SÃO PAULO, 13 Fev (Reuters) – O Brasil “muito provavelmente” escolherá o caça militar francês Rafale para modernizar a Força Aérea, disseram fontes do governo, uma decisão que garantiria um dos contratos de defesa mais cobiçados dos mercados emergentes para um avião cujo futuro estava em dúvida apenas duas semanas atrás.
A presidente Dilma Rousseff e os conselheiros dela acreditam que a proposta da Dassault Aviation para vender pelo menos 36 Rafales tem os melhores termos entre as três ofertas finalistas, disseram à Reuters fontes sob condição de anonimato.
As outras duas fabricantes são a Boeing com o F-18 e a Saab com o Gripen.
FONTE: Veja


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Qualquer um dos três é melhor do que tem-se hoje!
O importante é finalizar isto, por mais que Eu ache que mesmo decidido, haverão tantas desculpas e atrasos que a tal “assinatura do contrato” não dar-se-á neste governo…
Não achem que com Rafale ou outro caça qualquer a situação de penúria da FAB vai mudar, o “escolhido”, seja quem for, será tão rainha de hangar quanto o F(orevis)-5 é hoje.
Mas que um contratinho agora ia ajudar um monte na campanha eleit…opa…digo…digo…é melhor não dizer nada…
Uéééé!!!! Mas já não tinha escolhido??? Que ano que foi mesmo, que um presidente Mollusco havia dito que o escolhido foi o Rafale??? Desde então estamos todos esperando a assinatura desse contrato, era p/ ser depois do carnaval, Pascoa, festa junina, Copa, eleições, Natal, Fim de ano, carnaval ……..Ad infinitum.
[]s
Só tem um nome pra isso… P A L H A Ç A D A, sempre foi o queridinho do governo com a desculpa esfarrapada de TOT, vamos gastar 10 bilhões em apenas 36 caças, enquanto na índia a quantidade é beeemmm maior, uma vergonha, uma piada pronta esse FX, é a mesma coisa que a patrocinador escolher motor e desenhar um carro de f-1 sem consultar ninguém e entregar para o piloto, e ainda cobrar resultado dele, como uma coisa tão sério como esse pode ser dicidida políticamente, como um assunto tão delicado, tão importante pode ficar nas mãos de um bando de políticos que viveram até hoje de livros e ideologias ultrapassadas de revolução? Eles acham ou acreditam que podem mandar no País, em tudo, ninguém percebe mas disfarçadamente, vivemos em um modelo capitalista com “traços”de revolução Cubana.
Tem coisas no Brasil que me de dá nojo, que me revolta, que me da vergonha, até quando vamos continuar sendo colônia? Até quando (com todo respeito) vamos continuar sendo índios inocentes, recebendo esse bando de europeus ( a PETRALHA ama os Franceses) corruptos, que só pensam em se aproveitar das nossas riquezas, até quando?
Essa porcaria de avião não vai sair do chão, o custo de vôo é exorbitante, a manutenção é exorbitante, não teremos nem 6 dúzia de mísseis, isso tudo só pra idiota acreditar que vai existir TOT? vamos produzir 6 dúzia de porcas e arruelas aqui e acabou…
Mais uma vez mostramos ao mundo (assim como a índia) o porque que nunca vamos deixar de sermos 3º mundo, COLONIZADOS…
SDS.
Com a palavra, o cara mais entendido do mundo da imprensa, Mr. Fontes.
Acho que o Brasl perdeu tempo, agora é partir p/ um 5 gerção mesmo, Coréia do Sul, Indonésia, Japão, Russia, China, tds os clientes do F-35 e a India estão avançados nessa determinação de possuirem um 5G.
Lembrando que o Rafale foi escolhido p/ ser “Lo” de “Hi Lo mix” onde o Hi é o Su-30 e posteriormente o Pak FA. Então cancela td, compra um tampão barato p/ garantir a desativação dos M-2k e F-5 e parte p/ um 5G.
Fala-se mt de combate aéreo, dogfight, quem gira mais rapido do que quem, mas esquecem como um caça sem características “steath” vai sobreviver em um ambiente com mísseis S-300, S-400 & similares.
[]s
O que vier agora é lucro. Se for o Rafale que seja… E resta ficar na torcida para que a FAB consiga operar eles(160 horas/vôo/ano).
[]‘s
Nick disse:
13 de fevereiro de 2012 às 9:29
Caro Nick,
discordo, o que vier agora, será prejuízo, pois virá com uma geração de atraso e a preço de ouro.
