Mariana Barbosa

Assegurar a venda dos caças Super Hornet (F/A-18) para a Força Aérea Brasileira (FAB) é uma das principais apostas da divisão de Defesa da Boeing para continuar crescendo em um cenário de cortes de gastos militares nos Estados Unidos.

A expectativa é a de que o Brasil anuncie até o final de junho a sua decisão sobre o melhor avião militar para reequipar a FAB, uma concorrência de mais de US$ 2 bilhões. Também concorrem a francesa Dassault (caça Rafale) e a sueca Saab (Gripen).

“Estamos muito confiantes. Nossa oferta atende muito bem aos requisitos com o menor custo”, disse o presidente da Boeing Defesa e Segurança, Dennis Mullenburg, em conversa com jornalistas brasileiros em St. Louis, onde o Super Hornet é fabricado. “Nossa proposta também proporcionará a melhor oportunidade de colaboração para a indústria aerospacial brasileira.”  O Brasil pretende adquirir 36 caças, que devem substituir aviões usados pela FAB.

A proposta da Boieng (sic) conta com a simpatia da Embraer, que seria uma grande beneficiária de programas de transferência de tecnologia.

Os EUA já deixaram claro que não vão abrir os códigos-fonte do software do avião, considerado o cérebro do equipamento, mas vão transferir o máximo de tecnologia.

A repórter viajou a convite da Boeing.

FONTE: Folha de São Paulo

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Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

24 Responses to “Segundo reportagem da Folha, proposta da Boeing tem simpatia da Embraer” Subscribe

  1. asbueno 27 de abril de 2012 at 12:00 #

    Qualquer que seja a escolha dentre as três possibilidades, se pisarmos muito fora da linha os EUA usarão sua influência e cortarão, literalmente, nossas asas.

    “Ah, mas quem eles pensam que são”, dirão alguns. Eles são aqueles que têm a faca e boa parte do queijo na mão. Só isso. Fossemos nós, fariamos a mesma coisa.

  2. tplayer 27 de abril de 2012 at 12:03 #

    “Os EUA já deixaram claro que não vão abrir os códigos-fonte do software do avião”

    Ueh, se for assim o Super Hornet nem estaria no short-list.

  3. Mauricio R. 27 de abril de 2012 at 12:23 #

    Não, não e não!!!

    #embraerforadofx2

    É o melhor p/ a FAB e ainda mais p/ o Brasil!!!

  4. Giordani RS 27 de abril de 2012 at 13:10 #

    Nadadenovonofront…

  5. wallace 27 de abril de 2012 at 13:15 #

    Dúvida 1: se não abrirem o código-fonte, não corremos o risco de eles simplesmente “desligarem” nossos aviões, seja lá por qual motivo que venha a ocorrer, assim como os franceses fizeram com os mísseis argentinos nas malvinas?

    Dúvida 2: como é essa questão nos nossos F-5? Temos os códigos-fonte dos sistemas dele?

    Obrigado!

  6. Vader 27 de abril de 2012 at 14:03 #

    wallace disse:
    27 de abril de 2012 às 13:15

    Wallace, o que aconteceu nas Falklands foi que os franceses se negaram a instruir os argentinos a respeito da utilização dos Exocet recém adquiridos nos Super Etendart argentinos por conta do estouro da guerra.

    Não houve “desligamento” de mísseis, até porque isso “nom ecxiste”: mesmo assim os argentinos conseguiram, lendo os manuais, usar os mísseis que já possuíam, aliás com resultados desastrosos para os britânicos, pondo a pique o HMS Sheffield, nau mais moderna da frota britânica.

    Por outro lado, não existe isso de “desligar” caças. O que pode acontecer é acabarem-se nossos mísseis e o vendedor se negar a vender mais. Como não teríamos os códigos-fonte do sistema de armas para integrar armamentos de outras origens, ficaríamos com os caças “desdentados”.

    Por isso que a FAB insiste desde o RFI na transferência dos códigos-fonte do sistema de armas das aeronaves a serem adquiridas. Repito: isso é conditio sine qua non do FX2.

    A reportagem está equivocada, pois não estivesse garantida a integração de armas nacionais a FAB não teria classificado o Super Hornet para a RFP do FX2, tanto quanto não classificou a Lockheed-Martin, a Sukhoi e a Eurofighter.

    Sds.

  7. Vader 27 de abril de 2012 at 14:06 #

    wallace disse:
    27 de abril de 2012 às 13:15

    Quanto aos F-5EM: originalmente eram caças totalmente analógicos, com pouquíssimos sistemas informatizados (se é que tinham algum).

