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Mais 11 E-Jets para a Azul

A Embraer e a Azul Linhas Aéreas Brasileiras assinaram hoje um contrato para a venda de 11 jatos EMBRAER 195. O negócio aumenta o total de pedidos da companhia aérea para 52 E-Jets da Embraer. O valor total desta última aquisição, a preço de lista, é de USD 497,2 milhões. As entregas estão previstas para começarem em 2013.

Adicionalmente aos 23 aviões E195 que já estão em operação, com configuração de 118 assentos, a Azul também opera dez E190 com 106 assentos. Ambos os modelos são a base da frota da Azul, que iniciou operações em 2008 e em poucos anos alcançou a respeitável marca de 12 milhões de passageiros transportados. Com este novo pedido, a Azul se tornará o operador com a maior frota de E-Jets na América do Sul. Todos os aviões são equipados com sistema de entretenimento a bordo individual.

“Este novo pedido da Azul é mais um exemplo do sucesso do E195 no modelo de negócios de empresas de baixo custo”, disse Paulo César de Souza e Silva, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Estou particularmente satisfeito por ter um cliente brasileiro demonstrando a versatilidade do E195 aqui em nosso país.”

David Neeleman, Presidente do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, explicou a necessidade de aumentar o tamanho da frota da companhia: “Este pedido enfatiza nossa crença de que o E190 e o E195 são os aviões certos para a crescente frota da Azul no Brasil. Esta capacidade adicional suportará o crescimento lucrativo, bem como a nossa missão principal de oferecer transporte aéreo seguro, confortável e acessível à crescente malha aérea da empresa no país.”

O sucesso comprovado do E195 com empresas de baixo custo é atribuído a sua excepcional confiabilidade operacional e a alta utilização. Atualmente, cada E190 e E195 da frota da Azul voa uma média de 13 horas por dia, a mais alta entre os operadores de E-Jets. O E195 e o E190 também estão em serviço com outras empresas aéreas de baixo custo, incluindo a Flybe, do Reino Unido, a JetBlue, dos Estados Unidos, a nasair, da Arábia Saudita e a Virgin Australia.

Sobre a Azul Linhas Aéreas Brasileiras

Com quase três anos de operações, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras conecta 40 destinos – 39 cidades, com 300 vôos diários. Somando-se às oito linhas de ônibus, são 45 cidades brasileiras conectadas pela companhia. A Azul já ultrapassou a marca de mais 12 milhões de clientes transportados desde sua fundação.

Atualmente opera uma frota de 33 jatos EMBRAER 190 e EMBRAER 195. O papel da empresa é estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços baixos com alta qualidade de serviços.

O sucesso da companhia é atestado por diversos prêmios conquistados: “Melhor Empresa Aérea do Brasil”, pelas revistas Viagem e Turismo e Avião Revue; “Destaque do Ano de 2009”, do XII Prêmio Aero Magazine de Aviação; “One of the 30 World’s Hottest Brands”, pela Advertising Age de Nova York; e melhor companhia aérea de baixo custo da América Latina pela Skytrax World Airline Awards, premiação reconhecida como referencial de excelência no setor aéreo.

FONTE: Embraer

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Aviadores do Poder Aéreo em voo (just kidding)

Clique na imagem para ler a legenda e os nomes dos pilotos no avião.

Game: Il2 4.101
Plane:SAS
AircraftSkin: _Harpia_Mafra55_

 

Representantes de uma das maiores fabricantes de aviões do mundo prometem investir no Brasil e realizar parcerias para transferência de tecnologia ao País. Prestes a instalar um escritório em São Paulo e sondando a possibilidade de abrir uma fábrica, a Boeing projeta investimento em biotecnologia e colaboração com a colega brasileira Embraer, que desde 2005 produz um modelo movido a combustível verde, o Ipanema.

Mas não estima o quanto está disposta a gastar. “Queremos nos valer da experiência brasileira para fazer uma aviação mais sustentável. Estamos na fase de investigar” declarou a presidente da Boeing do Brasil, Donna Hrinack. Ela e o presidente internacional da empresa, Sheppard Hill, estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) no Palácio dos Bandeirantes para tratar da vinda da fabricante. A empresa deve instalar um escritório no País em 2012, de acordo com previsão de Donna.

