Revista Forças de Defesa

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    Fordefesa 13 - CAPA FINAL 580px

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    A 13ª edição traz artigos e entrevistas de empresas e instituições que estarão na LAAD 2015, além de uma série de reportagens de alto padrão.

    Na Poder Naval, as perspectivas de reequipamento da Marinha do Brasil, em reportagem especial de Roberto Lopes, com muitas informações inéditas; as fragatas Meko 360 da Armada Argentina, por Santiago Rivas e os helicópteros Super Lynx da Marinha Portuguesa, por Pedro Manuel Monteiro.

    No Poder Aéreo, uma matéria completa sobre os F-16 da Força Aérea do Chile, do nosso correspondente argentino Santiago Rivas, com fotos e informações exclusivas.

    Nas Forças Terrestres, uma reportagem sobre o emprego de VANTs pelo Exército Espanhol no Afeganistão, de Erwan de Cherisey e outra sobre o Sisfron, sistema que já começou a vigiar as fronteiras terrestres do Brasil, de Sérgio Santana.

    Fordefesa 13  - Índice

    Fordefesa 13  - 8-9

    Fordefesa 13  - 14-15

    Fordefesa 13  - 32-33

    Fordefesa 13  - 48-49

    Fordefesa 13  - 58-59

    Fordefesa 13  - 72-73

    Fordefesa 13  - 90-91

    Fordefesa 13  - 98-99

    3 COMMENTS

    1. EMBROEING

      Tenho sido solicitado por vários tipos de mídia a dar minha opinião sobre a compra da Embraer pela Boeing e uma sugestão minha é a criação da EMBROEING, uma multinacional para a venda de aviões pela Boeing e Embraer, nos termos de uma Joint venture é uma expressão de origem inglesa, que significa a união de duas ou mais empresas já existentes com o objetivo de iniciar ou realizar uma atividade econômica comum, por um determinado período de tempo e visando, dentre outras motivações, o lucro. As empresas que se juntam são independentes.
      Vejamos o porque da sugestão?
      Vejamos primeiro o problema desde o inicio.
      A)A formação de capital inicial da EMBRAER foi dada por esta inovadora formula da década de 60, usando durante 5 anos 1% do IR em incentivos fiscais por empresas que antes se recusavam a falar em indústria aeronáutica.

      Assim, com 11% o governo controlava toda a empresa. o capital passou a ser negociado na bolsa de Nova York e São Paulo. A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões à época. Hoje suas ações estão na Bolsa se Nova York e São Paulo. Entre os nacionais, o BNDES Participações e a Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, com 5,4% e 4,8% das ações, respectivamente.
      Considerados como acionistas relevantes os estrangeiros Brandes Investments Partners (15%), Mondrian Investments Partners (10%) e Blackrock (5%). O Restante esta diluído.
      Mas, o governo brasileiro, durante a privatização, exigiu ter uma GOLD SHARE (Golden share. A golden share ou ação de ouro é uma terminologia utilizada no mercado acionário quando da criação de ações de classe especial que são retidas pelo poder público quando se desfaz do controle acionário de sociedades onde detinha participação, a chamada privatização. É uma ação que pode vetar qualquer ato lesivo ao estado brasileiro, tanto estrategicamente como econômica e financeira)
      B) A OMC (Organização Mundial de Comercio) não permite que instituições privadas .
      recebam incentivos governamentais para concorrer no Mercado internacional, assim Em nota, o Itamaraty afirma que o Brasil abriu o mecanismo de solução de controvérsias – passo inicial do painel da OMC – por considerar como subsídio irregular um aporte de US$ 2,5 bilhões que teria sido feito pelo governo da província de Québec na Bombardier, principal rival da Embraer.
      Além disso, alegou o governo brasileiro, há indícios de que o governo canadense esteja planejando “fazer em breve novo aporte significativo (…) para assegurar a viabilidade da nova linha de aviões C-Series (da Bombardier) e sua colocação no mercado a preços artificialmente reduzidos”. A Boeing também entrou e ganharam a causa tendo sido a Bombardier penalizada com uma alíquota que tornaria inviável a venda de seus jatos para os USA.( A Bombardier vendeu no ano passado venda de US$ 5,6 bilhões de aviões à Delta,. A americana Boeing e a brasileira Embraer, alegaram que a fabricante canadense só levou a melhor porque ofereceu preços por avião abaixo dos valores de custo, praticando dumping). Dai então o acordo entre Bombardier-Airbus(que tem montadora nos USA). A Bombardier lucrou porque salvou o programa por poder vender um produto “Americano”, e a Airbus, porque agora tem no  seu portfolio um jato leve, que a Boeing não tem.
      C) Devido o que foi dito acima, a Boeing não tem um avião para concorrer com a Airbus, e, para te-lo demoraria vários anos, enquanto a Embraer tem os E Jets prontos em fase de homologação e prontos para a entrega em abril de 2018. Como a concorrência entre a americana e a europeia é ferrenha, a única solução para a Boeing é a Embraer.
      E) Como a EMBRAER esta praticamente sem novos projetos pois o E 2 terminou, o KC 390 também e a executiva também, com uma geração de engenheiros proje-tistas, para a Embraer seria uma boa, pois o governo e o mercado não tem investi-mentos para um novo projeto. Esta força de trabalho poderia trabalhar em paralelo com a Boeing e, a um custo menor que nos USA.
      F)O efeito argentina tem que ser considerado, pois apos a II guerra, os USA, trouxeram Von Braum, a Argentina trouxe o Tank e nos trouxemos o Focker. Tank fez misérias na Argentina, que chegou a ter um motor a jato nos anos 50. Lançou um macaco ao espaço em 69 a uma altura de quase 100km, retornando vivo. Foi a nação de numero 4 a lançar um ser vivo ao espaço. Fez vários protótipos de aviões, entre eles o Pulqui e o Guarani. Nunca conseguiram fazer uma fabricação em serie, tendo exportado menos de 10 aviões. A FADEA chegou a ter 30000 empregados (chamava-se FMA). Chegou a ser vendida a uma grande empresa americana que a sucateou e quase a fechou. Hoje tem 1000 empregados, praticamente ligados a manutenção. Fabricam pouca coisa do KC 390, pois o governo Argentino prometeu comprar este avião para a FAA e não o fez ate agora. Não queremos que este exemplo nos alcance.
      G) com a SAAB creio nao haver problema, pois, pode-se conciliar os interesses. A Boeing tem vários desenvolvimentos conjuntos com a SAAB, tem já ações com a EMBRAER no campo de pesquisa

      Assim, o ideal seria fazer uma joint ventura com a Boeing, com a sugestão do nome acima EMBROING. Contentaria Gregos e troianos. Seria uma junção simbiótica em que ambos teriam a ganhar.

      Eng Ciro Bondesan dos Santos
      Ex Professor da USP, UNITAU , UNIVAP e FACESM, pioneiro da EMBRAER chapa 0009. Palestrante e autor de livros, artigos e especialista em Alta Tecnologia. Aposentado do COMAER. Consultor em Contrapartidas Tecnológicas (OFFSET)

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      COMENTÁRIO EDITADO.
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