra qualquer um!

Rogério

Isso não é um caça, é uma força aérea toda, é o próprio Chuck Noris.

Almeida disse:
25 de fevereiro de 2013 às 15:07

Almeida, tive a mesma impressão.

Giordani

De nada vai adiantar tudo isso se o jacto puder ser rastreado, jameado, atacado, chutado e tudo o mais…

Mas realmente é impressionante! Eu concordo com o Rogério, o piloto no mínimo é o Chuck Norris!!!!!!

Baschera

Credo…. este F-15SA (versão Saudi Arabia) é mortal…. com ou sem o Chuck Noris.

No entanto, deve custar uma fábula…. e do pacotão de mais de Us$ 29 bilhões foram anunciados apenas 12 unidades desta versão, os restantes (de um total de 70 und.) são da versão F-15S…o que também não é pouca “mortadela”.

Na verdade estes 12 vetores serão elevados da versão “S” a esta versão “SA”…..o que inclui, entre outros itens, IRST, mísseis HARM e HARPOOM.

Estas aeronaves vão deixar os israelenses de “cabelo em pé”…sobretudo pelas capacidades superiores aos seus e pelo míssil anti-radiação HARM.

Sds.

Vader

Impressionante a carga paga que tal aeronave carrega. E é impressão minha ou os cabides/armamentos também não estão perfeitamente alinhados com o eixo longitudinal da aeronave, mas levemente inclinados, como no Super Hornet (da mesma Boeing)? E, se é verdade, então o F-15 também é um “tijolão”, como as rafalechetes rasgadoras de calcinha dizem do Super Hornet? 😉 Ou agora, porque o F-15 não está no FX2, serão dois pesos e duas medidas? Nick: o F-15 hoje tem bem pouco de caça e muito mais de avião de ataque. Aliás, como o próprio nome “strike” demonstra. Não é o que… Read more »

Clésio Luiz

Os suportes externos das asas sempre existiram (pelo menos no F-15A/B), mas nunca foram usados operacionalmente. Se eu não me engano eles estão tensionados para 1000lb/454kg cada.

Baschera

Na verdade as quantidades serão ainda maiores:

“Saudi Arabia will get 84 new F-15SA jets, manufactured by Boeing, and upgrades to 70 F-15s in the Saudi…..”

Sds.

Clésio Luiz

Vader, é o ângulo da foto que dá a impressão dos cabides estarem inclinados para fora.

Quanto a sua exclusão do FX-2, acho que a FAB nunca mostrou interesse em opera-lo. Apesar de ter um peso vazio semelhante ao SH (acho que é ligeiramente mais leve) o SE tem custos operacionais maiores que o caça naval.

Ivan

Baschera, A RSAAF deixa qualquer vizinho (ou não) de “cabelo em pé”… Hoje o inventário inclui aproximadamente: * 70 F-15E Strike Eagle; * 80 F-15C Eagle; * 25 F-15D Eagle; * 24 Tornado ADV que estão sendo substituídos por igual número de Typhoon F2; * 80 Tornados IDS (sendo boa parte modernizada para GR4) * 80 F-5E Tiger II; * 35 F-5F Tiger II. Algo em torno de 400 (quatrocentos) caças e caça-bombardeiros. Possivelmente os Tiger vão ser ‘troco’, para o que está encomendado. São simplesmente: * 48 Typhoon F3 (além dos 24 F2 já entregues); * 84 F-15SA Strike… Read more »

Marcelo

putz, começou de novo essa estória de rafalechetes e calcinhas? Totalmente desnecessário.

Ademais, quem está para tijolo atualmente é o F-35…de acordo com relatório do próprio governo. 🙂

Roberto F Santana

Um tanque externo, bomba ou outro armamento, estando perfeitamente alinhado com seu eixo longitudinal, em voo, gera sustentação, ainda que mínima, mas gera. A disposição em ângulos negativos de certas cargas é em função do formato da aeronave e principalmente o ângulo de incidência da asa. No caso do F-15, esse ângulo das cargar é imperceptível ou mesmo nulo, pois o ângulo de incidência de sua asa é zero. Isso é melhor entendido no caso do B-52, em voo nivelado sua asa é notavelmente inclinada para baixo, isto em função do ângulo de incidência de sua asa, que tem naturalmente… Read more »

Roberto F Santana

Onde:
“…no caso do B-52, em voo nivelado sua asa é notavelmente inclinada para baixo,…”

Digo: sua fuselagem.

jacubao

Roberto F Santana disse:
25 de fevereiro de 2013 às 18:22

Onde:
“…no caso do B-52, em voo nivelado sua asa é notavelmente inclinada para baixo,…”

Digo: sua fuselagem.