Hill destacou a habilidade brasileira para superar a crise internacional. “O Brasil demonstrou possibilidade para enfrentar a desaceleração que a economia do mundo enfrenta. Eu acredito que a posição do Brasil e seu potencial de exportação e produção provam que ele pode superar o momento”, disse o executivo. Ele defendeu ainda um maior investimento em educação para que o País possa se aproveitar quando houver a retomada do crescimento no ambiente internacional.

Caças

O presidente da agência de fomento ao investimento paulista, a Investe São Paulo, Luciano Almeida, declarou que a Boeing acredita que o Brasil deve ser seu quarto maior mercado no mundo. Ele declarou ter questionado na reunião sobre como estava o processo de concorrência para a venda de caças ao País e disse ter recebido uma resposta evasiva. “Eles disseram que estão agora na mesma condição que os demais”, disse Almeida.

Além da Boeing, disputam o fornecimento de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) a francesa Dassault e a sueca Saab. O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou que a finalização do processo dependerá dos desdobramentos da atual crise na economia internacional.

FONTE: Invertia, via portal Terra

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Ministério da Defesa japonês lança esfera voadora

A ‘bola’ é capaz de voar na vertical ou na horizontal e atinge uma velocidade máxima de 60 km/h. Tem autonomia para se manter no ar durante oito minutos seguidos e promete combater o crime.

É mais uma invenção japonesa que fascina. Uma esfera voadora, que levanta voo de qualquer sitio, de qualquer superfície. Caso se despenhe, a sua forma faz com que nenhuma parte sofra grandes danos.

A máquina tem também uma forte componente eletrónica controlada a partir de um computador que lhe permite, por exemplo, manter-se em determinada localização de forma automática. Outra característica surpreendente é o seu peso, apenas 350 gramas.

Para a construção do projeto, o governo da defesa japonês gastou qualquer coisa como 1400 dólares americanos, aproximadamente mil euros, e utilizou apenas peças que estão à venda em espaços comerciais. À partida, nada de complicado portanto.

No seu interior, a esfera pode ter instalada por exemplo uma câmara de vídeo, permitindo assim ao governo japonês ter olhos em locais onde o homem não chega.

FONTE: Rola na Net / ptjornal.com

 

A Rússia perdeu a concorrência da Força Aérea Indiana (IAF) para a aquisição de um novo helicóptero de combate. A Índia preferiu o modelo AH-64D ‘Apache’ da Boeing ao invés do Mil Mi-28N ‘Night Hunter’, informaram fontes indianas à agência russa Itar-Tass na terça-feira.

Os planos da Índia incluem a compra de 22 helicópteros por US $600 milhões.

A imprensa indiana informou que após os testes conduzidos no final de 2010, incluindo o emprego de armamento, a IAF deu preferência ao Boeing AH-64D ‘Apache’. O testes ocorreram tanto na Índia como nos locais de origem dos fabricantes. Ambos os helicópteros passaram no testes com méritos, mas o produto norte-americano mostrou-se superior em vários parâmetros, informou uma fonte indiana.

A Índia deu início à busca por um substituto dos seus desfasados Mil Mi-35 em 2008. Parecia que as empresas Bell e Boeing não conseguiriam atingir os prazos apertados. Eles necessitavam de mais tempo para ganhar aprovação da administração norte-americana, responsável pelo controle de exportação de armamento. A concorrência foi suspensa na época e retomada no início de 2009.

FONTE: Itar-Tass

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Estamos chegando às últimas matérias desta série que mostra o trabalho do Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) que, no “Domingo Aéreo 2011″ realizado em 16 de outubro, permitiu que o público conhecesse muito mais as suas instalações do que em anos anteriores.

Na foto logo abaixo, pode-se ver a parte ventral da fuselagem de um dos caças F-5 adquiridos usados na Jordânia, tendo ao fundo uma  parte da oficina do “Hangar Major Santos” (Hangar 3) onde os F-5 da FAB são desmontados, revisados e remontados.

