segunda-feira, novembro 29, 2021

Gripen para o Brasil

Prosseguem os testes do Meteor no Rafale, com dois lançamentos neste mês

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Lançamentos de 4 e 10 de outubro são mais um marco no programa do Rafale, segundo a Dassault – o outro marco do mês foi a entrega, no dia 2, do primeiro Rafale de produção equipado com radar RBE2 AESA

Segundo nota divulgada pela Dassault, neste mês de outubro foram realizados dois testes de lançamento do míssil Meteor por um caça Rafale, operando a partir do centro de testes de voo de Cazaux, da DGA (Direção Geral de Armamento) francesa.O centro de testes é localizado no sudoeste da França

Foi empregada uma aeronave biposta, o Rafale B301, para os testes com os mísseis Meteor, que segundo a nota foram realizados com sucesso nos dias 4 e 10 de outubro.  O Meteor, produzido pela MBDA, é  um míssil ar-ar para missões de defesa aérea e de emprego além do horizonte visual (BVR – beyond visual-range). Trata-se de  uma arma de nova geração e com propulsão ramjet, que confere um alcance realmente longo. Ainda segundo a nota, o Meteor é uma combinação perfeita para o míssil MICA, atualmente em uso para interceptação, combate aéreo e autodefesa em  alcances menores.

Assim, o programa do caça Rafale, que recebeu a alcunha de “omnirole” (capaz de cumprir diversas missões simultaneamente), atingiu dois importantes marcos nesse mês de outubro, segundo a Dassault: um deles foi a primeira entrega à DGA de um Rafale F3 de produção (o monoposto C137 entregue no dia 2 de outubro) equipado com o primeiro radar RBE2 AESA (varredura eletrônica ativa) também de produção. A entrega do Rafale C137 abre o caminho para a introdução em serviço operacional do primeiro avião de combate europeu a explorar, de maneira completa, a tecnologia de ponta do radar AESA, segundo a nota. E, representando o outro marco deste mês, estão os testes iniciais bem-sucedidos do míssil Meteor num Rafale.

O capacidade de alcance estendido do radar RBE2 AESA, entre outros benefícios operacionais para o Rafale, permite o uso pleno da tecnologia de última geração de mísseis ar-ar de longo alcance, como o Meteor. Sobre o míssil da MBDA, a nota complementa que a DGA encomendou 200 exemplares em 22 de dezembro de 2010. Uma semana depois dessa encomenda, o contrato de integração do Meteor no sistema Rafale foi concedido à indústria.

Finalizando, a nota da Dassault ressaltou que, embora o Rafale já seja um efetivo caça tático “omnirole” de nova geração, comprovado em combate no Afeganistão e na Líbia, o desenvolvimento prossege, de forma a explorar mais e mais as capacidades da aeronave e adicionar outras. O objetivo é tornar o Rafale ainda melhor no futuro próximo, segundo a empresa.

FONTE / FOTOS: Dassault e DGA

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Marcos

O que penso sobre o Rafale:

1) É um avião no estado da arte;
2) É um belíssimo avião;
3) A eletrônica embarcada é eficiente;
4) É uma aeronave extremamente letal;
5) Extremamente manobrável, com excelente alcance e capacidade de carga;
6) Atende a inúmeros tipos de missão;

Porém:

É extremamente cara, tem custo operacional caro e, provavelmente, terá um custo de aquisição de peças mais caro ainda.

Para um país sem dinheiro, com restrições orçamentárias na defesa, que ambiciona alguma coisa, que necessita um número de aeronaves elevadas, sinceramente, esse avião não cabe no nosso orçamento.

Gilberto Rezende

Caro Marcos não se preocupe, Os campos já declarados comercialmente do pré-sal tem provados 50% de todo pretróleo já extraído no Brasil. E os 4 poços já em em testes estão 50% ACIMA da previsão inicial. O país sem dinheiro que te referes está próximo de ficar no PASSADO. OBS: ficou faltando a citação na nota da Dassault que o Rafale entrega 10 anos ANTES a promessa do JSF. Uma década antes do ainda a ser introduzido (A decade before the still-to-come) o Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter, o Rafale é a primeira aeronave a ser projetada desde o… Read more »

