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FX-2U (U de usado) em 2012?

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A opção por outro “tampax” (caça tampão) anda rondando os bastidores da aquisição de caças para a FAB novamente.

Segundo fontes, existe um estudo alternativo para a compra de 60 jatos Mirage 2000-9 dos Emirados Árabes Unidos, ao mesmo tempo em que a FAB avalia a possibilidade de adquirir caças F-16 usados dos estoques da USAF ou F-18 da US Navy. Pilotos da FAB foram enviados recentemente aos EUA, onde voaram o F-16.

Uma outra opção seria o leasing de jatos Saab Gripen A/B ou C/D, que aparentemente tornaria a transição para o Gripen NG mais suave, caso esse fosse o caça finalmente comprado no F-X2.

A ideia do “tampax” é fazer uma compra racional e ponderada, em meio à crise financeira internacional, que permita à FAB substituir os atuais Mirage 2000 e F-5M e que dê tranquilidade à Presidência para decidir pelo futuro caça da FAB, que poderá ser até um caça de 5ª geração desenvolvido em conjunto com outros países.

O governo ainda prefere comprar um avião novo, seguindo os parâmetros da END (Estratégia Nacional de Defesa), mas se a opção for por um avião usado, o critério principal será o estado das células e dos suprimentos.

Segundo alguns analistas, o tempo passou para o F-X e para o F-X2, nada foi decidido e a crise financeira internacional atingiu também o Brasil.

Os caças finalistas do F-X2 são caças de quarta geração, enquanto os outros BRIC já estão desenvolvendo seus caças de quinta geração. O Brasil quando se decidir por um novo caça, fará uma compra com “timing” comparável à da aquisição do Gloster Meteor na década de 1950, o primeiro jato da FAB, que foi adquirido quando já era obsoleto.

Os Mirage 2000C/D da FAB só vão voar até 2013 e os primeiros F-5M começam a ser desativados em 2017. A janela de oportunidade para o F-X2 está praticamente fechada. E agora?

71 COMMENTS

  1. Acho que será isso mesmo.

    TAMPAX e entrar num projeto de caça de 5ª geração com outros países.

    O que pega agora é:

    1- Leasing de Gripen A/B vale a pena? Eles podem ser elevados ao padrão C/D?

    2- Adquirir 60 Mirage 2000-9 dos EUA parece ser uma boa oportunidade, mas a que preço? Sua manutenção é válida para nossa realidade? Sua hora de vôo, segundo sites informam, passa dos U$ 24.000. Valeria a pena?

    3- Ir atrás de F-16 no deserto para depois mandar para o “Lata Velha” do Luciano Huck ( empresas em Israel), e a FAB sair de F-16 retro-fitado é uma boa?

    O ideal seria adquirir, se for o caso do F-16, aeronaves que estejam voando, em serviço, na linha de vôo de algum país, tal qual fizeram INTELIGENTEMENTE os nossos amigos chilenos.

    Se correr o bicho pega, e se ficar o bicho come!

    Com a palavra, a presidenta Dilma e seu ministro, Sr. Amorim.

  2. Bom, muita calma nessa hora…vamos por partes;

    1)FX-2U: A essa hora já está tão certo quanto o céu é azul. Só não sai se o imperador e o R10 se tornarem coroinhas…

    2)M2000 dos EAU são excelentes máquinas e realmente poderiam fazer a balança do terror pender um pouquinho pro nosso lado, mas sem o governo honrar com o orçamento militar, não tem como, ainda mais 60 unidades, vai faltar hangar para as princesas…

    3)Gripens usados: Só se justifica se a transição for para o NG, que na minha opinião(e ainda bem que ninguém depende dela), um NG desenvolvido dentro das fronteiras será um AMX II…

    4)F-16 do deserto é rasgar dinheiro. Se bobear, o custo para torná-los minimamente operacional não compensará. Também só se justifica se a transição fosse para um F-16 zero de fábrica ou para o F-35(aí Eu acordei…). A questão REVO parece bobagem ante as qualidades do caça, mas a conversão de receptáculo para sonda, compensa financeiramente? Ah, mas é só não fazer REVO. Ora, e a proficiência dos pilotos? Perde-se? Se é para usar F-16 que saiam direto dos esquadrões da USAF ou outro país, como fez a FACh com os holandeses…

    5)F/A-18 Hornet: Considero esta a opção mais viável, de menor custo e impacto cultural. A FAB é exímia operadora de F-5, ora, o que é o F-18 senão um descente direto do F-5/F-20? Mas também se justificaria se a transição fosse para o SH…mas resta saber, haverão células em bom estado capazes de suportar mais dez anos de vôo? Serão capazes os hornets canadenses, suíços e australianos de prover a FAB com um mínimo de capacidade real? Na minha visão, se for para ter um tampax², sem grana e de resultados imediatos, é o Hornet e todos nós sabemos, esse é guerreiro e polivalente, tanto, que mesmo com a entrada do SH, a USN ainda muitos H na linha de voo…mas pegar F-18 do Tio Sam deverá ser tão caro quanto um F-16 para re-re-re-retrofiar…

    Brasil, 6ª economia do mundo…bolso cheio, braço fraco.

  3. F-16 agora e f-35 no futuro ou

    Mirage 2000-9 e pak fa no futuro .

    pra mim até que seria uma boa melhor que rasgar dinheiro com rafales .

    sds

  4. Somos uma piada pronta mesmo. Sexta economia do mundo… sem saúde, sem segurança, sem educação, mas com corrupção, muita corrupção.

    Fazer o quê… “seja o que Deus quiser”.

  5. “e que dê tranquilidade à Presidência para decidir pelo futuro caça da FAB.”, isso parece piada (de mal gosto)!
    Já se passaram dois presidentes, com dois mandatos cada, e já estamos entrando na metade do mandato do terceiro, e o GF quer mais tranquilidade?
    Tudo isso para efetuar uma mega compra de “meia dúzia” de caças!
    Vai acabar a FAB voando de ultra-leve ou asa-delta, falta de responsabilidade com a Soberania Nacional!

  6. Lembrando que os EAU têm 63 M 2000-9. F-16 usados são boa opção. Em ambos os casos, novamente ficaríamos com tampões e, como estamos no Brasil, sabemos que estes caças perderão gradualmente a sua qualidade de tampões e se tornarão a linha de frente da FAB em definitivo e em quantidade insuficiente.