A imagem simboliza o fato de que o PAMA-SP ainda terá muito trabalho pela frente para colocar os oito monopostos (F-5E) na mesma situação dos três bipostos (F-5F) que já mostramos deste lote de onze caças “ex-jordanianos”. Mas também simboliza que, ao mesmo tempo, a organização dispõe das máquinas novas e antigas que realizam esse trabalho, além de pessoal (também incluindo recém-chegados e veteranos) capacitado para operá-las.

 

As fotos logo acima (e também a imagem que abre a matéria) mostram sete desses caças, que já têm parte da numeração de suas matrículas na FAB pintadas nos estabilizadores verticais (de 79 a 85). Vários componentes já foram retirados dessas aeronaves, muitos deles colocados em caixotes próximos às células. Mas um dos “ex-jordanianos”,especialmente, mostra que está num estágio mais avançado do processo de revisão. Trazendo sua provável futura matrícula na FAB escrita na área da cabine (4878) , esse F-5E está do outro lado do hangar e já aparece com sua pintura debastada e praticamente todos os componentes retirados da célula, como se pode ver nas imagens abaixo.

 

 

Clicando nas fotos acima para ampliar, pode-se ver as marcações de locais que deverão receber tratamento ou substituição de partes no 4878. As células de F-5F que já mostramos nesta série de matérias, e que foram priorizadas para a revisão devido à maior necessidade de caças bipostos, não estavam muito diferentes quanto ao estado de conservação que os F-5E que são mostrados nessas fotos. Percebe-se então a dimensão do trabalho que o PAMA-SP tem pela frente com os caças comprados da Jordânia, trabalho que se soma às grandes inspeções dos atuais F-5 da FAB, o que inclui não só revisar componentes, mas também produzir peças novas e recuperar antigas para a instalação nos caças. Parte dessa atividade é o que estamos mostrando nesta matéria, complementando o que já vimos nas anteriores.

No conjunto de seis fotos abaixo, pode-se ver algumas das máquinas empregadas na produção de novas peças de reposição para os caças. É bom lembrar que o tipo de revisão realizada é nível parque, ou industrial. Logo, é de se esperar encontrar maquinário industrial no PAMA-SP. A primeira imagem (superior esquerda) mostra uma máquina fresadora, que faz a usinagem automática em um bloco de metal, conforme o desenho programado em seu sistema digital. Na imagem seguinte, à direita, vê-se uma peça sendo usinada em outra máquina semelhante, com o emprego de líquido para a refrigeração do corte no metal. Mais abaixo, na foto central esquerda, são vistas várias peças fabricadas ou recuperadas, sendo que, mais à direita da imagem, pode-se ver exatamente a peça que estava sendo usinada pela máquina. Ainda nessa foto, de cima para baixo, vê-se um exemplo de bloco de metal cortado, a peça quase pronta e, por fim, a peça acabada, com todas as furações e a pintura “primer” (esverdeada) já aplicada. As demais fotos mostram outras peças que são recuperadas ou fabricadas no PAMA-SP (e não só para o F-5).

 

As duas últimas imagens desta matéria mostram algumas máquinas mais antigas (como tornos, por exemplo) que continuam sendo de grande valia para esse trabalho de fabricação e recuperação de peças aeronáuticas, que após aprovadas seguem para a linha de remontagem dos caças. A última foto, da direita, mostra alguns componentes brilhando como novos, prontos para instalação nas células revisadas de F-5. Você conseguiria identificar essas partes? (se precisar de ajuda, basta acessar os links a seguir para ver muitos detalhes dos F-5 da FAB).

Amanhã, publicaremos mais uma das matérias finais desta série “PAMA-SP 2011″. Aguarde!

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Modelo B53 é centenas de vezes mais potente que explosivo atirado contra Hiroshima

AMARILLO – A última das superbombas nucleares dos Estados Unidos – uma arma centenas de vezes mais forte que a bomba jogada em Hiroshima em 1945 – tem sua desmontagem final em conclusão nesta terça-feira, 25, quase meio século após começar a ser produzida no auge da Guerra Fria.