Giordani

Marcos,

Que o Rafale é caríssimo ninguém discorda, mas já percebeu que com a atual dotação orçamentária, até Gripen usado é caro? Antes de enterrar o defunto, sem o GF mexer no orçamento, qualquer coisa que vier vai ser rainha de hangar e voar só no 7 de setembro…

E pra finalizar, se o GF anunciasse amanhã que tinha optado por 36 F-15´s ou Typhoons, o pessoal iria as lágrimas de felicidade, mas se o GF anunciasse que tinha optado por 36 Rafales…

Marcos

Caro Gilberto: A Petrobras já declarou que precisa de pelo menos R$1 trilhão para explorar o Pré-Sal e que os preços estejam acima de US$130 o barril para serem comercialmente viáveis; Com o inicio das extrações do petróleo betuminoso no Norte do Canadá e das reduções dos custos para extração de gás de Xisto, reduzindo a dependência americana, maior consumidor de petróleo, o pessoal vai é investir por lá mesmo, assim, plagiando Nunão, que plagiou Betânia: “sonho meu, sonho meu …” De resto, os atuais poços explorados pela Petrobras vem tendo uma queda acentuada na produção (alguns tiveram redução de… Read more »

Vader

Gilberto Rezende disse: 16 de outubro de 2012 às 13:31 “Caro Marcos não se preocupe, Os campos já declarados comercialmente do pré-sal tem provados 50% de todo pretróleo já extraído no Brasil. E os 4 poços já em em testes estão 50% ACIMA da previsão inicial. O país sem dinheiro que te referes está próximo de ficar no PASSADO.” Eita, mas a alegria desmiolada da esquerda de Banânia é algo mesmo de impressionante, hehehehe… Os vermelhuxos de plantão só esquecem de dizer que enquanto o barril de brent ficar abaixo de US$ 200 não compensa economicamente explorar o tal pré-sal.… Read more »

Marcos

E vai minha modesta opinião:

Se o Brasil não tem dinheiro, que vá de Gripadinho;

Se tem, que vá de F-18.

joseboscojr

“Mísseis” compatíveis com o Rafale (ou em vias de ser):
Mica IR
Mica RF
Meteor
Paveway II (500 lb)
AASM (SBU-38) – versões com 125, 250 e 1000 kg
AASM-IR (SBU-54)
AASM-LSA (SBU-64)
Exocet AM-39
ASMP-A
SCALP-EG/Apache

“Mísseis” do Super Hornet:
AIM-9M
AIM-9X
AIM-9X/2
AIM-120 C5/7
AIM-120 D
Maverick E, F, G, K
HARM
AARGM
SLAM-ER
JAASM
Paveway II (250, 500, 1000 e 2000 lb)
E-Paveway (250, 500, 1000 e 2000 lb)
JDAM (500, 1000 e 2000 lb)
L-JDAM (500 lb)
JDAM-ER (500 lb)
JSOW-A
JSOW-C/C1
Harpoon Block 2
JAGM

Vader

Quase o dobro, rs…

joseboscojr

Esqueci da Paveway III (2000 lb) para o Super Hornet e provavelmente para o Rafale também (???)
Também foi cogitado do Brimstone para o Rafale, mas ainda não passou disso.

Clésio Luiz

Bacana a foto mostrando as hastes “expulsando” o míssil antes desse ligar o motor.

Muita gente olha para esses novos mísseis pensando no alcance máximo, mas o interessante mesmo é que a 50-70 Km, onde um AIM-120, R-77 ou MICA está operando via energia cinética, o motor do Meteor ainda está em pleno funcionamento, dando maior agilidade ao míssil num alcance mais realista, onde devem ocorrer a maioria dos disparos.