    A END está se tornando uma piada. Onde está a máxima comunalidade de equipamentos usados pelas Forças visando reduzir custos logísticos e facilitar aquisição de tecnologia? Não estava planejado que Marinha usaria o mesmo caça que a FAB? Está aí: o completo desleixo com a defesa nacional por parte da patota demagoga e irresponsável de Brasília.

  7. Olá,

    Isso pareçe a dura realidade, claro que a melhor opção são caças novos(a exemplo da marinha, que comprou algo novo) mas outro tampax se torna real a cada dia:

    1) Os Mirage sem duvida trariam de volta a liderança em aviação de caça para a terra Brasilis, mas a que preço? toda via me pareçe a melhor opção são caças nos e atualizados em armamentos e sensores, não precisa de fazer nada de especial;

    2) F-16 é necessario saber de onde vem o caças da linha de frente ou do deserto, é só ver o caso do P-3BR onde tivemos gastos adicionais por desgastes nas asas, sem saber de onde vem não tem como opinar…

    3) Gripen A/B não compensa o ganho operacional em relação ao F-5 BR seria apenas mediano e precisariam de reforma já que estão parados, mesmo sem mudança para C/D…..

    4) Hornet é o mesmo caso dos F-16 de onde são os caças?

    Das opções ruins as que me pareçem menos piores são Mirage-2000-9 e F-18 Hornet desde que não seja do deserto!

    Abraços,

  8. Wiltgen disse:
    29 de dezembro de 2011 às 15:13

    ‘e que dê tranquilidade à Presidência para decidir pelo futuro caça da FAB.’, isso parece piada (de mal gosto)!
    Já se passaram dois presidentes, com dois mandatos cada, e já estamos entrando na metade do mandato do terceiro, e o GF quer mais tranquilidade?
    Tudo isso para efetuar uma mega compra de “meia dúzia” de caças!
    Vai acabar a FAB voando de ultra-leve ou asa-delta, falta de responsabilidade com a Soberania Nacional!”

    Muito bem colocado, Wiltgen.

    O lote de F-5 “ex-agressor” matou a primeira iniciativa de F-X. O F-5M e mais F-2000 + F5M mataram a segunda. Agora querem matar a terceira chance com mais um tampão?
    E assim vamos. Saltando de tampax em tampax seguimos nossa sina.
    Se estivesse lendo comentários de apoio vindos de outras áreas (financeira, social, política, leigos) até seria possível entender.
    Comentaristas e entusiastas de defesa defendendo tampão, na entrada de um novo ano? Só no Brasil mesmo…
    Tampax nunca mais!!!

    Abraços,

    Justin

  9. enquanto o relogio faz tic tac, acredito q a população só vai dar interesse a situação a aviação de caça quando infelizmente alguns começarem a cair. O Governo Dilma, não pode mais ficar esperando , enquanto q o maior pais da América do sul, ver perder a liderança em caças para chile e para a perigosa venezuela.Todos já falaram ,se for feito um tampão, o caça tal q for escolhido vai favorecer aquele ou outro caça q estar ou estava participando do FX2, senhores a situação é critica. Se a opção for tampax mesmo,perdermos todos,.será necessário criar um PAX ( plano de aceleração dos caças?) fica a pergunta q deveria ter sido respondida no primeiro governo FHC.

  10. Que crise financeira internacional, companheiro?

    O Brasil está totalmente descolado das outras economias.

    Somos uma potência econômica e já passamos até a Inglaterra.

  11. Primeiros Mirage 2000 da EAU foram entregues em 1990 e posteriormente modernizados. E os últimos foram entregues em 2003. Ou seja, a idade média dessas aeronaves é de doze anos.

    Considerando que essas aeronaves vão voar por trinta anos, se fizerem a aquisição dessas aeroanves, ficaremos com eles por pelo menos quize anos.

    Passo a régua!!!!

  12. E daqui quinze anos, quando resolverem substituir os eventuais Mirage 2000/EAU, abriremos uma licitação para aquisição de F-35 ou T-50, sendo que nos finalmente os estadunidenses sos oferecerção um lote de F-18 meia vida.

  13. Senhores

    Considerando que a FAB vai deixar no chão os Mirage 2000 em função do custo de mantê-los voando, falar em comprar 60 Mirages 2000-9 é um absurdo econômico e operacional. Se isto acontecer haverá motivos muito fortes para a suspeita de “outros motivos importantes” para a escolha.
    Se a opção for por F16 do AMARC a serem retrofitados, só vale a pena se o custo de aquisição for muito baixo e se, no ínterim, a FAB conseguir o empréstimo ou a cessão de F16s já em condições operacionais a tempo de substituir os M2000.
    Se a opção for por F16s com uma boa vida útil de suas células e a um custo baixo, é uma boa solução do ponto de vista econômico mas sem nenhuma vantagem estratégica pois a aquisição dos F16s representa a necessidade de implantar uma nova linha de logística e não representa o seguimento de uma política de capacitação nacional na implementação de melhorias nas aeronaves.
    Se a opção for por F16s com a execução de uma MLU a ser feita no Brasil, há um ganho possível em conhecimento porém num caminho sem saída pois, aparentemente, o projeto do F16 já está no limite da sua capacidade de “upgrades”. Neste caso também há o problema de tempo para o caso dos M2000.
    Se a opção for pela compra de F18s, há dificuldades de melhorias futuras pois os F18 também estão com o futuro limitado pois estão sendo substituídos pelo SH. Se o caso for F18s para sofrer um “upgrade”, há ainda o caso da parada dos M2000.
    Se a opção for a compra de Gripens A/B com um “upgrade” para C/D novamente há o caso do tempo para a substituição dos M2000.
    A opção que seria a mais promissora em função dos custos e possibilidades futuras parece ser a compra e/ou locação de Gripens C/D, particularmente se for a locação de umas 18 unidades para tapar o “gap” da parada dos M2000 e um compromisso de compra futura de Gripens E/F fabricados no Brasil para a substituição futura dos primeiros F5Ms que atingirem o fim de vida útil, e participação no desenvolvimento de um quinta geração (F2020). Esta opção tanto atenderia a situação mais premente dos M2000 como daria um encaminhamento estratégico para o futuro do suprimento de caças para a FAB. Se houver uma negociação correta será possível trazer para o Brasil, por etapas, a manutenção, a fabricação e o desenvolvimento de caças; e, particularmente, de seus motores e aviônicos.
    Se a FAB e o Brasil têm ambições maiores, este caminho é o menos custoso e mais promissor.
    É certo que existe outros caminhos, um deles, inclusive já tratado em fóruns (inclusive, se não me engano, já citado aqui no PA) que seria dar continuidade a política de compra e upgrade de F5 adquirindo mais unidades, comprando ou fazendo engenharia reversa do projeto do F20 e fabricando no Brasil de uma versão turbinada do F5, para desenvolvermos nossa capacidade de projeto e produção de supersônicos. É certo que tal opção, além de ser muito difícil de realizar (pela natureza de cigarra do Brasil) é um anátema, sendo sua menção considerada uma ofensa pessoal por uma grande parte dos fãs do assunto defesa.