Os componentes finais da bomba termonuclear B53 foram desativados na fábrica Pantex perto de Amarillo, no Estado do Texas, a única fábrica de montagem e desmontagem de bombas atômicas dos EUA.

Segundo a Administração de Segurança Nuclear (NNSA, na sigla em inglês), do Departamento de Energia do governo americano, o programa de desmontagem está um ano adiantado e alinhado ao objetivo do presidente dos EUA, Barack Obama, de reduzir o arsenal nuclear americano.

Thomas D’Agostino, chefe da administração nuclear, disse que a eliminação da B53 é um “marco significativo”.

Colocada em serviço em 1962, quando as tensões na Guerra Fria chegaram ao auge com a crise dos mísseis soviéticos em Cuba, a B53 tinha o tamanho de uma mini van. De acordo com a Federação Americana dos Cientistas, a B53 é 600 vezes mais potente que a bomba atômica lançada em 1945 em Hiroshima, no Japão, no final da Segunda Guerra Mundial.

A B53 era capaz de produzir uma explosão de 9 megatons e incinerar tudo em um raio de 4 a 5 quilômetros, e o calor da sua radiação seria capaz de matar rapidamente qualquer pessoa desprotegida em um raio de 28,7 quilômetros.

Segurança

A B53 foi desenhada para aniquilar instalações subterrâneas e era transportada por bombardeiros B-52. Como foi desenhada por engenheiros que já morreram ou se aposentaram faz tempo, a desmontagem das bombas restantes levou alguns anos. Engenheiros tiveram que desenvolver ferramentas complexas e novos procedimentos para garantir a segurança.

“Sabíamos que esse projeto de desmontagem seria um desafio e montamos uma equipe de primeira para executar tudo com eficiência e segurança”, disse John Woolery, diretor geral da fábrica Pantex.

Muitas das bombas B53 foram desmontadas na década de 1980, mas um número significativo permaneceu nos arsenais dos EUA até 1997, quando foram retiradas do estoque. O porta-voz da Pantex, Greg Cunningham, disse que não comentaria quantas foram desmontadas na fábrica texana. Especula-se que foram algumas dezenas. Cunningham disse que o urânio retirado das bombas desmanteladas será armazenado temporariamente dentro da planta.

A arma é considerada desmantelada quando os explosivos são separados do material especial termonuclear, apelidado de “caroço”. As informações são da Associated Press.

FONTE: Agência Estado

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AEL fornecerá HUD, SPS e CM para o KC-390

A Embraer Defesa e Segurança anunciou hoje a seleção da empresa brasileira AEL Sistemas, de Porto Alegre, para fornecer mais três sistemas do jato de transporte militar e de reabastecimento KC-390: de autoproteção (SPS); de contramedidas direcionais infravermelho (DIRCM); e de orientação do piloto (HUD).

A Embraer está desenvolvendo o KC-390 sob contrato com a Força Aérea Brasileira (FAB), que tem aprovação final sobre a seleção dos sistemas da aeronave considerados de interesse estratégico, como propulsão, aviônica, missão, autoproteção, manuseio e lançamento de cargas, entre outros. Em setembro passado, a Embraer já havia anunciado a seleção da AEL para o fornecimento dos computadores de missão do novo jato. Com início dos ensaios em vôo em 2014, a primeira entrega do KC-390 está prevista para 2016.

“O KC-390 está sendo projetado para operar em todo o mundo, sob diversas condições, com o mesmo desempenho destacado”, disse Eduardo Bonini Santos Pinto, Vice-Presidente de Operações & COO, Embraer Defesa e Segurança. “A escolha dos principais fornecedores é um processo extremamente relevante para atingirmos nosso compromisso com a Força Aérea Brasileira de fazer do KC-390 uma aeronave do mais elevado padrão tecnológico, sem similares no mercado, e um produto que agregará muito valor para o Brasil.”