[]s
Lembrando que quando o FX-2 estava no seu auge em 2009, nem se falava de Pak Fa, J-20,Shinshin e programa da Coreia do Sul junto com Indonésia e Turquia, o único que estava no horizonte era o F-35. Agora tds já estão posicionado em um 5G
JapaMan,
Não, o contrato para 36 caças não custará 10 bilhões. Custará 2,2 bilhões. Ele só custar’á até 10 bilhões caso a FAB decida, posteriormente, adquirir mais 126 caças.
Rogério,
Infelizmente vc está certo.
Todos os candidatos do F-X2 são de geração inferior ao que se apresenta de novo no mundo e serão a parte LOW de qualquer Mix de combate com aeronaves de 5ª geração, seja na US Navy, na Otan ou em qualquer força aérea de respeito na próxima década.
Acredito que os caças mais leves e indígenas (fabricados no país usuário) de 4ª geração ainda vão ter um papel importante em lotear os esquadrões de combate, pois dificilmente poderão ser todos furtivos.
É o inevitável HI / LO Mix…
Assim sendo, porque comprar o mais caro de manter e operar se em uma década todos serão ultrapassados pelos furtivos?
Sds,
Ivan.
vamos assinar logo isso e ter a Força Aérea mais capaz da América LAtina, já não é sem tempo. Tchau gripado!
JapaMan,
“…vivemos em um modelo capitalista com “traços”de revolução Cubana.”
Não é assunto para este forum, mas merece um esclarecimento.
O que vc se refere é o chamado Capitalismo de Estado.
Este possue duas vertentes distintas, uma da direita para esquerda e outra da esquerda para a direita, se me permite o trocadilho.
A mais antiga refere-se a países capitalistas que optaram por uma forte intervenção do Estado na economia, ativamente participando das forças produtivas como sócio dos negócios. o melhor exemplo é a França, que sempre manteve uma forte participação estatal em quase tudo, até mesmo na Dassault, por exemplo.
A outra linha refere-se aos países socialistas (ou originalmente socialistas) onde o Estado era o dono do Capital e este em nome do povo explorava o trabalho, mas mantendo o trabalhador longe das decisões políticas e gerenciais. A evolução deste modelo é o que estamos vendo na China, onde o Estado é sócio (ou dono) de quase tudo que é importante, criando uma classe de burocratas e amigos pelo poder central.
Possivelmente a linha francesa de capitalismo é a que mais influencia o Brasil hoje em dia, tendo em vista as novas ‘privatizações’ dos aeroportos com vultosa participação estatal via Infraero.
Mas, como escrevi no início, não é assunto para o AEREO,
bem como não sou o mais indicado a escrever sobre este tema.
Sds,
Ivan, an old infantryman.
Errei o grifo… de novo.
NOTA DOS EDITORES:
IVAN, CORRIGIMOS SUA PROFUSÃO DE NEGRITOS DO COMENTÁRIO ANTERIOR. SUA INTENÇÃO ERA DEIXAR COMO FICOU AGORA?
Caro Rogério,
Entendo seu ponto de vista, e até compartilho do mesmo.
Mas, a realidade é que para sair um negócio de míseros 36 caças de geração antiga é esse parto todo, imagina a briga que vai ser para um 5G.
O que não dá é deixar a FAB com F-5EM e só para Defesa Aérea( nem conto mais com os M-2000C).
Minha visão seria o Gripen NG agora, e uma parceria em um 5G (seja a Suécia, Índia, Coréia ou a Turquia). Mas isso me parece muito distante agora.
[]‘s
E a imprensa continua sendo usada, na “guerra dos caças”…
Isto aqui não tem nada de novo, sigam c/ o enterro.
Boatos, boatos, boatos…
Se dependesse de boato, o Rafale já teria sido comprado umas dez vezes.
Como já falei, quem decide é a mulher, e com uma calculadora na mão, ao contrário do antecessor, chegado a decidir no achismo.
Meu medo é a decisão sair na base do “toma-lá-dá-cá” em troca do cancelamento da PEC-300 ou outra bomba orçamentária qualquer.
Aí sim, a presidente joga a FAB aos lobos, compra o bibelô francês e a Força que se vire para voar com o orçamento de fome a que é submetida.
Por outro lado, eu também sou sócio da idéia que o tempo do FX-2 já passou. Pagar caro por uma tecnologia que já não é de ponta é um péssimo negócio.
O Brasil se arrisca a comprar apenas um ALVO MUITO CARO.
Sou mais uma compra de ocasião de um lote de caças de quarta geração, pois os países em crise estão promovendo grandes cortes na área de defesa e a cada dia surgem novas opções de compra.