    Sds

  14. F-16 do deserto só se for de graça, F-18 só se estiverem com uma vida útil boa e vierem armados com misseis de verdade, Mirages do Emirados só se vierem a preço de banana, Gripen A/B só de graça também a Fab tá ferrada e já sabe disso.

  15. Caro Justin,

    Vc interpretou errado. Não estamos contentes ou satisfeitos com essa possibilidade. TAMPAX, USADAX, LATA-VELHAX.

    Simplesmente, as coisas estão caminhando a passos largos para este desfecho. Dai a necessidade de se debater sobre isso, pois é a única coisa que podemos fazer, pois nenhum de nós tem o poder de mudar isso, infelizmente.

    O nosso desejo é e sempre foi o da aquisição de aeronaves 0Km para a FAB, porém, se optarmos agora por qualquer um dos 3 concorrentes, já em 2020 eles estarão, digamos assim, caminhando para a obsolescência, afinal, são de 4ª geração.

    O Brasil, leia-se MD, deseja que a compra de aeronaves 0Km ocorra para caças de 5ª geração e para isso, estuda meios de se unir a outros países com a mesma intenção, aliando-se a um fabricante.

    Enfim, pagar MICO perante nossos vizinhos, nós vamos, isso é certo. Só não pode ser um Gorila. 🙂

  16. Padilha, boa noite.

    Infelizmente não podemos dissociar as coisas.
    Com qualquer centavo gasto pelo Governo em caças, a necessidade da FAB será considerada atendida por outra década.
    Considerando a nossa experiência histórica, ninguém investirá em F-X ou qualquer caça novo por anos, mandatos ou talvez uma década.
    Já vivemos isso muitas vezes.
    Se for realizada modernização ou extensão de uso dos meios já no nosso inventário, F-X ainda poderá vingar.
    Por outro lado, qualquer tampax MATARÁ o FX-2, FX-n.
    Abraço,

    Justin

  17. É senhores! No ano passado quase fui execrado por alguns aqui do blogue, quando eu falei que enquanto a FAB estiver com este senhor que tem a paciensia de Jó e a agilidade de um buda como seu comandante, esta força jamais será respeitada pelo executivo e muito menos por essa cambada de politiqueiros sangue sunga do planalto e arredores.senhores já não é aprimeira vez que isso acontece com esta força sempre estão sendo ludribriados algo errado está acontecendo e não venham me dizer que é a hierarquia ou respeito aos seus superiores.Pois eu vos digo, enquanto não assumir o comando por um brigadeiro determinado e que lute por seus comandados e pela instituição, sempre iremos ver essa pasmaneirisse predominando essa Força.O melhor seria que esse senhor tivesse brio proprio e entregasse o cargo que oculpa pois se não tem topete para o cargo, melhor não oculpa-lo.Agora veem dizer que o melhor agora é um caça tampão isso é pura piada e de muito mal gosto.
    Agora vem alguem dizendo mas o pais ou melhor o mundo está em crise e não podemos gastar uma fortuna com compras de caças, ai eu pergunto: Se não temos dinheiro para gastarmos com a nossa segurança, temos dinheiro para tampar o rombo causado pelos europeus que sempre quiserão que nós fossemos pra PQP.ou estão querendo tampar o rombo pois com esse ato assim sobrará ums qualqueis para a proxima campnha eleitoreira. Esse é o brasil esses são nossos governantes.

  18. Infelizmente o F2T(Tampax) parece inevitável.

    Mas poderia ser feito desse limão uma limonada, desde que devidamente amarrado com um programa de desenvolvimento de um caça de 5ª geração em parceria.

    E dentre as opções de tampax, a melhor opção me parece ser os Gripen C/D que estão sendo operados em leasing pela Rep. Tcheca. Relativamente novos, nem precisam de grandes revisões. Trazer caças como F-16 surrados do deserto, ou Gripen A/B que precisam de ser retrofitados para o padrão C/D, me parece ser anti-econômico.

    Os M-2K-9 dos EAU são capazes e não precisam de retrofit, mas o custo operacional deles deve ser astronômico, o que inviabiliza financeiramente.

    Mas o principal é amarrar as duas coisas: compra de ocasião+Caça de 5ª geração desenvolvido em parceria.

    Seria algo próximo às compras das OPV da Marinha, mas com uma dimensão bem maior.

    E num ponto, sobre o FX-2 realmente tem que ser dito: o FX-2 está defasado tecnicamente ao oferecer somente caças de 4ª geração, em um tempo em que os BRICs já estão com caças de 5ª em desenvolvimento.

    []’s

  19. Arábia Saudita fecha compra de 84 novos caças F-15 e modernização de outros 70 já em operação.

    Enquanto isso, no Reino da Patacolândia, maior potência nunca antes na história desse país…

  20. Aposto, vai dar gripen e explico pq.

    Ja estão prontos, operantes, custo mais baixo operacional, e estamos praticamente em 2012, ano em que os m2000 estão “OUT” do jogo.

    Não teríamos como esperar como fizemos como os ORIONs, é uma compra com urgência, não creio que seja o fim do FX, apenas um adiamento.

    Infelizmente a crise mundial piora a cada dia, e o Brasil não é um País imune a tudo isso, nossas taxas de juros ja são astronômicas, e mesmo assim o país não cresce como a china, não gosto e não sou a favor do governo, mas essa cautela toda procede.