Shlomo Erez, Presidente da AEL, comentou: “Estamos muito orgulhosos por termos sido escolhidos para o fornecimento de nossos sistemas no estado da arte – SPS, DIRCM e HUD – para o KC-390 da Embraer, somando-se ao computador de missão que já havia sido selecionado. Essa escolha comprova a importância da AEL para as mais avançadas indústrias aeronáuticas e temos grande satisfação em compartilhar nosso conhecimento e experiência comprovada com nossos parceiros Embraer e Força Aérea Brasileira.”

Sobre os sistemas selecionados

O SPS garante a capacidade de consciência situacional e sobrevivência em ambientes hostis, permitindo à aeronave detectar e reagir a diversas ameaças. O KC-390 possui requisitos únicos de sobrevivência contra ameaças provenientes do solo, em função das missões de lançamento rasante de carga, assalto aeroterrestre e infiltração e exfiltração aérea.

O DIRCM é o mais moderno sistema em contramedidas para mísseis infravermelhos, sendo a principal e mais eficiente arma contra esta ameaça. A solução oferecida pela AEL utiliza um laser de última geração, baseado em fibra ótica, capaz de gerar um feixe de energia para inibir mísseis infravermelhos quilômetros antes de eles ameaçarem o KC-390. O alto nível de integração do DIRCM com o SPS proporciona uma solução otimizada em termos de desempenho, instalação e peso.

O HUD fornece informações no campo de visão dos pilotos durante todas as fases de vôo. A funcionalidade de decolagem sob baixa visibilidade (LVTO) permitirá ao KC-390 operar seguramente sob condições severas e adversas. Além disso, uma câmera colorida instalada na cabine de pilotagem gravará a visão do piloto sobreposta com as informações geradas pelo HUD, para fins de análise das missões.

FONTE: Embraer

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Uma possível solução para os problemas de comunicação do F-35 na região do Ártico encontra-se perdida nos meandros da burocracia canadense nos últimos três anos e ainda não recebeu luz verde, The Canadian Press informou.

A Agência Espacial Canadense vem estudando comunicações na região polar e em setembro de 2008 concluiu que um par de satélites sobre o Ártico poderia melhorar muito não só a comunicação de aeronaves, mas o acesso de banda larga e a previsão meteorológica naquela região.

A decisão de construir os satélites como parte do projeto de Comunicações e de Meteorologia Polar não está clara, porque a agência, em parceria com a ‘National Defence and Environment Canada’, ainda está estudando o impacto sócio-econômico de tal empreitada.

Não houve compromisso de longo prazo para o projeto, informaram fontes dentro e fora do governo nesta segunda-feira. Colocar um par de satélites sobre o Pólo Norte até 2017 custaria cerca de US $ 600 milhões.

Uma das incógnitas mais importantes para os desenvolvedores de software da Lockheed Martin, fabricante do F-35, é saber quais os satélites que estarão disponíveis nos próximos anos para permitir a comunicação dos caças.

A incerteza sobre as comunicações do futuro caça foi o argumento utilizado pelos Novos Democratas e Liberais para afirmar que o jato ainda possui um longo caminho a percorrer antes de entrar em atividade.

“Não há nenhuma explicação lógica ou razoável para a inflexibilidade do governo sobre o F-35″, disse NDP MP Kellway Mateus, membro da comissão de defesa do Parlamento canadense.

“Agora nós descobrimos que estes caças nem sequer podem operar na região Norte. Será que os conservadores vão admitir que gastar 150 milhões dólares por célula é um pouco caro para um avião que nem sequer funciona?”

O preço de compra do jato furtivo foi o tema de debate durante a eleição federal na última primavera e o governo conservador continua insistindo que o custo por aeronave gira em torno de US $ 75 milhões.

Tanto o Ministro da Defesa, Peter MacKay, como o líder do governo lo Parlamento, Peter Van Loan, disseram que as acusações da oposição eram “totalmente falsas” e que o Departamento de Defesa estava trabalhando em soluções.

“Esta aeronave terá sistemas de comunicação no estado da arte”, disse MacKay. O líder interiono do Partido Liberal, Bob Rae, usou a polêmica para exigir novamente que o governo Harper reveja o contrato dos F-35.

