quinta-feira, setembro 23, 2021

Gripen para o Brasil

F-16 italianos chegam às 45.000 horas e aos meses finais do ‘Peace Cesar’

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Programa ‘Peace Cesar’ de leasing de F-16 para a Força Aérea Italiana deve terminar no primeiro semestre de 2012, com 47.000 horas de emprego

O programa ‘Peace Cesar’, que desde 2003 ajuda a preencher uma lacuna de caças para defesa aérea na Aeronautica Militare (Força Aérea Italiana) alcançou mais um marco no mês passado – e, por isso mesmo, chega mais perto de seu final. Os caças F-16 italianos, que operam na força aérea do país por meio de leasing com os EUA, ultrapassaram as 45.000 horas de voo em 14 de junho passado, e assim chegaram mais perto do total de 47.000 horas previstas no programa.

As 45.000 horas foram comemoradas na Base de Trapani, de onde opera o 18º Grupo de Voo do 37º Stormo, a última unidade da Aeronautica Militare a voar com o caça F-16.

O programa “Peace Cesar” funciona no sistema “pague por hora de voo” desde 28 de junho de 2003, quando o primeiro F-16 destinado à Itália pousou no país. A manutenção é realizada por pessoal italiano e norte-americano. O programa deveria ter terminado em 31 de dezembro do ano passado, com 45.000 horas de voo (marco só alcançado agora), mas foi estendido até o final do primeiro semestre de 2012, prevendo 47.000 horas.

FONTE / FOTOS: Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare) – tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo

NOTA DO EDITOR: sobre a manutenção conjunta dos F-16 por pessoal italiano e norte-americano, deve-se lembrar que a USAFE (Força Aérea dos EUA na Europa) opera caças F-16 na Itália, o que deve facilitar esse procedimento. O leasing de F-16 é resultado de uma lacuna operacional entre a baixa do serviço de interceptadores F-104 italianos e a demora para incorporação do Eurofighter Typhoon em quantidade. Primeiramente, a solução foi alugar caças Tornado ingleses, da versão especializada em interceptação / defesa aérea (o que trazia algumas vantagens de manutenção pelo fato da Itália já operar versões do Tornado). Mas, quando acabou o contrato com os ingleses, optou-se por fazer ‘leasing’ de caças F-16 dos EUA. Essa história pode ser vista com mais detalhes nos links abaixo.

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