    Pra mim vai dar Gripen, e acho ao meu ver que seria a melhor opção mesmo.

    sds.

  21. Holanda: definido;
    Austrália: definido;
    Canadá: definido;
    Suiça: definido;
    Japão: definido:
    Arábia Saudita: definido;
    India: em andamento;
    Brasil: ????

    Ou seja, está todo mundo definindo.

  22. JapaMan:

    Sempre, em algum lugar, vai ter alguma crise e sempre se vai dar exatamente essa justificativa.

    Pois bem, se escolherem o Gripen, qualquer que seja a versão, será aquela decisão que a FAB já havia tomado, mas que “alguém” resolveu que…

  23. Não vejo motivo p/ mto drama, há bastante tempo atrás a DTI noticiou que faltavam somente 31 Gripens A/B p?serem retrofitados, nem das aeronaves alugadas a Rep. Theca precisaremos.
    Fora esses somente aeronaves americanas, em especial o F/A-18, pois podem ser adquiridas a preço de banana como excedentes a requerimento; o problema aqui é que as aeronaves viriam no estado em que se encontram.
    Os franceses que se virem, p/ arrumar quem queira comprar os M-2000 dos UAE, não é problema nosso.

  24. Maurício,

    Gosto muito dos F/A-18, porém o custo para deixa-los em condições de voar, seria muito alto, não acho que valeria a pena o custo.

    Marcos,

    Volto a afirmar que não sou fã do PT, aliás queria muito que a PeTralha saísse do poder, mas vejo que hoje qualquer atitude precipitada pode realmente azedar toda a estabilidade em que o nosso País se encontra hoje, não é tão fácil como se parece, acho que o fx-2 era pra ter sido fechado la atrás, quando o Lula ainda era o presidente, a situação econômica era mais favorável, hoje, infelizmente vejo que o governo esta regrando a ração para dias mais escassos que estão por vir.

    sds.

  25. Na minha opinião, o melhor seria os Gripens C/D e aguardarmos o fim do retrofit dos A/B para o C/D para trazê-los (+- 70, no total de A/B/C/D). Qualquer outra opção ou é mais cara ou inviável.

  26. Concordo com o Justin. Qualquer tampax mata de uma vez a chance de FX2.

    O M-2000-9 são aeronaves caríssimas e tem baixa comunalidade até mesmo com os outros M-2000. Sua adoção pela FAB seria um desastre ainda pior que o Rafale, se e que isso e possível.

    A FAB

  27. Opa me desculpem, e o iPhone…

    A FAB deveria fazer como a Marinha: foi só esta gastar R$ 650.000 com as ferias da presvfidenta que ganhou 3 OPVs de presente do papai Noel… E assim q funcionam as coisas no governo do PT: quem quer rir, primeiro tem que fazer sorrir…

    E percam suas esperanças: sem jabá não vai rolar. Nada. Nem mesmo tampax.

  28. É, cambada… no Reino de Banânia as pessoas vão às ruas porque querem fumar maconha ou para fazer parada gay, mas 90% da população deste país parece não se importar minimamente com a defesa nacional. Eita Brasil!

  29. Perguntinha básica os mirages 2000-9 dos emirados árabes não são melhores do os nossos mirages 2000-5 ou não parece que eles estão bem mais inteiros que os nossos mas sabe como é né são muito caros tanto de comprar como de operar, pelo que eu saiba eles são dos emirados não dos franceses tem gente confundindo só por que foi fabricado lá, e eles devem estar bem melhores que a rainha do deserto F-16 e o rei do gelo Gripen A/B.

    Mas vai saber né eu preferiria alguma coisa nova em vez de aviões surrados, torço que isso seja só conversa fiada isso de comprar tampax mas vai saber né.

  30. JapaMan disse:
    29 de dezembro de 2011 às 19:41

    “(…) Infelizmente a crise mundial piora a cada dia, e o Brasil não é um País imune a tudo isso, nossas taxas de juros ja são astronômicas, e mesmo assim o país não cresce como a china, não gosto e não sou a favor do governo, mas essa cautela toda procede. (…)”

    Baseando-me nos meus ínfimos conceitos, posso te dizer que o Brasil não cresce como a China porque isso não seria bom para o país. A China tem necessidades diferentes das nossas. Nós pensamos que seria ótimo um país crescer o máximo possível, mas o ideal é que este cresça equilibradamente, nem muito, nem pouco (muito menos retrair). Isso tem relação, dentre muitas outras coisas, com a inflação.

    Como não sei explicar isso decentemente, procurei por fontes e achei esta:

    http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/06/03/economistas-explicam-os-riscos-de-a-economia-crescer-muito.jhtm

    Espero que ajude a esclarecê-lo sobre como isso funciona. Veja que não estou sendo irônico nem nada, apenas pensei que você desconhecia isto, assim como eu ainda desconheço.

  31. Aos iludidos com o papinho do GF e mídia sobre mantermos a cautela em situação de crise econômica mundial:

    AS PROPOSTAS DOS TRES FABRICANTES FINALISTAS DO FX-2 INCLUEM PELO MENOS DOIS ANOS DE CARENCIA E FINANCIAMENTO EM ATE OITO ANOS.

    Isso significa que, definindo esta bagunça hoje, só começaremos a pagar em DEZEMBRO de 2013 em suaves prestações até 2021.

    Agora VINTE BILHOES DE REAIS pra ONGs roubarem sem fiscalização, sempre tem, todo ano.

    PALHAÇADA! BASTA!

  32. Daglian

    Por tudo isso que você colocou é que não podemos abaixar a guarda agora, concordo e acredito que o Brasil tem um crescimento muito mais sólido que a china, porém veja que ainda somos um país em desenvolvimento com mazelas enraizadas em nosso presente, não adianta se iludir com a 6 economia mundial, é preciso saber que a nossa estabilidade econômica ainda é muito recente e de certa forma ainda em fase de afirmação.

    Obrigado pelo link

    sds

  33. E se alguém aqui acredita que a crise iniciada em 2008 vai se extender além de 2013, bem, melhor então tirar logo seu dinheiro do banco e comprar terra, semente e boi meu amigo…

  34. Almeida,

    Não é bem assim, os países Europeus estão TODOS quebrados, em um mundo globalizado isso acaba afetando TODAS as partes do mundo, essa crise não vai acabar tão cedo, assim como o Brasil, a corrupção e a farra financeira afetou e afeta os países Europeus também, com a diferença que lá, eles não vendem suas mazelas para promover seus países que nós fazemos aqui, essa corrupção de lá que faliu os países do bloco.