Roberto, se reparar bem amigo, o B-52 voa “olhando para baixo”. Isso é uma característica de vôo dele.

Veja só esta foto:

comment image

Roberto F Santana

Prezado jacubao, Sim, foi o que eu disse. Essa característica se dá em função de do ângulo de incidência de sua asa, é por isso que durante sua decolagem o piloto não “roda” o avião (no jargão aeoronáutico), ele simplesmente espera que a aeronave, conforme ganhe velocidade, voe por si própria, o inverso acontece durante o pouso.O que é particularmente uma operação delicada. Um outro exemplo, bem curioso é o Crusader, que tinha a capacidade de alterar a incidência da asa, isso evitava que o piloto aumentasse o angulo de ataque durante o pouso, com ângulo de ataque praticamente zero,… Read more »

G-LOC

Pelas minhas contas, dá para armar sete AMX com a carga desse F-15E.
– 1 harpoon assimetrico
– 2×4 SDB
– 3 JDAM EF
– 6 GBU-38
– 1 GBU-31 assimetrico
– 1 GBU-31 assimetrico
– 1 HARM (cabe dois)

Ainda sobra um casulo Sniper XR para uma aeronave dedicada a designação de alvos e passa as coordenadas por datalink.

Os seis mísseis ar-ar é que seriam insuficientes.

A carga total parece dar menos de 8 toneladas, mas na prática levaria bem menos armas e um ou dois tanques extras.

Renato Oliveira

FXn? Bitch, please!

Ainda estou limpando a baba.

“Sonho de consumo…. 36 deles + 88 caças leves”

Nick, enquanto patriota eu adoraria tal formação. Mas enquanto realista, tal poder de fogo na mão dos nossos ‘excelentes’ políticos, seria uma péssima ideia…

‘A RSAAF deixa qualquer vizinho (ou não) de “cabelo em pé”’

Ivan, cabelos em pé ou baba escorrendo, no meu caso rsrs

Rogério

F-111 com 12k de bombas:

comment image

Vader

Baschera disse: 25 de fevereiro de 2013 às 16:45 “Estas aeronaves vão deixar os israelenses de “cabelo em pé”…sobretudo pelas capacidades superiores aos seus e pelo míssil anti-radiação HARM.” Bascha, penso que estas aeronaves vão gerar preocupação não pra Israel, mas sim pro outro lado do Golfo Pérsico. Israel hoje, na prática, é aliado da Arábia Saudita (e vice-versa). De qualquer maneira, isso é só até os F-35 israelenses começarem a ser entregues, em 2015. Aí a HaAvir volta pro topo. Quanto ao HARM, há ainda que se contar que os sauditas também usam o seu similar britânico, o ALARM.… Read more »

Vader

Falar em míssil anti-radiação, alguém sabe se foram concluídos os testes com o MAR-1 e qual a presença de tal armamento no inventário da FAB?

Porque só o que sabemos é que o Paquistão comprou 100 unidades, mas ninguém sabe se foram entregues ou não.

Rogério

F-15E c/ 4 nukes:

comment image

Roberto F Santana

P.S. Uma pequena correção.
No caso citado do Crusader, o ângulo de ataque também aumentava, visto que esse se mede com relação à asa, o que não se alterava era o ângulo da fuselagem com relação ao eixo transversal.

Baschera

Vader disse:
25 de fevereiro de 2013 às 20:29

Quanto ao HARM, há ainda que se contar que os sauditas também usam o seu similar britânico, o ALARM

Sim… eles possuem os dois, e claro que pediram o HARM por ser americano e não ter que integrar aos EF-2000 o mesmo, Em caso de Israel pressionar, poderiam usar o ALARM…. mas dai iriam ter que pagar a integração.

E já li por aí, em algum fórum, que o ALARM poderia ser descontinuado… sair de produção em breve.

Sds.

Rogério

Clésio Luiz disse:
25 de fevereiro de 2013 às 17:01

“Os suportes externos das asas sempre existiram (pelo menos no F-15A/B), mas nunca foram usados operacionalmente. Se eu não me engano eles estão tensionados para 1000lb/454kg cada.”

comment image

Optimus

Oh lá em casa, ops… Digo, lá no GDA… 😛

Rogério, F-15 com bombas nucleares, isso mesmo?! Sinistro…

“Hoje o inventário inclui aproximadamente:
* …
* 80 F-5E Tiger II;
* 35 F-5F Tiger II.”

I have bad feelings about this… 🙁

Luis

Fica frio (ou nervoso!), que a FAB talvez compre todos esses 115 F-5 e os reforme…

Pô, o F-15 ainda hoje tem a hora de vôo cara!

Almeida

Vai ser caro pra burro manter 154 F-15 SA biplaces, 100 F-15 C/D, 72 Typhoons T3 e 80 Tornados IDS/GR4! Inveja…

Mauricio R.