Paralelamente, deveria se lançar o FX-3 para um avião de quinta geração. E com o mercado cada vez mais murcho, pode-se arrancar do fabricante a tão falada ToT.
Ainda acho que a montanha vai rugir, rugir, e parir um rato.
Esqueçam 5 G para o Brasil por um bom tempo… estamos há mais de 16 anos tentando comprar 36 Caças de 4,5 geração, e até agora a decisão nem saiu. Como querem então que entremos no desenvolvimento de um 5 G??
Defesa não é prioridade e pelo visto não vai ser, continuaremos com sucatas. Infelizmente… agora, se o Rafale for comprado, aí ferrou de vez, não iremos operá-los decentemente, e aí é que nossa FAB morre de vez.
Srs. Editores,
Obrigado pela rápida providência.
Grato,
Ivan.
DE NADA!
Amigos,
Tenho que concordar com diversos comentários acima……. otempo do FX passou, se houver uma compra será de um equipamento de uma geração passada, não um exemplo de futuro.
Porém imaginemos…. o que o país faria? Talvez comprar de segunda mão passe a ser um bom caminho e invertir numa parceira de 5ª geração.
Ao que me parece a presidenta Dilma deve estar com a caneta na mão pra resolver alguma coisa porque estão CHOVENDO notícias, em vários idiomas, sobre o assunto. A notícia deve ter vazado do planalto e os lobistas estão tratando de se coçar. A Boeing veio com o “mega-saldão”, a Dassault está plantando todo tipo de notícia e até a “suposta avaliação negativa” do Gripen eles desenterraram.
Acho que se aproxima o fim desta novela. Se o final será feliz? only God knows!
Comentário Patrocinado: Boeing
Vou dar uma de insider agora kkkk…
Acabei de conversar com um amigo, Brigadeiro da FAB, e no papo informal o palpite dele é de que não vai sair NADA! Ele acha que o FX2 vai ser prorrogado novamente.
Tamu ferrados.
Senhores:
Para quem acha que vai se anunciar a compra de alguma coisa em 2012:
http://www.valor.com.br/impresso/primeira-pagina/dilma-define-os-cortes-do-orcamento
Vai haver um corte de 70 bilhões de corte. Adivinhem em que pasta será maior?
A prioridade do GF é o “Minha Casa, Minha Vida”.
Como falei muitas vezes antes: Investimento em Defesa não dá voto.
Putz!
Se com um corte de 50 bi já foi um sufoco, imaginem cortando 70!
E ainda tem gente pensando em 2a Frota kkkkk…
Ai Jesus, o que será que nos aguarda?
Ah não, mas um corte! Que droga!
Mas o povo merece mesmo, que fiquemos sem defesa. No dia que precisarmos, o povo vai aprender que não se brinca com isso [nem com voto].
Não fugindo aos comentários dos últimos posts…
Por essas e outras que sou contra o voto popular, em um país que o que a tv fala vira lei e a tv é a maior “fonte de cultura”, o voto acaba se tornando um instrumento de castigo contra o próprio povo.
Mas a política atual de favorecer o social em detrimento de outras áreas é a responsável pela saúde atual da economia.
Senhores
Como já citado outras vezes, a janela de oportunidade do FX2 já passou. Desde o início, aliás, apenas uma das propostas tinha possibilidade de atender razoavelmente as especificações e esta proposta era a dos suecos, visto que o Gripen, com algum aperto, cabia no orçamento da FAB e a sonhada TOT poderia chegar a ser medianamente efetiva visto que o desenvolvimento da aeronave aconteceria com a participação da Embraer. Porém, o tempo passou e o desenvolvimento do NG caminhou. Hoje, o possível ganho de conhecimento é muito menor, sobrando apenas a vantagem econômica na participação da produção e o fato que a aeronave cabe, em termos, no orçamento da FAB.
Considerando que os valores envolvidos são muito altos, justificados principalmente pela tal da TOT e esta é mais um anseio e um sorvedouro de dinheiro do que uma solução para reduzir o “gap” tecnológico que temos em relação a outros países, o mais sensato é se cancelar o processo e se adotar uma solução mais econômica, resolvendo-se a necessidade mais premente da FAB que é a substituição dos M2000.
A compra dos 36 caças neste momento, nos termos do FX2, não trará os resultados esperados e sairá muito salgado para nós; ainda mais se o Sr. Fontes estiver certo e o Rafale for o preferido. Considerando que já estamos gastando muito mais que o razoável pelos pacotes dos helicópteros e do subnuclear, presentear os franceses com mais um bom contrato pode ser ótimo para eles, mas com certeza não é bom para nosso país e para os pobres brasileiros, ainda mais porque teremos que bancar o custo para operá-los. E, para a FAB, será um presente de grego pois ela terá que acomodar a novidade dentro de seu, tradicionalmente, contigenciado orçamento.