    Assim, sim, consta que a FAB têm os códigos-fonte deles, pois seus sistemas são de origem israelense (Elbit).

    Sds.

  8. wallace 27 de abril de 2012 at 14:09 #

    Vader disse:
    27 de abril de 2012 às 14:03

    Muito obrigado pelos esclarecimentos.

    Só mais uma dúvida: nós temos o código fonte dos F-5?

  9. Marcos 27 de abril de 2012 at 14:45 #

    Para “desligar” mesmo que parcialmente um caça:

    1) Não forneça peças de reposição;

    2) Suspenda os serviços de GPS dos satélites.

  10. Marcos 27 de abril de 2012 at 14:46 #

    O que os franceses fizeram foi passar a decodificação eletrônica dos Exocet para aos britânicos.

  11. Guilherme Poggio 27 de abril de 2012 at 14:48 #

    Wallace

    Todo a nova arquitetura de sistema do F-5M foi desenvolvida em acordo com a FAB e, sim, nós possuímos controle completo sobre o software e podemos integrar os armamentos e sistemas que quisermos. O mesmo vale para o AMX que desenvolvemos junto com a Itália. Já o Mirage 2000 só aceita sistemas definidos pelo fabricante.

  12. Justin Case 27 de abril de 2012 at 15:01 #

    Poggio,

    O Mirage 2000 aceita qualquer coisa. Ninguém se interessou, muito justamente, em solicitar essa capacidade para 12 caças obsoletos que vieram aqui para passar 5 anos como TAMPAX.
    TAMPAX nunca mais!!!
    Abraço,

    Justin

  13. Magal 27 de abril de 2012 at 15:10 #

    Quanto ao Exocet e argentinos, eu acho que existe um equivoco nos comentários:

    – Os franceses instruiram os argentinos no uso da arma sim, para tanto que o perfil de vôo utilizado pelas aeronaves foi perfeitamente utilizado e vários pilotos de SUE fizeram cursos nos esquadrões da MN.

    – Existe a lenda que os franceses passaram os códigos para os ingleses e depois de anos a coisa parece que é ‘verdade’, mas na realidade não foi necessário tanto porque os próprios ingleses já operavam o Exocet em seus Destroiers e sabiam tanto quanto os franceses o que seria necessário para evitar um ataque com Exocet. E mesmo assim eles não foram 100% eficientes.

    Quanto à Boeing e a Embraer: Honestamente a Embraer vai ficar amiga de quem ganhar e é sempre bom fazer política de boa vizinhança com todos os concorrentes. ;) Na hora do contrato assinado ‘parceria’ e dinheiro americano é tão bom quanto francês e sueco.

    E concordo com o Justin. Por favor Tampax Nunca mais!

  14. Hamadjr 27 de abril de 2012 at 15:16 #

    Senhores, apenas uma observação, um programa pode ser escrito na sua linguagem nativa e reescrever com outra se assim for o caso, a questão me parece que esta mais ligada ao acesso ao materiais utilizado nos circuitos eletronicos.

  15. Clésio Luiz 27 de abril de 2012 at 18:15 #

    Se os EUA não nos passarem o código fonte do avião, significa que iremos utilizar o radar, datalink e sistema de guerra eletrônica do modo com vieram da fabrica. Se, eu digo “Se” hipoteticamente nos enroscarmos com os ingleses, por exemplo, os EUA podem passar para os ingleses as frequências de operação do datalink e do radar. Com isso, eles poderão ter grande capacidade de obstruir as comunicações do caça e tornar o radar dele quase inefetivo contra aeronaves inglesas dotadas de jammers (como o Typhoon).

    É por esses e outros motivos que é importante demais termos acesso ao código fonte do software do SH para que possamos modifica-lo. Pode levar tempo, pode ser difícil mas é fundamental termos essa possibilidade.

    Já os EUA se negarem a fornecer, eu gostaria de ver esse dado de uma fonte oficial, e não da nossa imprensa vendida (que publica qualquer coisa desde que paguem).

  16. Almeida 27 de abril de 2012 at 19:03 #

    Mais um jornalista caindo de paraquedas no assunto e escrevendo baboseiras.

    Aos demais paraquedistas e incredulos de plantao: o acesso ao codigo fonte faz parte do RFP da FAB e o Super Hornet nao seria nem selecionado para a shortlist se a proposta da Boeing, endossada pelo Congresso, Senado e executivo dos EUA, não fosse clara ou não atendesse esse requisito. Ainda com dúvidas? Basta ver a proposta da Boeing, a ÚNICA oficialmente divulgada na imprensa. Inclusive, ela também foi a ÚNICA a mencionar pesadas multas e contrapartidas em caso de descumprimento desta cláusula no futuro contrato.