    Te garanto que que comprar semente e boi hoje, não seria um bom investimento, a não ser que você seja político e tenha muito dinheiro.

    sbs

  35. Estamos com a faca e o queijo na mão.

    Dassault, Saab e até Boeing ameaçadas de serem expulsas do seleto mercado desenvolvedor e produtos de caças de alta performance.

    Crise econômica e perda de divisas neste países.

    Essa era A HORA para fechar um contrato favorável para nós incluindo real transferência de tecnologia e desenvolvimento da indústria de alto nível técnico aqui. Mesmo sendo caças de 4a geração (e meia), ainda assim seria um salto para nossa Força Aérea E nossa indústria!

    E não me venham com este balela de crise, já explanei acima.

    E também não me venham com esta balela de vetores obsoletos em pouco tempo, foi assim que desistimos de realmente desenvolver o AMX, de produzir Mirage 2000-5 Mk2, Gripen C/D ou F-16 C/D localmente e agora Super Hornet, Rafale ou Gripen NG. Caindo nesse PAPO FURADO daqui há 10 anos vão dizer pra postergar o FX-5 “porque já estão desenvolvendo aronaves de 6a geração” blablabla

    BULLSHIT!!!

  36. Almeida disse:
    29 de dezembro de 2011 às 21:51

    ” (..) Essa era A HORA para fechar um contrato favorável para nós incluindo real transferência de tecnologia e desenvolvimento da indústria de alto nível técnico aqui (..)”

    Natal ja acabou e Papai Noel “Non Ecxist”

  37. Almeida,

    A copa do mundo foi fechado ainda no governo Lula, o que trará um rombo enorme nas contas públicas, com essa copa daria para se construir muitos hospitais, escolas, enfim.. eu acho um absurdo, dizem por aí que a conta da copa vai ultrapassar os 107 bilhões de reais, por isso também que muita coisa deixou de ser investido como deveria, o governo anterior gastou demasiadamente e o governo atual (continuidade) precisa fechar a torneira e controlar isso tudo.

  38. Uitinã, 21:27hs,

    Quem dera o 1º GDA estivesse equipado com o M-2000-5 equipado com o radar RDY………… e de quebra talvez equipado com o Mica.

    Esqueceu que o planalto central é defendido pelos M-2000C/D com radar RDI bem menos eficaz???????????? e com certeza matematica equipado com os velhos Matra Super 530D guiados por radar semi ativo. Outra certeza quanto à estes mísseis é que a validade do propelente deles ja está vencida.

    abraços.

  39. Vassili, o GDA poderia sim estar equipado com Mirage 2000-5 Mk2 novos e armados com Mica SE o Lula não tivesse cancelado o FX para “combater a fome” e porque em tese as aeronaves já estavam defasadas tecnologicamente…

  40. O Mirage 2000-5 Mk2 novo, com a linha de produção aberta, montado no Brasil pela Embraer, era “defasado tecnologicamente.

    Agora, 10 anos depois, os Mirage 2000-9 pra lá de usados dos outros e com a linha de montagem fechada é um bom negócio.

    Alguém tenha a coragem de procurar sentido nisso, por favor.

  41. O F-X 1 era de 2001, cancelado em 2003, vencido pela demagogia.
    Mas as aeronaves que participaram dele foram superadas rapidamente, pois usavam radares PESA quando estavam para entrar em operação os AESA.

    O F-X 2 é de 2007, adiado constantemente, respirando por aparelho.
    As aeronaves que participam deste, inclusive as desclassificadas em 2008, prometiam corrigir a falha anterior, incorporar o radar AESA,
    Entretanto, com a procrastinação da decisão, estas mesmas sofreram novo impacto da tempo, a tecnologia stealth que torna tudo que não for furtivo obsoleto.
    O exemplo do Gloster Meteor é emblemático, negociado para a FAB em 1953 já não era capaz de enfretar Sabres e MiGs como ficou claro na comtemporânea Guerra da Coreia.

    Tic-tac, tic-tac…

    Mas a questão agora é mais grave, pois mesmo as aeronaves reformadas, F-5 EM/FM e A-1M, não poderão suportar a defesa até que tenhamos disponibilidade no mercado de caças de 5ª geração.

    Tic-tac, tic-tac…

    Ainda mais quando sabemos que a nova tecnologia furtiva será caríssima de adquirir e mais ainda de manter. Tudo indica que países que precisem de uma força aérea de médio ou grande porte vão precisar mesclar aeronaves, como China, Coreia do Sul, Índia e Japão planejam fazer no futuro próximo.

    Assim sendo a janela do F-X2 não se fechou, apenas a FAB (e nós entusiastas) deve mudar o foco do mesmo, sabendo que seu resultado formará o que será faixa low de um mix de aeronaves, abrindo de imediato a perspectiva de um F-X 3 de 5ª geração.

    Se antes a FAB seguia (ou apenas falava) que desejava um caça multirole para TODAS as missões (dentro do conceito BOMBRIL do figther multirole que discordo veementemente e nunca foi usado ou provado em lugar nenhum do mundo), agora precisa pensar em uma aeronave de 4ª geração (ou 4,5, ou 4,5 plus, ou ainda 4,5+++, whatever) para preencher os esquadrões de imediato, com todos os avanços possíveis mas com custos de aquisição e operacionais racionais, para que venha preencher vários esquadrões de combate, formando a base da força.

    Este caça poderia ser preferêncialmente fabricado (em parte) no Brasil, para permitir sua aquisição em quantidade, modificação e adaptação a qualquer tempo e oferecer ganhos reais no handcap da nossa indústria aeronáutica.

    Ato contínuo começa a trabalhar no F-X 3 Furtivo, que pode ou não envolver os mesmos parceiros, mas que formaria a camada High do mix ‘fabiano’, em menor número, que funcionária como força dissuasória.