Esperemos que haja bom senso e uma solução menos onerosa como a compra de caças como F16s ou Gripens usados que tem um custo de operação mais baixo seja encontrada e se estabeleça uma nova licitação para aviões de geração mais atual, sem TOTs enganosas. Se houver o propósito firme de se desenvolver um caça de projeto brasileiro, que o dinheiro economizado na compra do FX2 seja utilizado para isto, com o desenvolvimento de um projeto próprio, preferencialmente, ou a efetiva participação em um projeto com outros países.
Sds
Pra quem acha que os aviões finalistas do FX-2 estão no final de suas carreiras e perto da obsolescência: esta foi a mesma desculpa usada para enterrar o FX original. Em algum momento aviões devem ser escolhidos e comprados, ficar empurrando pensando sempre no futuro acabará com o nosso presente sem nenhum caça em condições de voo.
A FAB precisa de 36 novos caças AGORA. Final de 2013 os Mirage 2000 B/C, esses sim obsoletos, param de voar. Em 2016 os primeiros Mike serão aposentados. Vocês realmente querem cancelar o FX-2 e começar outro processo? Tem certeza?
Agora, fato que tendo o programa FX/FX-2 se tornado um tampão depois de todos esses 16 anos de empurra empurra, não faz sentido gastar-se uma fortuna por estes aviões e muito menos pela tal ToT. Por isso defendo o Gripen E/F ou o Super Hornet, aviões muito mais baratos de adquirir e manter.
State of the art ou não, Super Hornets, Rafales e Gripen voarão na linha de frente até pelo menos 2030. Quinta geração não é uma necessidade imediata para muitos países, menos ainda para a FAB. Para a FAB, necessidade imediata mesmo é adquirir um substituto para seus Mirage e Tiger das décadas de 80 e 70.
Dito tudo isso, alguém aqui ainda acredita no Mr Fontes, Veja e Reuters?
Em outro post sobre custos de operação dos finalistas do FX-2 eu fiz uma rápida conta de padaria utilizando diversos dados sobre os custos de hora/voo de cada um dos vetores envolvidos e o que a FAB gasta hoje.
A FAB opera hoje na sua linha de frente aprox 12 Mirage 2000, 56 F-5M e 53 A-1. Somei todos os custos e cheguei num total de quanto a FAB gasta por ano voando com seus caças de linha de frente, numa média baixa de 120 horas/ano pra cada aeronave.
Depois dividi pela hora/voo divulgada pelos seus proprios operadores, para cada um dos concorrentes do FX-2 voando o mesmo numero de horas por ano. Com o que a FAB gasta hoje é possível operar:
Aprox 86 Gripen C/D (ou E/F já que seus custos devem ser semelhantes)
Aprox 51 Super Hornets
Aprox 22 Rafales
O Rafale tem que ser muito bom e multitarefa mesmo para trocar aprox 112 aeronaves a jato por apenas 22 num país do tamanho do Brasil. Notar que o Brig. Saito por varias vezes citou que a FAB precisa de pelo menos 88 caças, preferencialmente 120. Neste caso, somente o Gripen poderia atendê-la. E que se o Rafale for escolhido, não precisaríamos nem comprar todas as 36 unidades, visto que 14 ficariam no hangar, sempre.
Sinceramente já não dou a mínima. Que venham as jacas então, e que a FAB se lasque com sua hora-vôo estratosférica e seus armamentos defasados e pelo olho da cara.
O importante é ter caças para sobrevoar a Marquês de Sapucaí no Carnaval, o Fielzão na abertura da Copa e a Esplanada no 7 de Setembro.
Calma srs, calma, acabei de ficar sabendo que o “sr fuentes” desta “plantation news” foi um famosos jornalista expert em defesa lotado no Mindef, demais explicações tornam-se desnecessárias, muito provavelmente com a anuência do chefe dele, outro debilóide esquerdopata.
Grande abraço
Se o Brasil comprar o Rafale os franceses estarão certos, não somos um país sério.
Ricardo_Recife
Almeida,
Acredito que o Brasil precise de 88 a 120 caças como defende o Brigadeiro Saito, afinal ele entende mais do assunto que todos os comentaristas de blog juntos.
Algo em torno de 6 (seis) ou 8 (oito) esquadrões de caça, que é o que temos hoje entre aviões de caça e ataque (jatos).