Esta aeronave tb deve ser demais, p/ Banânia.

champs

Almeida, Só aquelas reservas de petróleo mesmo somadas a um regime não democrático para pagar esta conta. Ivan disse: 25 de fevereiro de 2013 às 17:36 “Teoricamente a RSAAF poderá no futuro não muito distante colocar no ar 1 (hum) pacote de ataque com 120 (cento e vinte) Strike Eagles escoltados por 60 (sessenta) Eagles, deixando na reserva para outras missões a bagatela de 60 (sessenta) Tornados IDS modernizados para ataque e 60 (sessenta) Typhoons para superioridade aérea.” Impressionante! Pelo menos em caças estão no mesmo nível de Israel. E detalhe lá os F-5 estão onde deveriam estar em uma… Read more »

Justin Case

Amigos, bom dia. Colaborando com o Roberto F Santana, para firmar alguns conceitos que podem parecer confusos: 1. Ângulo de ataque: ângulo entre a corda média da asa e o fluxo de ar – é responsável pela sustentação gerada pela asa, seja para manobrar ou para compensar o peso. 2. Ângulo de incidência: ângulo (fixo) entre a corda média da asa e a linha de referência (longitudinal) da fuselagem – um avião comercial voa no perfil de cruzeiro com o piso nivelado, mantendo o ângulo de ataque nas asas que é necessário para sustentar o avião em voo. 3. Ângulo… Read more »

Ivan

Champs, As forças aérea de Israel e Arábia Saudita são em números muito equilibradas, com alguma vantagem para o país do golfo em face das enormes encomendas recentes. Se a RSAF – Royal Saudi Air Force (tem um ‘A’ sobrando no meu texto acima) alinha quase 800 (oitocentas) aeronaves o Zroa HaAvir VeHahalal (algo como “Air and Space Arm” ou “Braço do Ar e Espaço”) de Israel tem cerca de 700 (setecentas) aeronaves. As duas forças possuem entre 400 (quatrocentos) e 440 (quatrocentos e quarenta) caças e/ou caça/bombardeiros. Entretanto a RSAF possue maior número de grandes caças e caça/bombardeiros (bimotores),… Read more »

joseboscojr

Estranho ver o casulo de navegação do Lantirn num avião com AESA.
O AESA pode implementar o modo “radar de seguimento do terreno” simultâneo a outras atividades e em tese não precisa do pod de navegação, no caso o AN/AAQ-13.

joseboscojr

Interessante a presença das JDAM-ER, com alcance 4 x maior que a JDAM “tradicional”, como bem observou o G-Loc.
Também é interessante a presença do IRST acima do pod Sniper, como notou o Baschera.

Ivan

Bosco, Acredito que é apenas uma demonstração de uma parte do arsenal possível neste monstro e não uma proposta de configuração. 🙂 Mas o que me deixa intrigado é porque a Boeing não usa soluções criadas para o ‘Super Hornet International Roadmap’ no proposto Silente Eagle. Um IRST (infrared search-and-track) integrado à célula, quem sabe com um designador laser, seria mais discreto que qualquer pod sob a fuselagem. Falando em discreto, o casulo central para armas desenvolvido para o Super/Silente Hornet seria interessante. O Silent Eagle poderia transportar até 3 (três) destes Enclosed Weapons Pods – EWPs, sendo um no… Read more »

Mauricio R.

No Vietnam um pulso de radar gatilhava o radar de evitamento de solo do F-111, o avião automáticamente subia, devido a uma segurança implementada no radar e se expunha ao fogo antiaéreo.

joseboscojr

“Qualquerletra” não senão não cabe nos EWPs. Tem que se C ou D. rsrsrss Brincadeiras a parte, mesmo o SH International Roadmap terá apenas um IRST integrado, que só serve para combate ar-ar, IFF não cooperativo e secundariamente como NAVFLIR, sem capacidade de designação de alvos no solo. Se o SH International Roadmap quiser designar alvos terá que levar o ATFLI e aí vai aumentar um pouco a assinatura radar. Mas é pouca coisa. rsrsrs O único que vem com tudo junto é o EOTS do F-35, que chuta, cabeceia, agarra e ainda dá tchauzinho pra galera. Quanto aos EWPs… Read more »

joseboscojr

Na verdade é TFLIR e não EOTS a designação do sistema de sensores do F-35. Só de curiosidade, em geral um IRST fica varrendo uma determinada área à frente do caça e apresenta os dados dessa varredura térmica na forma de símbolos gráficos diretamente no HUD ou numa tela de modo parecido com a simbologia do radar. Só se o piloto quiser verificar um determinado contado para fazer a identificação visual é que o sistema muda para o modo “imagem” mostrando o contato selecionado usando a função de auto-tracking. Mas em geral o IRST não funciona no modo “imagem” e… Read more »