Giordani

Pois é Clésio, me chamou atenção também, mas é que sem esses “bracinhos” o míssil não ‘desgruda’ da fuselagem, tudo por causa duma tal Camada Limite…hehe…Não lembro se o Phantom tinha, mas o Tornado sim.

joseboscojr

Clésio, O meteor ampliou a NEZ por ter um motor com maior impulso específico, mas ao que tudo indica não é muito melhor que o AIM-120C7 em relação ao alcance máximo (120 km) O C7 usa o modo “loft”, subindo para ganhar energia potencial e depois converter em cinética, mergulhando sobre o alvo. Isso lhe permite cobrir grandes distâncias, talvez maior que a de um Meteor. Provavelmente um C7 tenha uma NEZ por volta de 30/40 km enquanto que a do Meteor deve ser o dobro, embora ambos tenham um alcance máximo (cinético) muito parecido, já que a “pior” aerodinâmica… Read more »

Nick

Sobre o Rafale,

Seria interessante ressaltar sua omnirolidade. 🙂

Alguns posts abaixo, sobre o AMX, ficou claro que usar o mesmo caça para uma grande variedade de missões pode não ser o mais indicado. Ora se estará usando um “canhão para matar um pardal”, ou então, um caça pesado de superioridade aérea/interdição entregariam mais.

O Rafale deveria ficar dedicado apenas às missões de Superioridade Aérea; Interdição(incluindo a nuclear) e Anti-navio. As outras missões deveria ser executadas por caças mais baratos de operar(a famosa 2ª linha) ou em alguns casos, os VANTs(ou ARPs).

[]’s

juarezmartinez

eu gostaria muito de saber qual é o sistema solar que o gilberto Rezende vive, se não, realmente ideologia contamina o cérebro.

Grande abraço

Clésio Luiz

O AMRAAM não parece bem das pernas ultimamente: http://www.janes.com/products/janes/defence-security-report.aspx?id=1065969816 Raytheon Missile Systems has not delivered an AIM-120 Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile (AMRAAM) in nearly two years because of an unexplained flaw in the missile’s solid rocket motor. The motors, supplied by ATK, have suffered mass failures when subjected to routine cold temperature tests. The issue has surprised and baffled ATK and Raytheon because the formulation and materials used to produce the rocket propellant fill have not changed – and have been in production, without incident, for more than 30 years. However, by late 2009 reliability problems had emerged with the… Read more »

champs

Eh a Índia com esses 126 Rafales e mais 230 Su-30MKI e 250 PAK-FA vai ter uma verdadeira Força Aérea.

joseboscojr

Vale salientar que há duas características não confirmadas sobre o AIM-120 D, uma é sobre seu radar ser do tipo “varredura eletrônica” utilizando uma antena conformal e outra é se realmente tem um motor foguete “dual pulse”. Há quem diga que o D tem as características cinéticas não muito melhores que as do C7, e apenas teve uma melhora no data-link que passou a ser “two way”, a adição do GPS e de uma antena conformal no radar, e provavelmente alguma melhora no gerenciamento da dinâmica de vôo. Outras fontes reportam que o D teria um alcance 50% maior que… Read more »

joseboscojr

O Meteor é um bom míssil? Sem dúvida. Mas é fato que sua gestação foi demorada, sem falar que seus requisitos operacionais foram feitos para suplantar as primeira versões do Amraam e do R-77. Na melhor das hipóteses, as primeiras versões C do Amraam do tempo do “onça” em que não havia o C5, o C7 e muito menos o D. Seu sistema propulsor aspirado (foguete com ducto) é inovador, não havendo nenhum míssil operacional que o usa, mas sua cabeça de busca não é assim tão singular, já que se baseia na do MICA-RF, que também serviu de base… Read more »

ricardo_recife

“juarezmartinez disse:
16 de outubro de 2012 às 19:43
eu gostaria muito de saber qual é o sistema solar que o gilberto Rezende vive, se não, realmente ideologia contamina o cérebro.

Grande abraço”

K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K, K …. Essa foi ótima. Muito boa mesmo.

Abs,

Ricardo

joseboscojr

Vale lembrar que o alcance máximo ou nominal de um míssil leva em consideração uma situação ótima tanto em relação à aeronave lançadora quanto do alvo. Em geral essa situação “ótima” denota uma aeronave lançadora em grande altitude e velocidade voando direto contra o alvo em rota de colisão, estando também o alvo em velocidade e altitude “ótimas”. Altitudes de lançamento mais baixas ou velocidades mais baixas do avião lançador reduzem o alcance máximo. Outras variáveis levam em conta as aeronaves estarem em altitudes diferentes. Contra uma aeronave que se afasta ou uma que cruza o eixo longitudinal da aeronave… Read more »

Ivan

Bosco,

Pelo que tenho lido, uma das características importantes do Meteor é ter um datalink de duas vias, sendo habilitado para operar em rede (network-enabled), recebendo atualização de meio curso, bem como transmitindo dados.

