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Índia quer mais seis C130J

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A DSCA, agência norte-americana para cooperação em defesa e segurança, notificou o Congresso dos EUA sobre uma possível venda de mais seis aviões de transporte tático Lockheed Martin C-130J para a Índia, a um custo de US $ 1,2 bilhões.

O negócio será realizado no âmbito das vendas militares ao estrangeiro (Foreign Sales Militar – FMS), segundo a DSCA.

A venda incluiria seis motores de reposição Rolls-Royce AE2100-D3, oito sistemas de alerta de mísseis BAE Systems AAR-47, oito receptores de alerta radar BAE ALR-56M, oito sistemas de contramedidas BAE ALE-47, oito sensores eletro-ópticos e de imageamento térmico FLIR Systems AAQ-22 Star Safire III, oito rádios Rockwell Collins ARC-210 e 3.200 cartuchos de flare.

Também estão inclusos equipamentos de apoio, treinamento, as modernização, equipamentos auxiliares e serviços.

Se o negócio for concretizado, representará o segundo lote de seis C-130Js encomendados pela Índia. Em setembro último, a Força Aérea Indiana (IAF) recebeu o seu quinto exemplar do contrato inicial. A Índia também fez uma encomenda de 10 aeronaves de transporte estratégico Boeing C-17 Globemaster III no início deste ano.

FONTE/FOTO: FlightGlobal/Lockheed Martin

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO:  Poder Aéreo

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Clésio Luiz
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Clésio Luiz

200 milhões por cada avião? Eu sei que esse não deve ser o valor unitário, pois sempre tem equipamentos adicionais envolvidos na compra, mas mesmo contando o que foi listado acima, o custo ainda é muito maior que 100 milhões por unidade.

Juntando com aquela modernização dos Mirage 2000, pode-se pensar que, ou os indianos andam comprando muito mais do que é divulgado, ou tem muito superfaturamento nessas compras.

Marcelo
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Marcelo

fico com a 2a opção. KC-390 será melhor e mais barato.

Mauricio R.
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Mauricio R.

O custo desta encomenda é mais ou menos assim:

1/2 são o custo da aeronave, as turbinas sobressalentes e seu suporte logístico.

1/2 são tdos aqueles aviônicos listados lá em cima, sua integração á aeronave e seu suporte logístico.

O KC-390 não fugirá a essa lógica, pior ainda, sem escala custará bem mais caro.
E o ineditismo na aplicação da turbina IAE, não sairá de graça.

O restante é press release travestido em “literatura técnica”.