    SÓ NÃO ENXERGA QUEM NÃO QUER VER!

  17. Magal 27 de abril de 2012 at 19:41 #

    Calma cara… estamos aqui para debater e aprender :) . Acho que todo mundo aqui quer saber sobre o assunto e as vezes pode ser equivocado aqui e ali, mas vamos acumulando conhecimento e aprendendo. :)

    Além disso a idéia de código fonte é muito abrangente e pode significar desde acesso as APIs para fazer modificações próprias em uma coisa ou outra (e mesmo acesso as APIs podem ter um determinado nível de restrição sem o usuário saber ;) ) e até acesso ao código proprietário mesmo. O que em primeiro lugar encareceria qualquer produto enormemente (royalites, já que o código muitas vezes é desenvolvido entre um montão de empresas dependendo do equipamento em questão) e em segundo lugar sem a devida documentação (que pode sofrer restrições sem ninguém saber) não vai valer muita coisa, porque é só ‘código’ em cima de ‘código’.

    Eu não sei se a Boeing foi a única a divulgar a proposta já que tanto a SAAB quanto a Dassault já deram diversas apresentações sobre o assunto. O que a Boeing fez ‘a mais’ por força legal (nos EUA) foi divulgar ao congresso a proposta via FMS o que é algo que eles são obrigados a fazer de qualquer maneira.

    Certamente existem detalhes das propostas que são confidenciais porque essa compra é estratégica e não acho que os fabricantes divulgaram tudo o que fez parte da proposta para a FAB (pelo menos é esperado que não :) ).

    E o que significa essas multas na ‘prática’? Um cheque da Boeing para a FAB dizendo “- Foi mal aí” ! :) ? O que não resolveria o problema do Brasil. Ou talvez um desconto na manutenção de aviões da Boeing? Eu considero o SH a melhor aeronave, mas eu não gostaria de ver a FAB com um cheque na mão sem poder melhorar o avião porque a Boeing não pode mais fazer com que isso ocorra.

  18. Magal 27 de abril de 2012 at 20:38 #

    Aos Editores… Erro de ortografia no Artigo:

    Aonde lemos…
    A proposta da Boieng conta com a simpatia da Embraer, …

    Tem que mudar a grafia de Boieng para Boeing.

    ;)

  19. Observador 27 de abril de 2012 at 20:48 #

    Senhores,

    Tudo depende do que a FAB está pedindo, se está sendo bem transparente nas especificações (e eu acredito que está), colocando tudo no papel sem meias-palavras.

    Daí, independentemente da concorrente que for escolhida, seja a Dassault, a SAAB ou a Boeing, se esta não cumprir o contrato, devemos fazer como australianos, israelenses e outros fazem: quebram os códigos que precisam e pronto.

    Não vamos estar enganando ninguém, estaremos apenas pegando o que é de direito pelo contrato.

    O fabricante pode até fazer um protesto, só para satisfazer a sua torcida (acionistas), mas no final vai deixar por isto mesmo.

    Primeiro, porque tais códigos só vão servir para aquela aeronave específica, não existe outro uso para eles, não adianta sonhar que vai dar de colocar isto num console de videogame da Nintendo e vai rodar.

    Segundo, porque quem tem capacidade técnico-científica para quebrar tais códigos e modificá-los já possui a capacidade para escrevê-los; pouco ganharia em Know-how.

    Terceiro, tal conhecimento só seria perigoso se o país comprador tivesse um parque fabril capaz de replicar a aeronave inteira, desde o componente mais complexo ao mais reles parafuso (leia-se CHINA).

    Quarto, no fundo, bem no fundo, o fabricante quer mais é que o cliente tenha o conhecimento para modificar a nave, pois sabem que o país comprador se tornará dependente do avião por décadas. Perdem na venda de algumas armas e componentes, mas ganham em outros e por muito mais tempo.

    Sabem que se fecharem demais a questão, seu produto de prateleira pode estar obsoleto em uma década, criando o risco do país comprador preferir adquirir de outro fabricante um outro aparelho, mais moderno (leia-se EAU), ao invés de pagar um caríssimo MLU.

    Só não podemos ficar do “fio do bigode” e acreditar em promessa de político estrangeiro.

  20. Fernando "Nunão" De Martini 27 de abril de 2012 at 22:23 #

    Magal,

    Obrigado pelo aviso. Como se trata de um “clipping”, o erro de ortografia é da fonte original. Assim, ao invés de corrigir, o correto para quem replica a matéria é acrescentar “sic” após o erro, o que fizemos agora.