Pode confirmar que o AMRAAM AIM-120 C7 ainda não tinha o recurso de ‘two-way’ datalink?
O AMRAAM AIM-120 D está agregando este recurso?

Abç,
Ivan.

joseboscojr

Ivan, Com certeza o Meteor tem o TWDL (two way data link). O que ele não tem é GPS. Já quanto ao C7 não ter o TWDL há informações contraditória e eu já vi que sim e que não. Há quem diga que o D tem um TWDL atualizado e mais avançado (provavelmente com maior capacidade de transmissão de dados??? mais resistente às CME???? mais furtivo??? tudo isso junto?????). Já há outras fontes que dizem ser o TWDL do AIM-120 D inovador e que o C7 não o possui. No “Sistemasdearmas” dá a entender que o C7 já tem o… Read more »

joseboscojr

Por exemplo, na Wikipedia o C7 não tem o TWDL, contando apenas com um data-link de 1 via (uplink) que é usado desde a versão A do Amraam.

joseboscojr

Dei uma rápida conferida no Sistemasdearmas e lá é dito que até o C7 teria um motor “dual pulse”, além de um data link de duas vias.
Quanto ao D diz que ele possui um data-link de duas vias avançado que inclusive conta com uma antena voltada para a frente de modo a se comunicar no modo cooperativo com outros caças que se situam atrás do caça lançador quando operando no modo “over shoulder”.

Ivan

Bosco, Acredito que para receber e usar as informações de um Two-Way Data Link – TWDL (estes acrónimos são ótimos… rs rs) é necessário que a aeronave lançadora ou outra linkada possua também um TWDL. Com este recurso o caça lançador (ou linkado) poderá receber e processar informações dos mísseis, como o status funcional e cinemático de cada um e notificação de aquisição de alvos pelo buscador (seeker), esta última me parece ser muito importante. Pelo que tenho lido tanto o Typhoon como o Gripen possuem o ‘tal’ two-way datalink, o que aponta que devem usar todos os recursos do… Read more »

Ivan

Bosco,

A antena do datalink do Meteor é montado na parte de trás da carenagem do míssil, mas vou procurar um diagrama para confirmar.

Abç,
Ivan.

Ivan

Encontrei um diagrama mas não aponta a posição das antenas do datalink, apenas a PCU montada na carenagem dos dutos de admissão.

comment image

Abç,
Ivan.

joseboscojr

Ivan, O Amraam tem um data link próximo ao escape do motor foguete que não funciona quando o motor está funcionando, já que nesse caso não se faz necessário nenhuma atualização. Já o datalink do Meteor é no meio do corpo do míssil para não sofrer interferência do motor foguete. http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSpQ5sRGpXcHxT7R3AvjyvSKy0b5EmXeOLDZu3mqdScavqMzxP74nWR6s42 O Amraam D conservou a antena traseira e adotou uma antena no nariz. Talvez seja essa antena que é chamada de conformal e esse termo se refira ao data-link e não ao radar de varredura eletrônica. Pairam dúvidas. Rrsrsss A grande vantagem do TWDL (rsrsss) é que antes o… Read more »

joseboscojr
Ivan

Bosco,

O Typhoon e o Gripen devem usar o TWDL com o Meteor, certamente também devem usar com o AMRAAM.

O Rafale não possue TWDL.

Mas e os caças americanos?
Quais versões dos Tens estão equipados com TWDL?

Abç,
Ivan.

joseboscojr

Ivan, O D foi testado e deve já estar integrado no Super Hornet e no F-15C/D e deverá integrar o F-22 a partir de 2015 mais ou menos e com certeza será o BVRAAM dos F-35 americanos. Não creio que a compatibilização do AIM-120D seja difícil não em qualquer caça capaz de levar o AIM-120A e nem mesmo para o Rafale já que em geral o uplink é enviado via radar e muito provavelmente o downlink também possa usar o radar como receptor ou mesmo através do Link 16 ou similar. O mais provável é que o downlink a partir… Read more »

Vader

Ivan disse:
17 de outubro de 2012 às 17:48

Entretanto o Rafale até o momento é equipado com um one-way link

Sempre lembrando que o datalink do Rafale é Ericsson (sueco).