    Alguém dirá: ‘seria então o F-X 2 um tampax?’
    Em parte a resposta seria SIM, pois representaria uma transição entre aeronaves de 3ª geração e 5ª geração, mas há atenuantes:
    – As novas aeronaves de geração 4,5 (com ou sem adição de letras e sinais) agregam várias tecnologias usadas na geração que decola agora, como radar AESA, datalink, HMD somados a mísseis WVR de 5ª geração e algumas até capacidade supercruise.
    Nada impede que estas tomem as missões mais simples, desde que lutem dentro do conceito de Network-centric warfare.

    De mais a mais, “tirando o motorista e o cobrador, tudo na vida é passageiro”. Assim sendo, acredito que o F-X 2 é uma passagem necessária, que pode e deve ser aproveitada como uma oportunidade importante para o país.

    Entretanto tudo indica que as atuais aeronaves da FAB não aguentam nem mesmo o F-X 2, sendo necessário um F-X U de “usado”, mas também de “urgente”.

    Então que este F-X U seja limitado. No máximo 2 (duas) dúzias de caças do início da 4ª geração, mas que tenham alguma relação com a escolha da FAB para o certame principal.

    Neste contexto há várias opções, mas fica para outro texto. 🙂

    Sds,
    Ivan, do Recife.

  42. A solução nórdica.

    De vicking não tenho nada, mas esta seria a minha solução.

    A SAAB oferece um caça que atende aos requisitos do F-X2 ‘fabiano’, desenvolvido para operar desdobrado em campos de pouso pequenos ou mesmo rodovias (o que se encaixa perfeitamente na doutrina e necessidade da FAB), monomotor, com capacidade de supercruzeiro, bem como os menores custos de aquisição e operação entre os candidatos.

    Oferece ainda a oportunidade de sociedade no produto final que sairia do Gripen NG, que daria às empresas brasileiras (de capital brasileiro) conhecimento e propriedade intelectual de técnicas que não temos, como construir aeronaves supersônicas e códigos fonte de aeronaves de combate instáveis e fly-by-wire.

    Um Gripen EBr / FBr, parcialmente brasileiro, parcialmente fabricado no Brasil e totalmente montado no Brasil seria a solução ideal para mobiliar em quantidade os esquadrões da FAB, inclusive porque seria o menor investimento direto (propostas do F-X2) com maiores possibilidades de retorno.

    Mas, e o tampão ? O tal F-XU ?

    Esta seria a solução mais fácil e óbvia.

    Sendo o Gripen NG eleito para o F-X2, o candidato natural a F-XU seria o Gripen C/D, possivelmente os estocados na Suécia, pois tenho minhas dúvidas que os Thecos realmente devolvam os seus.

    Há muito em comum entre as gerações de Gripen, o que facilitaria a transição entre um e outro caça. Acredito inclusive que 2 (duas) dúzias de Gripen C/D poderiam permanecer no inventário da FAB após a entrada em serviço dos Gripen EBr /FBr, substituíndo aeronaves ainda mais antigas.

    Se a transição para os pilotos seria sem traumas, para as equipes de terra (manutenção e logística) seria simplesmente espetacular.
    Acredito inclusive que vários equipamentos de uso na base são comuns.

    Sonhando ainda mais alto, uma aproximação Brasil-Suécia, quem sabe também Embraer-Saab, poderia permitir aos 2 (dois) países buscar conjunto uma solução furtiva para o futuro não muito distante.
    Não necessariamente um projeto novo limitado aos dois, mas a participação em algum outro já em andamento ou simplesmente melhores condições em aeronaves prontas.

    Sds,
    Ivan, o gripeiro.

  43. A solução Yankee.

    O Boeing F-18 E/F Super Hornet é um caça médio pesado, que teria poucas partes fabricadas no Brasil, mas é o único caça que está efetivamente pronto com tudo que foi pedido é o qualifica com geração 4,5 ou 4,5 plus. Ou seja, radar AESA operacional e combinação de HMD com mísseis WVR de 5ª geração.

    Seu fabricante como gigante no mercado aeroespacial poderia trazer para o Brasil uma série de novos negócios, inclusive no fornecimento de peças e partes da família Super Hornet / Growler. Seria uma compensação interessante.

    Pssivelmente ficaríamos limitados a compra das 36 (trinta e seis) unidades originais, porém no futuro poderia haver Super Hornets e Hornets usados para completar nossas fileiras.

    O F-XU seria obviamente o legacy F-18 Hornet.
    Mas há um pequeno problema nesta questão:
    Os F-18 C e D estão sendo usados até o osso com o atraso do Joint Strike Fighter, sendo que a US Navy e o US Marine Corps tem retirado dos estoques e recondicionado vários F-18 A para completar os esquadrões da linha de frente.
    Hornets de outros países, como Austrália, Filândia e Suíça também serão usados até surgir uma alternativa viável de 5ª geração.
    Sobra os CF-18 do Canadá, que estocou várias unidades.
    A questão neste caso é o preço, pois sabendo da necessidade de váriso usuários, seguraram os preços altos.

    Porém, superada as dificuldades de aquisção, haveria uma grande facilidade para a transição de pilotos e equipes de terra (manutenção e logística),
    Como no caso dos Gripen, os Hornets de transição poderiam permanecer em serviço, substituíndo aeronaves mais antigas da FAB.

    Outro ponto a ressaltar é a capacidade da Boeind de entragar aeronaves mais rapidamente que qualquer outro fabricante.
    O tampão seria breve…

    Sds,
    Ivan.

  44. A solução Gaulesa

    Possivelmente o Rafale é o caça mais bonito do F-X2, mas sem dúvida é o que tem o maior custo de aquisição e operação.

    A proposta da Dassault é para um caça multirole (ou como o marketing divulga – omnirole) que fará todas as missões e ficará na linha de frente por 3 (três) ou 4 (quatro) décadas.

    Está errado nas duas propostas.
    Um caça de operação cara como Rafale, Typhoon e Tornados não podem sustentar todas as missões.
    Nas missões mais simples como apoio aéreo aproximado sustentado ao longo do conflito são caríssimos de manter e voar.
    Nas missões mais complexas são superados pelas aeronaves de 5ª geração, onde a furtividade faz a diferença.

    Dentro de uma década o topo da cadeia alimentar do combate aéreo será ocupado pelos caças stealth. Na verdade já é assim, com o F-22 Raptor, mas como este é uma exclusividade americana do norte, não podemos contar. Entretanto os programas PAK-FA, FGFA e JSF devem mudar este cenário nos próximos anos.

