Novas Fotos do F-X

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Apesar da USAF não falar abertamente do futuro substituto do F-22A Raptor as indústrias americanas já estão mostrando seus conceitos. A foto acima é um conceito da Boeing de um caça monoposto sem cauda de superioridade aérea. A imagem abaixo é um conceito da Northrop Grumman do seu conceito de aeronave mãe controlando várias aeronaves de combate não tripuladas. As imagens foram mostradas na convenção da Air Force Association.

8 COMMENTS

  1. Custo unitário: USD$ 1 bilhão.
    Hora de Vôo: USD$ 150.000,00.
    Ter o melhor caça do mundo em 2050: Não tem preço.

    Tem coisas que só a USAF faz por você, para todas as outras existe o FMI.

  2. Acredito que a proposta da Northrop é a que mais se aproxima do Futuro.
    Eu vou mais além, penso que o “caça” do Futuro será uma espécie de B-1, de altíssima velocidade e teto operacional, armado com lasers e controlando uma duzia de UAVs. O míssil também deixará de existir e a tecnologia stealth estará tão desenvolvida que os velhos dogfights e tiros de canhão(magnético) voltarão a ser travados olho-no-olho, ou melhor, monitor-a-monitor…

  3. Uma coisa está ficando clara. Mísseis estão ficando cada vez mais resistentes à interferência ou sedução.
    Hoje, já são praticamente imunes aos chafs e flares.
    Mesmo o cegamento laser pode ser evitado e já há mísseis que são imunes a ele.
    Também não há como escapar deles manobrando dentro da NEZ, a menos que ensinemos polvos a pilotarem caças, rsrrsrs
    A NEZ está se expandindo até o limite da detecção e será impossível se evadir. Sem falar que a redução do RCS das aeronaves ajuda nisso.
    Ou seja, tirando a discrição (tecnologia stealth), a única forma de defesa em caso do ataque ocorrer será a interceptação direta do míssil, ou com outro míssil ou com uma arma de energia direta (laser, etc), como estão fazendo os veículos de combate, navios, etc.
    Eu imagino que no futuro próximo, caças e outros aviões terão mínimísseis antimísseis, não muito maiores que um Igla, dispostos internamente sob painéis distribuídos em vários pontos na célula que serão lançados automaticamente pelo sistema defensivo da aeronave.
    Ao invés de chafs e flares, o sistema defensivo lançará um míssil antimíssil.
    Pronto! Já dei minha colaboração com o futuro da aviação de combate e com certeza meu nome constará ao lado do Santos Dumont. rsrssss

  4. A definição de sexta geração ainda está para ser feita, mas observando para as fotos e as poucas informações dispostas além de ser furtivo e super ágil:
    1. fará toda a ação de guerra eletrônica (como as do EA-18G Growler),
    2. utilizará laser de forma intensiva,
    3. o radar será uma arma ativa,
    4. o avião será uma nave mãe para aviões robô,
    5. voará mais longe e mais rápido e utilizará combustíveis alternativos (talvez até multifluel),
    6. o avião terá completa interatividade com o piloto, possivelmente até inteligência artificial. Conversando com o piloto e sugerindo alternativas durante as missões.
    7. etc, etc, etc….

  5. Mudando de assunto mas falando praticamente da mesma coisa, rsrs, os EUA precisam acelerar o desenvolvimento de um caça pós-Raptor, ou então iniciarem o quanto antes um upgrade do F-22, além de aumentarem a quantidade.
    Levando-se em conta a atual tecnologia de radares russa, que está implantando radares de varredura eletrônica extremamente potentes, capazes de detectarem alvos com RCS de 1 a 2 m2 (compatível com um caça armado de 4,5ªG) a mais de 250 km, a coisa parece que vai ficar difícil.
    Tá certo que nem falam de tecnologia LPI (baixa probabilidade de interceptação) para seus radares, ou seja, vão irradiar igual meu nervo ciático, rsrsr, que somado ao maior RCS dos Flankers, não têm nada de muito sutil.
    Mas o que parece é que eles estão equilibrando a coisa pela força bruta e a coisa pode ficar feia mesmo.
    É esperar pra ver se a tecnologia radar russa deu mesmo esse salto em qualidade, já que há alguns anos não era lá essas coisas.

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