Ivan

Bosco, Seria assim tão difícil integrar na fuselagem do Silent Eagle um sistema como o EOTS e o TFLIR? Acredito que não. Outro ponto é o alto RCS dos F-15 de uma maneira geral, mas que aparentemente foi reduzido nos Strike Eagle mais recentes. Se usam armas externas (o normal) crescem ainda mais no radar. Se usam as novas CWB – Conformal Weapons Bay (propostas mas ainda não operacionais) ficam com o RCS contido, mas a carga de armas fica reduzida a uma carga menor que as baias internas do monomotor F-35 A Lightning II. Com um agravante: Ao deixar… Read more »

Ivan

Um infográfico interessante da proposta Silent Eagle com armamento interno nas Conformal Weapons Bay – CWBs:

comment image

Ivan

Um desenho apresentando como ficaria a Enclosed Weapons Pod – EWS no eixo central de um Super Hornet no International Roadmap: Esta proposta do Enclosed Wapons Pod – EWP da Boeing pode ser uma idéia interessante para outros caçs de geração 4,5 (ou plus, ou com aquele monte de +++) que precisam voar com seu armamento externamente. Naturalmente o uso de 1 (um) ou 3 (três) EWPs em qualquer caça de geração inferior a 5ª importaria em adotar em conjunto soluções inteligentes para aumentar o combustível para as missões, como o Conformal Fuel Tank. Observem que no desenho o suposto… Read more »

Edgar

Ivan e Bosco,

Por acaso não daria pra adaptar essa EWP nos nossos F-5EM??? Talvez com um punhado de fita isolante, Durepóxi e cola “Pra Que Prego”???

Pq to de olho na compra dos 120 F-5 da RSAF pra compor nossa 1ª linha de Defesa e entrar como vencedor do FX-2.

Ivan

Edgar,

Deixa isso p’ra lá, vai que o Amorim te escuta… 🙂

Abç.

joseboscojr

Ivan,
Eu entendi bem sua proposta, e claro, deve ter havido uma redução do RCS signigicativa no Silent Eagle e sem dúvida seria muito interessante a combinação dos CFTs com os EWPs no Silent.
Por que de não ter sido anunciada é que é um curioso. Provavelmente pensaram na função ar-ar como prioritária para o Silent Eagle e aí os CWBs se ajustam melhor na função por não induzir um aumento significativo do arrasto.
Um abraço meu amigo.

Optimus

Penso o mesmo, Bosco.

Por isso achei a proposta do SE tão interessante: no modo “Silent” é um C/D com o melhor que ele pode oferecer de desempenho no ar-ar; coisa que é meio complicada para o “carregado” E.
E 1 hora depois, caso precise, vc “transforma” o seu C/D novamente no F-15E, tendo assim o melhor que este pode oferecer em ar-sup – algo mais complicado para o simples C/D.

O melhor de Dois em Um! 😉

Ivan

Bosco, Pois é, fico (ou ficamos todos) estranhando que os desenvolvimentos do Super Hornet Internacional Roadmap são isolados daqueles aplicados ao Silent Eagle. Mesma empresa! Duas equipes? Quanto a missão de superioridade aérea atribuída ao Silent Eagle equipado apenas com um par de Conformal Weapons Bay – CWB me parece que limita um grande caça em armamento (apenas quatro mísseis AMRAAM AIM-120) e combustível (apenas seis toneladas de combustível interno). Um recurso como o Silent Eagle seria melhor aproveitado em missões de interdição e/ou DEAD naquela configuração que estamos (eu, vc e demais amigos) construindo aqui no AEREO: * 2… Read more »

joseboscojr

Ivan, Mas será que não tem espaço nenhum para combustível adicional nos CWBs? Todo o espaço é só pra 2 Amraams em cada? Se for tudo para os mísseis aí realmente o Silent Eagle fica de perna muito curta para um caça de seu porte, principalmente tendo em vista que não estaria usando tanques externos afim de não comprometer a furtividade. Levando-se em conta que 2 Amraams pesam pouco mais de 300 kg e que cada CFT pode levar cerca de 2,5 toneladas de combustível eu pensava que haveria espaço para pelo menos uma 1 t de combustível nos CWBs,… Read more »

Ivan

Bosco,

Sem dúvida há desperdício de espaço interno nas CWBs, que poderiam transportar, cada uma, aquela ‘toneladazinha’ extra que vc apontou.

Observando este desenho em corte da FlightGlobal que certametne vc conhece, fica aparente que não há previsão para combustível:
comment image

Abç.,
Ivan.