    Mas como seria o F-XU do Rafale?

    A expectativa seria por Mirage 2000, só não sabemos quais seriam.
    Os Mirage 2000-5 franceses ainda são necessários para a Armée de L’Air, que dispõe apenas de 37 (trinta e sete) deste modelo.
    Os Mirage 2000-9 dos Emirados é um risco sério, pois teríamos uma cadeia logísitca limitada a nós mesmos.

    Uma alternativa seria mais Mirage 2000C, porém os custos seriam altos, com a tradicional dificuldade de apoio francês para estes caças.

    Um ponto positivo é que, como a linha de montagem da Dassault está com ociosidade, seria possível acelerar a entrega de aeronaves de prateleira, como eles sempre desejaram fazer.

    Sds,
    Ivan.

  45. Uma quarta via?

    Seria abandonar o F-X2 e usar um caça tampão agora, casado com uma aeronave de 5ª geração no final desta década.

    A via americana:
    Adotar F-16 Fighter Falcon usados e reformados em um programa com a Embraer enquanto a FAB espera pelo andamento do JSF.
    A fila de espera pelo F-35A Lightning II é longa e está atrasada, mas é uma alternativa.

    A via russa:
    Adota os Flakers usados e reformados enquanto a FAB espera pelo andamento do PAK-FA, com alternativa intermediária do Su-35BM.
    O risco deste caminho é altíssimo, em face da inesperiência brasileira com aeronaves de combate russas. Não vejo a meno chance neste caminho.

    Registro apenas que não devemos jogar fora todo o trabalho do F-X2 realizado pela FAB, nem mesmo deixar passar as oportunidades.

    No meu entendimento a situação seria a seguinte:

    – Janela do F-X2 ainda está aberta, com uma necessária mudança de foco para aeronaves que mobiiem em quantidade os esquadrões;

    – Janela do F-X3 deve ser aberta em seguida, para um caça de 5ª geração que leve a FAB para a guerra furtiva;

    – Janela do F-XU deve estar atrelada a decisão do F-X2, aproveitando as sinergias entre aeronaves usadas e novas.

    – Um F-XU que torne o ‘urgente’ e ‘temporário’ em algo ‘definitivo’ matando a aquisição de aeronaves novas deve ser evitado a todo custo, sob pena de nos tornarmos o ‘Overhaulin’ aeronáutico do mundo. 🙂

    Sds,
    Ivan.

  46. Bom, quanto à um muito provável caça tampax sendo novamente adquirido, devemos lembrar que ele deve OBRIGATORIAMNTE estar em nossas mãos no máximo em dezembro de 2013, quando os 12 Mirage 2000 C/D serão desativados.

    Se a FAB for mesmo fazer o gosto do Lula e correr atrás do Rafale, a decisão mais óbvia é que pelo menos alguns dos M-2000-9 sejam adquiridos (ou alugados) o mais rápido possível. Mas ai entra uma questão crítica: quem garante que os EAU realmente irá comprar os 60 Rafales que estão negociando faz um tempão??????? Quem garante que o Le Monde num vai novamente estragar tudo pro lado do Eliseu????????? ficaremos dependentes de uma decisão por aquelas bandas do Oriente Médio……… E quem garante que os Emirados querem ( ou podem) se desfazer de pelo menos alguns dos seus M-2000-9 assim tão rápido?????????

    abraços.

  47. Muito boa a análise do Ivan.

    Uma coisa é certa: um fator que encarece a aquisição dos caças é o ToT. Só que deve-se analisar a relação custo-benefício a longo prazo. Para que pagarmos muito mais caro? Para desenvolvermos nossos próprios caças e vender depois?

    Se as empresas que possuem a tecnologia HOJE como as européias já tem dificuldade de competir com os americanos, imagine nós adquirindo tecnologia de 4,5 geração quando os americanos já estão na 5a.

    Para incorporar a tecnologia para o mercado civil? A Embraer vai bem nesse segmento ( usando peças americanas ), não acredito que haverá ganhos técnicos significativos que justifiquem o gasto adicional.

    Se a FAB tem orçamento limitado, a opção mais racional é comprar o mais barato (ou leasing). Nesse caso, pelos motivos anteriores, acredito que a melhor opção seja o F-16 (4a via do Ivan ). É a aeronave padrão da OTAN, tem reposição garantida e custos operacionais compatíveis com o Brasil.

    Se não há confiança na parte de sistemas de armas e aviônicos por parte dos EUA, procure-se fornecedores alternativos: Israel, por exemplo como já foi dito (que já fornece para o Brasil).

    A questão do REVO: se isso não for resolvido agora, a questão vai se repetir na geração seguinte, pois a USAF e OTAN adotará o F-35A e essa será a aeronave padrão.

    O mais lógico é então comprar aviões de reabastecimento compatíveis, (ou modificar os existentes) tendo em vista o montante de toda a operação, além do fato de poder ser utilizado na geração seguinte, ou seja, haverá amortização do investimento.

    Se não for assim, ficaria então a opção do F-35C ou aeronave de outra origem, e a mesma ladainha de custos operacionais (e manutenção)? Será que vale a pena mesmo entrar nessa de desenvolver uma de 5a, pelo famoso motivo ESCALA?

    Se o Brasil tem restrição aos EUA, há de se pensar: hipoteticamente havendo conflito, não haveria só embargo de armas, haveria tb embargo de microchips, farmaceuticos, componentes aeronáuticos civis, etc,etc, etc.

    Onde fica o planejamento a longo prazo? Parece que se vive em cima do muro.

    Saudações

  48. Caro Ivan, bela análise.

    E digo mais, bela análise 🙂

    Como descrito, temos várias alternativas, mas o mais importante mesmo é que alguma seja tomada. O que não dá é ficar olhando para cima aguardando alguma solução.

    E mais, amarrar tudo em único pacote, de forma a garantir o futuro imediato (Tampax ou FX-2), e o futuro (5ª geração).

    []’s

  49. hahahahahaha Essa foi muito boa Corsario137!!!

    Amigos, podem me explicar o que é REVO? Desculpem pela pergunta simples, mas eu realmente não sei.

  50. porcaria de smart…

    REVO = Reabastecimento Em Voo, e aí meu amigo, se divide em dois, sendo por sonda(quando o caça contata o funil) ou por receptáculo(aquela lança que os KC´s dos EUA e da OTAN possuem).