Nem a empresa nem a agência espacial estavam disponíveis para responder às perguntas nesta segunda-feira.

FONTE: MedicineHatNews.com

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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Dois satélites de navegação ‘Galileo’ foram colocados em órbita esta semana por um foguete russo Soyuz lançado da base francesa de Kourou, no Guiana Francesa, no último dia 21 de outubro. Estes dois satélites, de um total de 30 planejados, permitirão que a Europa seja menos dependente do sistema norte-americano GPS.

O lançamento do dia 21 marcou também o primeiro evento com este tipo de foguete a partir da base de Kourou, que geralmente opera com foguetes Ariane V mais pesados. O lançameno do Soyuz a partir de Kourou possibilita o lançamento de cargas mais sensíveis das agências europeias sem a necessidade de usar a base no Kazaquistão. Por outro lado também são cargas muito leves que, em outro caso, significaria a subutilização do Ariane V. O local de lançamento está muito mais próximo da linha do Equador do que Baikonur no Kazaquistão, permitindo que a Soyuz transporte cargas mais pesadas em função da rotação da Terra.

Estão programados 14 lançamentos de foguetes Soyuz a partir da base de Kourou, de acordo com a Arianespace que comercializa o Soyuz na Europa, incluindo cargas militares.

O Soyuz já realizou mais de 1.700 lançamentos nos sites de Baikonur e de Plesetsk na Rússia. O próximo lançamento do Soyuz a partir de Kourou está marcado para dezembro deste ano.

O Ariane V e o Soyuz em breve terão a companhia do foguete Vega, um novo projeto europeu feito para transportar cargas leves. O primeiro lançamento do Vega deve ocorrer no início de 2012.

FONTE: Flight Global

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

Enquanto isso, no Brasil …

Centro de Barreira do Inferno lança foguete de treinamento

O Foguete de Treinamento Básico (FTB) da Operação Barreira V foi lançado com sucesso no  Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), no Rio Grande do Norte.

“O foguete atingiu uma altura máxima de cercaa de 32 km e caiu a  cerca de 15 km da linha do litoral, que era a área esperada de dispersão da queda do foguete. O objetivo desta operação é deixar os servidores do centro capacitados para as operações de lançamento e rastreio para a próxima operação, em que serão comemorados os 40 anos de cooperação tecnológica entre a Alemanha e o Brasil”, explicou o diretor do CLBI, Coronel Luis Guilherme Silveira de Medeiros. Ouça a entrevista

Além do lançamento, houve o rastreamento do foguete, com carga útil tecnológica, mas sem carga útil científica.

A Operação Barreira V envolve direta ou indiretamente 200 servidores entre civis e militares do CLBI. Participam da Operação a Agência Espacial Brasileira (AEB), Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), Instituto de Fomento Industrial (IFI), 3º Distrito Naval, Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e AVIBRAS.

FONTE: CLBI

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Os futuros cacas do Canadá deverão entrar em atividade sem capacidade de comunicação a partir das regiões mais ao norte do país – uma lacuna que a Força Aérea canadense busca uma saída.

Uma série de briefings realizados no ano passado, direcionados ao comandante da Força Aérea daquele país da América do Norte, demonstraram preocupação de que o sistema de comunicações por satélite do F-35 pode não ser tão capaz quanto o do atual CF-18, que recentemente passaram por uma extensiva modernização.

A operação de aeronaves militares em altas latitudes como é o caso do Pólo Norte depende quase que exclusivamente de comunicações por satélite, onde o sinal de uma aeronave é irradiado para o espaço e retornando depois para uma estação terrestre.

O F-35 Lightning II acabará por ter a capacidade de se comunicar com satélites, mas o software não estará disponível na fase de produção inicial, informou um alto oficial da Lockheed Martin.

Espera-se que o mesmo seja adicionado à aeronave quando a produção chegar a sua quarta fase em 2019, mas isso não é garantido porque a investigação ainda está em andamento.