Mas há 2 (dois) fatores críticos:
1º – Os caças de 5ª geração estão ocupando o lugar daqueles de geração inferior na primeira linha de combate em não mais que uma década, com a entrada em serviço do JSF e PAK-FA;
2º – Os caças de 5ª geração serão mais caros de adquirir (preço de Rafale) e operar que os anteriores.
Assim sendo a FAB deverá em breve criar um núcleo (talvez o 1º Grupo de Aviação de Caça com 2 esquadrões) de primeiríssima linha, com aeronaves furtivas que seriam deslocadas para as áreas críticas quando necessário.
Porém ao mesmo tempo ter na linha de combate aeronaves de 4ª geração (4,5 plus, 4,5+++ ou sei lá) de custo de operação mais equilibrado para distribuir em quantidade pelas unidades regionais.
A visão que defendo para o futuro é um HI / LOW Mix com 2 (dois) ou mais esquadrões de caças furtivos combinados com 6 (seis) esquadrões de caças leves modernos, preferencialmente indígenas (fabricados no Brasil), com mais 1 (um) esquadrão OCU (conversão operacional).
Claro que os caças mais numerosos seriam Gripen EBr / FBr, com uma ajudinha dos A-1M que estiverem em melhor estado.
Esta idéia defendi em 15 de novembro passado, entre outras oportunidades.
http://www.aereo.jor.br/2011/11/15/2017-depois-do-fim-da-copa-e-das-olimpiadas-o-comeco-do-fim-da-fab/
High and Low Mix é inevitável.
Até mesmo para as forças aéreas mais ricas (ou pretensamente ricas).
Sds,
Ivan.
A escolha seria fácil, se retirassem o componente antiamericanista do GF ……..
Ivan, também defendo um mix hi-low pra FAB. Mas um pouco mais modesto e imediato, como 36 Super Hornets e o resto de FA-50 Golden Eagle fabricados aqui com a aviônica dos F-5M, A-1M, A-4M. Ou ainda 36 Gripen E/F novos e o resto de Gripen C/D usados, com um esquadrão operando o TA-50 ou Hawk. Gripen ou Vespão, sobra dinheiro para operar mais que as 36 aeronaves do FX-2.
A questão é, se comprarmos 36 Rafales, apenas 22 terão condições de voo e mais NENHUM OUTRO caça poderá voar com o orçamento que temos hoje. De 8 esquadrões para UM esquadrão.
Prezados Almeida e Luis Cutrim (lah em cima),
Realmente colocar p/ baixo do tapete os custos de operacao do Rafale e o impacto disto na capacidade operacional da FAB eh um enorme equivoco/irresponsabilidade. A diferenca na hora voo seria o equivalente, acredito, a espatifar no chao um Rafale por ano ou mais.
Prezado Juarez,
Se foi o “fontes” aquele, entao estah tranquilo, pois mostra desespero; alias, como brasileiro, acho ridiculo condicionar o anuncio a eleicao Francesa. Mas do governo qualquer coisa pode acontecer.
No mais,
De malas pretas na Suica ainda nao li nada. Jah na India, o lider do partido de oposicao deu nomes que receberam $$$, valores e disse que jah foram pagos (200 milhoes de euros) p/ decisao pro-rafale. Ou ele eh um tremendo irresponsavel, ou sabe de algo. Diz ele, que mais informacoes virao.
Acho que realmente aconteceu de “azeitarem” ($$) a decisao do MMRCA, pois a corrupcao eh endemica na India, mas tb acho que o que pesou foi um acordo nuclear, na cortina, feito pelo Sarkozy; mais do que carregarem misseis, os indianos terao acesso a novas tecnologias.
No mais, se qualquer um dos tres finalistas no Brasil decidir pagar comissoes (p/ ajudar na “campanha” ) vcs acham que o $$ seria rejeitado? Nao penso que a Dilma receberia, mas os do “entorno” (alguns senadores, ministros, deputados, etc) poderiam receber a “colaboracao” (parte vai p/ campanha, parte p/ contas no exterior) e, entao, fazer aquele lobby.
[]s!
Ah, a notícia foi plantada pelo PP? Ótimo, então sabemos que Rafale não virá…
Avisa lá fora, de que a “noticia” é plantada, pq senão os gringos acreditam!!!
(http://www.aviationweek.com/aw/blogs/defense/index.jsp?plckController=Blog&plckBlogPage=BlogViewPost&newspaperUserId=27ec4a53-dcc8-42d0-bd3a-01329aef79a7&plckPostId=Blog%3a27ec4a53-dcc8-42d0-bd3a-01329aef79a7Post%3a2f5f99e7-b850-4028-a530-b3b23e073479&plckScript=blogScript&plckElementId=blogDest)