  51. Acho que um caca usado somente faria sentido caso a escolha fosse o Gripen NG e houver necessidade de um “tampao” operacional; seria na verdade dois contratos assinados simultaneamente, o leasing dos C/Ds e os NGs.

    Gripen NG que, diga-se de passagem, tem uma excelente carta na manga com o acordo na Suica. Eles precisam definar que algo possa ser produzido no Brasil p/ os Suicos tb e colocar a proposta na mesa p/ bater o martelo: melhor impossivel.

    O F-18s tb seriam uma excelente escolha.

    Mas vamos contextualizar: quando o FX foi postergado com tampao o Brasil vivia com pires na mao; nossas reservas eram de menos de 30 bilhoes de dolares (liquidamente negativas), o Brasil ainda tinha o “cheque especial” do FMI. Mas hoje somos credores liquidos, detemos umas das maiores reservas mundiais e a maior parte dela recebendo juros que, na media, devem ser de menos de 1%.

    Ou seja: situacoes ABSOLUTAMENTE (nao gosto de usar maiusculas, mas…) distintas.

    Seria de uma burrice nao fechar o FX-2 hoje que me parece ir alem das limitacoes dos atuais governantes (embora nada se duvide…)

    Quanto a plano B: ora, a FAB nao seria composta de militares se nao tivesse plano B. Por falar nisso, a Hungria estah em negociacoes p/ renovar o contrato dos 14 Gripens ( http://www.politics.hu/20111230/hungary-begins-renegotiating-gripen-contract-with-sweden/)

    O valor do leasing, de acordo com a materia, teria sido de aproximadmente 1.09 bilhoes de euros (1.4 de dolares): isto equivale a cerca de 10 milhoes por ano pelo contrato do leasing por jet. Um valor que a FAB poderia suportar do proprio orcamento se nao tiver que trabalhar com usados tipo mirage dos EAU.

    []s!
    P.S.: Muito boa a descricao do Ivan.

  52. Que vergonha que dá ser brasileiro nessas horas!
    Não sermos capazes de decidir sobre a compra de um caça! Vários países ao redor do globo decidindo e nós ficamos olhando o tempo passar………até quando esse governo petista de mer#@ vai enrolar a FAB com essa novela do FX?
    Pra roubar, não falta vontade aos petistas, mas pra comprar logo o caça? ahhh….aí são outros 500!!!
    Deve ter alguma coisa escondida a mil chaves que leva esse governo a não tomar logo essa decisão, porque técnicamente falando, está tudo certo e decidido: a FAB já escolheu o que quer (Gripen NG), temos dinheiro pra pagar (é só parar de roubar tanto que dá pra pagar esses aviões)…..
    Ahhh, tem pressão dos americanos? Então bate logo o martelo e vamos de Super Hornet, assim podemos fazer uma venda casada: Nós vamos de SH e eles de Super Tucano!
    Ahhh, tem pressão dos franceses porque se não formos de Rafale eles podem complicar a transferência de tecnologia do Submarino Nuclear? Então vamos logo de Rafale.
    O que não dá é pra ficar nesse chove não molha……..o tempo está passando e vamos ficar a ver navios (ou aviões). E pior, aviões argentinos, porque los hermanos querem comprar F-18 Hornet.
    É brincadeira.
    Como disse de Gaule: “O Brasil não é um país sério”. Ele tinha razão!

  53. Não é mais o caso de se discutir tampão, mas sim o próximo caça da FAB que será sim nossa linha de frente, e terá que vir pela própria FAB, dentro dos custos (de aquisição e operação) dentro de seu orçamento!
    Sinceramente, esqueçam F-X2:
    Ele foi morto no dia que a França enfiou uma faca nas costas do Mollusco no caso do Irã!!!
    Todo mundo sabe que F-X2 não passou de jogada de marketing eleitoreira e pra justificar a compra do mais caro – ele foi todo armado pro Rafale ganhar!!! Mas ninguém do GF esperava:
    1) A “traição” da França no caso do Irã!
    2) Que as outras duas fizessem ofertas tão boas “por meros 36 caças” e a imensa pressão política que isso acabou gerando (até por parte dos já eliminados)
    Então a dona “síndica” ficou com uma batata quente nas mãos – sem coragem de fazer o que ela queria mesmo: que é cancelar tudo de uma vez e não comprar nada… ela quer ver militar pelas costas!!!

    Essa história de Crise é uma PALHAÇADA SIM !!! Todo o mundo tá em crise, mas ainda assim estão atualizando suas defesas… isso é desculpa barata pra simples falta de interesse político… a FAB que comece a se virar sozinha e esqueça de uma vez esse negócio de F-X2, ou espera sentada pra não cansar:
    O F-X1 foi cancelado pelo Mollusco para “acabar com a fome”
    O F-X2 foi morto pela Dona Peruca “pela luta para acabar com a miséria”

    No final das contas, acho que ela vai no máximo comprar uns 12 M-2000-9 só pro GDA mesmo pra calar a boca dos militares e depois a Força vai “mendigar” Gripens A/B junto a Suécia pra substituir os F-5M lá adiante… e assim ficará a FAB pros próximos 100 anos… até pq até alguns aqui compartilham da idéia dos nossos estúpidos (pra não dizer outra coisa..) políticos que nos governam de que não precisamos de FA´s, mas apenas Guardas Nacionais (nosso “gigantismo” nos salva, etc.), ou que só podemos pensar em FA’s qnd tivermos o IDH da Suécia e o PIB da China – como se Índia, China e até mesmo Russia e EUA não tivessem problemas sociais tbm, e nem por isso descuidam de algo essencial para uma Potência de verdade: sua Soberania!!! E Soberania de verdade só tem, quem tem força político-militar de verdade, ou então se tem soberania de mentirinha, pois não manda nem em si próprio e tem que ceder a tudo que é pressão, interna e externa: FATO!!!

    Brasil, o Gigante com pés de barro!!!

    Sds.

  54. E pensar que falei “chutando” aqui no começo do ano que achava que o FX2 estava morto e enterrado, só faltava oficializar.

    O TAMPAX vai ser o atestado de óbito dele.

    Mas fiquem tranquilos.

    A “companheira” disse que é a favor do reaparelhamento das Forças Armadas.

    Pensando…

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