“Isso ainda não está garantido”, informou a fonte. “Como você pode imaginar, há uma série de projetos científicos em andamento, explorando o que será o melhor. . . capacidade, os satélites que estarão disponíveis. ”

Além disso, a solicitação do Canadá para que a atualização seja feita na quarta fase competirá com as mudanças de softwares de outros países. A Noruega, por exemplo, quer usar seus próprios mísseis nos F-35 ao invés dos mísseis de origem norte-americana.

Defender o Ártico é uma das principais justificativas do governo [do Primeiro-Ministro] Harper para a compra da aeronave, que se estima um custo entreUS $ 16 e US $ 30 bilhões, incluindo manutenção a longo prazo.

Um porta-voz do Departamento de Defesa negou que a suíte de comunicação do F-35 seja menos eficaz do que a do CF-18, mas reconheceu que a comunicação além do alcance visual é uma preocupação.

“Comunicações no Ártico representam um desafio específico a todas as aeronaves devido à falta de cobertura de satélite no norte”, disse Evan Koronewski em uma resposta de e-mail. “O Canadá está trabalhando estreitamente com as nações parceiras para garantir que os requisitos operacionais para as comunicações no Ártico sejam cumpridos.”

Planejadores da Força Aérea reconheceram o problema no ano passado e estão “considerando uma alternativa”, segundo um briefing de abril de 2010.

Há um estudo sobre a implantação de um pod de comunicação externo ser instalado no F-35.

Koronewski disse que é uma das “muitas opções” a ser investigada, mas ele não foi capaz de discutir outras soluções possíveis.

Os sofisticados pods, que são transportados pelos CF-18, foram adquiridos como parte da atualização da frota que começou em 2000.

O briefing para o comandante da Força Aérea informa que a instalação de pods poderia ser mais acessível, se outros países participassem.

O problema de comunicação é apenas uma das várias questões técnicas que a força aérea está trabalhando.

O ‘National Defense’ solicitou ao fabricante nos EUA a possibilidade de instalar um sistema de reabastecimento em voo (REVO) diferente nos F-35 canadenses. A maioria das outras forças aéreas no mundo deixou de usar o que é conhecido como “sonda e cesta”, optando pelo sistema de ‘boom’.

O pedido foi feito porque não se sabe quando o Canadá será capaz de atualizar sua frota de aeronaves de reabastecimento com ‘booms’. A Lockheed Martin disse que pode equipar os F-35 para usar ambos os sistemas, mas uma decisão sobre onde investir o dinheiro na modificação ainda deve ser feita.

FONTE: The Global and Mail

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A concorrência da Força Aérea Indiana (IAF) Medium Combat Aircraft Multirole (MMRCA) entrou em sua última etapa, com o Ministério da Defesa indiano alertando os dois concorrentes de que as propostas comerciais serão abertas dia 4 de novembro.

Cartas foram enviadas hoje, dia 24 de outubro, para a Dassault Aviation da França e para a sociedade europeia EADS, informou uma fonte do ministério. Após a abertura dos lances comerciais, o menor preço será decidido e negociações de preços com o vencedor começarão.

O programa MMRCA pegou impulso no Ministério da Defesa, e o contrato pode ser selado até março de 2012.

Com base em ensaios de vôo de todos os concorrentes MMRCA, as aeronaves propostas por empresas dos EUA, Lockheed Martin e Boeing, Saab da Suécia e RAC MiG da Rússia, foram rejeitadas da disputa, deixando o Rafale Dassault e o Eurofighter Typhoon na briga.

O Ministério da Defesa indiano definiu o valor de US$ 10 bilhões em agosto de 2007 para a aquisição de 126 caças.

A IAF pretende substituir os seus caças MiG-21 de origem soviética pelo caça a ser escolhido no MMRCA porque o projeto LCA local está atrasado em mais de uma década.

Segundo a proposta MMRCA, a Índia compraria 18 caças de “prateleira” e os restantes seriam construídos na Índia, sob a transferência de tecnologia do vencedor do contrato.