    Saudações

  21. Justin Case 27 de abril de 2012 at 23:37 #

    Amigos,

    Como vamos ter autonomia se não nos for possível acessar códigos fonte? O que não há no avião que não tem ligação com software? Sobrará algo para integrar?

    Qual a tecnologia que vão nos passar? Técnicas de soldagem para fazermos peças básicas para as aeronaves comerciais da Boeing?

    Se ainda dissessem que vão negar o acesso apenas aos softwares “críticos”, liberando o conhecimento dos “utilitários”, até daria para entender, mas, generalizando assim fica difícil.

    Será que só a Boeing poderá fazer a integração de equipamentos e armas de nosso inventário. Ou será eles nos passarão algumas ferramentas de software – “software tools” para que possamos incluir alguns novos itens “enlatados/modulares” (sem conhecimento dos códigos-fonte da ferramenta, é claro).

    Ainda tem gente que se entusiasma com a oferta de que poderemos ser “parte da cadeia global de suprimento da Boeing”. Que tristeza! Seremos promovidos de terceiro fabricante mundial de aeronaves e desenvolvedores de aviões civis e militares para a degradante classificação de simples “fornecedores”.

    Imaginem se a gente for precisar de uns AIM-120 de última geração. Será que o Congresso americano vai liberar a venda e a também a entrega? Ou isso vai depender do nosso comportamento na área internacional?

    Abraços,

    Justin

  22. Grifo 28 de abril de 2012 at 1:27 #

    Senhores, ter a posse do código fonte é condição necessária mas não suficiente para se dominar a tecnologia, em especial se a intenção do Brasil é futuramente desenvolver o seu próprio caça.

    Pelo que eu entendo, o código fonte é somente o produto final do processo de desenvolvimento do software. Processo este que envolveu o entendimento dos requisitos, o projeto (design) do software, codificação, testes e homologação até se chegar ao código fonte final do avião.

    Como fazer este processo, como fazer o design, como codificar, como depurar, e como homologar um software deste tipo, isto sim é a tecnologia interessa para o Brasil se quisermos realmente dominar o caça que vamos comprar, e um dia ter o nosso próprio vetor.

    No caso da modernização do F-5, ao que eu saiba a Embraer enviou engenheiros para Israel para desenvolver em conjunto com a Elbit o software embarcado. Se a Elbit tivesse feito tudo sozinha e depois simplesmente entregado o código fonte para a Embraer, não teríamos o domínio sobre a plataforma do avião como temos hoje.

    Transferência de tecnologia para mim é fazer junto. É ilusão achar que entregar um CD com código fonte e fazer um cursinho em sala de aula para “ensinar” a mexer no programa vai nos capacitar a fazer alguma coisa.

  23. juarezmartinez 28 de abril de 2012 at 16:40 #

    Amigos,

    Como vamos ter autonomia se não nos for possível acessar códigos fonte? O que não há no avião que não tem ligação com software? Sobrará algo para integrar?

    Qual a tecnologia que vão nos passar? Técnicas de soldagem para fazermos peças básicas para as aeronaves comerciais da Boeing?

    Se ainda dissessem que vão negar o acesso apenas aos softwares “críticos”, liberando o conhecimento dos “utilitários”, até daria para entender, mas, generalizando assim fica difícil.

    Será que só a Boeing poderá fazer a integração de equipamentos e armas de nosso inventário. Ou será eles nos passarão algumas ferramentas de software – “software tools” para que possamos incluir alguns novos itens “enlatados/modulares” (sem conhecimento dos códigos-fonte da ferramenta, é claro).

    Ainda tem gente que se entusiasma com a oferta de que poderemos ser “parte da cadeia global de suprimento da Boeing”. Que tristeza! Seremos promovidos de terceiro fabricante mundial de aeronaves e desenvolvedores de aviões civis e militares para a degradante classificação de simples “fornecedores”.

    Imaginem se a gente for precisar de uns AIM-120 de última geração. Será que o Congresso americano vai liberar a venda e a também a entrega? Ou isso vai depender do nosso comportamento na área internacional?

    Abraços,

    Justin

    Leia mais (Read More): Segundo reportagem da Folha, proposta da Boeing tem simpatia da Embraer | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil
    Meu caro Justini, seguramente ele virão berm mais rápidp do que so Super 530 que a FAB solicitou validação e recebeu uma banana, ou ainda els sejma mais verdadeiros e nos digam um não e não fiquem nos fazendo de bobos como fizeram os seus pares Franceses com aquela rica jóia chamada Cayman, que euando precisavmos de uma peço senhor sabe o que acontecia, e senhor estava na ativa naquela época…..cuidado Cel. Pau que bate Chico bate em Francisco.

    Grande abraço

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