Sds.

joseboscojr

O uplink do caça (F-15, F-16, Rafale, etc) com um míssil BVR (Amraam, Mica EM, etc) em geral se dá através do próprio radar da aeronave. Me lembro de já ter lido que a conexão do MIrage 2000 com o Mica era através de uma antena específica, mas se for, é exceção à regra. Já no caso do emprego de um data-link de duas vias o caça não só envia atualizações da posição do alvo como recebe dados passados pelo míssil. Eu sinceramente não sei qual o sistema responsável por isso e se no míssil a mesma antena que recebe… Read more »

joseboscojr

Vader,
O DL que é da Ericson é do MICA e que é o mesmo a ser usado no Meteor no modo uplink.
O DL do Rafale é da Thales e é de “duas vias”.

Ivan

Bosco,

O datalink que o Rafale usará para o Meteor é o mesmo usado para o MICA e é one-way, apenas atualizando o míssil no meio curso, mas sem receber dados do mesmo, até mesmo porque o MICA não tinha o recurso TWDL.

Não encontrei nenhuma notícia de mudança do equipamento ou upgrade do mesmo. Acredito que se tivessem feito algo assim teriam divulgado.

Abç,
Ivan.

Ivan

Vader,

A participação sueca no consórcio Meteor passa justamente pelo datalink TWDL da Ericson.

Abç,
Ivan.

joseboscojr

Ivan, Pois é! Mas aí é que é o meu ponto. Não é só o Rafale/Mica que são “one way”. Os caças americanos e o Amraam são “one way” com exceção do AIM-120D (e possivelmente do C7) e não me consta que esses caças que já foram testados com o D tiveram que fazer qualquer alteração no hardware. O (s) míssil (mísseis) que usam o TWDL foram integrados de forma natural já usando os recursos existentes nos caças e não vejo motivo para que isso não ocorra também com o Rafale em relação ao Meteor. O modo ” duas vias”… Read more »

joseboscojr

Se os caças americanos que operavam as versões do Amraam apenas no modo “one way” passaram (ou passarão) a operar a versão “two way” sem maiores problemas, não vejo como isso não possa ser feito pelo Rafale na sua integração com o Meteor.
Agora, pode ser sim que o Rafale não utilize todos os recursos do Meteor no tocante à sua integração à NWC, mas eu duvido. Sendo ou não necessário alterações de hardware, ele o fará.

joseboscojr

Ao AIM-120D é atribuído ter uma antena de recepção (ou seria de recepção/transmissão) também no nariz. Isso permite que ele receba dados de outras fontes que não somente da antena de radar do caça que o lançou, podendo fazê-lo até mesmo de um AWACS ou de um outro caça, etc. Igualmente o Meteor que tem sua antena situado no meio corpo e que aparentemente também se presta a receber dados de outras fontes que não o lançador já que não fica voltada diretamente para o caça que o lançou. Eu acho que a evolução dos mísseis BVR de “one way… Read more »

Ivan

Bosco, Se o datalink do Meteor e do AMRAAM AIM-120 D tiverem a capacidade de se integrar na rede da OTAN, o Link16, então será possível repassar o controle do míssil disparado para outra aeronave como um AWACS. Teoricamente poderia passar os dados para qualquer aeronave ou até estação de terra como Link 16. Mas não creio que seja assim. Pelo que tenho lido estes mísseis ar-ar mais novos, mesmo com TWDL, estarão linkados a rede via o caça lançador. Por outra, o AIM-120 D provavelmente pode ser integrado a um caça que use as versões anteriores do AMRAAM, mas… Read more »

joseboscojr

Ivan, Mas o que se diz do AIM-120 D por provavelmente ter uma antena no nariz do sistema data-link e que ele poderia ser designado a um alvo atrás do avião lançador e para isso teria que ser por outro avião que não o que o lançou. Sem a integração do míssil aos data-links hora em uso, não há porque dizer que ele esteja plenamente integrado à NWC, já que ficaria engessado. Devemos ter em mente que o tráfego de dados entre o míssil e o caça é de baixa densidade não exigindo nenhum sistema de banda larga que deva… Read more »

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