FONTE: Defense News

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Um ‘Gordo’ entrando em mais uma gelada

O que mais impressiona à primeira vista é a pista e o mar totalmente brancos. Tudo assume uma só cor, e praticamente não há vida na superfície da Antártica. A partir da visão do continente de gelo, os pilotos do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT), o Esquadrão Gordo, podem sentir o quanto as viagens do C-130 Hércules são importantes para os pesquisadores da Estação Antártica Comandante Ferraz. Sem este auxílio, torna-se difícil viver em um local isolado, em que as temperaturas podem chegar a – 65 oC.

Há 28 anos, os Hércules do Esquadrão Gordo transportam cargas, víveres, equipamentos, roupas e cartas para a estação, em até dez viagens por ano, que duram aproximadamente cinco dias a partir de Punta Arenas, no Chile. Os alimentos perecíveis são comprados também no Chile, e, de lá, partem com a aeronave para o continente gelado. A próxima viagem está marcada para o dia 6 de novembro.

“A pista fica em uma Base Chilena que é próxima da Estação Brasileira. O Hércules pousa no verão e no inverno, mas dois navios da Marinha fazem o transporte das cargas até a estação somente no verão. No inverno, o mar fica congelado e lançamos as cargas na Estação Cmte Ferraz. A missão é toda planejada antes, mas podem surgir imprevistos, como a variação constante da meteorologia no continente Antártico”, conta o Chefe de Operações do 1º/1º GT e instrutor antártico, Major Aviador Leonardo Guedes, que há cinco anos faz esta viagem.

Os pilotos da Missão Antártica são formados no Esquadrão Gordo. Os alunos fazem o Curso de Tripulantes Antárticos, composto de uma parte teórica, uma parte de instrução aérea e do curso de sobrevivência no gelo. Os oficiais passam de quatro a cinco dias na Cordilheira dos Andes com instrutores da Forças Especiais da Força Aérea Chilena. Entre outras atividades, os alunos antárticos constroem abrigos com a própria neve e os utilizam durante a sobrevivência.

“Somente o C-130, entre as aeronaves da FAB, tem hoje condições de operar durante todo o ano na Antártica, e somente o 1°/1° GT realiza estas missões no Brasil. As tripulações que o operam são compostas por instrutores que foram submetidos a Conselho Operacional. O processo seletivo é bastante restrito justamente para a máxima segurança nas missões”, explica o Major Leonardo.

Ser piloto da Missão Antártica é um orgulho para quem serve no Esquadrão Gordo, já que é o último grau que se atinge na operacionalidade da organização militar. Todos os tripulantes antárticos têm, no mínimo, quatro anos na unidade e, depois de formados, realizam, pelo menos, um voo no verão e outro no inverno para se tornarem pilotos operacionais. A última turma foi formada em setembro deste ano.

FONTE:
FAB

NOTA DO EDITOR: pergunta – o KC-390 teria condições de substituir o C-13O nesta função?

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Em cerimônia presidida pelo Embaixador José Viegas Filho, foi celebrado o Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira nas dependências da Embaixada brasileira em Roma, em 24/10. No evento houve a entrega da Ordem do Mérito Aeronáutico e explicação aos estrangeiros presentes a origem da data e a real importância de Alberto Santos Dumont, Patrono da Aeronáutica, personagem fundamental no desenvolvimento da aviação mundial.

Na ocasião, ocorreu o lançamento do livro “Avestruzes no Céu da Itália”, uma republicação do original produzido pelos próprios pilotos do 1° Grupo de Aviação de Caça ainda em 1945, logo após o término da 2ª Guerra Mundial. O Coronel Almeida, Adido de Aeronáutica, fez uma apresentação aos presentes esclarecendo a origem do livro, encontrado por um pesquisador local. A obra foi reeditada integralmente, com a inclusão de novos prefácios redigidos pelo Tenente Brigadeiro do Ar Juniti Saito, Comandante da Aeronáutica e pelo Embaixador José Viegas Filho, representante brasileiro na Itália.

Também houve o lançamento do livro na primeira versão no idioma italiano, Struzzi Nei Cieli d’Italia. A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades civis, diplomáticas e militares, brasileiras e italianas, além dos adidos de aeronáutica dos países amigos acreditados na Itália.

FONTE: Aditância Itália, via FAB

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